Falha no Sistema.
4 Capítulo 4
Notas iniciais
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Noticia triste, ou feliz, vo sabe, a mari ganho o jogo, ela tipo, leu o primeiro cap e adivinho td mundo .-. ( vai sebe u_u )
Wen olhou para a tela do computador e suspirou. Acabara de receber uma mensagem de Lind, com os registros da invasão de sistema.
Era isto, uma pequena falha... E BUM! Tudo ia pelos ares. A quinze anos, aquela...han...constituição havia conseguido se manter em sigilo, mas afinal, nem tudo era para sempre, Wen não tinha ideia de como aquilo havia durado tanto tempo, mas ele ainda se lembrava dos campos.
Ah, sim, os campos, ele fora para lá. E estava ali agora, tentando resolver quem invadira o sistema, pois sobrevivera aos anos de confinamento, assim como Lind.
Ele olhou para a tela do computador, cheia de códigos, e começou a digitar, havia alguém tentando encobrir o rastro pequeno que havia deixado.Wen acumulara a tecnologia sobressalente da constituição por anos, e, convenhamos, aqueles velhotes jogam algumas coisas bem uteis no lixo. NO meio de seu apartamento empoeirado se encontravam vários equipamentos, de muito antigos a extremamente novos. Seus olhos agora de noite quase cinzentos reluziam na tela do computador.
Wen pegou mais um cigarro de dentro do maço que carregava na parte interna da jaqueta, pegou o esqueiro que estava ali ao lado e o acendeu, colocando-o nós lábios, inspirou fortemente, e expirou pelo nariz, soltando o fumaça cinzenta, de aparência doentia.
- Consegui! — sussurrou Wen, com uma felicidade sarcástica — você perdeu meu bem, seja lá quem for.
Então ele olhou para a tela do computador novamente, para ver quem fora o espertinho que causara a falha.
Ele então, lentamente, levantou os dedos, tirou o cigarro dos lábios, e soltou, uma sonora gargalhada.
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- VOCÊ DISSE OQUE? — Lind ouviu ele gritar, sem nem abrir a porta da sala. Então encolheu os ombros, com medo do que viria. Aquele homem, atendido por, Sr.Khan, um nome obviamente falso, para se auto proteger.Lind abriu a porta, a tempo de ouvir uma risada maldosa, vindo da cadeira que estava virada para a parede. Aquela risada fez toda a confiança e arrogância que Lind juntara até chegar na sala desaparecer. '' Merda'' ela pensou.
- Lind Cooper — disse o Sr.Khan — Uma das minhas mais brilhantes aprendizes...Me explique, como esta invasão aconteceu, sem você não saber de nada?
Lind olhou assutada, para a unica coisa no mundo que realmente despertava medo nela. Ela assim como Wen, havia enfrentado os campos, realmente, depois de tudo não deveria mais temer nada, mas a situação não era esta.
Ele era alto, não muito musculoso, mas isto não era necessário, ele tinha olhos escuros como contas, que cintilavam com um brilho maldoso, tinha o rosto fino limpo, com um bigode ralo e grisalho como seus cabelos, a pele clara e oleosa. Os cabelos grisalhos eram cortados curtos. Ele usava um terno preto escuro. Sentado em sua cadeira alta, parecia ter acabado de sair do filme '' O poderoso chefão'' faltava apenas um chapéu-coco.
- E..Eu realmente não sei Sr.Khan, ouve uma falha de um dos nossos mensageiros...ele acabou enviando um arquivo errado...Que não estava nem com o destiná-rio certo...
-Mate — disse ele com um aceno da mão — Uma falha dessas não é admitida aqui.
Lind sentiu um arrepio lhe percorrendo a espinha. Era simplesmente horrível a formo como ele simplesmente descartava as pessoas, como se fossem nada.
- E então? — Perguntou o Sr.Khan
- E-e então oque? — perguntou Lind, tentando se fazer de desentendida.
o Sr.Khan suspirou, impaciente, estava cogitando colocar Lind de volta nos campos, pra ver se ela voltava ao normal, andava muito medrosa ultimamente, isso o estava irritando, sua principal assassina estava caindo na própria culpa. E isto não era aceitável.
- Quem foi o espertinho que invadiu meu sistema? Já que você não falou nada, achei que você já tivesse descoberto quem era. Já estava indo o matar talvez.
Lind sentiu outro arrepio lhe percorrendo a espinha. Matar. Seus pesadelos estavam cada vez piores, as pessoas que ela matara estavam neles, a culpando, dizendo que ela era uma pessoa ruim, que eles não haviam feito nada.
- São...Não é só uma pessoa, segundo o que conseguimos, uma pessoa consegui o arquivo, e outra descobriu a senha. — Ela hesitou, temendo a reação do Sr.Khan — O nome do proprietário do computador e outro, oque nós fez pensar que são três pessoas. Então Wen investigou um pouco mais, enviando um espião que estava pelas bandas, ele disse que haviam Cinco pessoas ali... — Disse Lind com medo, Sem tirar os olhos do chão.
- Ótimo, quem são?
- Bem...
- Bem oque? Devem ser gênios de computação pelo jeito...Seria interessante te-los na equipe... qual a idade deles? nomes?
Lind estremeceu e uma careta apareceu em seu rosto quando ela olhou as breves fichas do '' gênios de computação ''. Haviam neles, uma garota muito bela, com longos cabelos morenos e olhos azuis, na ficha se constava '' Samantha Fisher, 16 anos ''. Ao lado dela estava uma garoto estranho, os cabelo azuis e os olhos dourados a pele morena... Jinx Hill, 15 anos...Uma garota com uma estilo punk se encontrava logo depois, os olhos prateados e mechas azuis... Nina Campbell, 17 anos... Então duas garotas albinas muito parecidas, ambas com cabelos brancos, uma com olhos violetas perturbadores, e a outra com olhos verdes frios... Cloé Benett, 17 anos e Mey Webb, 16 anos...
Um silencio havia se consagrado na sala enquanto ela olhava as fotos dos nosso pequenos '' gênios ''... Tão novos, mas mesmo assim, ela não era muito mais velha...Lind entregou os papéis ao Sr.Khan, que olhou para as fichas, e por mais incrível que pareça, riu.
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- Temos que sair daqui, simples — disse Jinx, como se costumasse fugir de casa todos os dias, é o mais novo foi o primeiro a se pronunciar depois das palavras de Nina...
Mey sentia as palavras dela ressoando em sua mente '' Estão nós rastreando'' '' irão nos encontrar em brave''.
- Você está certo — disse Mey, e os outros olharam para ela.
De incio, haviam pensado que o comentário de Jinx era uma brincadeira como sempre...Mas, se Mey realmente estava concordado...
- Eu queria fazer isto dez de o principio — Disse Cloé simplesmente.
Nina suspirou, e então como se uma carga elétrica estivesse passando por seu corpo, ela assentiu com a cabeça energicamente.
- temos que sair daqui.
Sam olhava aquela situação sem palavras, afinal, na mente da garota que sempre vivera ao lado do avós, ela nunca os deixaria, constituiria uma família e compraria uma casa nas redondezas... Ela olhou para Mey, como se esperasse ver alguma índice de que aquilo era uma brincadeira ou simplesmente um sonho estupido. Mas aqueles olhos violetas a encaram sérios, com uma pequena coisa que ela tentava esconder... Sim, Sam percebeu, conhecia Mey bem até de mais, e foi isso que a fez concordar. Nos olhos de Mey Webb, haviam medo, mas também havia um tom de desafio, mas oque surpreendera Sam fora aquilo. Medo. Mey não era assim, afinal, não se assustava facilmente.
- Para onde vamos? — disse Sam, fazendo todos olharem para a bela garota morena. Sim, havia esta questão, para onde eles iriam agora?
tempo, mas ele ainda se lembrava dos campos. Ah, sim, os campos, ele fora para lá. E estava ali agora, tentando resolver quem invadira o sistema, pois sobrevivera aos anos de confinamento, assim como Lind.Notas finais
#parei
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