Explosions

7 The Underground, yeah


Notas iniciais
Olá, seus lindos! Eu tinha prometido postar bem antes e depois aconteceu aquilo com o Nyah, foram loooongos dias, tentei escrever alguns capítulos mas não deu muito certo, a escola está me matando, provas, trabalhos e mais provas. O lado bom da coisa é que, esta semana acabam o período de provas e vou ter tempo para escrever mais capítulos para vocês! Esse capítulo é um ponto de vista do Tobias e no próximo também será sob o pdv dele. Ficou pequeno, mas não podia deixa-los sem capítulo, desculpem!

T O B I A S E A T O N


No outro dia, eu chego na escola mais cedo, como sempre. Fico conversando com Lauren e outros professores.

Pouco antes do sinal tocar, me retiro e sigo em direção a sala do primeiro ano, não gosto dessa turma. É frustrante ver garotinhas com seus quatorze ou quinze anos de idade me olhando como se eu fosse um deus grego, principalmente esses moleques que me encaram como se fossem explodir a minha cabeça a qualquer instante, eles devem se sentir ameaçados, e isso é estúpido, mas sei lá.

Talvez eu seja um louco, porque ao pensar nisso eu lembro de Beatrice.

E ao lembrar dela, vejo-a vindo na mesma direção que eu.

E agora, o que eu faço? Ignore-a Tobias, ignore-a.

Tris abre um grande sorriso que chego a ficar sem reação por uns dois segundos, logo ela levanta a mão, acho que para me cumprimentar e antes que seja tarde, eu viro o corredor.

Ela deve pensar que sou louco, bipolar, mas eu apenas fiz o que é certo, mesmo que cada parte do meu corpo grite ao contrário.

Céus! Eu sou um cretino, miserável. Ela é uma criança, não posso pensar nela, não posso nutrir nenhum tipo de sentimento por ela, é errado.

Ela é apenas minha aluna, só isso.

...

Me sinto inquieto, hoje dei aula apenas para o primeiro e terceiro ano.

Não vi Tris depois do corredor, e quando cumpri todos os meus horários, fui embora no intervalo.

Na sala eu ando de um lado para o outro, moro com meu amigo, Caleb.

Aos dezoito, depois de juntarmos nossas economias, decidimos alugar um apartamento, arrumamos um trabalho qualquer, fizemos faculdade juntos, cursos diferentes, já que ele é advogado.

E hoje este apartamento já é nosso, claro que poderíamos ter comprado um para cada, mas somos inseparáveis, como irmãos. Passamos quase pelos mesmos problemas.

O que o levou a sair de casa, foram seus pais, que o atormentavam com seus problemas, ele queria ficar pela irmã, mas não conseguiu.

Já eu, não tive motivos para querer ficar.

Meu pai Marcus, cujo hoje, espero que esteja morto, sempre fora um homem cruel, nem minha mãe o aguentou, depois que ela fora embora, quando tinha os meus quinze anos, meu pai ficou ainda pior, bebia e me batia todos os dias, essas lembranças me atormentam e vem para me lembrar que fui um covarde, por não ter aguentado, mas eu não podia.
Eu realmente não podia, penso que se tivesse ficado lá eu o mataria, sem pensar duas vezes.

Meus pensamentos são interrompidos quando meu celular toca, Max.

— E aí, irmão. — Ele diz empolgado.

Fala, Max.

Vou ir no The Underground hoje, com um amigo e o irmão dele, ta afim? — Oh, não. Sair hoje? Nem pensar.

Eu não sei se é uma boa ideia e... — Estou tentando arrumar uma desculpa, mas sou interrompido.

— Cale a boca, seu careta. Vamos no meu carro, passo ai as nove.

Então ele desliga antes de eu discordar.

Porra, eu não estou nenhum pouco afim de sair hoje, por mim ficaria em casa, assistiria um jogo qualquer e tomaria uma cerveja. Só que, Max é Max.

Suspiro e vou para o quarto dormir, estou exausto.

Acordo com o toque estridente do despertador, 20:30.

Levanto, separo uma roupa para hoje a noite e vou tomar um banho.

Enquanto a água escorre pelo meu corpo, fecho os olhos e a imagem de Tris vem a minha mente, linda.

Mas que merda! Essa garota não abandona meus pensamentos nem quando estou tomando banho, inferno.

Talvez eu deva sair mesmo, beber e me divertir, sem me preocupar com nada.

Depois de pronto, confiro as horas e vejo que são 20:40.

Recebo uma mensagem.

"Estou aqui em baixo. M"

Abro a porta e sigo para o elevador. Seja o que Deus quiser.

— Que demora, Eaton. — Max resmunga quando eu entro no carro, nos cumprimentamos com tapinhas nas costas e rimos.

Depois de exatos dez minutos, Max parou o carro em frente a The Underground e dei um sorriso quando adentramos o local.

Estava lotada, que maravilha.

Já tenho uma previsão para hoje, muita bebida e muita mulher.

Max e eu vamos até o bar e depois de uns cinco copos de tequila eu me enfio no meio da multidão e começo a dançar.

Eu estou sóbrio, seria preciso muitas doses para me derrubar. Sorrio.

Uma garota embriagada se aproxima de mim e gruda no meu pescoço, começamos a dançar.

Notas finais
Ficou muito pequeno, né? Desculpem! Se tiver comentários eu posto dois capítulos amanhã! Antes que eu me esqueça, queria a opinião de vocês sobre uma nova fic (Fourtris), é sobre "a vida do crime", rachas e muita, mas muita adrenalina. Estou trabalhando na sinopse, fiquei empolgada com essa ideia louca que eu tive, do nada. Vocês acham que talvez eu deva posta-la? Beijinhos :* Amo vocês! ♥