Notas iniciais
Devo mil e uma desculpas, a inspiração deste conto simplesmente sumiu, voltando somente hoje...

Acordei com dois guardas em meu aposento, se despindo, pelo que pude percerber eles me tomariam, não demorou muito e foi o que houve.

– Acorde escrava.

– Sim? – perguntei assustada, eu não imaginava que aconteceria isso, eu nem havia me recuperado da noite com a conquistadora e agora pela tarde ela já me entregaria aos seus soldados, realmente era um monstro.

– Sempre somos os últimos a pegar as garotas que a conquistadora entrega aos soldados, desta vez resolvemos nos antecipar. Agora retire está túnica.

Retirei a túnica, pedindo proteção a todos os Deuses possíveis.

– Ela é linda não Ghoir, a conquistadora sempre tem bom gosto.

– Com certeza Zanther, venha escrava, coloque se joelho em minha frente e vejamos do que é capaz.

Coloquei-me de joelhos em frente ao soldado e logo senti minha boca invadida por seu membro.

– Chupe, isso. Ghoir, essa sabe o que faz.

– Vamos logo Zanther, quero comprovar por mim mesmo.

Senti um liquido horrível na minha boca e cuspi tudo, levei um puxão no cabelo com isso e logo depois o outro soldado colocava sem membro e minha boca, após um tempo cuspi novamente, que horror, e novamente outro puxão no meu cabelo.

– Vou colocar meu liquido em um local onde você não possa cuspir.

Logo Ghoir colocou-me de quatro e entrou com seu membro no meio de minhas nadegas, chorei de dor, aquilo me rasgava toda, e ele socava tudo com força e mais, eu não continha os gritos e as lagrimas escorriam em meu rosto tamanha a dor. Porém após um tempo e muitos tapas na minha bunda por continuar gritando ouvi a porta se abrir e outro soldado entrar.

– O que está acontecendo aqui?

– Não vê Zeriah, estamos nos divertindo.

– Com autorização de quem Zanther?

– Sabemos que logo a senhora conquistadora irá nos agraciar com essa linda garota e não quisemos perder tempo.

– Eu ordeno para que se vistam e saiam daqui, só pode-se tocar quando a senhora conquistadora assim o permitir e não temos essa permissão.

– Tudo bem senhor.

Agradeci aos Deuses essa intervenção.

– Criança, está viva?

– Sim, obrigada.

– Lave-se e tente descansar.

Tomei novo banho, se aquilo era uma amostra do que aconteceria comigo depois que a conquistadora se cansasse eu estaria morta em menos de uma semana, e a única coisa que me mantinha forte, era saber que pelo menos eu havia livrado Lila disto.

Meu corpo estava todo dolorido, eu chorava, não conseguia me sentar, e deitei-me da maneira mais confortável que pude, e adormeci, um sono sem sonhos, o que era raro para mim, logo fui acordada por Zeriah.

– Criança a senhora conquistadora exige que venha comigo. — Me levantei e acompanhei aquele soldado, mal conseguindo caminhar.

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Ao avistar Gabriele entrar em meu aposento senti um dor no peito, ela mal conseguia andar, será que eu a havia machucado a este ponto.

– Deixe-nos Zeriah.

– Escrava, sente-se aqui. – apontei o amontoado de pele a minha frente.

Percebi que ela sentou-se com grande dificuldade e que sua face transmitia uma dor quase palpável. Aquilo me acertou em cheio, eu me sentia mal por ter causado tanta dor aquela garota.

– Sente dor escrava? — ela balançou a cabeça afirmativamente.

– Venha comigo.

Levei-a até minha cama, a deitei de costas e levantei sua túnica, ela reagiu ficando com o corpo tenso, havia marcas de mãos em suas nadegas, me enfureci, pois não as havia feito.

– Escrava o que são estas marcas? Quem lhe deu estes tapas.

– Foram dois soldados de vossa guarda senhora conquistadora.

– E como isso aconteceu? – eu sabia a resposta, só queria a confirmação.

– Eles entraram em meu aposento, senhora conquistadora, disseram que queriam aproveitar antes dos demais.

– Quem são eles, lembra-se dos nomes? – logo uma frieza tomou conta de mim, ousavam tomar minhas posses sem meu conhecimento, logo ela ainda, eu não podia me deixar levar pela emoção, como explicar assassinato frio de dois soldados, minha mente já planejava uma saída e com certeza envolveria a morte destes soldados por minhas mãos.

– Sim senhora, Ghoir e Zanther,

Já tinha os nomes, então agora era esperar o momento certo, passei um ungento para aliviar a dor e as marcas em Gabriele, por incrível que pareça aquele corpo exposto não causou-me a excitação que eu esperava e sim compaixão, enquanto eu passava o ungento percebi o corpo de Gabriele relaxar e a observei dormir. Algo tocou em meu interior, a imagem daquela garota dormindo me deu uma nova sensação, algo parecido com o que eu sentia quando estava com Lyceus, uma sensação de paz. Cobri o corpo de Gabriele, comi alguma coisa, bebi vinho planejando a lição que daria em meus soldados.

Eu não poderia mata-los somente, isso causaria insegurança em meu exercito, não poderia castiga-los, pois se descobrissem o motivo verdadeiro para tal ato, Gabriele se tornaria um alvo e pensar nisso já me fazia fraca, eu encontraria um meio e faria o que estava em minha mente, algumas marcas de vela haviam se passado e Gabriele continuava a dormir, eu não queria acordá-la, deite-me ao seu lado, eu sei que não dormiria, mas precisava descansar um pouco, diferente do que eu esperava Morpheus abriu seus braços para mim está noite.

Acordei com alguém me abraçando, logo vi quem era e um sorriso bobo nasceu em meus lábios, era a primeira vez que uma escrava dormia em minha cama, e com certeza era a primeira vez que eu realmente dormia em anos e acordar com aquele corpo praticamente em cima do meu me dava um prazer que eu não poderia descrever.

Levantei da cama e fui para a casa de banho particular em meu aposento, entrei na banheira e deixei meu corpo relaxar, Kara já havia mandado encher com água morna, como eu gostava pelas manhãs.

Terminei meu banho, voltei para meus aposentos e Gabriele continuava a dormir, aquela garota devia estar muito cansada, não consegui ter coragem de acordá-la, puxei a corda que dava ao quarto de Kara, ela um espécie de sino e ela entenderia que ela deveria vir.

– Senhora conquistadora. – ouço a voz de Kara

– Kara, a escrava que dorme em minha cama está machucada, cuide dela, a alimente e a mantenha aqui, deixe-a dormir, e quando acordar prepare um banho morno para ela em minha casa de banho pessoal.

– Sim senhora.

Percebi que Kara estranhara minhas solicitações, mas ela jamais contestaria qualquer ordem, eu confiava em Kara, o que era estranho para mim, mas eu via um pouco de Lyceus nela.