Fênix da Noite Estrelada

23 Arquivos de Família


Notas iniciais
A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família. Já tava na hora de amenizar esse clima e meu lado filosofo ainda esta enchendo o saco u.u Vamos ver como eles tem se saído? :) Tenham uma boa leitura ^.^

Milo cumpriu seu dever com maestria, afinal, era um homem de palavra e jamais voltaria atrás com o que decidia, não saio do lado de Hyoga em momento algum.

Mas, como sempre, reclamou por dias que não dava mais para acompanhar a gravidez passo a passo, que perderam três meses e os registros familiares ficariam incompletos. Quando o jovem aquariano descobriu que a intenção do mais velho era fazer aqueles "álbuns da gestação", ele ficou imensamente feliz por ter perdido três meses e não ter se tornado a mais nova distração/brinquedo do escorpiano.

Milo era uma ótima companhia, ele era praticamente o único responsável pelo loiro continuar a sorrir. Só tinha um pequeno problema, o que realmente irritava na companhia de Milo, não era a falta de discrição e nem a falta de espaço que se fica quando ele tá por perto, não, isso era fichinha, o irritante era as duas câmeras que ele ficava levando para lá e para cá da base, filmando e tirando fotos de tudo e todos que envolviam Hyoga. O aquariano não ficaria em nada surpreso se o mais velho invadisse o banheiro para tirar uma foto.

Tinha hora que ele estava de bom humor e deixava Milo fazer o que queria, o que não era muito bom porque o escorpiano sempre abusava da boa vontade, mas tinha hora que ele não queria nem ver a sombra do maior, que sempre volvia as irritações dele com a frase:

¬ Qual a parte do “Não se irrite, fará mal ao bebê”, no seu caso “bebês”, que você não entende?!

¬ Ah!! Vá toma no meio do...

¬ Olha a educação. — o grego falava como se fosse dono da verdade. — Camus não ficou anos e anos na Sibéria, te criando, para você fazer uma coisa dessas com uma das pessoas que ele abandonou e obrigou a fazer voto de castidade até ele voltar, uma das pessoas que mais gosta de você e te tem como um filho, Eu. — concluiu cheio de pompa.

Se Hyoga respondesse, o escorpiano certamente morreria de um jeito ou do outro, na porrada ou congelado, então ele sempre escolhia a opção mais inteligente e sensata, ele ficava calado no cantinho dele ignorando, como era possível, a presença do grego, algo deveras difícil. Afinal, Milo é Milo.

No 4° mês, a barriga permanecia do mesmo tamanho, parecia que os bebês se recusavam a crescer. Também foi no nesse mês que Anna se mostrou uma senhora mercenária, usando e abusando de seu amado bunic Milo. Ela sumia com as câmeras dele e só as devolvia, com os filmes "irritantes" bem estragados, diga-se de passagem, quando ele pedia, para não dizer implorava, desculpas a Hyoga por tê-lo irritado. Ele sempre se desculpava meio a contragosto, mas Anna sempre o convencia, com aquele jeitinho fofo de fazer as coisas, que era o melhor a se fazer. As vezes ela pegava as câmeras apenas para tirar fotos dos outros, e, geralmente, as fotos ficavam tão boas, até aquelas tiradas por acidente, que Milo a nomeou a fotografa mirim da família, mas ele continuou como Oficial.

Uma das fotos mais bonitas tiradas pela menina foi uma de Hyoga e Isaak comendo melancia. Hyoga oferecia um pedaço a filha com um sorriso, enquanto Isaak usava a sementes como munição para atirar no maior, como quando eram crianças na Sibéria. Essa foto foi até enquadrada, juntamente com uma de Shun, uma dela mesma e uma de seus amados bunics, Milo super carinhoso e Camus meio constrangido.

No 5° mês, a barriga tinha crescido um pouco, mas ainda estava pequena em relação ao que seria o normal, muitas mulheres morreriam de inveja do russo que preferia ser uma bola do que uma finura. A falta de barriga preocupava em muito o aquariano, porém Shun sempre o confortava dizendo que os bebês estavam saudáveis, só eram pequenos para os padrões, nada grave.

Milo, por outro lado, fazia a festa. Já tinha filmados muitos momentos engraçados ou lindos daquela família misturada. Um dos momentos mais lindos que ele teve a oportunidade de captar, sem que o russo percebesse, talvez devido ao cansaço, foi uma conversa entre ele e Anna.

¬ Papa. — chamou a pequena com pura animação e com a cabeça encostada em sua barriga. — Sentiu?

¬ Claro! — respondeu com o mesmo nível de animação. — Eles chutam bem forte para o tamanho.

¬ Como será que eles vão ser, Papa? — indagou a pequena sorrindo.

¬ Eu não sei. — respondeu. — Pode ser que se parecerão comigo ou com seu... Otou-san. — pode se notar que ele hesitou um pouco ao se referir ao leonino, ainda doía. — Pode ser que tenham características misturadas. Ou cada um vai parecer com um de nós.

¬ Papa. Como eles pararam ai dentro? — sua expressão era de curiosidade, sabia que a menina era possuidora de um estranho conhecimento, mas sempre agradecia por ele não ser tão grande e por sua inocência a tornar tão bonita. — A Bunica me dizia que só menina podia ter bebês. E o Shu explicou direitinho, mas eu ainda não entendi. — ela fez um pequeno bico por não ter conseguido entender, o que tirou um sorrisinho do mais velho. — Bunica dizia que uma mulher e um homem precisam se amar muito para ter um bebê e, ainda sim, eles são um presente dos deuses. E Shu disse que isso é verdade, mas que para o bebê nascer, precisa que o homem coloque uma sementinha na barriga da mulher que ele ama muito. — ela parecia pensativa. — Então, como eles pararam ai dentro? O Otou-san abriu sua barriga? — perguntou assustado e levantando a camisa do maior a procura do corte, o que tirou risos do mais velho.

¬ Eles tinham toda razão, precisa de tudo isso mesmo para se ter um bebê. E não, seu Otou-san não abriu minha barriga. — afirmou com um pequeno riso e abaixando a camisa erguida pela menina. — O meu caso... é um pouco diferente.

¬ Como assim, Papa?

¬ A nossa deusa, Atena, sabia que eu e seu Otou-san queríamos ter filhos, mas por sermos homens, jamais poderíamos ter tal coisa, como você mesma disse, só meninas podem ter bebês. Então, a menos que fôssemos adotar uma criança ou que alguém estivesse disposto a nos dar um filho, nós nunca os teríamos. — explicou. — Acontece que, sem Atena saber que já tínhamos você, a nossa rainha cheia de graças. — ele fez cócegas na menina, que soltou uma sonora risada, e brincou com os cabelos da mesma. — Ela nos deu de presente os seus irmãozinhos que agora estão crescendo dentro de mim.

¬ Então ela queria que vocês fossem felizes?

¬ Acredito que sim...?! — rolou uma pequena dúvida nessas palavras.

¬ Ela deve ser muito boazinha, né, Papa?

¬ Geralmente é muito chata e por vezes biruta, mas... — sempre tem um "mas". — Sim, ela tem um bom coração. — quem prestasse atenção veria um mínimo sorriso adornar os lábios do mais velho.

A menina soltou outra gargalhava ao sentir mais movimentos vindos da barriga ainda não tão volumosa, por outro lado, o aquariano fazia uma careta que misturava dor a desconforto.

¬ Sentiu, Papa? — perguntou alegre.

¬ Senti um deles agarrar a minha costela e puxar. — ele ainda fazia careta e agarrava o assento com força. — Doí pra caramba! Se forem tão brutos quanto seu Otou-san eu tô ferrado!

A menina riu novamente, mas esse riso foi morrendo aos poucos e sua expressão se fechou. Ela tocou gentilmente a barriga do mais velho como se pedisse desculpas.

¬ Papa, será que o Otou-san já vai ter voltado quando eles nascerem? — o clima da conversa mudou por completo.

¬ Eu... — Hyoga ficou muito sério. — Eu acho que sim, querida. Acho que o Otou-san vai ter voltado. — tentou passar confiança a menina.

¬ Papa. — a menina também ficou séria. — Não minta para mim, não sou boba. O senhor acha que o Otou-san não vai mais voltar, não é? — Hyoga não respondeu, somente desviou o olhar. — Papa. — chamou. — Ele vai voltar!

¬ Como pode ter tanta certeza, Anna? — indagou sem olhá-la.

¬ Porque ele prometeu que sempre voltaria para nós, Papa. — aquilo atraio toda a atenção do aquariano, pois ele mal se lembrava daquela promessa. — Ele prometeu que passaria pelo mar do tempo, pelas montanhas que nos separa, pelos desertos que nos confundem e pelas tempestades que nos cegam, tudo isso para nos alcançar. Por isso eu tenho certeza de que Otou-san vai voltar, porque ele prometeu e ele nunca quebrou sua palavra. — ditou a pequena. — Sem contar que eu sei, de alguma forma, que o futuro será bom. Aurum e Argertum nasceram com graça, beleza e inteligência. Aves de fogo e gelo voltaram a se encontrar. E a flor de Delphos abrirá. — ela tinha alguma coisa no rosto, mas não conseguia ver o que era. — Serão dias de alegria e glória. Palavras jamais serão quebradas. Então acredite que o Otou-san vai voltar! — a menina o encarava com intensidade e determinação.

Hyoga só conseguiu abraçar a filha com força e beijar sua cabeça, dizendo o quanto a amava e o quanto ela estava ajudando-o, o quanto ela era importante em sua vida. A menina retribuiu o abraço com um sorriso radiante.

Eles ficaram assim por minutos, mas já estava tarde e a menina já estava meio sonolenta quando soltou seu primeiro suspiro cansado, o aquariano não pensou duas vezes e disse que já estava na hora dela dormir.

¬ Só vou pra cama se o senhor cantar para nós. — ditou a pequena de braços cruzados e olhando para barriga do pai.

Hyoga só se deu ao luxo de suspirar derrotado, estava cansado e não queria discutir com a filha.

¬ Ok. Ok. — pegou a pequena e a colocou em seu colo. — Que música você quer?

¬ Uma que diga como o senhor realmente se sente. — pediu.

Completamente derrotado, o aquariano começou cantarolando, depois é que começou a cantar para pequena.

"Não canso de buscar, sem ter a direção..."

"Quem dirá o que fazer se eu não encontrar vocês? Preciso descobrir..."

"Aonde devo ir?..."

"Talvez eu tenha que esperar a chuva resolver cair."

Ele cantarolava enquanto embalava a pequena.

"Posso só com um desenho tê-los mais perto, junto a mim..."

"Quem sabe o tempo vai trazer toda alegria de vocês? Quem sabe o tempo vai trazer a paz para o meu ser?"

Voltou a cantarolar, enquanto a menina se aconchegava em seu colo.

"Não canso de buscar..."

"Não importa aonde for..."

"Eu vou achar, preciso vê-los. Encontra vocês..."

O aquariano sorria para pequena, que agora dormia em seus braços.

¬ Não canso de buscar.

Estalou um beijo na testa da menina e se levantou com ela no colo em direção ao quarto dela, deixando-a lá e voltando para onde estava com um suspiro cansado, começou a arrumar o sofá para dormir.

Milo, que tinha vindo conversar, decidiu voltar com um sorriso no rosto, não queria atrapalhar.

No 6° mês já dava para notar uma pequena diferença em Hyoga. Também foi nesse mês que uma caixa de raridades fora enviada por Afrodite de Peixes, que lutava no sul da Itália, como presente atrasado do 22° aniversário de Shun.

Milo tinha acabado de chegar ao alojamento de Hyoga, já era noite e Anna dormia, encontrando-o com uma taça de vinho na mão, tomando um bom gole com todo gosto do universo daquele maravilhoso presente. O escorpiano ficou indignado com isso, foi batendo pé até onde ele estava e tirou a taça de suas mãos.

¬ Ei! — protestou tentando alcançar a taça que o escorpiano mantinha distante. — Esse vinho é meu!

¬ Não beber. — ditou firme. — Não fumar, mesmo que você não o faça. — o mais doloroso foi ver a taça ser virada, derramando todo o vinho. — Em hipótese alguma, faça um deles.

¬ Mas é vinho... — choramingou o mais novo, Camus o educou muito bem quando se trata de vinhos.

¬ Eu não quero saber! — Milo já estava procurando a garrafa para se livrar dela também. — Nada de bebida pra você.

Um fato que os dois desconheciam, era que a câmera de vídeo pegou toda a cena por acidente, já que ela foi ligada ao ser atirada por Milo na mesa do alojamento. Aquela era uma cena que Camus assistiu umas 15 vezes, ele podia não estar rindo por fora, mas por dentro ele se acabava, as caras e bocas de Hyoga eram impagáveis, ainda mais quando viu o escorpiano jogar fora toda uma garrafa de vinho – nessa cena, até o frio detentor da Armadura de Aquário chorou todas as 15 vezes, foi muito engraçado, mas não deixava de ser vinho.

O próximo episódio que valia a pena relembrar por conta das caras, bocas e bicos de certo loiro – e que dessa vez foi filmada com intenção –, foi quando Shun decidiu invadir a cozinha do bunker e tomar o controle do fogão só para fazer Sashimi, porque ele e Hyoga estavam se rasgando de vontade de comer, e a gravidez foi uma desculpa perfeita. Dessa vez, quem acabou com alegria do loiro foi seu pai, seu mestre, seu exemplo, resumindo, foi tudo culpa do Camus.

¬ Nossa! — ele já estava com um Sashimi a caminho da boca. — Ei! — protestou assim que garfo e prato foram retirados dele. — Mestre Camus...

¬ Esqueça! — ditou daquela forma fria particular dele. — Alimentos crus ou mau cozidos podem prejudicar a saúde dos pequenos.

Camus pegou todo o Sashimi, até o do virginiano, que choramingou muito, e guardou na geladeira que tinha um cadeado, cadeado com uma chave que só ele tinha.

¬ Mas o que eu vou comer então? — perguntou fazendo um bico.

¬ Têm sanduba. — propôs Milo.

Se olhar matasse, Milo seria um homem morto, mas, como Hyoga estava com fome de verdade e seu jantar tinha sido confiscado, ele realmente voltou para cozinha e foi fazer um lanche. Dessa vez, quem "brigou" com ele foi Shun, que o empurrou levemente para o lado e começou a desfazer o lanche monstro que ele tinha feito e passou a fazer um outro bem menor.

¬ Não coma por dois. — explicou com serenidade. — No seu caso, três. — fitou o amigo por um tempo. — É um mito, como bem e de 3 em 3 horas, como sempre fez.

Estava para nascer o ser que fosse capaz de discutir com Shun, não que fossem os filhos do aquariano, necessariamente, mas ainda demoraria muito até alguém peitar o pequeno virginiano.

No 7° mês, Hyoga já estava com a barriga um pouco maior, mas não tão grande assim, muitas mulheres sentiriam inveja dele, pois mesmo estando em um período da gravidez em que mulheres são verdadeiras rolhas de poço, os outros só percebiam que ele estava diferente, se visto de perfil e ainda tinha de prestar atenção para perceber. Pela barriga já estar maior, ele não podia dormir do jeito que queria e sempre tinha alguém para lembrá-lo disso.

¬ Esquerdo. — disse o pequeno virginiano ao passar pelo sofá-cama, onde ele dormia. — Pela 28° vez, Hyoga, esquerdo.

¬ Mas eu só durmo virado pro direito! — tentou protestar.

¬ Esquerdo. — afirmou o pequeno, já se retirando para o quarto da “sobrinha”, que não conseguia dormir de jeito nenhum por dor de cabeça, com um copo de leite morno e aspirinas; estava sendo preciso três pessoas para colocá-la na cama.

¬ Mas...

¬ Esquerdo. — afirmou Milo, que acabara de sair do quarto da pequena para buscar alguma coisa.

¬ Porque esquerdo?

¬ Isso vai ajudar no fornecimento de oxigênio e nutrientes para os bebês. — explicou Camus, que ainda estava no quarto da menina a vigiando. — Esquerdo.

¬ Esquerdo, Papa. — Anna gritou, pois a discussão de seu Papa estava fazendo a dor de cabeça piorar.

¬ Essa é a garotinha do vovô. — concluiu o escorpiano, que voltava com um travesseiro.

O orgulho na voz de Milo chegava a ser palpável, ele até apertou a menina num abraço, deixando um Hyoga mau humorado virado do lado esquerdo. Ele não gostava de dormir para o lado esquerdo, não quando faltava algo, ou melhor, quando faltava alguém naquela “cama”. Quando começou a sentir a formação de lágrimas, ele abraçou o travesseiro que o leonino costumava dormir, aspirou o perfume impregnado nele e, sentindo seu coração se alegrar e um calor familiar o envolver, adormeceu.

Ainda no 7° mês, Hyoga podia estar fora de ação por um tempo ainda indefinido, porém nunca deixou de treinar e isso estava deixando os demais loucos de preocupação. Ele estava carregando dois bebês e se comportava como se aquilo fosse nada, como se ele pudesse fazer tudo o que sempre fez, por essa razão que, num belíssimo dia, seu material de treino fora confiscado.

¬ Cadê os pesos?! — indagou procurando-os em tudo que era lugar, menos debaixo das coisas, mesmo pequena, a barriga atrapalhava em muito a locomoção. — SHUNNNNN?! — saio batendo pé em direção ao próprio alojamento, chegando lá, encontrou o dito cujo brincando de jogo da memoria com Anna, que estava ganhando de lavada.

¬ Eu? — respondeu.

¬ Cadê os meus pesos? Ou melhor, cadê TODO MEU equipamento?! — questionou com a mão na cintura e batendo pé, o virginiano quase riu, estava muito parecido com uma mãe daquele jeito.

¬ Não se deve praticar exercícios físicos que exijam muito esforço. — respondeu como se fosse óbvio e voltou a brincar antes que caísse na gargalhada. — Sua vez Anna-chan.

Como dito anteriormente, estava para nascer o ser que fosse capaz de discutir com Shun.

Hyoga então pegou um tapete e uma almofada, os colocou junto a parede e deitou-se com as pernas para cima. Anna, que não entendeu o porque disso, resolveu questionar o tio, este lhe explicou que depois de trabalhar, caminhar, ou qualquer outro tipo de exercício, era recomendado que as gravidas, no caso, gravido, pegasse um almofadão ou travesseiro, colocasse-o de frete pra parede e ficasse com as pernas pra cima, para que sua energia não se concentrar somente nas pernas.

¬ Entendeu? — indagou o virginiano, que recebeu um “mais ou menos” como resposta.

¬ A única parte que eu gosto. — afirmou o loiro em um tom triste. — Ficar de pernas pro ar como quando éramos crianças e não tínhamos com o que nos preocupar.

No finalzinho do 7° mês, começo do 8° mês, Hyoga lembrou-se de uma brincadeira de Milo sobre ele ser um ímã para tiros e de um aviso choroso de sua filha para não sair naquele dia. Dois tiros. Dois tiros selaram seu destino.

Notas finais
Espero que tenham gostado ^.^ Bjs. L :3