Falha no Sistema.
3 Capítulo 3
Notas iniciais
e o Math ganho como melhor plano de personagem, pq ninguém descobriu qm ele era u_u
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Té !
Uma mulher estranha caminhava pela rua, com passos rápidos e sem paciência, ela caminhava de um jeito esnobe, como se fosse maior que todos. Seus cabelos cor ferrugem meio cacheados estavam presos em um rabo de cavalo alto, deixando a mostra seu rosto fino e sua pele pálida, os olhos como os de um gato na escuridão , eram verdes cintilantes, devia ter entorno de uns dezenove ou vinte anos, ela usava um comprido casaco de marfim, com botões grandes, para enfrentar a neve que já caia nas ruas sujas de Londres, ela fora para uma das piores alas da cidade, esqueça aquela imagem da neve branquinha e fofa, caindo em flocos perfeitos e delicados que se vê na Tv, a neve de lá era suja, num tom amarronzado, misturado com lama e sujeita, e os flocos caiam como uma chuva forte e pesada, se acumulando no alto rabo de cavalo da ruiva.
Ela parou na frente de um antigo Bar, já caindo aos pedaços, com uma aparência muito mal cuidada, devia ter uns bons sessenta anos. Ela chacoalhou a neve do cabelo, batei as pesadas botas fofas de tecido em um velho capacho na porta de entrada e entrou, no bar mal iluminado com uma velha placa de Neon com as escritas '' Night club Wedderton''.
Ela bufou esnobe, olhando ao redor. '' Night club'' ela pensou, sarcástica '' nem um bar parece '' . As pessoas que estavam dentro do Bar, a olharam de cima abaixo como de avaliassem aquela estranha mulher de cabelos cor de ferrugem.
Ela caminhou até um homem que estava sentado em uma das cadeiras do balcão, e sentou ao seu lado.
– Lind — disse o homem, com uma voz rouca pelo frio — A tempo que não a vejo.
– Claro, Wen — disse ela com um leve sotaque, alongado as vogais.
O homem, Wen, aparentava ter trinta e poucos anos, com a barba por fazer e os cabelos muito negros, os olhos azuis como uma tempestade eram meio perturbadores, ele era magro, com músculos alongados, sobre um pesado casaco de couro. Cheirava a tabaco e madeira.
– Então? — disse ele — Oque foi desta vez?
ela observou ele por um momento, vendo ele levar um copo de sua bebida de cor clara até os lábios.
– Quero que você ache a pessoa que invadiu o nosso sistema — disse Lind com um tom arrogante, com seu sotaque ficando mais pronunciado nos ''erres''.
– A quanto tempo foi isto? — disse ele levantando seu copo mais uma vez e tomando um gole.
– Ah algumas horas, antes do por do sol, ainda da para rastrear, se não for muito difícil para você, é claro — disse ela com um sorriso maldoso passando pelos lábios.
– Fale comigo daqui a algumas horas, eu vou ter quem você procura — disse ele disse impaciente, como se quisesse que Lind fosse embora logo. — Nada é difícil para mim, meu bem.
Ela bufou em reprovação, e saiu do bar, deixando para traz Wen, que saiu alguns minutos depois, acendendo um cigarro, e caminhando , pela rua suja e mal acomodada.
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– Gente — disse Nina
– Parem de gritar! — disse Sam tapando os ouvidos de uma forma infantil.
– We! Briga! Briga! Briga! — Jinx gritava como se estivesse assistindo a uma luta de MMA
– E você queria oque? Que nós simplesmente pegássemos o carro e saísse por ai, procurando essa tal de Nim (n/a : Nim hahaha. Ignorem u.u )- disse eu irritada para Cloé.
– Não! — disse ela — Queria que apena talvez, nós fossemos até lá ajuda-lá! você viu as imagens ela pode estar na pior!
– PENSA,Cloé pensa, eu vi as imagens sim! E pelo que eu sei, ela talvez esteja morta já! e se nós formos podemos acabar morrendo também.
– Eu amo tanto quanto isso acontece — ouvi Jinx sussurrar para Sam, que olhou para a ele incrédula, e lhe deu um tabefe na cabeça — Ai !
– Moleque! Assim você só piora! fica quieto! — disse Sam olhando para Jinx como se ele fosse um completo maluco.
Bom, agora vou explicar como chegamos aqui, é o por que da discussão.
Quando Cloé falou que conhecia uma das garotas de lá, nós perguntamos quem era é ela nos apontou uma garota, loira com olhos verde azulados doces e calmos, a pele meio clara com sardinhas. Ela disse que ela tinha sumido á algumas semanas atras, e elas se conheciam dez de crianças, dai teve o plano idiota de irmos lá resgatar ela, certo, ela talvez não merecesse está naquele...''Campo'', más a ideia era ridícula! Ela já poderia estar morta e...
– Gente! — disse Nina mais uma vez
– Eu já pensei Mey! Não consta certidão de Óbito no registro dela! ela pode estar viva ! — disse Cloé, como se isto resolvesse tudo.
– Cloé! Não viaja! Nós acabaríamos seriamente feridos ou pio...
– GENTE! — Disse Nina já gritando, olhamos para ela assutados, como se tivesse surgido um terceiro olho na testa dela. ela havia virado a cadeira do computados para nós, e estava com uma expreção assustada no rosto.
– Estão nos rastreando — disse ela — irão nós encontrar em breve.
Notas finais
Ñ pera
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