Fairy Tales

2 Second - A Princesa (Leitora) e o Sapo (Cantor)


Notas iniciais
Yo minna o///////
Muito obrigada pelos reviews TT^TT!!!!!!!!!!! Aqui está outro conto xD. Não ficou engraçado como o outro, mas o próximo... xD. O próximo será um conto que eu criei, deixarei vocês curiosos hehehe.
P.S. Essa fic foi inspirada no casal que a minha amiga mais gosta. Amanda, essa é pra você.
Boa leitura!!! o/

Era uma vez, no Reino Mágico de Fiore, uma princesa fora do comum. A garota não tinha nada de princesa, tirando sua gentileza e sua by Text-Enhance\">beleza. Ela era muito inteligente, e detestava ser chamada de princesa.

A sua timidez também era algo crucial que poderia acabar com ela.

Levy McGarden realmente era uma princesa estranha.

Porém, um dia, tudo mudou.


Levy estava caminhando até a biblioteca real quando Jet e Droy a interceptaram. Levy suspirou. Tudo bem, eles eram amigos, mas os dois ficavam disputando-a. E ela nunca gostaria de nenhum dos dois. Aliás, não gostaria de ninguém.

– Levy, você está mais bonita hoje, ou é impressão minha? – Jet perguntou. Levy deu um sorriso amarelo. E a sessão de cantadas recomeça.

– Levy, não dê ouvidos a esse cara! Ele não percebe que você sempre fica mais bonita. – Droy argumentou, mexendo no cabelo azul de Levy. Os dois começaram a discutir sobre a beleza de Levy, e esta se esquivou, voltando a caminhar até a biblioteca.

Entrou no enorme local, cheio de prateleiras que iam do chão até o teto. Levy amava aquele lugar. Era o seu lugar favorito em todo o reino.

A bibliotecária Lucy deu bom dia para Levy enquanto esta devolvia os livros. Levy pegou mais cinco livros.

– Levy-chan – a loira chamou. – Você sabe que seu by Text-Enhance\">pai contratou o príncipe do rock para o palácio?

Levy negou com a cabeça, distraída. Príncipe do rock. Hum. Ela não o conhecia.

– Sério? – Levy perguntou, sem entusiasmo. – Para quê?

Lucy deu a volta no balcão para sacudir Levy.

– Para o seu aniversário! Vai me dizer que... – Lucy começou, encarando Levy. – Você não conhece o príncipe?

Levy negou novamente. Lucy deu gritinhos de surpresa.

– Ele é um astro! Nossa! Você é muito sortuda! Ele é incrível e – Lucy começou a sonhar em voz alta. Levy sorriu e se afastou.

– Lu-chan, pode ficar com ele. – Levy se lembrou que precisava provar o vestido para o baile. – Eu não quero nenhum príncipe do rock, ou príncipe de qualquer coisa. – Deu de ombros. – Tenho que ir.

Lucy olhou, desapontada, enquanto Levy corria para longe.


Levy acabara de provar o vestido quando entrou no quarto. Sentou-se na cama e abriu um dos livros.

– Você tá de brincadeira. Não me diga que é a princesa daqui. – disse uma voz. Levy olhou para os lados procurando quem dissera isso. Como não achou, deu de ombros e começou a ler. – Fala sério! Você é muito sem graça para uma princesa.

Dessa vez Levy teve certeza de duas coisas. Primeira: claramente havia alguém em seu quarto. E a outra era que esse alguém a irritara profundamente.

Levy ergueu um livro e se deparou com um sapo. Deu um grito. O que um sapo fazia ali? O sapo era verde, porém era cheio de ferro no corpo e com cabelo (cabelo!) preto. Levy cutucou o sapo. Era de verdade?

– Ai! Tira esse dedo daqui! – o sapo gritou e mordeu Levy. Levy tirou o dedo e ficou curiosa. Ora essa. Dentes também?

– O que é você? – perguntou. O sapo balançou os cabelos.

– Eu sou Gajeel Redfox, o príncipe do rock! – o sapo gritou. Levy começou a rir. Aquele era o famoso príncipe do rock? Um sapo falante?

– Você não é meio esquisito? – perguntou a garota. O sapo ficou mal humorado.

– Quem você é para falar de mim? – retrucou. Levy também ficara emburrada. Ele não precisava ser rude e jogar na cara dela que ela nunca conseguiria ser uma princesa decente.

– Só achei que você fosse um humano. – Pelo menos, Levy nunca imaginaria que sapos pudessem cantar.

– E eu sou! – Gajeel grunhiu. Levy se levantou e pegou um espelho, colocando-o na frente de Gajeel. Gajeel a fuzilou com um olhar enquanto Levy deu um meio sorriso.

– Acho que você tem problemas de visão. – disse.

– Eu fui transformado em sapo por uma bruxa logo que cheguei nesse reino. – Gajeel berrou. Para um sapo, até que seus berros eram bem audíveis. – E essa maldição só pode ser quebrada se eu ganhar um beijo da princesa, você.

Levy estirou a língua. Com certeza não estava em seus planos beijar o sapo metaleiro Gajeel Redfox.

– Não vou beijar você. – os dois disseram em uníssono. Desviaram o olhar. Levy baixou os olhos para o livro.

– Bem, se é assim, vou treinar com essa mini guitarra que achei por aí. – O sapo tirou uma mini guitarra preta e começou a dedilhar. Levy tapou os ouvidos.

– Você toca mal! Pare com isso! – pediu.

– Xuubi Du Bop! – gritou Gajeel e começou a cantar, desafinado. Levy teve certeza que seu cérebro explodiria com aquela cantoria. Príncipe do rock? Com certeza, não em Fiore.

Sem aguentar mais, Levy deu um beijo no sapo, para este ficar quieto. Funcionou. Logo o sapo se transformou em um humano, cheio de ferro pelo corpo e com um cabelo preto. O penteado rebelde.

– Ah! – gritou ela, expulsando-o do quarto. Levy não o escutou, talvez ele estivesse na porta ainda. Bufou e se jogou na cama, cansada. Ficaria na cama até a hora do baile.


Como sempre, Levy chegou atrasada. Se atrasar fazia parte das suas mil e uma qualidades que deveriam ser jogadas fora. Levy entrou no enorme salão e todos os olhares se voltaram para ela. Ela corou. Estava se sentindo desarrumada, apesar de estar com o vestido mais bonito da festa.

Foi para um dos cantos do baile e ficou aguardando o show de Gajeel começar. Quando esse cantou, não fora tão ruim. Levy achou que foi pelo fato de que era humano outra vez (N/A Sim, o Gajeel pode cantar bem uma vez na vida xD).

Fora isso, ficou no canto do salão, torcendo para que Jet e Droy não a achassem.

Gajeel surgiu de repente ao seu lado. O rei mandou que todos dançassem.

Levy olhou para Gajeel e corou. O que era isso?

– Não vou dançar. – anunciou Gajeel, dando de ombros. Nesse instante, Jet e Droy surgiram.

– Ninguém pediu para que o fizesse! – gritou Levy. Jet e Droy a chamaram para dançar. Antes que desse conta, Levy estava sendo guiada pelos braços fortes de Gajeel, que a rodopiava pelo baile.

– Por que está fazendo isso? – perguntou Levy. Gajeel não a olhou.

– Porque eu quero te fazer uma proposta. – Gajeel aguardou um pouco. – Caia na real, isso aqui não é pra você. Quero dizer, até eu poderia ser uma princesa melhor. – Levy se sentiu ofendida. – Ok, isso é exagero. Mas o que quero dizer é que, bem, você quer sair em uma turnê comigo?

Levy semicerrou os olhos.

– Fugir com você? Longe de todos esses deveres reais? – Levy perguntou, sussurrando.

– Sim, mas se não quiser também, não tem proble – Gajeel fora interrompido por Levy.

– Vamos escapar agora antes que nos notem. – ela murmurou, arrastando-o para longe de toda aquela gente.


Naquela noite, tanto o príncipe do rock quanto a princesa de Fiore foram dados como desaparecidos. Não sabem onde eles foram, ou como desapareceram. Mas, conta a lenda que, em algum lugar do Reino Mágico de Fiore ainda podem ser ouvidos as canções desafinadas de um homem e uma mulher que dizem ser o príncipe e a princesa do rock.

Notas finais
Lembrem-se de comentar xD.