Fall
10 Tired
Notas iniciais
Bem... munhas lindas leitoras e fãns de Yaoi... esse cap fui eu e a Tsuki-chan q fizemos JUNTAAAS ♥♥ ( q amor ), eee... agradeçam a Tsuki-chan pelas partes pervertidas no final... pq né!? Tsuki-chan é mtmtmt pervertida, e sabe escrever melhor q eu essas coisas! kkkkkkkk
Boa Leitura ♥
Luffy’s Pov
Coloquei o meu agasalho de frio no corpo e saí de casa esquecendo de por as luvas. Tive um pouco de dificuldade para mover a porta, mas nada de relevante, somente visualizei Marco dormindo “sentado” se é que eu posso dizer que ele está sentado, no banco da cozinha, em uma posição muito bizarra, provavelmente quando acordar, sua coluna doeria bastante. Ignorei o fato e sai de casa e entrei em contato com a luz, algo esquisito aconteceu, a força dos raios solares estavam absurdos.
No momento em que eu senti os flash’s de luz provindos do sol tocaram em minhas mãos pálidas desprotegidas, que aparentemente estavam mais brancas que o normal, senti um formigamento altamente desconfortável nas minhas mãos desnudas.
–Droga – Praguejei para mim mesmo enquanto eu tentava de qualquer forma cobrir o meu membro exposto pelos raios ultravioleta
Caminhei em passos largos em direção às coníferas próximas a minha casa, com um pouco de dificuldade, pois meu corpo latejava de dor, mesmo que os raios solares só atingissem parte do meu rosto e principalmente as minhas mãos. Meu organismo inteiro protestava de forma estranha, para que eu busque um abrigo nas sombras, tentando evitar mais estragos “Droga, o que está acontecendo? O sol nem está tão forte assim!” Exclamei irritado.
No momento em que eu finalmente alcancei as sombras, me senti muito melhor, todo o meu corpo parou de formigar, mas ainda uma sensação levemente dolorosa pairava sobre as minhas mãos. Analisei-las a fim de procurar marcas de queimaduras muito sérias, mas por sorte, nem estava tão ruim assim. O tecido da região tinha ganhado somente um tom ligeiramente avermelhado, como uma queimadura simples, era só isso.
“Nota Mental: Sempre, repetindo, SEMPRE usar luvas” Guardei essa nota em minha mente enquanto eu caminhava em direção à pequena nascente do rio.
Ace’s Pov
–MEU DEUS! ELE DISSE SEDE?! – “Não, não, não, não pode ser” Comecei a ficar realmente preocupado com Luffy, minha mente estava muito conturbada, o pobre garoto acabara de ser presenteado por um destino HORRÍVEL e sangrento, que terá que arcar com diversas consequências no futuro próximo, e terá que suporta-las até o dia de sua falência – MARCO! RESPONDA-ME SEU ABACAXI VOADOR IDIOTA!! – Xinguei alto , a fim de buscar mais atenção do loiro com maior velocidade.
Andei por um curto período pela casa a procura do maior, não foi muito difícil encontra-lo, em uma casa construída por padrões de um ser humano de estatura média ou baixa, era fácil achar um homem de quase dois metros de altura por ali. Eu o encontrei deitado de forma bizarra no banco da cozinha, sua coluna estava contraída de um jeito estranho, provavelmente doloroso, mas o mais velho não mostrava nenhuma feição de dor, só soltava um leve ronco pela boca que ecoava discretamente pelo cômodo velho.
–ACORDE LOGO SEU VEGETAL DE MERDA! – Grite, enquanto eu o empurrava, fazendo-o cair de cara no chão, acordando-o de maneira brusca.
–ACEEEEEE! POR QUE RAIOS VOCÊ FEZ ISSO!! EU POSSO SER UM SERVO, MAS EU TENHO OS MEUS DIREITOS!!E EU JA DISSE.. ABACAXI É UMA FRUTA SEU IDIOTA! — Protestou o loiro colocando a mão do nariz que começava a sangrar
–CALA A DROGA DA BOCA E ME ESCUTA, vamos para a floresta atrás do Luffy, AGORA! Precisamos encontra-lo — Falei desesperadamente para o maior, quase atropelando as palavras.
–Hã!? Por que isso de repente? — Indagou Marco, tentando reparar o seu nariz quebrado com a suas mãos.
–Eu te explico no caminho... agora, vamos!
Luffy’s Pov
Não tenho ideia de quanta água eu tomei até finalmente me dar por satisfeito, mas sei que foi muito mais que o normal. Não era como se eu estivesse completamente sem sede, mas depois de beber tanta água, eu simplesmente achei que aquela sensação era impressão minha.
Meu corpo doía mais que antes, já que eu tinha feito um esforço para andar até o rio e agora, minhas mãos e meu rosto doíam ainda mais, como se tivessem sido realmente queimados. Apesar de que eu já tinha avaliado a extensão do dano, e já saber que não tinha sido algo grave.
Comecei a minha caminhada de volta para casa. Sorte minha que a maior parte do caminho estava coberto pelas sombras das coníferas ou eu com certeza não teria chegado até em casa. Dei um suspiro de alívio ao ver que estava perto, mas assim que me lembrei que teria de atravessar uma parte sem sombras, tive vontade de nem sair do lugar.
Respirei fundo e corri até a porta de minha casa – que mais cedo ou mais tarde eu teria de consertar. Estava com dor, cansado, com fome e com sede, e por isso eu decidi ir dormir. Talvez um bom tempo de sono ajudasse.
Antes de chegar até meu quarto percebi que Marco não estava mais... “Deitado” como antes.
–Marco? – Chamei pelo outro, mas sem resposta. – Ace?
Fui até meu quarto e vi que Ace também não estava por lá.
–O que será que aconteceu com eles? Será que saíram pra caminhar? Eles ainda estão machucados... Ah, tudo bem. Se não voltarem até o anoitecer, eu saio para procura-los. – Falei, fechando a cortina para impedir a passagem de luz. Deitei-me em minha cama e me cobri até a cabeça.
Fechei os olhos, mas, pouco antes de pegar no sono, eu tive lembranças de meu sonho anterior. Ele havia sido tão real e me influenciou tanto... Tanto que até quase mordi o pescoço do Ace atrás de sangue.
Ace’s Pov
–Ele disse que estava com sede? – Indagou Marco, aparentemente não ligando para aquilo. – Ace, seres humanos sentem sede. É completamente normal.
–Marco, você não entendeu. Ele não disse sede, ele disse que estava com muita sede. Praticamente saiu correndo pra beber água. E ontem mesmo foi quase drenado por um vampiro. Quer que eu ache que é coincidência?
Nós estávamos correndo em direção à um barulho leve de água correndo. Não ficava muito longe da casa de Luffy, mas eu acabei não me dando ao trabalho de decorar o caminho, já que imaginei ser fácil de voltar ou pelo menos que Marco se lembraria de como voltar. Chegamos à um pequeno rio, que cortava o bosque.
–Ace, ele não está aqui. – Marco disse, constatando o óbvio.
Nós andamos pela margem do rio, mas no fim, Luffy já não estava mais por ali. Suspirei cansado e me virei para ir embora. Foi então que percebi não ter ideia de como voltar.
–Err... Marco?
–Sim?
–Você lembra do caminho de volta? – Perguntei envergonhado.
–Não. Pensei que você soubesse por onde estava indo.
–Não sei.
Vi o loiro dirigir um olhar raivoso para mim e percebi que estávamos completamente perdidos. Começamos a vagar pelo bosque e acabamos entrando cada vez mais.
Luffy’s Pov
Quando abri os olhos, percebi que já estava anoitecendo. A noite me passava uma sensação boa. A escuridão não era algo que eu temia, até porque por algum motivo, meus olhos estavam bem diferentes de antes. Como se eu pudesse enxergar melhor. Peguei uma vela, a acendi e coloquei-a num castiçal que ficava no criado-mudo.
Olhei meu quarto, agora bem mais iluminado. Nada estava diferente. Nem mesmo Ace estava por ali.
–Ace? – Chamei pelo mais velho. Vi alguém aparecendo na porta. Logo pude identificar a pessoa como sendo Ace. – Ace! Quando eu voltei pra casa, você tinha sumido. Estava preocupado com você.
–Eu que o diga. Corri atrás de você, quando você saiu, mas quando cheguei ao rio, você já tinha ido embora. Então eu e o Marco nos perdemos na floresta. Chegamos há pouco. – Falou, mas tinha algo diferente em sua voz. Ela estava mais sedutora. É, acho que essa é a palavra perfeita para descrever a voz de Ace naquele momento.
O maior estava sem camisa, o que era estranho, porque estava bem frio naquele momento. Apesar do dia ser ensolarado, por causa da grande quantidade de árvores em volta, minha casa era bem fresca. Quando estava de noite, ficava muito frio.
Ace caminhou até minha cama e sentou-se ao meu lado. Vi-o se virar para mim e sorrir quase que sadicamente. Ou talvez fossem só meus olhos me pregando uma peça. Ele levou uma das mãos até meu rosto e segurou meu queixo. Senti uma sensação estranha em meu estômago, meu rosto esquentou e meu coração começou a bater mais rápido. As reações se intensificaram à medida em que ele me puxava em sua direção.
–Ace... O que você-
O maior não se deu ao trabalho de responder. Simplesmente encostou seus lábios aos meus. Senti meu coração bater tão rápido, que cheguei a acreditar que morreria ali mesmo, de infarto. Sem delicadeza alguma, ele me deitou novamente na cama e sentou-se em cima de mim.
Passou as mãos pelos botões de meu casaco, desabotoando cada um deles.
–Ace... Pare! O que você está fazendo? Ace-
Ele colocou o dedo indicador de uma das mãos sobre meus lábios.
–Shhhh – Ele sussurrou, pedindo silêncio e aproximando-se de minha orelha. – Eu garanto que você vai gostar Monkey-ya. – Senti-o morder levemente o lóbulo de minha orelha.
–Ace... – Gemi baixinho, tentando fazer com que aquilo passasse despercebido, afinal... O que estava acontecendo ali?
–Não falei que você iria gostar?
Ele levou suas mãos novamente aos botões do casaco, que por sinal já haviam sido, em sua maior parte, desabotoados. Quando terminou, ele retirou o casaco de meu corpo e foi então que lembrei não ter vestido nada além daquilo. Corei um pouco e vi Ace dirigir seu olhar para mim.
–Q-Que fo-oi? – Gaguejei.
–Nada... Mas que bela surpresa essa. – Falou apontando para meu corpo. – Achei que teria mais trabalho para chegar aqui.
Ele sorriu novamente de um jeito estranho e levou sua boca até meu mamilo esquerdo. Lambeu-o e mordiscou-o levemente, enquanto sua mão massageava o mamilo direito. Ace ficou um bom tempo fazendo aquilo, e eu tentava ao máximo conter meus gemidos, mas nem sempre conseguia. Percebi que quando eu deixava um gemido escapar, Ace ficava mais animado com o que estava fazendo.
Afastou-se um pouco de meu corpo e começou a acariciar meu tórax com uma das mãos. Novamente se aproximou de meu rosto e me beijou. Passou a língua por meus lábios, pedindo passagem, que eu inconscientemente concedi. Trocamos um beijo inicialmente calmo e atrapalhado por minha inexperiência, mas assim que me acostumei, o beijo se tornou mais necessitado, pelo menos de minha parte.
Senti suas mãos caminharem por todo meu corpo. Quando uma delas tocou minha nuca, Ace simplesmente cortou o beijo e olhou para mim, com uma expressão confusa.
–Qual o problema, Ace?
–Nenhum... Eu vou embora, até mais.
Então ele simplesmente se levantou e caminhou para fora do quarto, como se nada estivesse acontecendo pouco antes. Sentei-me na cama e fiquei olhando para a porta por onde o maior havia acabado de passar. Estava completamente confuso e fiquei mais confuso ainda quando percebi que não queria que ele parasse.
Notas finais
Obrigada Por lerem...bjinhusss
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