Exchanged Sex.
3 Capítulo 3 - Descoberta
Notas iniciais
Bom, mais uma vez vou agradecer à HinaLB, que me deixou um lindo review e ainda favoritou a história! Amei! *_*
Vou agradecer de novo também a TheDifferentGirl, por ter deixado mais um review grandão, e também favoritou a história! Adorei!
Mais uma vez, muito obrigada à Roxell, pelo review! Muito bom!!
Um SUPER agradecimento à JkUchiha, pelo review gigante, por ter favoritado a história e por ser uma ótima irmã mais velha! ♥
E por último, à minha leitora mais nova, JúliaSan, que deixou um review e ainda também favoritou a história e disse que está gostando!! EEEEEEEEE!!
Olha só, pessoal! Estou amando escrever essa fic!
Boa leitura para vocês! Espero que gostem!
Ah, é. Essa imagem que tem aí é o banheiro do navio viu? Eu fiquei em dúvida se colocava ou não, mas decidi colocar.
Capítulo 3
POV Zoro.
Abro os olhos aos poucos. Minha visão vai se acostumando lentamente com a luz do ambiente.
Percebo que estou na cama da Nami. Me sento devagar, sentindo uma terrível dor de cabeça. Sinto minha garganta muito seca, e um gosto amargo na boca. Uma vontade terrível de vomitar, além de muito calor.
Ponho meus pés para fora da cama, firmando-me. Dou o primeiro passo, tropesso e caio de cara na madeira.
- Zoro? — pergunta Robin, abrindo a porta do quarto e correndo em minha direção. Me ajuda a levantar, me colocando sentado na cama. Põe a mão na minha testa — Pelo menos não está com febre...
- Né, Robin... Tem como me dar um copo d'água? — peço. Ela assente, me trazendo um copo com água fresca. — Arigatou.
- Você deveria ter escutado o Chopper, sabia? — diz ela. Eu assinto. Tomo alguns goles da água.
- Eu achei que sabia dos meus limites, mas...
- Bom, seu corpo novo é mais fraco. — conclui ela. Eu concordo.
Ela suspira, se sentando na cama.
- O que é essa dor de cabeça? — pergunto. — E eu tô com muito calor também...
- Pelo visto, você nunca teve uma ressaca, né? — pergunta. Hein? Re... Saca?
- Não... O que seria uma ressaca?
- É a consequência de beber demais. — explica.
- Hm... — resmungo, olhando para baixo. Percebo que estou sem camiseta. — Como vim parar aqui? Eu não lembro de nada...
- Ontem eu vi o Sanji te trazendo para cá. — ela fala. Imediatamente, viro estátua — E depois ele saiu do quarto segurando o nariz.
- Aquele Ero-Cook... — murmuro, entregando o copo a ela e saindo do quarto. Entrando no convés, sinto a grama com meus pés, e percebo que estou sem botas. Isso não importa agora... Aquele Sobrancelha de Bigode abusou de mim...
Abro a porta da cozinha, vendo que ele está secando alguns pratos. Olha pra mim com uma cara confusa. Ando eu sua direção, pegando-o pelo colarinho. Ele solta o prato dentro da pia.
- Zoro? O que aconteceu? — pergunta. Tá se fingindo de besta, né?
- Eu que pergunto! Você me estuprou, não foi? Hein!? — pergunto, fervendo de raiva. Ele cora, desviando os olhos.
- E-Eu não fiz isso, Zoro... — fala. Respira fundo pelo nariz, soltando todo o ar pela boca, como se quisesse se controlar. Seus olhos tomam a típica forma de coração.
- Não fez? Então qual é a dessa reação!? — grito. Ele finalmente percebe que estou com muita raiva. Acho que nunca tive tanta raiva dele antes. Ele olha no fundo de meus olhos, sério. Olha pra baixo, vira o rosto para o lado e cora novamente.
- Bom, seus lindos seios estão apertados contra mim, então... — fala, corando mais — Estão cobertos pelo sutiã, mas dá vontade de pegar neles, por isso a minha reação...
Puxo mais o colarinho dele, olhando fundo em seus olhos. A raiva ainda me possui.
- Você não sabe nem mentir, maldito. — falo. Quase rosno — Acho que eu vou ali pegar minhas katanas...
- Espera um pouco... — fala, tirando minhas mãos de seu colarinho cuidadosamente — Você realmente acha que eu faria uma coisa dessas? Eu nunca tocaria em uma mulher sem que ela tenha ressentimento, Zoro.
- E daí? Você tem motivos de sobra para ter raiva de mim, não acha? — pergunto, mais calmo. No fim, ele tem razão. Mesmo sendo um pervertido, ele nunca faria uma coisa dessas. Onde eu estava com a cabeça, mesmo?
- Eu teria. Se você estivesse no corpo masculino. — fala. Sua mão esquerda encosta em meu braço, e sua direita pousa em meu rosto. Meu rosto fica quente. — Não tem como eu ter raiva de você agora.
De repente, me dá um abraço, mantendo-me junto à ele. Sua mão direita, que estava em meu rosto, vai para a minha nuca.
- Mesmo você tendo um corpo extremamente lindo, cabelo sedoso e uma pele magnífica, não posso fazer uma coisa dessas. É completamente contra meus próprios princípios. Você sabe disso, não sabe, Zoro?
- S-Sei. — murmuro. Levanto um pouco o rosto, à procura de ar, mas o que vem em meu nariz é um cheiro muito bom... Que percebo sair de Sanji. Viro o rosto, encostando o nariz e inspirando. — Tão bom...
Meus pensamentos estão enevoados, e a única coisa que consigo assimilar é aquele cheiro. Qual é o problema daquele perfume? É tão agradável... Sinto uma sensção boa nas mãos, assim como em meus lábios... O que será isso?
Abro os olhos, vendo Sanji pertíssimo de mim. Minha mão está entre os cabelos de sua nuca, e nossos lábios colados, e ele com uma feição muito surpresa.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH! — grito, saindo de perto dele. Ele está ofegante. — Você me beijou!
- Não! VOCÊ me beijou! — fala ele. — Eu estava parado, e de repente... De repente... Ah, Zoro-swan!
Corações pulam de seus olhos, e ele começa a resmungar, sorrindo feito besta. Isso só acontece quando ele está emocionalmente afetado por causa de mulheres. Ele fica normal, e olha intensamente para mim. Minhas bochechas ficam quentes.
Ele passa o dedo suavemente nos próprios lábios, colocando a mão sobre eles em seguida.
- Eu... Realemente fui beijado... — sussurra ele, com a cara vermelha. Tampo o rosto, correndo dali. Entro no banheiro.
Ah, caramba! Aquele perfume é muito perigoso! Ele me fez beijar o cozinheiro! É o quê? Um afrodisíaco? E a sensação do cabelo dele... É surpreendentemente macio... Mas no que eu estou pensando!? Eu preciso de ajuda! Urgente!
Saio dali, entrando no quarto. Abro a porta e entro no banheiro. Avisto a pia, abrindo a porta a minha esquerda, e avistando a grande banheira. Tiro todas as roupas, enxendo a banheira. Quando entro, fico ali por vários minutos. Sinto os músculos relaxando aos poucos.
Ouço primeira porta ser aberta, e em seguida, a segunda.
- Quem tá aí? — pergunto.
- Zoro? — pergunta o capitão, colocando a cabeça para dentro do ambiente.
- Ah, é só você, Luffy. — murmuro, dentando mais na banheira. — O que foi?
- Bom, eu ia tomar banho agora... — fala. — A Nami me obrigou.
- Eu já estou acabando aqui... — respondo. Ele assente — Faz o seguinte: vai lá e me traz minha toalha?
- Hm... Tá. — dá de ombros. Minutos depois ele volta, e sai em seguida. Me levanto, saindo da banheira e passando a toalha no corpo. E lá estava aquele cheiro novamente. Tão agradável... C ontinuo secando meu corpo, e quando termino é que percebo o nome na barra da toalha, escrito com uma letra curvilínea.
"Sanji"
- Tá brincando... — sussuro — Eu me sequei com a toalha que o Ero-Cook usa todo os dias? Luffy, você não sabe ler?
Saio do banheiro, abrindo a porta para o quarto.
- Ah, é o Zoro. — fala Nami. Está amarrando o cabelo.
- Ah, Nami. Bom dia. — falo, me sentando na cama. Ela me olha, e em seguida, vê o nome na toalha.
- Vocês dois já estão tão íntimos que usam até a mesma toalha? — pergunta. Meu rosto esquenta.
- CLARO QUE NÃO! — grito. Ela ri — Isso é culpa Luffy! Eu pedi pra ele pegar minha toalha... Ele deve ter pego a primeira que viu.
- Entendo... Ah, sim! — fala, como se tivesse se lembrado de algo — Eu comprei uma coisa na última ilha. Sem você saber, claro.
- Olha, vou logo falando que não vou usar nenhuma saia dessas que você usa, e...
- Aqui! — puxa um maiô verde com algumas flores brancas de uma sacola.
- Você quer que eu use isso? — pergunto, pegando as peças na mão. Não é pequeno, como pensei que fosse. Acho que é o tamanho certo.
- Sim. Eu, você e a Robin vamos tomar sol hoje. — responde. Eu viro o biquini em minhas mãos.
- Hm... Tá bom, mas você pode me ajudar a colocar? — pergunto. Ela sorri em me vira de costas, tirando a toalha. Passados alguns minutos, ela me vira de frente e diz que eu tenho que passar um creme estranho.
- É protetor, Zoro. — esclarece, colocando um pouco na minha mão — Se você não usar isso, vai acabar vermelho igual à um camarão.
- Entendi. — começo a passar nos braços, e ela me ajuda com as pernas. Passa nas minhas costas, enquanto em passo na barriga. Robin chega e coloca seu biquíni, assim como Nami.
Nós três saímos do quarto, e quando paro no convés, vejo que está tudo arrumado. Três cadeiras de descanso, com um banquinho do lado de cada uma delas. Me sento na do canto.
- Eu nunca pensei que poderia fazer isso... — murmuro, me deitando e começando a cochilar. Meu momento de ralaxamento acaba quanto Sanji aparece com uma bandeija, e três copos de suco sobre ela.
- Aqui, Robin-chan. — fala ele, dando o copo para Robin. Em seguida, faz a mesma coisa com a Nami e por último, comigo. — Se vocês me dão licença...
- Espera, Sanji-kun! — pede Nami. Pega o vidrinho de protetor, estendendo para ele — Passa nas minhas costas?
- Claaaro, Nami-swan! — ela se vira de costas, e ele desfaz o laço do biquini.
- Se você descer essa mão, te mato. — diz ela. Sanji começa a passar o creme, e por algum motivo, não me sinto bem com isso. Começo ficar desconfortável. Não me sinto bem com ele passando as mãos em outra mulher...
Como assim? Não me sinto bem? Que papo é esse? Ele não é nada meu!
- Quer que eu passe em voê, Robin-chan? — perunta ele. Robin nega, sorrindo. — E em você, Zoro?
- Não. A Nami já passou em mim. — falo. Ele assente.
- Qualquer coisa é só chamar! — fala, saindo saltitante — Mellorine, Mellorine, Mellorine, Mellorine...
E aí, eu durmo.
-----X-----
Acordo com alguém me cutucando. É Nami. Olho para trás dela, e vejo o céu escuro e estrelado. Já é de noite.
- Hora de levantar, né? — pergunta. Me levanto, entrando e trocando de roupa. Coloco uma das minhas camisetas masculinas. Fica um pouco grande, mas não gosto de coisas apertadas. — Nossa, eu tô com fome...
- Então vamos jantar. Todos já estão na cozinha. — fala Sanji, encostado na porta. Tira o cigarro da boca devagar, soprando a fumaça. Por algum motivo, eu gosto da visão. É até bonito, e meio... Másculo?
- Eu vou, com certeza. — falo, arrumando minha rede para dormir. — Mas antes eu quero conversar uma coisinha.
- Hã? O que foi? — pergunta, entrando no quarto. Nossa, agora eu bato no ombro dele...
- Hm... Senta na cama da Robin. — ele abedece, se sentando na lateral. Eu sento na cama da Nami, de frente pra ele. — Primeiro, eu quero te confessar um acidente.
- Acidente? — pergunta. De repente, fica desesperado — O que aconteceu? Você se machucou? Quebrou um braço? Uma perna?
- Não! Calma! — peço. Ele respira fundo, se acalmando — Não tem nada a ver com sangue.
- Ufa... — fala — Então, o que houve?
- Bom, hoje eu fui tomar banho, e... — começo, lembrando da burrice do capitão. Coro — Quando eu estava na banheira, o Luffy entrou no banheiro, dizendo que queria tomar banho também...
- O quê? Aquele idiota... — murmura Sanji, se levantando com fumaça saindo pelas orelhas — Vou dar uma surra...
- Espera eu terminar de falar, merda! — grito. Ele se assusta, se sentando novamente.
- Hai. Gomennasai.
- Tá desculpado. Agora eu vou terminar, então você fica quieto enquanto eu falo. — eu digo. Ele assente — Então, ele entrou no banheiro no meio do meio do meu banho. Eu tinha esquecido minha toalha, e pedi para ele pegar. Ele voltou e saiu do banheiro. Aí eu comecei a me secar...
- Calma... — pede. Respira fundo — Estou tentando não imaginar você tomando banho, mas é complicado. Vou tentar mais um pouco. Continue.
- Então... — falo, mas minha voz morre. Tomo coragem — Quando eu terminei de me secar, eu vi que a toalha era sua! Me desculpa!
Ele fica em silêncio por alguns segundos.
- Você está dizendo que secou o seu lindo corpo feminino com a toalha que eu seco o meu corpo masculino todos os dias? — pergunta. Eu assinto. Ainda olhando para meu colo, vejo algumas gotas de sangue cair no chão. Assim que olho para ele, me deparo com os olhos em forma de coração e o sorriso bobo.
- Ei. — chamo. Ele fica normal — Dá pra parar com isso?
- Se você secou seu corpo com a minha toalha... — murmura ele, se levantando — Significa que nós quase tivemos uma relação física. Quer dizer... As gotas que ficam em mim depois do banho vão para aquela toalha.
Merda! Merda, merda, merda, merda, merda!
- Tá bom, me desculpa! É só lavar! — falo. Ele me olha intensamente.
- Até parece. — murmura. — Eu nunca mais vou lavar aquela toalha.
- Sabe, isso soou um pouco nojento. — falo, pensando no assunto. Afinal, o que ele poderia fazer com aquela toalha? Guardá-la assim faria feder a mofo. Ou então ele pode continuar usando, mas isso também seria nojento. Ou então ele poderia... Poderia... — Sanji! Você não está pensando em fazer nada pervertido com ela, está?
- Como assim? — pergunta. — Eu não pensei em nada disso. Por quê? Você pensou?
- N-Não! — falo — É só que... Você é realmente muito pervetido, e... Vamos mudar de assunto? Quero perguntar outra coisa.
- Claro. O que é? — pergunta. Eu coro.
- Bom... — começo. Ele chega um pouco mais perto, fazendo-me ter que levantar também. — Eu quero saber o que tem no seu perfume.
- Perfume...? — pergunta, confuso.
- É. Seu perfume. É do quê? Frutas? Alguma flor? — pergunto. Sua cara continua um ponto de interrogação. — Bom, do que for, é muito bom. É sério. Eu tenho minhas dúvidas se é algum afrodisíaco... Foi o seu perfume que me fez beijar você, naquela hora.
- Perfume? — pergunta novamente. Ele cora. — Tem alguma coisa errada.
- Como assim? — pergunto.
- Eu não uso perfume nenhum, Zoro. — responde. Fico surpreso.
- Impossível! — falo, andando até ele. Chego bem perto — Você têm que usar algum perfume! É sério!
- Mas eu não uso! — fala. De repente, alguém nos interrompe.
- Ei, vocês dois. O que que tá pegando? — pergunta Franky.
- Nada. Estamos indo. — falo. Vou andando, enquanto Sanji me segue.
Chegamos na cozinha e jantamos. Ao terminar, Sanji começa a lavar a louça. Quando termina, chega perto de Robin. Todos do navio estão na cozinha.
- Robin-chan... — chama, indo até ela, que está sentada perto da ponta da mesa. Ele puxa o colarinho e mostra o pescoço — Tem como cheirar aqui?
- Hm... — resmunga ela. Dá de ombros e coloca o nariz no pescoço dele, sentindo o cheiro.
- Então? Tem algum cheiro estranho ou diferente? — pergunta ele. Robin nega com a cabeça.
- Tem só o cheiro do seu sabonete. Cheiro de pele limpa. — responde ela. Ele assente, indo até a pia.
- Por que a pergunta, Sanji? — pergunta Luffy. Sanji se vira para frente.
- Bom, Zoro disse que eu tenho um cheiro diferente. — fala ele. Imediatamente aquele familiar rubor percorre meu rosto.
- E o Zoro andou cheirando você, é? — pergunta Nami. — Hm... Entendi.
- Não é isso!! — falo, me levantando da cadeira e andando até Sanji. — É que pra mim, ele term um cheiro diferente! Eu não sei o que acontece! Vejam só!
Chego perto dele, encostando o nariz em seu pescoço e inspirando. Minha mente fica enevoada novamente, e sinto uma sensação boa nas costas e nas mãos. Quando meus pensamentos vão ficando claros, abro os olhos e novamente vejo Sanji surpreso. Me separo dele imediatamente.
- Viram? Quando eu sinto esse cheiro eu fico fora de mim! Parece que minha alma sai do corpo! — falo. Todos os Chapéus de Palha olham pra mim com o queixo caído, menos Chopper.
- Zoro... — chama ele — Eu sei o motivo que só você sente esse cheiro nele.
- Sabe? — pergunto — Então me diz!
- O Sanji é... — murmura ele. Em seguida, me olha nos olhos.
- O Sanji é...? — pergunto. Ele respira fundo.
- A pessoa certa para acabar com a sua maldição. — responde. Viro estátua. O que você disse, doutor?
- Hein? — pergunto. Ele assente, como se soubesse o que eu estou pensando — Chopper, isso é sério?
Ele balança a cabeça, concordando.
- Você está dizendo que... EU VOU TER QUE FAZER SEXO COM O ERO-COOK?? — grito. Todos os meus companheiros ficam surpresos.
- Não. Você vai ter que fazer AMOR. É diferente. — explica. — De qualquer forma, se você tentar com outro, não vai funcionar. Por isso você sente esse cheiro nele. É como se fosse um atrativo.
- Eu vou ter que fazer sexo com o cozinheiro... — murmuro.
- Pelo menos é uma pessoa que você conhece faz tempo. Pense pelo lado positivo! — diz ele, levantando a pata.
- Tem lado positivo nisso, Doutor? — pergunto. Ele começa a fazer aquela dancinha de novo.
Droga! Por que eu fui me meter nessa merda de maldição?
Notas finais
Será que eu mereço um review?kkkkk
Só isso.
Beijos, até o próximo!
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