Fall
24 Bônus - Aulas de voo
Notas iniciais
Luffy's Pov
Não tínhamos noção se passaram-se dias, meses ou anos, mas isso não importava para nós, Ace e eu nem estávamos ligando para isso, estávamos aproveitando cada dia como se fosse o último.
Aquele mundo onde nós paramos era completamente estranho. Tudo aparecia de repente, como um passe de mágica. Um dia desses, eu estava desejando dormir em uma cama, e não demorou 2 minutos que uma cama feita de linho, madeira e algodão apareceu em nossas frente. Um dia desses, fizemos aparecer uma pequena casa de madeira, idêntica a minha antiga casa que eu havia herdado de minha mãe adotiva, até a porta quebrada foi mantida, isso é realmente incrível, mas a única coisa que não poderia ser trazida é matéria viva, como: animais, plantas, pessoas ou até mesmo almas.
Há poucos dias atrás, o sardento cismou em me ensinar a voar, e antes que vocês perguntem, eu as digo, sim, eu não sei voar, posso ter um par enorme de asas brancas e celestiais, mas minha coordenação ainda é péssima, não consigo mantê-las em sincronia como Ace faz com muita facilidade.
—Então Luffy, pronto para sua aula de voo? — Confesso que eu não estava muito animado para isso, não me importava muito se eu voasse ou não, passei 16 anos de minha vida sem voar, e em minha opinião, aprender agora não seria muita diferença.
Ace aproximou-se de mim e foi até as minhas costas, abraçou a minha cintura com força e começou a voar, me carregando junto com ele até o telhado do casebre de madeira.
—A-Ace, você tem certeza? — Indaguei com um pouco de medo e olhando para o chão que parecia estar um pouco distante.
—Relaxa, eu vou estar perto, não vou deixar você se machucar! — Falou o maior me acalmando um pouco e me influenciando cada vez mais a pular — Eu vou contar até dez e você pula, tente bater as duas asas rapidamente e ao mesmo tempo.
—M-mas Ace e-eu não sei se é uma boa ide...
—Um... — Interrompeu antes que eu terminasse de falar — Dois... Três... DEZ!
Desde quando o "Dez" vem depois do "Três", isso é um absurdo. Quando Ace terminou a contagem, ele me empurrou com força, fazendo-me ser arremessado para fora do telhado "Droga, Droga, DROGA! Tenho que bater as duas asas ao mesmo tempo bem rápido!" Pensei tentando seguir as instruções do maior.
Inicialmente eu consegui, fiquei cerca de 1 minuto realmente voando, mas quando comecei a sentir cansaço e tentei relaxar um pouco as minhas asas, esse foi o meu maior erro. Acabei perdendo um pouco de controle no voo, e comecei a rodar no ar feito um pião desgovernado.
—LUFFY! — Ouvi a voz masculina de Ace gritar em algum lugar, mas como eu estava rodando, não sabia de onde vinha, só conseguia ver borrões muito confusos. Fiquei dessa forma até sentir as minhas costas baterem em algo duro, que em primeiro momento não pude identificar direito o que era, mas depois pude notar que se tratava de uma grande árvore de vegetação conífera. Fui arrastando as minhas costas pela árvore até sentir o meu traseiro se chocar ao chão macio do local — LUFFY! — Olhei para cima e vi o sardento se aproximando de mim, e mostrando realmente muita preocupação.
Ace pousou próximo ao meu corpo, que estava um pouco dolorido, e segurou a minha mão esquerda, apertando-a com um pouco de força.
—Lu, você está bem? — Indagou um pouco nervoso, provavelmente se sentindo culpado pela situação.
—Sim, eu estou, acho que só machuquei um pouco as minhas costas! — Falei enquanto desfazia o contato com Ace e me levantava sem muita dificuldade.
—Ok, só deixe-me ver as suas costas.
—Sim — Obedeci, e logo quando eu estava completamente ereto, eu me virei e deixei o maior analisar a parte de trás do meu corpo.
—Só ralou um pouquinho, nada sério, aposto que daqui algumas horas isso vai cicatrizar! — Falou o sardento rindo um pouco — Agora, vamos para casa Luffy, eu tenho uma surpresa para você.
"Surpresa?" Pensei já melhorando o meu humor de imediato, eu adoro surpresas, queria saber logo de que se tratava tal surpresa. Por puro impulso, segurei com força a mão do maior e o puxei em alta velocidade até a nossa humilde casa.
Chegando na cabana, retirei do lugar a maldita porta quebrada, que vem me atormentando desde quando eu era vivo, mas confesso que eu não pretendo conserta-la, pois ela me traz boas lembranças, e adentramos no imóvel envelhecido.
Ace me conduziu até o nosso quarto, onde no centro ficava uma grande cama de casal super confortável, onde nós dormimos juntos todos os dias.
—Sente-se Lu — Pediu carinhosamente o mais velho, se referindo a cama, logo obedeci e sentei.
Ace saiu do cômodo por alguns instantes e volta segurando um grande violão com uma coloração de âmbar e alguns detalhes negros. Sentou-se ligeiramente em minha frente e posicionou o violão de uma forma em que ele pudesse tocar confortavelmente
—Luffy, essa música eu criei para você, espero que você goste — Ace respirou fundo, fechou os olhos e começo
I've been trying to do it right
I've been living a lonely life
I've been sleepin here instead
I've been sleepin in my bed
Sleepin in my bed
So show me family
All the blood that I will bleed
I don't know where I belong
I don't know where I went wrong
But I can write a song
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet
—E então... Gostou?
Senti minha visão começar a perder foco e um filete de muco começar a escorrer pelo meu nariz, Ace cantando era algo realmente lindo de se ver.
—E-Eu adorei Ace — Falei enquanto o maior deixava o seu violão no chão e começava a dar mais atenção a mim.
—Que bom que você gostou, agora, darei uma outra surpresa para você — Falou o sardento com um tom de voz um pouco sádico.
—E o que seria?
—Isso! — Ace me segurou pela gola da minha camisa e me puxou com um pouco de força, fazendo com que os nossos lábios se juntem, dando um longo selinho.
Ace foi lentamente deitando meu corpo na cama.
—A-Ace? Agora? – Gaguejei enquanto sentia meu rosto esquentar e minhas costas doerem um pouco quando tocaram a cama.
—Lu... Por favor...
A feição pidona de Ace assim como o leve tom avermelhado em seu rosto me deixaram sem palavras. Não pude recusar seu pedido. Balancei levemente minha cabeça e vi um sorriso se formar no rosto de Ace.
O maior levou sua boca até meu pescoço e o mordeu com um pouco de força.
—Ace...
Ele subiu sua boca até meu ouvido e lambeu o lóbulo deste.
—Luffy... É bom... Ficar aqui com você. – Sussurrou docemente para mim. Senti meu rosto queimar ainda mais e tive a certeza de que eu estava muito vermelho.
O sardento, com certa facilidade retirou a blusa que eu estava usando. Ela era branca e leve, por isso eu não havia tido dificuldade para levantá-la e mostrar meu ferimento à Ace. Agilmente o maior levou uma de suas mãos ao meu mamilo esquerdo passou seu dedo levemente sobre a região.
Eu abracei seu pescoço e depois desci minhas mãos para suas costas e fiquei arranhando-as suavemente. Ace desceu a boca de meu pescoço até meu mamilo direito e passou a lambê-lo e sugá-lo de vez em quando. Não importava quantas vezes aquilo acontecesse, eu sempre sentia como se fosse a primeira vez. Ace fazia com que sempre fosse especial como na primeira vez.
Senti-o morder meu mamilo com força e ao mesmo tempo apertar o outro com sua mão. Soltei um pequeno gemido e vi seus lábios se curvarem em um sorriso.
Ele desceu sua boca e sua mão ao mesmo tempo, deixando um rastro de saliva com a língua até meu umbigo e ao mesmo tempo arranhando levemente meus músculos com dos dedos. Senti uma sensação estranha na barriga, mas era uma sensação à qual eu já estava acostumado.
Ace lambeu meu umbigo e mordeu a região, mas ao mesmo tempo sua mão que antes me arranhava, estava retirando minhas calças. Ele jogou a peça de roupa em algum canto do quarto e olhou para meu membro, ainda coberto pela cueca, mas obviamente já rijo. Depois ele voltou seu olhar para mim, seu rosto estava corado e ele parecia nervoso.
—A-Ace... É minha vez de te implorar... – Murmurei desviando o olhar, mas sabia que ele havia entendido o recado.
Ele retirou minha última peça de roupa e a jogou como havia feito com as outras. Aproximou sua boca da glande e a beijou. Corei quando o vi fazendo isso. Depois Ace lambeu a região e envolveu a glande com sua língua.
—Ahnnn... A-Ac-e... Ahhnn... — Não pude conter meus gemidos. Tentei para-los colocando a mão sobre minha boca, mas Ace não permitiu que eu fizesse isso, parando imediatamente os movimentos e me lançando um olhar travesso como se me pedisse para não fazer nada. Éramos só nós dois mesmo, então não importava quanto barulho eu fizesse, ninguém ouviria mesmo.
Ele colocou tudo o que pôde do meu membro em sua boca e começou a mover-se, causando a mim um prazer incrível. Com uma mão ele ainda massageava com cuidado meus testículos. Na medida em que o tempo passava ele aumentava a velocidade de seus movimentos.
—Ace~ Eu- Eu vou-
Não pude ao menos terminar minha frase e eu me derramei na boca de Ace. O maior não hesitou em engolir tudo o que conseguiu. Depois colocou dois dedos em sua boca e passou a lubrificá-los.
Enquanto fazia isso, sua mão livre passeava por todo meu corpo, fazendo-me voltar a me excitar.
Ele retirou os dedos de sua boca e levou-os até minha entrada. Rodeou a região com seus dedos, antes de penetrar o primeiro. Logo em seguida penetrou o segundo e começou a mexê-los dentro de mim. Soltei um gemido de dor, mas era outra coisa a qual eu já estava me acostumando.
Com o tempo a dor foi substituída pelo prazer e foi quando Ace retirou seus dedos de mim. Não consegui evitar com que um muxoxo de descontentamento escapasse por meus lábios. Vi um sorriso formar-se nos lábios de Ace.
—Por que essa carinha triste, Lu? Você sabe que agora é a melhor parte.
Minha face se enrubesceu com o comentário, mas eu sabia que ele estava certo. Ele retirou suas calças, deixando à vista seu membro já ereto. Com cuidado, ele me penetrou lentamente, mas ainda assim doía muito. Soltei um grito de dor. Senti meu coração acelerar mais que já estava. Ace me penetrou por completo e ficamos face a face. Nos encarando. Ace era tão lindo... Eu o amava tanto.
—A-Ace... Por... Favor... Me... Beije! – Pedi com um pouco de dificuldade, mas imediatamente ele concedeu meu pedido e selou nossos lábios. Rapidamente pediu permissão para que sua língua adentrasse minha boca, que eu imediatamente concedi.
Trocamos um beijo ávido, mas ao mesmo tempo repleto de paixão, até que eu senti que poderíamos continuar sem problemas. Mexi levemente meus quadris e Ace imediatamente entendeu o pedido. Ele retirou seu membro quase que completamente de dentro de mim, só para penetrar-me de novo. E repetiu esse movimento inúmeras vezes, de quando em quando atingindo minha próstata. Em resposta aos seus movimentos eu só conseguia gemer e gemia cada vez mais alto a medida que o tempo se passava e as estocadas iam ganhando mais força e velocidade.
Até que não aguentei mais e cheguei ao ápice, sujando tanto o corpo de Ace, quanto o meu. Nesse momento todos os músculos do meu corpo se contraíram e pude ouvir Ace soltar um gemido um pouco mais alto que os anteriores e então senti algo preencher meu interior.
Ace se retirou de mim e deitou-se ao meu lado. Virei de costas para ele, assim ele não veria o tom avermelhado de minha face. Eu estava cansado, por isso não demorei muito para fechar meus olhos e dormir.
Ace’s Pov
Luffy logo caiu no sono ao meu lado. Cobri nossos corpos nus e sujos com o lençol e me virei para o menor. A verdade era que eu também estava cansado. Passei meu braço ao redor da cintura do garoto. Meu nariz roçava levemente no pescoço de Luffy, permitindo-me sentir seu cheiro que eu tanto amava. Levei meus lábios até seu ouvido e sussurrei:
—Eu te amo, Lu... Sempre estarei com você. Sempre.
Fui fechando meus olhos lentamente, até que ouvi um estrondo. Estava ventando um pouco, por isso presumi que tivesse sido a porta caindo. Eu já pedira para que o Luffy a consertasse, mas ele não queria.
—Ace, que barulho foi esse?
—Só a porta, Lu. Pode voltar a dormir.
Abracei sua cintura com mais força e beijei seu pescoço. Luffy balançou a cabeça, mostrando que compreendera.
—Ace...
—Hum?
—Eu também sempre estarei com você. Te amo.
Senti meu rosto esquentar muito. Sorri de felicidade. Aproximei meu corpo do de Luffy e beijei sua cabeça.
—Durma bem, Lu. Sonhe com os-
—Anjos? Não preciso... Já tenho você. Já te disse isso uma vez... – Falou o menor enquanto caía no sono. E eu não tardei a dormir também, com um sorriso no rosto.
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