Fall
23 The End
Notas iniciais
( LEIAM AS NOTAS FINAAAIS )
Luffy’s Pov
Eu sentia como se estivesse dormindo. Meu sono foi perturbado por uma súbita dor de cabeça, lentamente abri meus olhos e vi um céu nublado, com nuvens de um cinza muito escuro. Sentei-me no chão. Quando olhei para o solo, vi que estava deitado num gramado, olhei a minha volta e vi que estava num bosque de coníferas, muito parecido com o que ficava minha casa, mas era estranhamente deprimente.
Uma estranha neblina pairava no ar e tudo parecia tão cinza, mesmo a grama e as folhas da árvore sendo verdes, era um verde escuro e deprimente. Me levantei, ainda sentindo dor em meu corpo.
–Mas... O que... Eu não tinha morrido? – Pensei alto. Comecei a caminhar para dentro do bosque. Então era assim que acabaria? Eu ficaria sozinho num mundo cinza para todo o sempre? Realmente era muito triste. Eu não pude me despedir de nenhum deles... Nenhum, nem mesmo de Ace.
Eu andava apoiando em árvores, depois de certo tempo percebi que nada fazia barulho por lá, não havia animais naquele lugar, ainda que achasse não ser necessário. Pela primeira vez desde que eu havia me tornado um vampiro, eu não sentia sede. Olhei para trás e vi que ainda tinha minhas asas.
Caminhei por mais algum tempo até que consegui ouvir uma melodia. Pareciam sons de um piano. Eu comecei a seguir os sons, pude ouvir alguém murmurar a letra da música. A melodia me era familiar. Logo pude entender melhor a letra da música:
[…] These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase
When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
You used to captivate me
By your resonating light
Now I'm bound by the life you've left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams […]
Era a música que Ace cantara para mim. Mal pude acreditar. Quando finalmente cheguei à fonte da melodia, pude ver um grande piano de cauda branco e tocando ele estava um homem. Do ângulo que eu estava era possível ver seu rosto parcialmente. Senti vontade de chorar assim que vi melhor quem era. As sardas que enfeitavam seu rosto. Os cabelos negros nem compridos nem curtos e levemente enrolados. Aquele homem seria...
–A-Ace? -Imediatamente após eu chamar o garoto que tocava no piano, ele parou e vagarosamente começou a virar, com certa expressão de espanto para mim.
–L-Luffy? O- o que você está fazendo aqui? — Sempre sonhei em como seria o meu reencontro com o sardento, sempre imaginei que eu iria abraça-lo com toda força e roubar um beijo longo dele, e obriga-lo a cantar para mim, mas nem ao menos consegui me mexer. Meu coração batia tão forte que o som dele bater provavelmente ecoava por toda a floresta de coníferas.
–A-Ace... Err... Eu não sei direito, só me lembro de eu ter morrido, e depois ter parado aqui — Minhas pernas estavam tremendo de forma absurda, nem sei como o meu corpo continuava de pé.
Vi o maior se levantar calmamente de sua cadeira e ir em minha direção, em passos lentos, porém grandes. Eu não sabia como agir, nem mesmo sabia se aquilo era mesmo real. Quando Ace e eu estávamos frente a frente, ele começou a fitar os meus olhos profundamente, como se estivesse matando suas saudades. Logo após isso, ele levantou a sua mão esquerda que viajou até a minha bochecha e ele começou a acaricia-la.
–Luffy, você não sabe o quanto de saudades eu fiquei de você — Olhei para o rosto do maior e percebi que ele estava chorando. Eu nunca o vi chorar, mas confesso que foi uma cena bem comovente — E-eu juro... Q-que nunca... snif*... Nunca mais vou te perder — Ele se aproximou de mim e me deu um abraço, um abraço tão apertado como nunca.
–A-Ace... — Não resisti e retribui o abraço e também comecei a chorar.
Ficamos cerca de alguns minutos abraçados, matando a saudade que um tinha pelo outro e torcendo que aquilo não fosse uma ilusão. Quando nós finalmente nos separamos, voltei a fitar o resto do mais velho, e ele parecia estar muito feliz, mas não pude resistir em perguntar.
–Ace, que lugar é esse? — Indaguei ainda segurando o maior pela cintura
–Bem... Esse lugar não é nem o Eden nem o Makai, fomos para aqui por que as nossas almas foram rejeitadas em ambos os lugares.
–C-como assim?
–Por exemplo, Anjos não podem ir para o Makai, e quando eles morrem sua alma vai diretamente para o Eden, mas quando eu morri, minha alma foi barrada, o Imperador dos Céus não permitiu que a minha alma descansasse no Eden, então eu fiquei vagando pelo Ningenkai até encontrar esse lugar — Finalizou o maior enquanto a sua mão direita deslizava pelas minhas costas, acariciando-as.
–Humm... Não entendi nada, mas pelo menos você está aqui comigo, né? — Indaguei olhando para cima e fitando a face do maior com alegria.
–Claro, Lu, vamos ficar juntos para todo o sempre.
Senti que Ace retirou a sua mão esquerda de minhas costas e a colocou sobre o meu queixo, segurando-o a fim de empina-lo para que eu pudesse beija-lo. E logo estávamos nós dois, nos beijando alegremente e meio aquele bosque vazio e sem vida, somente com a companhia de um piano branco.
– Ace — Chamei
– Hum?
– Eu te Amo
( LEIAM AS NOTAS FINAIS )
Notas finais
Kissus linda, byeee, e para Tsuki-chan, EU AMEI TRABALHAR COM ELA, e claro q eu toparia fazer outra parceria com elaa ♥
BYEEE, ATÉ LOGOO ♥
Comentem plz, ultimo cap ne gent?? rs, e sintam-se livre para recomendar a fic ok!?
EPAAAA! MINHA VEZ DE INVADIR AGORA! É o último cap. (tipo, oficial), por isso acho que vou dar o ar da graça aqui e dizer logo que eu agradeço a cada uma das leitoras por lerem e comentarem. Para a Mikuma que recomendou (e fez aquela linda fanart) mais um obrigada ♥ Pessoal foi simplesmente maravilhoso escrever essa fic, e Lisa-san, eu também amei trabalhar com você ♥♥ Era só isso... Um último até logo!
~Tsuki
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