Falcão
6 CAPÍTULO O6: Atitude & Pistas
Notas iniciais
FALCÃO
Escrita por Coffee
CAPÍTULO O6: Atitude & Pistas
– O ninja de Suna não tem muito que falar, disse que apenas a achou lá e-
Ele cortou a fala de Shikamaru.
– Foi o conselho.
Tsunade e Shikamaru olharam incertos para ele.
– Sasuke eu não acho qu-
– Foi o conselho – Repetiu – Fui falar com o Umiko, deixou bem claro que caso insistíssemos em não os obedecer ele daria um jeito nela.
– AQUELE FILHO DA PUTA!
– Mas disse que caso ficássemos afastados, ele iria a deixar em paz. Pelo jeito ele não cumpre promessas.
Tsunade permaneceu em silencio durante alguns minutos.
– É claro que não fizeram isso com as próprias mãos... Contrataram alguém. Eu e Shikamaru vamos investigar isso e avisaremos assim que descobrirmos algo.
♦ ♦ ♦
Ele esperou, durante seis longos dias, mas nenhuma noticia era dada. Enquanto isso ele passava as manhãs no hospital, as tardes treinando, e após tomar um banho e comer alguma coisa voltava para o hospital à noite.
Sakura estava se recuperando bem, embora passasse a maior parte do tempo dormindo pelo uso do Byakugou, suas feridas cicatrizavam, e ela já podia se levantar sozinha.
– Sasuke-kun?
Ela perguntou incerta, quando acordou com ele ali pela primeira vez.
– Tudo bem?
Viu-a acenar positivamente com a cabeça.
– Lembra-se do que aconteceu?
Ela acenou novamente positivamente com a cabeça, mas não parecia querer falar sobre o ocorrido. Instantaneamente ele ficou imaginando os motivos pelos quais não queria falar sobre aquilo. Mas ela apenas sorriu, um tempo depois, fechando os olhos, até cair no sono.
Tsunade havia descoberto que o pedido para missão era falso, agora tinha cada vez mais certeza de que tudo fora um planejado. Alguns ninjas foram mandados para algumas vilas para investigarem e conversarem com seus lideres.
Após duas semanas quando voltou de uma missão de três dias, Naruto o disse que Sakura havia saído do hospital. Ele pensou em ir vê-la, mas no fim optou apenas por ir para casa, tomar um banho e descansar.
Não era seguro que eles ficassem juntos.
Quanto menos batessem de frente com o conselho, melhor.
Por enquanto.
♦ ♦ ♦
Um de seus informantes entrou em sua sala sem ser convidado. Ele discutia com os outros dois conselheiros formas de levantar Konoha socialmente.
– O que quer?
Perguntou, com o mau humor matinal o atingindo.
– Ela sobreviveu.
Bateu as mãos na mesa, quase a partindo ao meio.
– Como?
– Não sabemos.
– Eu escolhi os ninjas a dedo! Montei uma equipe que batia de frente com todas as habilidades dela! Como sobreviveu?
– Foi trazida ainda viva para cá, Tsunade a salvou.
– Essa velha é o que? Deus? Pode sair.
Ele ficou andando de um lado para o outro, vendo seus companheiros o obervarem ir e vir.
– Umiko e agora? O que fazemos?
– Esses desgraçados vão investigar o negócio todo. Duvido que eles descubram que foram os Yoikis, mas nós vamos ser os principais suspeitos a mandantes. De todo modo nenhum ali age por impulso não vão nos atacar agora. Teremos tempo para pensar em algo.
– Tem razão.
– Mas mesmo assim, isso estraga nossos planos com a vila.
– Sim, será praticamente impossível fazer o Uchiha procriar com outra agora... E não posso ameaça-lo mais. Como eu odeio essas malditas crianças sem clã...
– Então porque se envolveu tanto assim por ela?
– Por que eu fui um idiota. E como disse da primeira vez, se ela não quis ser minha, não vai ser de mais ninguém.
♦ ♦ ♦
Ele estava quase cochilando no sofá quando sentiu o chakra se aproximando. Houve uma única batida na porta antes que ele a abrisse.
Ela entrou, deixando os sapatos perto da porta, jogando a própria bolsa no chão e o empurrando com as mãos para dentro, ela fechou a porta da sua casa, como se fosse dela.
– Naruto me contou.
Ela disse, e ele revirou os olhos.
Ele mataria Naruto um dia desses pelas suas babaquices. Era para manter Sakura sem saber sobre sua conversa com o conselho, desse modo seria mais fácil mantê-la afastada dele.
Viu-a se aproximar, e pisar com os pés descalços sobre seus pés, ficando sob eles, e ainda sim elevando os seus para que alcançasse seu rosto.
O lóbulo de sua orelha foi mordido lentamente e puxado.
– Sakura.
Ele chamou, segurando-a pela cintura.
– Não.
E ela riu, com aquela risada cristalina e límpida. Aproximou os lábios perigosos de seu pescoço e sugou no ponto exato em que sabia que o fazia tremer. Ela ainda desceu uma das mãos pequenas até seu membro, por cima da calça, massageando-o.
– Sakura. Nós não podemos. É melhor você ir embora.
Ele pegou-a pela cintura, afastando-a de si, mas notou que já era tarde demais, seu membro começava a apontar sob sua calça.
Inferno.
Preciso de um banho, gelado.
– Sakura, vá embora. Não vou falar de novo.
Ele disse, subindo as escadas irritadiço, entrou no banheiro, fechando a porta caso ela não tivesse ido embora e livrando-se das peças de roupa entrou no Box abrindo o chuveiro o máximo que podia, e com a água mais gelada que conseguira.
Ele pegou o sabonete, lavando seus cabelos, e quando enxaguava ele ouviu o barulho.
Não por favor, não.
Por que diabos Tsunade lhe dera a porra da força bruta?
Sakura agora estava consigo, dentro do Box, porque uma porta de madeira não era empecilho nenhum para ela.
Ela sorriu, aproximando-se perigosamente dele.
Ela também se molhou, os cabelos grudando na testa e na nuca, encharcados. A roupa que ela usava havia se colado ao corpo, e antes que ele pudesse ter qualquer reação ela tirou peça por peça, como se quisesse torturá-lo. Depois ela se aproximou puxando-o pelos ombros, massageando-os e beijou-o.
– Sakura, você ainda está se recuperando.
Ele tentou dizer.
– Sakura, não.
E ela continuou a beijá-lo, sua boca, seu pescoço, morder o lóbulo de sua orelha...
– Sakura, pare.
Ele viu-a descer, ainda com o chuveiro os molhando, e tocar seu membro com as mãos. Ela começou em um movimento lento, e quando pensou que ela iria parar, ela colocou-o na boca.
Jogou a cabeça para trás. Estava totalmente encostado no azulejo frio, com a água gelada caindo sobre ele, e ainda sim tudo parecia quente demais.
Ele podia sentir a língua dela em torno de seu membro, as mãos dela brincando com suas bolas, e a única coisa que ele podia fazer era gemer.
Algum tempo depois ela parou e sorriu para ele, sacana.
– Ainda quer que eu pare Sasuke-kun?
Ela não aguardou a sua resposta, apenas continuou chupando seu membro, suas bolas, sugando-os. Ele havia esquecido até do próprio nome.
Quando estava quase gozando ele a puxou para cima, encostando o corpo pequeno na parede do Box, de costas para ele. Ele viu os peitos dela pressionados no azulejo branco e aquilo o fez tremer.
E então ele a penetrou, fundo. Ele ouviu-a gemer alto, e uma das mãos dela seguraram-se na parede oposta como se quisesse se sustentar, e a outra mão ela virou para trás, como se procurasse algum sustento por parte dele.
Uma de suas mãos foi ao quadril dela, inclinando-o um pouco para que pudesse se movimentar e penetra-la totalmente. A outra mão pegou a dela – aquela que não estava apoiada na parede – e juntas – a dela e a dele – foram aos seus peitos pressionados na parede massageando-os.
Ele beijou o pescoço molhado dela, ainda a penetrando.
– Eu não estava em recuperação, Sasuke-kun?
Ela perguntou, e ele viu que ela sorria.
Ela jogou a cabeça para trás, encostando-a no peito dele, porque era pequena demais para alcançar a curva entre seu ombro e seu pescoço.
A água, os gemidos, seus corpos juntos, o frio com o quente...
Tudo o deixava desnorteado.
Ele ainda estocou algumas vezes, encaixando seus quadris, e quando estava prestes a chegar ao fim, ele tirou seu membro de dentro da cavidade úmida, gozando no chão em baixo do chuveiro porque estavam sem camisinha, e mesmo que aquilo ainda não fosse cem portento, ele preferiu diminuir as chances o máximo que podia.
Sakura ainda se virou, e eles se beijaram totalmente em baixo do chuveiro. Secaram-se, mas não muito bem, e então foram para cama úmidos e satisfeitos.
– Sakura?
Ele chamou, não tendo certeza se ela já estava dormindo.
– Sim?
Ele suspirou.
– Nunca mais me assuste daquele jeito.
Ele viu que as bochechas dela se moveram, e sabia que ela estava sorrindo.
– Shishou me disse que você ficou desesperado.
– Ela devia estar bêbada.
Ela continuou sorrindo e entrelaçou suas mãos, apertando-as.
Eles dormiram rápido, com as pernas entrelaçadas e os cabelos molhados.
– TEME?
Ele levantou-se rápido, Sakura olhava assustada para a porta do quarto como se um dragão fosse passar por ela.
Enquanto ele colocava uma cueca e uma calça, viu-a correr até o banheiro, e voltar ainda mais desesperada dele.
– Minhas roupas estão molhadas!
Ela disse, e ele quis rir.
– Dobe? Estou descendo!
Respondeu, apontando para o guarda roupas, e descendo as escadas.
Naruto estava sentado no seu sofá com os pés em sua mesa de centro.
– Bom dia Teme!
Ele gritou, alto demais.
– A vovó descobriu algumas coisas.
Ele assentiu e sentou-se na poltrona em frente ao loiro.
– Há algumas semanas o líder de Kirigakure mandou um pedido de ajuda para Tsunade, alguns ninjas dele foram interceptados e somente um sobreviveu.
– Ela acha que são os mesmos?
– Provavelmente, também foram registrados ataques em outras vilas, e Gaara já investigava isso, ele está mandando uma copia de tudo que reuniu para nós, tem algumas fotos, e vão mostrá-las para Sakura-chan para ver se ela reconhece alguém.
Acenou positivamente.
Sakura desceu as escadas sem graça, segurando a barra da blusa dele que ela usava, puxando-a para baixo, mesmo que ela ficasse quase em seus joelhos. Ela olhou sem graça para o loiro, sorrindo amarelo.
– Bom dia Sakura-chan!
O loiro gritou, e ela correspondeu ainda sem graça.
– Parece que a noite foi quente!
Ele disse, sabia que tinha falado aquilo para irritar Sakura.
Ela ficou vermelha feito um tomate, sem graça, e sem jeito.
Conversaram um pouco, Sakura não se sentou, apenas ficou em pé ao lado da escada.
– O líder de Kirigakure acha que são mercenários, como uma Akatsuki, e se conseguirmos confirmar isso, tanto ele quanto Gaara falaram que também vão mandar ninjas para ajudarem nós a elimina-los. Ela acha que deveríamos eliminá-los primeiro para somente depois atacar o conselho. Não sabemos a relação deles.
Ele assentiu, mas viu Sakura se mexer inquieta como se aquele assunto a incomodasse. Ele ainda não havia conversado sobre aquilo com ela, mas pretendia fazê-lo mais tarde. Ele havia percebido o modo como Sakura não gostava de falar sobre aquilo e ele não conseguia pensar em um motivo para aquilo.
Ele não queria esperar, não tinha paciência com aquelas investigações, nem com aquela espera toda, ele queria entrar no prédio do conselho e matar um por um, queimar todos e tudo. Mas agora não era só ele, agora ele tinha mais alguém para pensar.
Quando Naruto saiu, um tempo depois, ele se virou para Sakura ao lado da escada, e somente um pensamento vinha em sua mente.
– Sua calcinha estava molhada.
Ele disse, e ela sorriu confirmando com a cabeça.
– O que está vestindo por baixo disso?
Ele finalmente perguntou.
Ela riu alto e subiu as escadas correndo, quando estava no topo finalmente respondeu:
– Nada.
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