Notas iniciais
Queria dizer o quanto eu estava maluca para poder postar essa fanfic. E finalmente, olha ela aqui (corações, corações, amo corações ♥♥) Para quem nao me conhece, sou a Thaciara, mas todos me chamam de Ciara, prazer. Tenho 16 anos e amo escrever. É meu momento de relaxar, meu lazer digamos assim.
Queria poder agradecer a minha irmã Ianara. Mesmo odiando Justin e achando fanfic uma besteira, obrigada mesmo por todo apoio que você me deu, para poder criar esta historia. Sempre foi o meu sonho escrever sobre magia, e você naná é a prova viva de que fez esse sonho torna realidade.
Está fic é baseada em muitas historias. Em Bela Adormecida, em Frozen, em Jogos Vorazes (amoooo, uma tributo aqui o/) em Harry Potter, e também em uma fanfic americana (da qual eu nao lembro o link) chamada Fine Line.
A meus leitores, peço por favor paciência, pois postarei quando eu puder. E também, gostaria de dizer, eu não sou profissional. Nao exijam de mim. Eu escrevo para minha diversão e nao para postar livros e tudo mais. Conto com a ajuda de vcs ein babes. Essa fic é muito importante pra mim, e demorei semanas a planejando. Me ajudem a divulga-la está bem?
Espero que gostem, e sejam bem vindas ao mundo de Evil Princess.

Essa é uma história incomum. É uma historia contada através da vila por gerações e gerações de pessoas, sobrada à aura entre as arvores da floresta, seguida por todo o império. Por muito tempo, foi um conto negro, onde muitas pessoas perderam a vida e foi uma historia sem final feliz. E se você espera algo extremamente encantador, eu sugiro que pare de ler agora mesmo. Até pela sua própria segurança. Sempre escutei falarem que ela continua tão poderosa quando nasceu. Mas, se sua curiosidade for maior e o desejo desesperador por saber do que se trata, indico que leia. Porém, isto será nosso segredo, para todo o sempre.

Avalon sempre foi o maior reino de todos, e o único isolado. As pessoas eram tão próximas uma das outras, que se poderiam dizer como uma família. O rei a e rainha eram unidos com o povo, em sempre uma maneira de querer ajudar os mais necessitados. Algo, que de uma certa forma despertou o interesse de Miguel. O herdeiro primogênito do rei. Com seus cabelos morenos cacheados, que levava sempre o apelido de pequeno anjinho, pelo o qual Miguel se derretia aos braços de sua mãe adorável.

–– Miguel, já disse que você não irá comigo! – Vossa majestade ordenou nem um pouco amigável

–– Minha mãe, estou grande o suficiente para isto! Tenho dezenove anos, eu gostaria muito de conhecer os lugares por onde a senhora tanto anda.

Miguel admitiu quase sussurrando. Fechou os olhos por longos segundos, criando pequena esperança em si, crendo que poderia ter sido convincente para sua mãe.

–– Tudo bem Miguel. – ela bufou cruzando os braços– Será somente dessa vez, está bem mocinho?! – disse logo após de apertar o nariz do menino, deixando o lugar vermelho.

–– Ok mamãe, prometo.

Miguel deu um giro e pulou de felicidade, mas tirou o sorriso de seus lábios ao ver seu irmão de dois anos mais novo que ele, junto à escada do castelo o encarando seriamente. Miguel fitou vossa majestade Bethany e retornou o olhar a Nathanael.

–– Você gostaria de vim conosco? – Miguel questionou, enquanto olhou depressa sua mãe quase ao sair do castelo.

–– Vossa mãe não permitiria. – Nathanael virou o rosto.

Miguel suspirou –– Ela deixará. Não se preocupe. – deu um sorriso calmo, caucionando Nathanael olhá-lo– Gostaria de vim?

Nathanael assentiu por fim. Miguel virou-se risonho e seguiu atrás de sua mãe, que fez uma cara feia ao ver que Nathanael iria também. Mas, ela amava seus filhos, e mesmo tanto querendo, não conseguiria dizer não a eles. Mesmo o rei William ficasse bravo ao ver que Bethany estaria misturando trabalho com família.

–– Se comportem queridos. E estejam sempre próximos a mim.

Ela disse antes de sair da carruagem. Seu vestido longo rosa, com detalhes dourados, surgiu no ar, se rastejando por todo o chão daquelas ruas. Bethany sorriu e acenou a milhares de pessoas que esperavam por ela a meses. Sua visita era quase todo mês, mas em cada parte do reino. Enquanto o rei tratava de assunto financeiro, vossa majestade teria apenas o direito se gentil e amiga do povo. Por isto, fazia questão de visitar as pessoas carentes, sempre seguindo sua forma culta de ser.

–– Céus papai, eu só estou...

Foi a ultima palavra que Miguel escutou, antes de alguém se bater com ele. Absolutamente ágil, contraiu a garota antes de tombar no chão. A garota lhe observou, posteriormente de seus olhares chocarem. O coração tão quieto despertou mostrando a Miguel a fervura de seu sangue. A menina assustada se levantou, se afastando dele. Arrumou seu cabelo e notou novamente Miguel, abrindo um sorriso belo nos lábios, que naquele momento tivera derretido Miguel.

–– Desculpe vossa senhoria. – Miguel vez uma reverencia, e ela riu.

–– Oh, não senhor, não fasta isto. – ela se aproximou dele, pondo a mão em seu ombro. Miguel alçou a cabeça a olhando– Eu que deveria ter feito isso. Vossa majestade. – ela segurou em seu vestido, fazendo uma reverencia belíssima e olhou ao lado, vendo o pai da garota fazer o mesmo.

–– Nos desculpe pelo transtorno vossa majestade. Esta multidão nos deixou confusos. – o pai da menina proferiu, quase engasgando.

–– Está tudo bem senhor. – Miguel disse gargalhando, sem tirar os olhos da menina de cabelos morenos, e tão bela.

–– Shamira eu... – uma outra mulher apareceu e parou sua ação no mesmo momento. Miguel a olhou dos pés a cabeça, prendendo seu olhar em seus cabelos ruivos e seus olhos bem negros, o que pudera dar calafrios em si. No entanto, seu pensamento foi afastado ao ver Nathanael ansiar ao seu lado. Miguel zombou dentro de si, ao perceber que seu irmão estaria encantado por aquela mulher que lhe assombrou completamente. –– Desculpe. – ela mesmo fez sinal de reverencia para os dois, que retribuíram do mesmo modo.

–– Teremos que ir agora. – a morena disse, fazendo o coração de Miguel gritar por não deixa-la partir assim.

–– Espere. – ele falou antes de ela se virar. – Gostaria de me apresentar sua vila? Quero dizer, – Miguel passou a mão em seus cabelos– Estou meio perdido e nesta confusão toda, já devo ter pedido minha mãe de vista. – ele apreciou ao redor da multidão e não se via nada.

–– E eu adoraria a companhia da senhora. – Nathanael contou, logo após de se aproximar da ruiva e beijar sua mão.

–– Claro, se o seu pai permitir. – Miguel fitou para o senhor, que estava dúbio.

–– Vão minhas queridas, vossos príncipes estão perdidos e precisam de ajuda. Mostrem a ele nossa cultura aqui.

–– Ok papai. – a morena deu um beijo calmo na testa do senhor, que depois seguiu seu caminho. E empós girou ao fitar mais uma vez Miguel. – Bem, eu me chamo Shamira. E está aqui, é minha irmã mais nova, Ruby.

Ela disse finalizando apontando para a ruiva, que flertava com Nathanael. Miguel riu junto com Shamira, e deu-lhe seu braço permitindo Shamira se apoiar de uma forma gentil e seguiram por toda a vila. E continuaram a seguir por muito mais. Meses se passaram, e Miguel sempre acompanhava sua mãe nas visitas as vilas e sempre dava um jeito de encontrar Shamira.

A grande forma carinhosa de como Miguel tratava Shamira, despertava inveja em Ruby, que esperava por Nathanael todo o mês. Ruby sempre tivera rancor e ambicionava Miguel completamente, mesmo sabendo que pertencia a Shamira. O jeito de como eles ficavam, de como brincavam e se amavam, criava uma reviravolta em Ruby gigantesca. Ela iria para bosque, e usava seus poderes para destruir tudo que visse pela frente, em uma forma de tirar sua raiva dentro de si. Ela sempre odiava isso. O jeito que seu pai e todos tratavam Shamira. Sempre a queridinha. Idolatravam Shamira por ter sido abençoada com poderes, e mal sabiam todos que Ruby também tivera sido assim, mas dessa vez, ela usaria de outra forma.

Anos se passaram, e Shamira e Miguel finalmente se casaram. Ainda mesmo com vosso rei querer matar Miguel por se casar com uma plebéia, sua mãe lhe deu total apoio ao ver o casal apaixonado. O que não foi diferente com Ruby, que dessa vez se casou com Nathanael. E mesmo com tantas brigas, resolveram tentar ficar juntos, mal sabendo que o interesse de Ruby era apenas destruir o grande amor que Shamira e Miguel tinham.

O reino cresceu e entristeceu com a morte de vossos reis. Miguel, triste dentro de si, assumiu o reino, por ser o mais velho. E assim perseguia tudo, normalmente. Até a noticia se surgiu em cada canto daquele reino. A rainha estava grávida. Shamira esperava uma menina. Uma bela menina. Miguel estava inteiramente feliz, e comemorava ao lado de seu irmão. O que se tornava diferente, pos Ruby se trancava em seu quarto, e nem se quer queria olhar na cara de Shamira. A pequena irmã só gostaria de dividir sua felicidade com Ruby, e tão inocente sem saber o grande ódio que a irmã carregava adentro de si.

–– Por favor, atenção. Vosso rei, Miguel Ruzzarin irá falar. – disse o pequeno guarda dando espaço para Miguel.

–– Hoje é o dia muito feliz a todos. O dia em que, minha filha Abelle completa um ano de idade. – Miguel falou exultante, ao lado de sua esposa Shamira, logo após de todos baterem palmas tão sorridentes quanto – Obrigado a todos que vieram, obrigado a minha esposa por ter me dado o melhor presente de minha vida. – ele suspendeu o copo com vinho e todos continuaram a bater mais palmas. Virou-se para Shamira e lhe deu um selinho sereno. – Agradeço também ao meu irmão Nathanael por sempre estar ao meu lado tão paciente. – Miguel olhou para o irmão que sorriu e encarou em volta. Não tivera entendido porque Ruby teria negado vim para a celebração, mas não quisera encher sua mente com isto. – E de fato é algo triste também. Já se faz anos que meus pais morreram, e desde então tive que assumir tudo. A grande perda me fez mal ao estremo, mas saberia que seria minha ordem seguir em frente com nosso reino. Quero concluir, ao dizer que Avalon será o mesmo e que farei por tudo pra que possamos viver em paz eternamente e seremos juntos. – Miguel sorriu, ao ver aquela multidão gritar e o aplaudir. Ele sorriu pra sua esposa, e olhou para o berço admirando sua filha. Seu irmão estava ao seu lado, acenando e olhando para Miguel absolutamente orgulhoso– Que possamos continuar toda nossa trajetória, e que minha filha possa prosseguir meu trabalho e com a existência da vida em nosso reino.

Antes que ele pudesse pensar ao continuar sua fala, o tempo se fechou. O vento começou a bater forte nas arvores, de qual até os pobres animais tivera medo. As nuvens ficaram negras, dando lugar ao algo sombrio. Miguel queria entender o porquê daquilo, todavia seu corpo se estremecera e se abaixou ao ver uma grande fumaça invadir o salão, praticando todos gritarem e se afastarem.

–– Ora ora, o que vejamos. – sua voz maléfica nasceu. As pessoas elevaram seus rostos, ainda atordoados com o acontecimento. Lá estava ela, parada no meio de tudo, tão vulgar e nuviosa encarando todos dentro de seus olhos, transmitido temor. Suas unhas grandes seriam capazes de matar seu coração e seus cabelos longos ruivos eram tão poderosos somente de olhá-los. Sua respiração pesada, e seu sorriso sempre irônico nos lábios.

–– Ruby? – Shamira se perguntou. Ela piscou os olhos varias vezes ao acreditar que aquela poderia ser sua irmã, e do quanto estava tão atemorizante.

–– Diga pequena irmã, pensasses que só tu tivesses magia?

–– Você.. você nunca contou nada a nós! – Shamira gritou, sentindo os braços de Miguel envolve-la ainda mais.

–– Sempre fui rejeitada e pisada por todos Shamira. – Ruby dava passos mais próximos a eles. As pessoas se recuavam e eram obrigados a não olhá-la, com suas cabeças abaixadas, porque ela tivera atirado magia para que ninguém a olhasse. Ela era bela. E em sua mente, ninguém era digna de ver sua beleza. Por isto, ela decidia de quem seria capaz de olhá-la.– Mas, quis deixar isto de lado, e fiz questão de vim dar meu presente a minha sobrinha querida, pessoalmente. – Ruby se aproximou do berço, e Shamira quis colar a mão, mas Ruby a olhou desdém– Querendo rejeitar meu presente querida?

–– Melhor você ir embora Ruby. – Miguel disse bravo.

Ruby gargalhou –– Porque eu deveria?

–– Porque estou mandando Ruby! – Nathanael disse lá atrás ressurgindo de tudo. Ruby o encarou e soltou sua risada malvada.

–– Fique quieto meu esposo bobinho, você não sabe de nada.

Ruby retornou seu olhar para pequena criança que estivera dentro do berço. Oh, que bela garota. Sua pele de neve tão macia e seus cabelos louros tão brilhantes. Seus olhos verdes e hipnotizantes, que se encaixava perfeito com seu rosto de porcelana. Ruby se debruçou seus dedos sobre a menina, fechando os olhos e sentindo a pureza infinita da garota. Suspirou sorrindo, ao realmente ver que ela era um fruto de um verdadeiro amor.

–– Melhor se afastar Ruby, por favor. – Shamira pronunciou pousando sua mão no berço de Abelle e Ruby a olhou mais uma vez.

–– Ouça bem todos vocês. – Ruby afirmou se virando para multidão, abrindo seus braços e erguendo seus dedos, retirando sua magia assim fazendo eles os olharem. Ruby causava inveja nas mulheres por ser extremamente bela e deixava os homens anestesiados. – Está criança irá crescer normalmente, mas não da maneira como todos pensam. A partir de hoje ela terá a escuridão crescendo mais e mais dentro de si, até que no seu aniversario de vinte anos ela será por completa imortal,extremamente cruel e com coração negro. Nem a magia de um amor verdadeiro será capaz de quebrar essa maldição. Abelle será a maldade em pessoa para todo o sempre.

E retirou seus poderes de si, depositando na criança, logo após de girar e sumir no ar com sua risada assustadora. E foi ali, que a vida de Abelle mudaria pra sempre e carregaria em si a maldição eterna, que nem um amor verdadeiro seria capaz de quebrar.

Notas finais
Digam o que acharam gatonaaas, os comentrios de vcs sao sempre importantes ♥
Obrigadaaaa babes, e amo vcs ♥