Family's Love.

18 Cap.18 - This is important.


Notas iniciais
O-lá, Como vão? Esse capítulo ficou bem curto e parado, talvez, mas algo de importante acontece nele. A escola tá me matando ultimamente, tem muitos trabalhos, provas difíceis e etc, foi quase um milagre conseguir usar o computador pra outra coisa que não sejam pesquisas, mas eu consegui o/ Aliás, por causa disso também não respondi todos os comentários, só uns ou outros ;-; Sorry, ok? ;-;

— A porta estava aberta, então ... Decidi entrar. – Disse o homem loiro, as mãos nos bolsos de sua calça. – Desculpe a invasão. –

— Vovô! – Harmony exclamou, seus olhos azuis brilhavam de animação. Russel era seu único avô, e portanto, seu favorito. Ele era legal, gentil, e bem, brincava de boneca com ela, pelo mais estranho que soasse. –

É verdade que Russel já foi uma pessoa horrível, não vou mentir. Mas, em algum dia, ele se tocou que se fosse manter seus valores, ele perderia sua filha. Então, na véspera do casamento, ele pediu desculpas por tudo que dissera sobre o relacionamento de Quinn e Rachel. Aquela foi uma das poucas vezes que Quinn viu o pai chorar. As outras três, foram quando cada uma de suas netas nasceram. Ele podia não ser um avô muito presente, mas mesmo assim, sempre achava um jeito de agradar suas netas. E filhas, também.

— Harmony, veja só como cresceu! – Ele sorriu e acariciou os cabelos da garota, arrancando uma risadinha da mesma. Ela abraçou sua cintura desajeitadamente. – Você também, Beth! Está uns ... Dois centímetros mais alta desde o seu aniversário. -

— Isso realmente não tem graça. – A adolescente fizera um bico emburrado, cruzando os braços e estreitando os olhos. –

— Marley nem parece ser mais nova do que você. – O homem continuou com a brincadeira, ganhando um revirar de olhos e resmungos baixos da neta mais velha. Nunca discuta sobre altura com um Berry! –

— Certo, agora, pode nos dizer o motivo de sua ilustre presença? – É Judy quem diz, cruzando os braços e apertando os olhos azulados, o sarcasmo pingava de sua voz. Digamos que o relacionamento dos dois não acabou de uma maneira muito boa, e por isso mulher guarda um rancor profundo por Russel. Quinn sabe apenas que envolve uma ex-colega de classe dos pais. – Jantar em família não significa que ele tem que estar presente, Lucy! –

— Mas eu não-

— Francine! – A mais velha exclamou para a filha mais nova, que levantou as mãos em rendição. –

— Não tenho nada com isso! -

— Na verdade, fui eu quem o chamou, Judy. –

E a família inteira se virou para Rachel. Ela estava se sentindo desconfortável com isso. Críticos exigentes para ver seu espetáculo não são nada comparados com a curiosidade da família Fabray. Russel sorriu, e com um gesto discreto, incentivou a morena para dar continuidade no que começara a dizer. Ela respirou fundo; Por que a segunda vez parecia mais difícil do que a primeira? Oh, sim, porque ela dependia da bebida até alguns anos atrás e tecnicamente abandonou sua família por um erro seu. Nada de mais, certo? Espero que tenha notado o sarcasmo nessa frase.

— E-eu ... – Os pares de olhos lhe incentivavam a continuar. Automaticamente, seu estômago embrulhou e pela primeira vez na vida, sua voz parecia não sair. Ela entrelaçava seus dedos e fitava os pés, tudo ao seu redor grita nervosismo. – Eu tinha um discurso inteiro em mente, mas ... Não me lembro agora. – Ela riu sem graça, mas não fora acompanhada por ninguém. – E-eu conversei com a minha mãe sobre isso, e depois eu fui atrás do seu pai, Quinn, e bem ... Eu quero te pedir isso uma outra vez, com todo mundo de testemunha. Dessa vez não tem um restaurante chique nem um cara tocando violino, mas Quinn ... Você me daria a honra de ser sua esposa outra vez? –

— Rachel, eu-

— Não, tudo bem se você não quiser! – Ela se adiantou, impedindo a loira de terminar sua frase. – Quer dizer, eu sei que demoramos muito para nos reconciliar, então faz completo sentido você não querer nada agora. Eu só ... Te quero muito de volta pra mim, Quinn. Sabe, não pra apagar os últimos oito anos, mas reiniciar a partir deles. Você pode dizer ‘não’ se se sentir desconfortável com isso, mas eu só achei que-

Ela foi calada por um beijo. Não era um beijo como os que trocavam nas ultimas semanas, esse era ... Especial. Como se tivessem se beijando pela primeira vez. Não se importavam com a família reunida ao redor, lhes observando com curiosidade; Ali, apenas elas que importavam. Quando se separaram, ainda com as testas coladas, se abraçaram gentilmente. Quinn beijou a ponta de seu nariz levemente, fazendo com que Rachel o contraísse inconscientemente.

— É claro que sim, Rachel. –

Um soluço acabou com o clima emocionante. Beth, que despercebidamente se arrastou mais para o canto, tinha a boca coberta por uma mão enquanto duas lágrimas desciam por suas maçãs do rosto, que adquiriram uma coloração adoravelmente rosada. Harmony rapidamente assimilou a coloração das bochechas da irmã aos cabelos de Valerie. Daquele jeito, Beth parecia ter dez anos –ainda mais com a altura que tinha-, e não quase dezessete.

— O que foi? – Ela perguntou com a voz falha, esforçando-se para disfarçar o óbvio. Estava chorando de emoção, coisa rara de se ver. Mas, aparentemente, ela ainda era humana, e também tinha sentimentos, mesmo que fossem eles guardados nos confins de seu ser. –

— Não precisa chorar – Harmony lhe sorriu com ternura, levando sua mão até a de Beth, entrelaçando seus dedos. O brilho mais puro já visto cintilava em seus olhos. Dizem que os olhos refletem a alma, então, era por isso que os olhos daquela garotinha estavam mais claros? -, a mamãe disse ‘sim’! –

A mais velha sorriu para a irmã mais nova, limpando o rosto com as costas da mão direita, que era a única disponível.

— Verdade, não é? – Seu sorriso brilhou diretamente para Rachel, que lhe sorriu de volta. A filha estava orgulhosa, e a mãe, feliz. Tinha sua família completamente de volta agora. –

— Espere, espere. – Judy chama a atenção de todos os presentes. Russel lhe arqueia uma sobrancelha, perguntando em sinais se ela faria algo ruim, mas apenas recebeu uma empinada de nariz de volta, notando que a partir de agora, seria completamente ignorado. – Você não mora em Nova York, Rachel? Suas filhas vivem aqui! Levá-las para conviver em um lugar estranho pode lhes afetar, não acha? – Ela tinha as mãos nas cinturas e um semblante desafiador. Céus, Quinn se parecia com a mãe mais do que achava! –

— Sim. Mas bem, não é como se fossemos nos casar amanhã. Sei que não vou ficar em um lugar só por muito tempo, mas posso fazer isso valer a pena. Vou ser uma boa mãe. Ah, e avó, também. –

Marley se encolheu ao escutar isso; Afinal, pensara que no calor do momento, Judy nem havia notado o fato de Beth lhe dedurar para sair impune. Bem, só pensou mesmo.

— Ah, sim! – Exclamou a mãe de Quinn, logo mandando seu mais assustador olhar homicida para a neta do meio. — Que história é essa de namorada grávida, Marley Rose Berry-Fabray? -

Notas finais
Estamos próximos do fim. Tipo, beeeeeeeem próximos. Dois capítulos, talvez três; O nascimento do bebê Karley, o casamento Faberry e o epílogo ;-; Mas eles serão melhores que esse capítulo, que sinceramente, não está entre as melhores coisas que eu escrevi e.e Prometo incrementar mais os outros, mas realmente está tudo um caos agora e.e Talvez o próximo demore, aliás ;-;