Família Grey
65 Conhecendo a GEH
Notas iniciais
**Phoebe**
Dois anos depois...
– Você não vai para casa? – Teddy perguntou.
_ Não. – respondi.
– E você vai pra onde?
_ Vou ficar com o papai.
– Tá certo.
Com isso ele saiu. Sentei no banco esperando Sawyer vim me buscar. O Teddy como sempre foi para casa da Ava. Que os dois não desgrudam mais. O que me deixa P da vida. Não tenho mais com quem ficar. A Sami está namorando o Chris. Nick a Julia. Xande a Heliosa. Teddy e Ava. Mateus e a Rebeca. Estou só. Todos meus encontros o Teddy sabota. Diz que não estou na idade de namorar. Tenho 16 anos. Daqui a duas semanas meu carro chega é um hyundai veloster branco.
– Princesa. – ouvi a voz do Luiz e o vi sentar ao meu lado.
– Oi. – respondi.
Ele me abraçou. O Luiz é super. Carinhoso. E um ótimo amigo. Não como o Josh. Sinto muitas saudades dele. Por falar nisso vou pedir para o papai rastreá-lo. Preciso revê-lo.
_ O que tá pegando?
– Nada. Estou esperando o Luke.
_ Você ficou aqui sozinha?
– E o que parece.
Avistei Luke e levantei. Abracei Luiz e entrei no carro que já estava parado me esperando.
_ Para GEH? – Luke perguntou.
– Sim. – respondi.
~~&~~
– Oi papai. – falei quando entrei na sua sala.
_ Oi. Filha que surpresa boa. – ele disse. – Ia pedir o almoço o que você vai querer?
– O mesmo que o senhor pedir.
Joguei minha mochila no sofá. E fui para janela. Como sempre fico observando a cidade.
~~**~~
Almoçamos normalmente, a mamãe ligou para saber se eu ficarei com o papai mesmo, ou se queria ir ao médico com ela e meus irmãos. Decidi ficar com o papai.
A Andreia trouxe uma roupa para mim. O que já é natural. Um short jeans e uma camisa preta. Ah e um par de sapatilhas pretas.
Estou agora girando na cadeira super. Confortável do papai. Enquanto ele está me encarando sentando em umas das cadeiras em frente a sua mesa.
– Que foi? – perguntei.
_ Nada. – ele continuou sorrindo. – Você cresceu muito rápido. Até ontem era minha menininha.
– Eu ainda sou.
_ Nah. – ele fez desdém com a mão.
Desde quando Teddy chegou com esse Nah lá em casa. Papai só anda falando essa palavrinha.
Alguém bateu na porta, papai mandou entrar.
Um garoto de pele morena e cabelo castanho como o meu. Entrou na sala com o notebook e alguns papéis.
– Licença Sr. Grey, trouxe os relatórios que o senhor pediu, tio Breno está vindo – falou o deus grego colocando ás coisas em cima da mesa do papai.
– Ok, Phoe senta ali no sofá, agora o papai precisa trabalhar – falou papai.
O garoto olhou para mim, aqueles olhos de cor avelã e sorriu pra mim, senti meu rosto esquentar.
Papai pigarreou, e o garoto olhou para ele.
– Phoebe? – chamou papai.
Fiquei hipnotizada por esse menino.
– Hã... oi... sim senhor – respondi gaguejando.
Levantei rapidamente, e caminhei para porta.
– Aonde você vai? – perguntou papai.
– Hum, dar um passeio pela GEH – respondi sem me virar.
Sai rapidamente, da sala do papai uma das loiras perguntou se eu precisava de alguma coisa. Falei que não. Quando estava indo para o elevador uma voz soou atrás de mim.
– Espere.
Olhei para trás e vi aquele garoto.
– Oi. Guilherme, mas pode me chamar de Gui – disse ele estendeu a mão.
– Phoebe – falei apertando sua mão.
– Precisa de um guia para passear na empresa?
– Não, já vim muito aqui.
– Então você será minha guia.
Sorri, e entramos no elevador. Paramos na recepção, iremos começar de baixo.
– Quantos anos você tem? – perguntei.
_ Acabei de completar 18 e você?
_ 16.
– Hum.
Passeamos pela GEH. Nosso passeio duro tempo suficiente para que eu ficasse com fome. Então Guilherme me convidou para ir ao Mcdonalds.
_ Tem muito dinheiro na carteira? – perguntei.
Ele riu, mas não respondeu. Como tem uma filial em frente à empresa do papai.
– Então como é ser filha do Christian Grey. – ele perguntou tomando um gole da sua Coca-Cola.
– Bom às vezes ruim. – falei enquanto engolia um pedaço do meu hambúrguer.
_ Você não é como eu pensei.
– E como achou que eu seria?
– Mimada. Como aquelas meninas que tem pai rico. – ele bufou.
_ É tentei ser assim. Não vou mentir. Mais minha mãe não deixou. Ela é bem rígida comigo. E disse-me que eu não sou melhor que ninguém por ter dinheiro em uma conta.
– Sou fã da sua mãe.
– Você conhece minha família toda. Agora me fale de você.
_ Sou órfão. Moro sozinho. E trabalho para seu pai há três meses.
– Sinto muito. – falei.
_ Nada. Agora vamos seu pai já teve está lhe procurando.
~~^^~~
– Onde vocês estavam? – Barney perguntou.
_ Fomos comer alguma coisa. – Guilherme respondeu.
Ele balançou a cabeça e foi para sua sala.
– Obrigado! – falei tímida. Da onde tinha vindo àquela timidez?
Ele deu um beijo no canto da minha boca e sussurrou no meu ouvido:
– Lhe espero amanhã.
~~~**~~~
E assim passamos duas semanas nos encontrando na GEH. Íamos ao Mcdonalds. Era nossa rotina. Até que ele teve uma ideia boa e maluca ao mesmo tempo.
– Quer passar o fim de semana comigo? – ele perguntou.
_ Não posso. – respondi.
– Pode sim. É só você querer.
_ Vou vê.
Como aprovação ele me beijou. Beijou mesmo. Os beijos de Guilherme eram divinos.
A primeira vez que nos beijamos foi há uma semana na sala dele. O papai mandou-me me levar alguma coisa para ele e prontamente obedeci.
– Phoe. Leva esses documentos para o seu amiguinho, por favor. – papai disse.
Revirei os olhos. Papai ultimamente com ciúmes do Guilherme. Não sei bem o porquê. Ouvi-o falando com a mamãe. Que não está gostando nada dessa minha amizade com o Gui. E a mamãe o mandou relaxar.
Sai da sala do papai e fui para sala do Gui. Que era no lado da sala do tio dele Barney. Bati na porta e entrei. Ele estava concentrado no computador.
– Oi. – falei.
Ele tirou os olhos do computador e sorriu para mim. Deixei os papeis na mesa dele e já ia sentando na cadeira quando ele me chamou com o dedo. Para que eu sentasse no colo dele. Sentei-me meio receosa. Guilherme expirou meu
perfume e enterrou a cabeça no meu pescoço.
– Senti saudades. – ele falou.
– Também. – sussurrei.
Ele colocou a boca na minha e parece que fomos feito um para o outro, nossos lábios de encaixaram em uma sincronia perfeita.
Depois de longos minutos paramos o beijo, já tinha beijado dois garotos, mas com certeza esse foi o melhor beijo de toda minha vida.
– Melhor do que eu imaginei. – Guilherme falou.
Sorri e me aninhei no seu colo. Mais meus olhos pararam em uma das câmeras colada à parede.
_ Gui. – chamei. – O papai vai nos vê.
– Está falando da câmera?
Assenti.
– Eu desligo toda vez que você entra aqui.
Relaxei e deitei minha cabeça em seu peito. Ficamos assim por longos minutos ou até horas não sei. Só sair de lá quando o papai me chamou para ir embora.
~~**~~
– Mãe. Posso falar com a senhora? – falei entrando no seu quarto.
_ Claro filha. Vamos ao meu escritório. Seu pai está no banheiro. – ela falou.
Saímos do quarto e fomos para seu escritório. Assim que ela sentou em sua cadeira me apressei em falar.
– O Gui me chamou para passar o fim de semana com ele.
A mamãe sabe do nosso envolvimento. E se apressou em me levar ao ginecologista. E me fez prometer que quando a minha primeira vez acontecesse ela seria a primeira pessoa que eu devia contar.
_ E você quer ir? – ela perguntou.
– Está tão na cara? – perguntei.
Ela riu.
– Seus olhos estão tão brilhantes. Que não tem como não te dizer não.
Meu sorriso se ampliou.
_ Vou ligar para Kate. Para ele me dá cobertura. E você diz para seu pai que vai dormir na casa da Ava entendeu?
– Sim. – corri para abraça-la. – Obrigada mamãe. Te amo.
_ Também filha. Juízo tá? E pode deixar que vou te levar.
Assenti e sai em disparada para meu quarto.
~~&&~~~
– Então já que dormir? – Guilherme perguntou.
_ Quero. – respondi.
Joguei a caixa de pizza que tínhamos acabado de comer na pia, e abrir a geladeira para pegar um pouco d’água.
– Vamos para o quarto. – ele disse jogando a caixa de pizza na lata de lixo.
Terminei de beber água e o segui para o quarto. Seu apartamento é pequeno e só tem dois quartos. A decoração é toda masculina. Tudo preto e cinza.
Seu quarto também é das mesmas cores. Uma cama de casal. Estava bem no meio do quarto.
Guilherme tirou a camisa e jogou no chão. Sentei na sua cama. Ele sentou ao meu lado.
– Phoebe. Você quer dormir aqui comigo ou no outro quarto? – ele perguntou.
_Aqui com você. – respondi.
Ele sorriu. E tirou sua bermuda azul. Ficando só de boxer preta. Deitou-se na cama.
– Você não vem? – ele perguntou rindo.
_ Hum... Tenho que troca de roupa. – falei.
– Vou fechar os olhos prometo.
Ele fechou eu rapidamente me livrei do vestido. Que estava e vesti meu baby doll branco com coraçõezinhos.
– Fofinha. – ele falou.
Assustada virei-me para ele que estava sentado na cama.
– Você ficou olhando eu trocar de roupa? – perguntei zangada.
_ E perder uma bela paisagem?
Fechei a cara.
– Você prometeu que não ia olhar.
Coloquei minhas roupas na mochila. E a coloquei no canto.
– Ei. Não precisa ficar zangada. – ele falou atrás de mim.
_ Estou furiosa. Você mentiu para mim.
– Você é linda princesa.
Ele me virou para ele e deu-me um selinho. Com um movimento rápido me jogou na cama. E ficou sobre mim.
– Gui... Guilherme. – gaguejei.
_ Psiu! Vou fazer uma coisa se você gostar estou perdoado. Por ter lhe espiado.
Com isso ele abaixou-se e deu uma mordidinha na minha coxa esquerda. Tremi!
Ele puxou meu short junto com minha calcinha. Deixando-me nua da cintura para baixo. Fechei os olhos com força. Morrendo de vergonha por ele está vendo minha vagina depilada.
– Caralho. – ele falou.
Tentei por a mão mais ele deu um tapinha e eu logo tirei.
_ Não precisa ter vergonha Phoe. Sua boceta é a coisa mais linda que já vi. Toda rosadinha. – ele beijou a minha vagina. – Macia. – depois lambeu. – E muito gostosa.
Guilherme sugou meu clitóris e só então começou a lamber. E quando sua língua entrou no meu interior. Foi um golpe duro. Meus olhos começaram a girar das orbitas. Segundos depois meu corpo explodiu em milhões de pedaços.
_ Delicia!
Guilherme se livrou da minha blusa e assaltou um dos meus seios levando a boca. Me fazendo gemer. E meu corpo entrando em compulsão de novo, mal tinha saído de orgasmos e ele já estava me providenciado outro.
Ava estava certa. Tudo que ela me disse sobre sexo. Sexo é maravilhoso. Ainda mais quando fazemos com pessoas com quem amamos. Mais espera ai! Será que eu amo o Guilherme?
Quando explodir de novo. Guilherme estava sobre mim beijando todo meu rosto.
– Preciso entrar em você. – ele arfou.
Assenti.
E assim ele fez. Entrou. E quando a dor quente me atingiu ele parou. A mamãe me contou sobre isso. É desconfortável, mas depois de um tempo fica melhor.
– Posso me mexer? – ele perguntou.
_ Pode. – sussurrei quando a dor passou.
Ele foi se movimentando cada vez mais rápido. E até que nós dois explodirmos.
~~#~~
Acordei com um barulho. Só então percebi que era alguém batendo na porta.
– Que porra! – Guilherme resmugou.
Ele levantou. Ele estava vestindo um boxer azul. E eu estava só com uma calcinha e uma das suas camisetas.
Olhei para o relógio em cima da cabeceira era 07h55min. Quem estaria chamando uma hora dessas?
– Senhor Grey? – Ouvi a voz do Guilherme.
Merda!
Levantei correndo na cama e fui para sala. Chegando lá encontrei o papai segurando o Guilherme na parede. Ele ia estrangularam.
Mamãe estava bem atrás dele. Socando suas costas e mandando que ele soltasse o Gui.
– Pai não. – falei indo na sua direção.
– Vá pegar suas coisas. Você está indo para casa e está de castigo por tempo indeterminado. – ele disse sem olhar para mim. Sua voz era carregada de raiva.
_ Christian. Pare com isso. Solte-o. – mamãe ordenou.
– Não se meta Anastácia. – papai rosnou. – O que eu te falei seu filho da puta? Eu mandei você ficar longe da minha família.
Guilherme já estava ficando azul. Nem precisei pensar. Empurrei meu pai com todas as forças que tinha. E fiquei na frente do Guilherme. Que caiu no chão a procura de ar.
– O que foi isso Phoebe? – ele rosnou.
Ele nunca me olhou dessa maneira como está me olhando agora. Foi o mesmo olhar que ele usou para bater do Teddy. Eu estou com medo, mas não vou demostrar.
_ Não pai. – engoli em seco. – Eu fui uma boa menina para o senhor todos esses anos. E o senhor disse que faria qualquer coisa para me vê feliz. Então me deixe ficar com o Guilherme pai. Eu o amo.
– O que ele tem a lhe oferecer? – O rosto do papai estava em total desprezo. – Nem emprego ele em. Vocês iram viver de que?
_ Christian pare com isso. – mamãe o alertou. – Dinheiro não é tudo.
– Cala-se Anastácia.
_ Ei. Pai não fale assim com a mamãe. – ouvi a voz do Teddy. Ele estava parado na porta. Vermelho ele deve ter vindo de escada. – Entendo que o senhor está zangado com a Phoebe, mas a mamãe não tem nada haver com isso.
Papai lançou seu olhar para Teddy, que não se intimidou.
– O que você está fazendo aqui? – ele rosnou. – Você também sabia dessa palhaçada?
_ A Gail me contou. – Teddy respondeu.
– Ótimo. Já acabamos com isso. Vá pegar suas coisas Phoebe.
_ Não pai. – fui firme.
– Não? – ele sorriu. Mais não foi um sorriso feliz. – Então escolha: A vida que você tem ou ele.
_ Pai isso não é justo. – lagrimas banhavam meu rosto.
– Escolha. – ele falou com aquela sua tão famosa falsa calma.
_ Christian pare com isso agora. – mamãe gritou. – Teddy ajude o Guilherme.
Teddy obedeceu levando o Gui para uma porta acho que era o banheiro. O Gui, mal se sustentava em pé.
– Peça desculpa a Phoebe agora. – mamãe continuou
Papai me encarou, mas não disse nada.
_ Pai. – pedi.
Ele levantou a mão para me impedir.
– Eu não quero ouvir mais nada. – ele falou. – Você fez sua escolha. A partir de agora sou Christian para você. Não se esqueça de buscar suas coisas na minha casa, mas prefira fazer isso uma hora que eu não estiver em casa. – com isso ele saiu.
_ Pai. Não. – tentei correr atrás dele, mas a mamãe me impediu.
– Deixa filha. Ele não sabe o erro que cometeu. Ao lhe dizer essas palavras. O tempo vai ensinar a ele. Agora vá cuidar do seu namorado.
Assenti e caminhei para o banheiro.
Continua...
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