Evil In The Night
4 She Deserve To Die
Notas iniciais
O castanho passou o resto da manhã e pedaço de tarde pensando que mal tinha conhecido aquele menino e já tinha o perdido. Incrível como nada durava perto dele. Foi ao seu armário largar seus livros e um bilhete caiu no chão. O pegou e não conseguiu evitar um enorme sorriso.
“Blaine Anderson.” – B.A.
Um sorriso ainda maior estampou-se nos lábios de Kurt. Aquele então era o nome do garoto tão incrível que ele havia conhecido? Kurt largou seus materiais desnecessários e foi em direção a sala do coral, percebendo que todos já estavam em seus devidos lugares. Sentou ao lado de Sebastian, que também já estava presente. Poucos minutos depois o Sr. Schue entrou na sala de aula, sorrindo como sempre para os seus alunos.
O mais incrível, era o sorriso de idiota que estava no rosto do Hummel. Como u simples bilhete contendo um simples nome poderia ter o deixado tão feliz?
— Boa tarde, pessoal! – Cumprimentou o professor. – Para hoje eu gostaria de fazer uma lista com as ideias de vocês para as tarefas semanais. Qualquer ideia é bem-vinda.
Todos começaram a sugerir ideias. Quinn disse para que eles usassem músicas animadas; Rachel sugeriu musicais e ainda disse que tinha uma lista com os melhores, o que fez com que todos revirassem os olhos encarando a judia; Kurt sugeriu que utilizassem músicas dos clássicos da Disney e a maior parte dos alunos começou a concordar, afinal era uma boa ideia.
— Me nego a cantar essas musiquinhas ridículas de criança. – Santana despejou as palavras com uma expressão de nojo em seu rosto.
— E desde quando os clássicos da Disney são coisas de criança? – Uma voz conhecida por Kurt entrou na sala, sendo recebido por olhares um pouco atrevidos por parte das meninas (além de Kurt, claro). – Quer dizer, eles até são, mas pessoas de diversas idades os apreciam, porque todo mundo pode acabar aprendendo algo com os ensinamentos que eles passam. Além de serem divertidos.
— E você, delícia, quem é? – Quinn perguntou de uma maneira incrivelmente atirada, recebendo um olhar sarcástico em resposta.
— Meu nome é Blaine Anderson. – Respondeu o moreno. – Kurt me indicou o clube, dizendo que na opinião dele é o melhor. Por isso, como estava passando na frente da sala, resolvi entrar e ver se realmente era tão bom assim. – Kurt acabou corando com a presença de Blaine.
— Precisamos de mais um integrante, caso se interessar. – Ofereceu Will, deixando o moreno um pouco pensativo.
— Você é muito lindo e fofo, mas não me convenceu em relação a essas músicas infantis. Para mim elas continuam sendo apenas coisas de criança. – Santana mais uma vez se pronunciou, irritando Kurt e, por consequência, um sorriso de canto por parte de Blaine.
— Todos podem até pensar que nós estamos um pouco velhos para animações, contos de fadas e todas essas coisas, mas apenas parem e pensem tudo que eles nos ensinam, é praticamente todo o nosso caminho sendo traçado através deles. Aprendemos sobre coragem, bravura, esperteza, amor, amizade. Vivemos tantas incríveis aventuras, nos divertimos, rimos, até choramos.
Todos os alunos e até mesmo o professor ficaram encarando Blaine pasmos. Ele parecia ter na ponta da língua uma resposta para absolutamente tudo. Como aquilo era possível? Sebastian percebeu os olhares que Kurt e Blaine trocavam e percebeu também as bochechas rosadas do melhor amigo. Por algum motivo, aquilo deixou o Smythe com seu coração alegre, fazia muito tempo que não via Kurt com um olhar tão sereno, tão pacífico.
— Acho uma ideia maravilhosa. – Declarou Brittany.
— O mérito não é meu, é todo do Kurt. Eu apenas convenci vocês. – Riu o moreno.
— Você mal chegou aqui e já me sinto apaixonada. – Tina disse com um sorriso e Quinn concordou com ela.
— Então, você vai entrar para a equipe? – Perguntou o professor, tão entusiasmado quanto os alunos.
— Eu posso cantar primeiro? – Perguntou Blaine. – Vocês nem sabem se eu sou bom.
— É claro que você é bom. Você deve ser bom em tudo. Absolutamente tudo. – Pensou Kurt, ainda encarando Blaine e vendo que o moreno simplesmente abriu um sorriso enorme e olhou de canto para o castanho, que mais uma vez corou.
— Tenho certeza que você é. – Disse Quinn.
— Na cama então, deve ser uma loucura. – Falou Santana e Kurt revirou os olhos, enquanto Blaine apenas deu um sorrisinho.
— Santana, tenha mais respeito, por favor. – Pediu Kurt.
— Olhem só, Lady Hummel está com ciúmes. Escuta aqui, querido, ninguém resiste a mim, especialmente alguém tão maravilhoso assim. – Ela falou achando ser a dona da razão.
— Desculpa, mas você não faz meu tipo. – Disse Blaine e todos ficaram sérios e começaram a alternar os olhares entre Santana e Blaine.
Nesse tempo em que todos fazem parte do coral, nunca viram alguém desafiar Santana, porque normalmente a latina fazia o maior barraco possível, mas Blaine não se deixava ficar assustado por um mero humano, ainda mais um tão insignificante quanto Santana.
— E que tipo eu sou? – Ela perguntou desafiadora.
— Do tipo que faz de tudo para chamar atenção. Do tipo que acha ser melhor que todos, mas na verdade não é. Do tipo que acha que só por ser popular pode fazer o que bem entender. Do tipo que precisa pisar em cima dos outros para parecer superior. Posso ficar aqui até amanhã, mas acho que isso não é necessário. Pessoas como você não tem a menor chance comigo. – Blaine fez uma pequena pausa, um pouco arrependido por ter sido arisco daquela maneira. – Desculpa, eu não quis parecer rude. Eu acredito que as pessoas podem se achar boas, só que elas não têm direito algum de se acharem superiores.
— Ah, você é do tipo que se acha também, só não admite. – Falou Santana tentando argumentar, mas ela falhou feio.
— Eu sou bom em muitas coisas, mas acredito que sempre vai existir alguém melhor que eu. Esse alguém só não é você. – Ele falou olhando diretamente para ela.
— Sr. Schue, você vai deixar ele falar dessa maneira comigo? – Perguntou ela se fazendo de coitadinha. O professor apenas ficou em silêncio. — Tudo bem. Parabéns por terem conseguido o décimo quarto membro da equipe, mas é o seguinte: se ele entrar, eu estou fora. – Ela falou desafiadora e todos ficaram ainda mais alegres, já que ninguém suportava ela. – Vocês não vão encontrar ninguém para me substituir.
— Por mim você pode ir e levar Quinn junto. – Disse Tina. – Menos uma para disputar o coração de Blaine. – Completou ela, sorrindo para ele.
— Eu não vou a lugar algum. – Disse Quinn se defendendo.
— Santana, novamente digo que não quero parecer rude, mas eu consigo encontrar outra pessoa para te substituir, caso me peçam. Se eu contasse, você não acreditaria nos poderes de persuasão que eu possuo. – O olhar de Blaine era tão penetrante que Kurt acabou sentindo um arrepio.
— Então é isso? Vocês vão perder uma mulher como essas? – Santana falou apontando para si mesma.
— Uma vadia como você? Vamos. Você não vai fazer falta alguma. – Disse Sebastian, levando alguns a darem risada.
Uma briga se formou dentro do coral e Wil apartou a mesma. Pensando que aquilo já havia terminado, decidiu que ficaria por conta dos alunos a saída de Santana ou a entrada de Blaine no coral, então fez uma votação. Quase todos votaram para que ela fosse embora e ela acabou partindo para cima de Kurt, que foi defendido por Blaine.
Quando todos saíram do coral, após Santana sair e Blaine ser aceito, Kurt falou com Sebastian e disse que o encontrava mais tarde, afinal o Smythe avisou que precisava falar com um professor.
— Oi. – Uma voz mais que conhecida por Kurt chegou por trás dele e parou ao seu lado, se escorando no armário e ficando bem próximo do castanho.
— Oi, B.A. – Kurt disse em tom de deboche, levando Blaine a rir. – Obrigado!
— Ah, não foi nada. Eu prometi que não iria permitir que ninguém te machucasse. Ela mereceu tudo o que aconteceu. – Blaine disse, dando de ombros.
— Obrigado por isso também, mas não era exatamente disso que eu estava falando.
— Está agradecendo pelo que, então? – Blaine estava um pouco confuso, pela primeira vez não tinha entendido algo que era tão óbvio.
— Por ter me dito o seu nome. – Ele assentiu com a cabeça e sorriu.
— De nada. Falei sério quando disse que queria ser seu amigo. – Ele falou sorrindo. Aquele sorriso lembrava Kurt daquela pessoa de preto que havia visto dias atrás. Aquele sorriso o perturbava, mas Blaine era uma pessoa e aquela era apenas sua imaginação, ou assim ele imaginava. – Você está bem? Está meio pálido.
— Você também. – Falou rindo. – Você parece até um vampiro, ou algo imortal.
— Por que? – Ele perguntou meio confuso.
— Porque você é perfeito. – Pensou Kurt, vendo Blaine aumentar seu sorriso. Se ele apenas imaginasse o motivo do sorriso de Blaine... – Porque você é tão branco quanto papel.
— E vampiros são pálidos? É isso? – Blaine perguntou rindo. – É essa a sua percepção sobre vampiros?
— Você nunca assistiu Crepúsculo, não? – O tom de voz do castanho era cheio de brincadeira. – Não sou muito fã desse vampiro, eu prefiro o lobo. Existem vampiros melhores, mas ainda assim.
— Você está comparando um vampiro com uma purpurina? – Ele perguntou ainda rindo, mas sua voz parecia estar ofendida.
— Desculpa, não existe uma matéria escolar chamada vampirologia. – O Hummel disse irônico. – Tem o Damon, ele é um vampiro muito bonito. Ele não brilha no sol, ele queima, mas usa um anel para não se machucar. Ele não é tão branco. E ele explica como é um verdadeiro vampiro.
— E como ele sabe como é um verdadeiro vampiro? – Blaine inquiriu, vendo Kurt também se escorar no armário.
— Por que está prolongando tanto o assunto? – Perguntou rindo e Blaine deu de ombros. – Não importa como eles são, já que eles são apenas um mito, assim como Papai Noel, Fada Madrinha, Fada do Dente, Dragões e Dinossauros.
— Dinossauros realmente existiram, isso não podemos negar. E quem disse que vampiros não existem? – Kurt revirou os olhos. – Só me responde e então poderemos falar sobre o que você quiser.
— Você conhece algum vampiro? Existe algo que comprove que eles existem ou existiram? Não, não existe. Você é um por acaso?
— Talvez. – O tom de Blaine era um tom amigável, mas a seriedade em seu rosto fez com que Kurt mais uma vez se arrepiasse.
Ele estava ficando louco ou Blaine estava mesmo o olhando como se o comesse com os olhos? Uma vergonha preencheu o castanho só de pensar em estar certo.
— EU VOU MATAR VOCÊ. – Os meninos ouviram um grito: era Santana.
— NÃO! – Gritou Blaine. – CHEGA PARA TRÁS!
— VOCÊ ACHA QUE EU TENHO MEDO DE VOCÊ? – Ela perguntou desafiadora e arrogante como sempre.
— Não sei se tem, mas caso não tenha, acho melhor começar a ter. – Ele respondeu com um sorriso cínico nos lábios e ela revirou os olhos.
— EU TENHO CARA DE MEDROSA? – Santana continuou a gritar.
— Tem cara de barraqueira. – Falou Tina, que também estava ali no momento. Aliás, todos do New Directions estavam ali.
— VOCÊ NÃO SE METE. – Continuou Santana, sem parar de gritar.
— Vamos embora. – Falou Quinn, junto de Brittany.
— EU NÃO QUERO FICAR PERTO DESSA TRAÍDORA. ELA VOTOU PARA QUE EU SAÍSSE DO CORAL. – Gritou Santana, apontando para Brittany.
— PARA DE GRITAR COM ELA. ELA NÃO TEM CULPA. – Gritou Quinn. – Vamos embora, agora. – Ela falou e puxou Santana.
— EU VOLTO PARA TE MATAR. – Foi a última coisa que Santana gritou antes de sair da escola.
— Kurt, eu adoraria ficar o resto do dia aqui falando com você, mas eu preciso resolver uma coisinha. – Blaine disse, vendo Kurt fechar o seu armário – Falo com você mais tarde, ok? Posso passar em sua casa lá pelas oito?
— Claro. Tchau, B.A.
Kurt manteve em seu rosto o sorriso bobo enquanto via Blaine se afastar, resolvendo ir para casa logo em seguida. Se sentia como um idiota apaixonado, mas tinha medo de essa ser mesmo a melhor definição para o que ele estava a sentir.
[...]
Após chegar em casa, ainda com um sorriso enorme, Kurt dirigiu-se ao banheiro e tomou um bom banho quente e, após isso, colocou uma roupa mais confortável para ficar em casa. Desceu as escadas e encontrou Sebastian atirado no sofá, cheio de cadernos e com um lápis em mãos.
— Tarefa de casa? – Perguntou Kurt, sentando-se perto do amigo.
— Por incrível que pareça, estou seguindo seus passos e estou estudando. Quer apenas relembrar um pouco dos conteúdos do ano passado. – Explicou Sebastian, vendo seu amigo assentir. – O que foi aquele ensaio hoje? Quase morri de rir.
— Foi o melhor de todos. – Riu Kurt. – Santana ainda me ameaçou de morte ao sair da escola. Blaine olhou tão fulminantemente para ela, que pensei que ela iria cair dura ali mesmo.
E, entre risadas, Kurt e Sebastian ficaram ainda conversando. Falando, em geral, das picuinhas que tinham acontecido naquele dia, que haviam sido de extrema graça para os amigos.
KURT HUMMEL
Estava eu deitado em minha cama, lendo tranquilamente. Após passar a tarde inteira rindo com Sebastian e falando sobre coisas diversas, acabei me sentindo um pouco cansado, então resolvi ocupar minha mente. Por volta de sete e meia ouvi um barulho perto da minha janela. Levantei para checar, mas não enxerguei nada. Quando olhei de volta para minha cama, aquela pessoa de preto lá estava, sentada e sorrindo. Realmente, aquele sorriso me lembrava o de Blaine, mas não parecia ser tão doce quanto o do mesmo.
Pisquei algumas vezes, não acreditava estar mesmo vendo aquilo, queria garantir que não estava mesmo ficando louco, mas, após piscar inúmeras vezes, ele ou ela permanecia ali, sorrindo daquele jeito perverso.
— Provavelmente um pesadelo. – A tal pessoa parecia incerta.
Eu nunca havia escutado aquela voz, era uma voz sombria, até demais. Uma tontura me atingiu e acabei me desequilibrando
Kurt nunca tinha escutado aquela voz antes, era uma voz sombria até demais. Uma
— Um pesadelo. – Uma voz que eu nunca havia escutado antes, foi o que escutei naquele momento. A voz me atingiu mais do que as palavras. Me senti um pouco tonto e acabei caindo no chão. Quando olhei para cima, ele já não estava mais lá.
A campainha tocou, me despertando de meus pensamentos confundíveis. Corri para descer as escadas, estava em choque ainda pelo que tinha presenciado. Encontrei Blaine sorrindo, mas seu sorriso se desfez, provavelmente porque eu estava com uma cara de espanto. Durante bons minutos eu me perguntei se deveria ter dito a verdade para Sebastian, mas se ele não acreditou na primeira vez que falei, não havia motivos para acreditar agora.
— Você está bem? Aconteceu alguma coisa com você? – Blaine parecia preocupado.
— Sendo honesto, não estou bem. Tem uma pessoa completamente vestida de preto que está me atormentando tem uns dias. Ele apareceu na escola, apareceu aqui em casa e aparece até nos meus sonhos. O que mais me preocupa é que o sorriso dele é idêntico ao seu, mas um pouco mais sombrio.— Pensei. Mas ele também não iria acreditar em mim. – Estou bem, sim. Resolveu o que tinha que resolver? – Perguntei enquanto dava espaço para ele entrar na minha casa.
— Sim. Está tudo resolvido de uma perfeita maneira. – Ele disse abrindo novamente seu sorriso. – O que fez de bom?
— Apenas conversei com Sebastian. – Falei também sorrindo. Estar ao lado de Blaine me passava tranquilidade, mesmo que eu pensasse que o mundo inteiro estava desabando em minha volta.
— Legal. – Ele disse e eu o convidei para sentar no sofá comigo. – Você gosta de ler? – Ele perguntou reparando na grande estante de livros que eu tinha na parede.
— Amo. Livros são a melhor companhia do mundo. – Eu falei e ele assentiu.
— Livros são melhores do que pessoas. – Ele disse e, dessa vez, eu assenti.
— Eu não poderia concordar mais. – Falei rindo. Logo senti meu celular vibrando e o peguei para ver o que era. Um número desconhecido estava me ligando. – Alô?!
“Hummel, eu vou matar você.” – Avisou a voz. Uma voz muito parecida com a de Quinn.
— Quinn, é você? – Perguntei confuso.
“Sim.” – Respondeu seca, como sempre.
— O que eu fiz para você querer me matar? – Perguntei inocentemente.
“Eu acabei de ver o estrago que você fez com a minha melhor amiga.” – Ela respondeu e eu ainda não estava entendendo nada.
— Ainda não estou entendendo. – Falei ainda confuso.
“Acabei de encontrar Santana sangrando, toda cortada. Ela está toda machucada, e tem algumas frases escritas pelo corpo dela. Sem contar o fato de que o rosto dela está parecendo o rosto das pessoas assassinadas pela Samara no Chamado.” – Ela disse e eu me apavorei.
— Eu não fiz isso, Quinn. Eu não seria capaz.
“Então quem foi Hummel? Se não foi você, foi quem? Um monstro terrível que tem dois dentes afiados, que machucaram o pescoço da Sant? Um monstro que escreveu todos os tipos de frases maldosas pelo corpo dela e a deixou aqui sangrando até a morte?” – Ela falou essa frase enorme, mas eu não prestei atenção em tudo. Só foquei na parte essencial.
— Como assim dois dentes afiados que machucaram o pescoço? – Perguntei lembrando da conversa que tive mais cedo com Blaine sobre vampiros. Sim, eu já estava até acreditando em fadas em um momento desses.
“Tem dois furos em formatos de dente no pescoço dela. Hummel, isso não vem ao caso no momento.” – Ela disse meio irritada.
— O que importa é que não foi eu. Ela está bem? Quer dizer... ela vai ficar bem? – Perguntei realmente preocupado. Não importa o quanto eu não suporte a Santana, eu não consigo desejar a morte nem de uma formiga.
“Se ela der sorte. Mas com tanto sangue perdido, não sei dizer.”
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