Notas iniciais
E o ganhador do jogo é...
Ninguém u,u há. Ninguém acerto.
------------x------------------
Tá ai o cap, sem criatividade mas ok u.u té

Vá. Foi meu primeiro pensamento, vá, Nina, era dela que eu precisava, ela saberia muito mais sobre isso do que eu, como uma boa rata de internet que era. Levantei rapidamente e peguei a Pendrive que estava dentro de minha mochila, meus pensamentos voavam dentro de minha cabeça, eu não tinha ideia do que era aquilo, então fiz oque melhor sei fazer, comecei e especular. Tentar adivinhar oque era oque agora estava dentro daquela pequenina pendrive. Deci a escada sem nem perceber oque estava fazendo e quase cai no chão.

– Mey! — Gritou Awara assustada — Mais devagar menina, assim você ainda vai cair e quebrar o pescoço! Aonde você vai com tanta presa?

– Sem.Tempo.Para.Explicar.Falo.Depois — disse entre uma respiração assustada e outra, corri a até a porta de entrada e a abri , saindo correndo pela rua, depois de uma quadra eu parei, pensando que, eu simplesmente não ia conseguir cegar a casa de Sam correndo, ficava a dois Km da minha , não era muito, mas, eu acabara de ter educação Física na escola e estava cansada, comecei a andar rapidamente pela rua pensando no que vira no computador, algumas imagens eram simplesmente horríveis, eu não tinha ideia do que era aquilo, e isto não acontecia comigo muitas vezes, continuei caminhando perdida, quando dei por mim já estava quase passando a casa de Sam, nós tínhamos combinado de nos encontrar lá, depois da aula, eu, Sam, Cloé, Nina e Jinx.

Andei até a porta de entrada de Sam e toquei a campainha olhando em volta, o jardim da casa dos avós de Sam era muito bem cuidado, a grama verde aparada perfeitamente com belas flores das mais variadas espécimes, algumas com misturas de cores impossíveis, outras muito raras e caras.A Casa era de um tom azul clarinho com janelas brancas, dois andares, tudo muito bem cuidado, na entrada havia uma varanda , com uma mesa branca e cadeirinhas almofadadas.

– Mey, achei que você não viria hoje, querida — Ouvi a voz da avó de Sam, a Sra. Fisher- Faz tempo que não a vejo — Disse ela com um sorriso falso no rosto- como você esta grande...

A Sra. Fisher era uma mulher de mais ou menos setenta anos, Com olhos verdes-mel, e o rosto puxado, pelas cirurgias plásticas, os lábios pintados de um vermelho escarlate cheios de Botox, e o corpo com silicone em alguns lugares bem estranhos, já tivera tantas cirurgias que era se difícil acreditar que alguma coisa nela era real, mas era uma pessoa amável, apezar de se irritar facilmente, e ter um pouco de TOC, estava usando um conjunto de saia e terninho cor de creme, com uma camiseta branca de seda por baixo, junto com seu colar de perolas.

– Olá Sra. Fisher, é um prazer revela, eu vou subir, diga que mandei lembranças ao Sr.Fisher.

– Certo, querida — Disse ela, ainda com seus sorriso plastificado de dentes tão brancos que não se podia olhar diretamente para eles.

O Sr.Fisher era o avô de Sam, era um homem grande e corpulento com ombros largos de um ex-jogador de Rúgbi, os cabelos grisalhos, com vários fios na cabeça, combinavam com sua barba e cavanhaque quase brancos, quando eu era pequena, ele me lembrava daquele típico papai Noel com olhos tão azuis quanto o céu.

Subi as escadas até o quarto de Sam, passando os pés pelo carpete creme-escuro e as paredes brancas, tudo naquela casa era assim, claro, doce e caro, diferente da minha casa, que tinha janelas grandes, todas de vidro, com várias portas, era extremamente clara, e iluminada, graças ao meu pai, e sua mania de ecologia.

Entrei no Quarto de Sam, que era tão arrumado quanto o resto da casa, grande e clara, tinha as paredes com uma pepel-de-parede azul florido com creme, e o carpete branco claro, com uma grande cama de casal, com almofadas grandes e fofas de seda azul, assim como o edredom, no meio delas se encontrava Jinx, jogado em cima da cama, lendo uma revista qualquer, fazendo caretas de tédio. Sam e Cloé, conversavam em um sofá cor de creme junto á parede ( lê-se, Sam falava, e Cloé assentia, sem entender coisa nenhuma). Olhei em volta do quarto e suspirei achei a pessoa que estava procurando. Nina.

– Mey! — ouvi alguém dizer, era Jinx — Diga, por favor, que você veio me salvar deste pesadelo azul-e-creme — disse ele quase implorando

Ri da cara que Jinx fazia par as grandes almofadas de Seda, ele realmente não combinava naquele lugar, seu cabelo azul no entanto, quase sumia perto das almofadas.

– Mey — disse Sam emburrada para mim — Você disse que ia chegar cedo! Foi a ultima, e ainda quer que eu não viaje, se você mal aparece por aqui.

Revirei os olhos para ela, Sam, era uma das pessoas mais ciumentas que eu conhecia, para ela se eu me atrasasse cinco minutos, eu tinha esquecido dela, e não me importava mais.

– Hey, Oi, eu realmente, achei que você tinha cortado os puços e morrido — Disse Cloé para mim, como se comentasse a cor da minha roupa.

– Eu sei que você me ama — falei para ela implicante — se eu morresse, você caria chorando sobre meu cachão gritando '' porquê! Porquê! me leve no lugar dela''

– Ha Ha — ela disse revirando os olhos.

– Nina! — disse olhando para a garota na frente do computador- Preciso de você rata-de-internet.

Ela se virou para mim e deu um salto na cadeira, arregalando os olhos, como se eu tivesse simplesmente aparecido ali do nada.

– Mey! como você chegou aqui? disse que seu pai tinha quebrado o carro novamente- disse ela voltando para o computador, o carro do meu pai, era mais uma de suas invenções ecológicas, ele estava tentando, tentando, construir uma carro movido a luz solar, mas como sempre, meu pai não pensou em como ele iria sair de noite, se seu carro era movido a luz solar.

– Sai pra lá Nina, olha só oque eu achei, talvez você saiba oque é.

Coloquei a Pendrive no computador e abri o arquivo, Os outros já tinham chegado perto, tentando ver oque eu achara. As imagens começaram a aparecer, crianças e adolescentes, de 8 a 18 anos, com dados variados, de Data de nascimento, e algumas certidão de Óbito, haviam também vários arquivos, com informações sobre o campo em que elas se encontravam, ficando cada vez pior, Não sabia como consegui-rá achar aquilo na internet simplesmente mas, uma letra, um digito errado, e tudo pode ser modificado, talvez estivessem tentando mandar o arquivo para outra pessoa, talvez foce sorte, ou azar, era um Jogo, com competidores fantasmas.

– Oque é... — ouvi nina sussurrar — Estas crianças , são crianças que aparecem em noticiários, algumas como mortas, outras, como sequestradas...

– Outras, que simplesmente sumiram — completei, eu já havia deduzido isto.

– Que merda é essa? — ouvi Jinx Dizer ao meu lado. enquanto Sam encarava o computador sem palavras, ao lado de Cloé que tinha uma expreção de Piedade no rosto.

– Eu conheço uma destas meninas — falou ela.

Notas finais
Agr espero q alguém ganhe o jogo u.u
-------------x-------------
até o próximo cap!