Eu no CHB
2 Preparação
Notas iniciais
Acordei com a luz do sol entrando pela janela que fica no teto, e vi que Bia já havia saído. Levante, vesti um short justo, snekers e a blusa do CHB, e fui saindo do chalé quando Travis me parou:
– Lety, você poderia me fazer um favor? – concordei – depois do café você poderia mostrar o acampamento para uma nova filha de Hermes? Papai não para um minuto. O tempo todo por aí no mundo dormindo com mulheres e tendo filhos e filha a torta e a direita.... Estou muito ocupado com as organizações para a caça a bandeira, então seria um grande favor. Ela acabou de chegar na casa grande, você tem uns 20 minutos.
– De boa Travis, quero ser do seu time mais tarde.
Dei um abraço no meu irmão e encontrei Bia pelo caminho. Quem não enxergar aquela boca vermelha não tem visão.
– Guedes!
– Por Zeus, Lety! Vou ter um ataque cardíaco a qualquer momento. Não faz nem 20 minutos que saí daquele cubículo e você já tá aqui.
– Quero um Help depois do café – falei enquanto chegávamos ao refeitório – Travis me encarregou de mostrar o CHB pra uma nova mana.
Nos sentamos em uma mesa, e eu comi um cupcake de chocolate, uma fatia de pizza e um copo de limonada. Enquanto mastigava e saboreava cada pedaço doce macio e delicado feito de cacau e leite, reparei que Ian me observava, enquanto comia uma maçã, e aqueles profundo olhos azuis, azuis como algodão doce, encaravam meu olhos que de tão escuros não se podia enxergar a alma, como não se enxerga uma pessoa através de uma janela embaçada.
Tudo parou, todos se congelaram, apenas o silencio daqueles lindos olhos me encarando docemente, enquanto o tempo rodava ao nosso redor. Murmúrios voltaram a ser ouvidos e senti uma pontada de dor no meu pé esquerdo. Bia havia me chutado
– Acorda! Você tá aí parada observando o nada por quase dois minutos, não temos que encontrar a tal garota na casa grande?
– Desculpa Bia – disse me levantando – vamos.
Caminhamos pelos campos de morango, até a casa branca, quando avisto uma figura alta, de cabelo meio castanho e óculos vinho esperando impaciente na varanda, e eu grito:
– Clara! – uma amiga minha da escola no brasil, uma das melhores – como você veio parar aqui???
– Lelê – disse ela correndo ao meu encontro e me abraçando – Eu tava me perguntando como VOCE teria vindo parar aqui... eu nem acredito nisso! Meu... Meus Deuses!
– Clara, essa é Bia, nossa irmã. Pronta pra conhecer nossos ídolos?
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Clara como sempre, pirou ao reconhecer Connor, Travis, Annabeth, Nico e outros dos semideuses mais famosos. Fomos para o nosso cubículo, e descobrimos que havia mais uma cama, embutida na parede. Foi super divertida a nossa tarde, nós lemos, conversamos e aprontamos, derrubando todo mundo que passava por nossa escada. Na hora do jantar, nos vestimos – eu vesti a roupa do Camp, uma armadura de couro, uma calça jeans e tênis da nike; Clara vestiu um short de florzinhas, a camisa do camp e um colete de ferro, igual ao de Bia; bia vestiu a camiseta do Camp, e uma jardineira jeans, e sneakers pretos juntos com a armadura; ambas prendemos o cabelo; eu tinha meu arco-e-flecha de Hermes, bia tinha uma espada de bronze e Clara umas faquinhas sinistras, que se multiplicavam.
Saímos do chalé de Hermes, e fomos em direção á fogueira, onde Clarrise dividia os semideuses. Ela dividiu todo o acampamento – cerca de duzentas pessoas – em quatro grupos. Eu fiquei com Bia e Clara, além de Nico Di Angelo, Will Solace, e Travis e Connor Stoll, e outros desconhecidos. Na Hora da divisão de tarefas, nosso grupo de cinquenta foi dividido em três: um procurava a bandeira — o meu – e os outros defendiam – Clara e Bia. Will e Travis ficaram no meu grupo.
– Pronta Lety? Vamos te dar cobertura e queremos que você pegue a bandeira. – falou Will.
– Agradeço pela confiança – respondi – espero que eu seja capaz de vencer isso.
– Será sim maninha. – respondeu Travis – Vamos te dar cobertura.
Concordei com a cabeça. O jogo ia começar, e eu espero não morrer na minha primeira Caça ás Bandeiras.
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