Notas iniciais
Galera! me empolguei bastante nesse capítulo espero que gostem e comentem !.

Estava frio, num lugar escuro, abraço meus próprios braços e dou alguns passos para trás sentindo algo com solido atrás de mim, oque me faz me virar e ver por causa da luz da lua vejo que era uma árvore. Viro-me olhando ao redor, estava numa floresta, meus pés estavam congelando, franzo o cenho vendo que era neve forrando a reserva toda mordo os lábios.

—Droga...— murmuro.

Começo andar devagar querendo sair daquele lugar estranho. Ouço um barulho atrás de mim que me faz virar imediatamente, não conseguindo ver nada, suspiro com medo e vou me vira para frente e acabo caindo num buraco, torço meu tornozelo e arfo soltando um gemido baixo de dor de tirar o fôlego. Levanto-me desesperado não ligando para dor de imediato, para que teria um buraco tão fundo numa floresta? Meu coração já estava a mil. Tento pegar em algo para tentar escalar e sai de lá, mas era em vão, pois tentava me suspender em alguma pedra feita de areia e ela desmanchava. Um barulho vem de cima e fico atento olhando para todos os lados de um jeito paranoico.

—Alguém esta ae?— molha os lábios na esperança de que alguém responda e com o coração acelerado com medo de que essa pessoa não esteja ali para ajuda.

Esperando algum sinal e nada, maneio a cabeça me apoiando na parede do buraco ate chegar ao chão com as mãos no rosto, como iria sair daquela droga de buraco? Quem fez poderia chegar amanha, mas ae? Eu poderia ser morto ou algo do tipo. Suspiro e ouço uma risada que me faz me arrepiar por inteiro me fazendo ficar em choque parado com as mãos no rosto que logo sinto algo bater em meu rosto, mas estava com medo.

—pegue.

Algo sussurra. Uma voz doce e feminina e reconhecível, eu estremeci ao reconhecer, não podia ser. Agora tudo fazia sentido, o buraco, a floresta, a voz. Tiro minhas mãos do meu rosto e toco na corta me levantando com apoio no chão do buraco e olho para cima apenas vendo uma sombra e desvio olhar a sentindo puxar a corda como se quisesse que subisse logo, mordo o lábio nervoso e arrumo minhas mãos na corda e apoio meus pés na parede do buraco que ainda doía e começo a escalar num tanto rápido por causa de ser uma mulher e não poder segurar tanto tempo meu peso. Ao sair do buraco fiquei de joelhos com as mãos apoiadas no chão ofegante.

— Obrigado.

Falo olhando para o chão enquanto me levantava, não queria olhar a garota ou mulher que me salvou de certo modo eu temia, não podia ser ela. Mas também tinha a probabilidade de não ser a garota que não consegui salvar. Levanto meu olhar e engulo em seco, era Angel, ela estava toda suja, mas com a pele ainda impecável e nua, passo a língua nos lábios e desvio o olhar.

—Hey estou aqui, eu consegui sair disso.

Ela aponta para o buraco sorrindo e abre os braços e volto a olhar me limitando num sorriso e assente a abraçando forte.

— você esta viva Angel, eu...

Sinto algo me perfurar em minhas costas e ela se afasta e franzo o cenho soltando o ar com dificuldade a observando, ela estava com um pedaço de vidro em mãos, ela devia ter me perfurado no pulmão, estava ficando sem ar.

—você não me salvou. Deixou-me para ser enterrada Viva Edson!

O pedaço esta pingando meu sangue sobre a neve, manchando a mesma. Caio de joelhos respirando com dificuldade sentindo meus pulmões queimando com a falta de oxigênio, parecia que cada vez mais não conseguia respirar.

—Minha inocência foi minha ruína... E todos vocês iram pagar por ela. Eu voltei.

Angel concretiza se aproximando de mim segurando forte o pedaço. Percebo que o pedaço de vidro estava a cortando também. Ao chegar perto o bastante ela se agacha e passa a mão sobre meu queixo me observando com um sorriso sádico.

—até jaja.

Ela da uma risada e corta meu pescoço, ao sentir coloco as mãos tentando não morrer e era falha, minha visão escurece e caio sobre a neve.

-x-

Ed acorda se sentando na cama todo suado e ofegante olhando tudo em volta de um jeito paranoico, a janela estava aberta fazendo a cortina voar, ele abraça suas próprias pernas deixando as lágrimas descerem pela sua bochecha. A porta se abre e vê Luana e Laura aflitas entrando e se aproximando da cama.

—Ed oque aconteceu? – Laura se senta ao seu lado com as sobrancelhas franzidas.

—Foi um pesadelo? – Luana vai se sentar na cama, mas decide ir fechar a janela em que Ed estava focando, volta se sentar na cama desviando o olhar e vendo que era 03h00min PM. Olha Laura e ela assente para Luana.

—Ela estava. Ela está constantemente em meus sonhos... – engole em seco e morde os lábios olhando para frente. – Hoje é sábado né? –Ed fala um pouco perdido em seu quarto, que estava ate arrumado, sua cama no centro de seu quarto azul como sempre quis, sua poltrona com sua bolsa escolar, sua mesa do computador arrumada com a estante de livros em cima. Laura acaricia seu cabelo olhando Luana como “oque fazemos?” Luana da de ombros.

—Ed, precisamos dormir... Você ficará bem? – Luana diz o olhando de um jeito preocupado. Laura suspira ficando incomodada com a situação.

—Já sei. – ela olha Luana com um sorriso, mesmo não demonstrando muito afetada na hora que Ed contou sobre estupro, ela estava abalada e oque ela pensou em agir como se não tivesse nada acontecido para que os amigos não se abalassem tanto como demostraram, mas foi em vão. Ela era uma pessoa que não demonstrava muito seu lado sentimental e de uma maneira de outra ela queria ajudar os amigos, mas não podia os ajudar se deixasse se abalar tanto quanto a eles. Ela se levanta e sai do quarto.

—Aonde aquela doida foi? – Ed sussurra olhando para frente observando o quadro médio pregado na sua parede a frente da cama, era todos os amigos de Ed ou pelo menos, os próximos. Varias fotos estava em um quadro, ele jurava que não iria caber e coube. Ele ouve Luana dizer que não sabe e a observa a abraçando. – Saiba que te amo. – sussurra, não saberia se aquele momento poderia ser o ultimo momento junto com ela.

—Cheguei. – Laura fala com um sorriso no rosto e dois travesseiros, pela fronha que estava em um deles era um da Luana, ela se senta na cama olhando os dois. – Também quero abraço. Ed vamos dormir aqui com você, para você não sonhar mais com isso, estaremos aqui né Lu? – ela fala se arrumando, cruzando as pernas e olhando os dois e logo sente o abraço de Ed e um sussurro “Te amo também“ o sorrio aumenta o abraçando forte. – Eu também te amo. Mas agora vamos dormir, por que amanha tenho que alugar o vestido do baile. – fala com um sorriso no rosto e me arrumando no canto e empurrando Ed para Luana.

—Ai – Luana empurra Ed para Laura e ele arfa e as duas ri, Ed se arruma ficando de barriga para cima com a mão sobre abdômen puxando com a outra mão o coberto até o pescoço e colocando a mesma embaixo da cabeça relaxando, fechando os olhos e adormecendo como as amigas.

(...) Ed acorda e vê que as meninas não estavam mais ali passa a mão no cabelo, o pesadelo não tinha voltando e isso lhe fez sorrir de um modo contente ele só precisava se sentir seguro. Hoje ele iria fazer o trabalho do professor Lean de espanhol, mas se lembra de que hoje era sábado e que não teria aula, então ele faria amanha, hoje iria pegar o carro que estava no conserto. Ele desce da cama indo tomar um banho de água morna, relaxando os músculos. Dez minutos depois ele sai com uma toalha preta enrolada na sua cintura e veste uma cueca Box preta com uma calça jeans da mesma cor e uma blusa cinza, pega o seu agasalho vermelho sangue pouco se fudendo por não esta combinando ou não. Desce para o térreo e vê as meninas dando risada de algo banal e para olhando elas.

—Meninas vou pegar o carro no mecânico e vou num lugar, então talvez só volto a noite. – afirma Ed um pouco serio. — E não, não vou dizer aonde vou. – ele fala entre uma arfada quando elas entrem abre os lábios. –Até a noite. – Ed sai pela porta principal e vai em direção ao mecânico.

Luana e Laura se olham com as testas franzidas e desviam olhar de uma para outra e da de ombros como um “tá né” e Luana a olha.

—Laura, vamos a aquela loja de alugar os vestidos para o baile? Já que não temos o Ed enchendo nosso saco podemos aproveitar. – Luana fala num tom sugestivo e brincalhão, Ela estava querendo ir espairecer a cabeça, já que Sara e ela tinha terminado, não estavam tão instáveis desde a última vez que comentou com a Laura, bom ou tentou comentar.

—Claro, necessitamos antes que peguem os vestidos melhores. – Laura fala se levantando já pensando no vestido que iria provar hoje, tinha visto ele quando passou perto para ir comprar um estojo novo por que Luana tentou lavar os estojos e acabou manchando um deixando ele bem colorido, traduzido bem prega. Laura vai em direção à cozinha pegando sua bolsa e volta para perto da Luana que já estava de pé com seu dinheiro em mãos caso elas escolhesse e não ficassem indecisas.

—Guarda ae para mim. – Luana entrega o celular e o dinheiro e passa por ela indo para o espelho embaixo da escada arrumando sua franja, pois seu cabelo era curto, então ela apenas agitava as mechas e deixava, ela vai em direção à porta quando Laura a chama e as duas saem depois de trancarem a porta. -Talvez vou usar um terno. – Luana diz começando a andar com um sorriso de lado.
— meu deus Luana... Só quero ver. – a amiga ri e maneia a cabeça dispensando a imagem que vem na cabeça.

-x-

Ed ao chegar ao Mecânico do Sr.Carlos, ele se aproxima observando a loja mecânica tinha sofrido algumas mudanças desde que levou o carro lá, o lugar aonde botava os pneus estavam perto da loja de compras de óleos entre outras coisas que Ed não entendia. – Sr.Carlos? – ele fala próximo ao homem de 35 anos forte e com sua barba grande e careca com macacão sujo de graxa, o homem se vira o olhando com um sorriso. — Vim buscar o carro. – se limita em um sorriso e vê o Sr.Carlos limpar as mãos num pano sujo e estende sua mão junto com um sorriso.

—Edson né? – Carlos pega a mão de Ed o cumprimentando e assente. – Pensei que iria deixar aqui o carro, ele ficou pronto na primeira semana – ele da um riso soltando a mão de Ed e se virando para ir em direção ao carro.

—Ah bom Sr.Carlos é que eu e as meninas estávamos esperando a ultima mãe manda nossa mesada para entregar o restante ao senhor. – ele mantém o sorriso fraco e vai andando com o homem entre os carros e logo congela vendo o carro que supostamente foi roubado, que na verdade era oque ele tinha ido à Helena. O garoto engole seco dando um desespero respira fundo e volta com o sorriso, mas seus olhos demonstravam o contrário, tristeza e medo. — De quem é aquele carro Sr. Carlos? – ele aponta e o Sr.Carlos se vira olhando e faz uma expressão de “ah!” como se tivesse lembrando-se de algo e entre abre os lábios para dizer.

—Foi um garoto, deixa eu me lembrar do nome dele... É Theo... Trevor! – fala subitamente sorrindo. — me lembro de muito bem quando ele trouxe para cá o carro, disse que era de um amigo que tinha esquecido em sua casa. – Carlos coça a barba pensando, ele parecia ser uma pessoa rabugenta, mas era totalmente o contrário. – Ele queria que o carro tivesse uma mudada para uma surpresa para o amigo dele. – ele da de ombros e se vira dando mais alguns passos chegando ao carro já procurando as chaves que tinha na pochette e entregando ao Ed e agradecendo pela preferência.

—Obrigado Sr.Carlos, já sei em quem voltar se nosso carro quebrar novamente. – da um sorriso nervoso indo em direção ao carro e antes de entrar ele olha pela ultima vez ao carro antigo e resmungo algo baixo entrando. – Oque ele esta querendo com isso?! –bate devagar no volante pensando sobre essa situação e logo maneia a cabeça dispensando aquilo, sai do mecânico indo em direção ao uma loja de floricultura. Ao chegar compra uma Rosa Branca, paga saindo em direção ao carro, entra e saio em direção à Helena.

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Ao chegar à loja de vestidos alugados, estava vazia, era bem decorada por dentro diferente de fora ela era bem simples sem chamar muita atenção. Os móveis dali era todos brancos trazendo uma sensação de estar no céu para as meninas. Elas se olham com um sorriso e anda pelo tapete com cor de vermelho sangue, era bem iluminado lá, param a uma sala que tem espelho por toda parede refletindo vários reflexos delas. Uma senhora chega observando as duas encantadas e acaba sorrindo.

—Posso ajuda-las? – a senhora tomba a cabeça com uma mão posta à outra analisando bem as meninas, corpos diferentes Laura era uma morena com cabelo negro e com belas curvas em seu corpo. Luana era um pouco diferente, com um tom de pele mais clara com cabelo castanho escuro curto, seu corpo era um pouco mais magro que o da Laura sem muitas curvas. As meninas se viram e olham à senhora que também estava refletida e todos os espelhos pegando todos os ângulos.

—É sim... – as duas se olham e riem e maneia a cabeça e Laura toma direto de palavra.

— Eu vim escolher um vestido para mim e para minha amiga... – olha Luana como se ela quisesse se confirmasse por que se lembra da Luana comentando que se fosse ela iria de terno.

—Não, para mim vai ser um terno mesmo. – Luana olha Laura com um sorriso de lado e a senhora fica olhando as duas decidirem, era um desejo oculto de Luana ir ao um baile de terno.

—Isso um terno. – Laura ri e maneia a cabeça olhando à senhora e logo arqueia a sobrancelhas. – Me perdoe qual seu nome? Somos Laura e Luana. – Laura se limita num sorriso fraco pela falta de educação, estava muito empolgada e isso acabou a fazendo esquecer sobre isso. Luana estava quieta e curiosa sobre se Fernanda iria ir e oque ela acharia sobre ir de terno como ela reagiria, estava perdida na imaginação.

—Me chamo Marta Silva, pelo que percebi vocês parecem ser brasileiras. – a senhora que aparentava ter 40 anos e muito experiente não só pela sua idade suposta e sim pelo jeito que andava e observa elas. — Percebi momento depois de algumas frases suas, foi difícil achar o sotaque de vocês, mas ainda esta ai. – ela da uma risada e se vira indo para o fundo sem dizer nenhuma palavra a mais, ela percebeu que elas eram pelo simples fato de ser uma brasileira também.

—Ma... – Luana olha Laura e não entende dela ir para fundos depois de falar sobre nosso sotaque. – Pelo jeito que ela falou e o sobrenome dela, ela parece ser uma brasileira também. – pensa alto e olha Laura que estava com a testa franzida e Marta volta com caixas enormes nas mãos.

—E sim eu sou uma brasileira. – Marta confirma e coloca as caixas num banco ao lado e coloca a ponta do dedo indicador na boca de um jeito pensativo. – Ainda bem que temos um pequeno espaço para ternos aqui, é gala? – ela pergunta e vê as meninas franzir o cenho como “oi?” e suspira- A festa é gala? – vê Laura assentir e sorri. – Ótimo, vamos começar com você. – ela abre uma caixa tirando o vestido.

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Passando pelo limite de Helena, Ed desliga o Rádio que estava tocando Friends de Ed Sheeran e se lembra da placa que quando ele saiu da reserva para pedir carona e sair daquele pesadelo era de um aviso que existia animais que poderia passar pela estrada, ele morde os lábios nervoso e mais alguns minutos chega ao local engole seco estacionando o carro e fica olhando para baixo. Depois de 5 minutos pensando procurando coragem dentro dele, ele fecha o carro e olha em volta ativando o alarme segurando com a outra mão a rosa branca desce o barranco que estava com mato alto, fecha seu agasalho por que bateu uma brisa em seu peito oque fez arrepiar por inteiro, começa andar pela reserva procurando uma terra com cor diferente da demais que estava sobre a reserva à cor era mais escura, depois de alguns minutos acaba encontrando e se sentindo um pouco aliviado, pois aquilo tinha apenas sido um sonho mesmo.

—Eu espero que você tenha consciência que eu não podia fazer nada naquela hora... – molha os lábios se agachando e colocando a rosa branca que destacava naquela terra cor de café em pó. –Eu estava em choque Ang, confuso, medo tudo isso me predominava naquele momento... – sem ao menos perceber Ed estava em prantos, ele toca na terra fofa oque demonstrava que não pertencia dali. – Hoje eu sonhei com você... – funga e fecha os olhos – espero que você não esta com raiva de mim como demonstrou no sonho que chegou até... Matar-me. — passa a língua nos lábios e ouve um galho quebrando oque faz se levantar imediatamente olhando para trás e estreita os olhos vendo o cara robusto com a expressão que nunca tinha visto na vida, medo. Era Trevor que estava parado há uns 8 metros de Ed. – Oque faz aqui?- Ed não limpo as lágrimas fazendo uma expressão dura. — não tem vergonha na cara? Nem um pingo de vim visi... — é cortado pelo Trevor.

—Eu não a estuprei! – fala com tom de voz alto. – eu... Eu não consegui. – ele fala com a voz trêmula de um jeito que Ed nunca tinha visto oque deixa mais confuso. – quando era... – vê que Ed vai protestar e ele faz um gesto com a mão para ele esperar. – Calma, me deixa dizer! Quando seria minha vez eu não consegui, Isaac depois de ter saciado do prazer e Christian também eles disseram “então ela e ele não precisa viver” eu recusei falei que não era necessário matar nenhum dos dois, mas eles não me escutaram, a única coisa que pude fazer era falar que não precisava matar você... Por que era só botar medo em você que você cala sua boca. — ele desvia o olhar. – e foi assim que aconteceu... Eu nunca toquei nela Edson. — ele volta olhar para Ed com uma lagrima solitária.

—E oque faz pensar que poderia te perdoar? Você mentiu para mim, me iludiu e agora tem a cara de pau de vim aqui com peso na consciência para dizer que sente muito por ela ter morrido? De um modo ou de outro Trevor, você participou. – Ed fala num tom com raiva e tristeza o olhando.

— não é peso na consciência eu estou tendo sonhos que estão me deixando paranoico, eu não sei diferencia mais oque é real ou apenas um sonho. – Trevor tinha ao decorrer do mês vários sonhos com Angel. – e eu sei que não posso te provar que isso é verdade, por que...

—Por que oque Trevor? Não tem filmagem sobre isso?! – debocha o olhando e cruza os braços esperando aquele show acabar.

—Por que as únicas pessoas que me ouviu dizer isso estão mortas. Sim Isaac morreu com ataque cardíaco no banho, se ele não morresse com a droga do ataque cardíaco ele iria morrer com Box todo quebrado perfurado em seu corpo Edson. – ele fala serio, mas ao mesmo tento Ed sentia uma sensação de tristeza pelo Trevo, era pena. — e Christian? Ele sempre esteve metido a brigas desde a infância só que essa ultima o cara tinha uma faca e os esfaqueou em seu abdômen, ele ficou no hospital e morreu com oxigênio no sangue. Deram a ele 10 ml de ar em sua veia! – Trevor fala alterado. – e agora esses sonhos que me estão atormentando Ed. — Trevor se aproxima dele segurando em seus ombros com os olhos lagrimejados. – me ajuda. – súplica.