Fairy Tales

1 First - Lucyrela


Notas iniciais
XDDDDDD.
Primeiro conto: Lucyrela.
Boa leitura o/

Era uma vez, no Reino Mágico de Fiore, uma garota chamada Lucyrela.

A mãe de Lucyrela morrera quando ela era bem pequena, então seu pai casou com outra mulher, que tinha duas filhas.

Como a sorte não permanecia na casa dos Heartfilia, a madrasta de Lucyrela morreu quando esta fez cinco anos, e o pai de Lucyrela criou as filhas da viúva como sendo suas.

O pai da pequena Lucyrela vivia ocupado, e como alguém precisava fazer o papel de mãe, quem exercia este era Lucyrela, mandada por Mirajane e Lisanna. Elas faziam Lucyrela de by Text-Enhance\">empregada, e devido a sua magia, era uma maga estelar, era chamada de Espírito Borralheiro (N/A, sim, não consegui pensar em algo melhor).

Certo dia, Lucyrela, assim como todas as garotas do Reino Mágico de Fiore, fora convidada ao baile real, o qual o príncipe do Fogo escolheria sua princesa.

– Você não vai lá. – anunciou Lisanna, assim que viu o convite.

– Isso mesmo, você tem que limpar a casa, passar a roupa, umas cinco vezes para ficar impecável. – Mirajane contou nos dedos.

Lucyrela suspirou.

– Mas todas vão ao baile! Além do mais, eu nunca fui. – argumentou Lucyrela.

– Você não é todos. – interviu Lisanna.

As duas sorriram. Lucyrela ficou brava.

– Mas – começou.

– Ei, Lis, deixe a Borralheiro pra lá. Se você quer tanto ir, então vá, mas depois de terminar os afazeres. – Mirajane estendeu um pergaminho cheio de tópicos de afazeres absurdos.

Lucyrela pegou o pergaminho, com raiva.

Mirajane e Lisanna sorriram, maldosamente, e foram para a cidade, onde passariam o dia se arrumando para ir ao baile.

Lucyrela suspirou. Ela iria ao baile de todo jeito.

– Ordeno que o portal do palácio de virgem se abra, Virgo! – gritou Lucyrela, na casa vazia.

Uma garota de cabelos rosa apareceu, vestida de empregada.

– Preciso ser punida, princesa? – perguntou.

– Ehhh, não. Eu vim te pedir um favor, pode fazer isso aqui? – perguntou Lucyrela, entregando a lista à Virgo.

Virgo assentiu.

Imediatamente começou a fazer todo o trabalho. Lucyrela tentou ajudar, mas Virgo logo terminou.

– Ah! Virgo! Ficou incrível! – disse Lucyrela, vendo o trabalho.

– Preciso ser punida? – perguntou Virgo.

– Não! Estou te agradecendo! – respondeu Lucyrela.

Era assim toda a vez que Virgo aparecia.

Lucyrela correu até o porão, onde dormia, e procurou uma roupa. Tudo que tinha eram trapos. Lucyrela suspirou e começou a chorar. Nunca conseguiria ir a um baile.

No canto do porão, um brilho emanou. Lucyrela viu a intensidade que o brilho ganhou. Fechou os olhos.

– Yo! – gritou alguém.

Lucyrela se assustou e gritou.

Uma mulher ruiva vestindo uma armadura completa estava no canto do porão.

– Quem é você? – perguntou Lucyrela.

– Eu sou Scarlet, a Fada Madrinha das Armaduras! – gritou a ruiva.

– Certo... E o que uma Fada Madrinha das Armaduras faz nesse porão?

A ruiva deu de ombros.

– Na verdade... não sei bem. – respondeu.

– (Gota) Hum...

– Já que estou aqui, irei atender um desejo.

Lucyrela sorriu.

– Qualquer coisa? – perguntou.

– Não. – a ruiva respondeu.

– Ah... bem, eu queria um vestido para usar em um baile e – começou Lucyrela.

– Kansou! – gritou a Fada.

Lucyrela começou a brilhar, e logo estava vestida com uma armadura verde.

– O que é isso? – berrou.

A Fada deu de ombros.

– É a Armadura do Imperador do Mar.

– Por que estou usando isso? – gritou Lucyrela.

– Ah... Não gostou. Kansou! – gritou a Fada.

Dessa vez Lucyrela estava vestida como coelha.

– O-o-o que é-é isso? – perguntou.

– É a Bunny, minha armadura favorita. – A Fada sorriu, orgulhosa.

– Não posso vestir isso! – argumentou.

– Como você reclama! Kansou! – berrou Erza.

Lucyrela então estava vestida com um vestido rodado vermelho. Ela sorriu.

– É perfeito! Obrigada! – disse Lucyrela.

– Se quisesse algo normal era só ter falado antes. – a Fada brigou.

– Mas eu falei! Você não prestou atenção! – rebateu Lucyrela.

A Fada ignorou e estendeu uma chave de cristal. Lucyrela pegou.

– O que é isso? – perguntou.

– Bem, sua armadura-vestido durará até a meia-noite, essa chave serve para me chamar caso precise de ajuda.

Lucyrela agradeceu.

Invocou Horologium que a levou até o castelo. O baile já tinha começado.

Lucyrela entrou correndo e viu que o baile já havia iniciado. Todas as pessoas dançavam tirando um garoto de cabelos cor de rosa que devorava a comida. Lucy suspirou e ficou encostada na parede do castelo observando o garoto terminar de comer. Ele tirou os olhos da comida e voltou a olhá-la.

Lucyrela tentou, em vão, procurar o príncipe. Não o encontrou. Bem, não importava também. Ela estava feliz, pois era a primeira festa que ia.

– E agora, a dança do príncipe e da sua escolhida. – anunciou um mordomo. O garoto parou de comer e olhou para os lados desesperado.

– Ah, droga! – reclamou. Avistou Lucyrela e segurou sua mão. – Vai você mesmo.

As pessoas abriram espaço para o príncipe e Lucyrela começou a girar pelo salão, exibindo a todos o seu vestido. Ela entendeu que o garoto era o príncipe e seu queixo caiu.

Estava dançando com o príncipe. E o melhor era que ele não era um metido porque era um príncipe.

Lucyrela rodopiou e rodopiou várias e várias vezes.

Quando a dança acabou, os dois sorriram.

As pessoas voltaram a dançar e o príncipe, que se apresentou com Natsu, a chamou para dançar novamente. Lucyrela aceitou e dançou até que o relógio soou. Meia noite.

Lucyrela correu e invocou Horologium e Virgo. A armadura/vestido desapareceu no meio do baile e Lucyrela se escondeu dentro do Horologium e colocou uma roupa celestial. Passaria a maior vergonha sem Horologium, ele apareceu bem a tempo.

Horologium a trouxe de volta para casa e Lucyrela percebeu que havia deixado a chave de cristal no palácio. Deu de ombros. Nunca a teria de volta e só serviria para chamar uma ruiva maluca.

Lucyrela entrou no quarto e dormiu, exausta.

No dia seguinte, um guarda real bateu na porta. Mirajane abriu a porta.

– O que deseja? – perguntou.

– Eu quero saber se aqui tem uma maga celestial. – o guarda moreno falou.

– Por quê? – Lisanna questionou, descendo as escadas.

– Porque o príncipe escolheu a sua noiva, e é uma maga celestial. – O guarda mostrou uma chave de cristal. Ambos os queixos de Lisanna e Mirajane caíram. Lucyrela...

– Ah, sim, sou eu mesma. – Mirajane pegou a chave. Lisanna estirou a língua.

– Você está errada, Mira-nee, sou eu, lembra? – Lisanna tomou a chave. As duas começaram a discutir até que Lucyrela apareceu.

– O que está acontecendo? – perguntou Lucyrela.

– Eu estou em busca de uma maga celestial. – disse o guarda.

As irmãs o fuzilaram com o olhar.

Lucyrela olhou para o chão.

– Sou eu. – anunciou.

– Prove. – gritaram as irmãs, em uníssono.

O guarda entregou a chave para Lucyrela. Era a chave de cristal. Lucyrela mordeu os lábios. Ah não... Aquela ruiva maluca não.

– Tenho mesmo? – perguntou.

O guarda assentiu.

– Eu ordeno que te abra palácio das armaduras, Fada Madrinha das Armaduras! – gritou Lucyrela. Imediatamente a ruiva apareceu, com a armadura de coelho.

Depois de um breve instante de vergonha alheia, o guarda continuou.

– Você é a nova princesa do Reino Mágico de Fiore.

Os olhos de Lucyrela brilharam.


Quando o príncipe se casou com Lucyrela, todo o Reino deu uma festa, que durou sete dias. Depois do pequeno imprevisto de Natsu passar mal em transportes, Lucyrela e ele foram para a lua de mel e viveram felizes para sempre.

Notas finais
Ok, é o meu primeiro conto, preciso melhorar muito ainda. Críticas, sugestões, elogios, qualquer comentário eu aceito de bom grado!
O próximo conto será "A Princesa (Leitora) e o Sapo (Cantor)". Entendedores entenderão *u*