Eu... Você... Nós.

49 Responsabilidade.


Notas iniciais
Tentei fazer 1.000 palavras, mas não deu queridos... Fico escrevendo a noite para vocês, desculpem pelas... sei lá quantas palavras faltantes. Fico devendo! No próximo faço 1.150 palavras, prometo :3 Estou escrevendo mais rápido porque recuperei a vontade de escrever a fic... Estou me sentindo meio troll então se virem piadinhas, não reparem. Ps.: Se tiver algum erro de português ou continuação me avisem! #Enjoy #Fui

Pov. Gabriela.

Edu e eu estávamos em minha casa, estávamos conversando animadamente no sofá e ele diz:

– Por que você não tenta ser amiga da Anjo?

– Porque eu não confio nessa garota.

– Mas ela é legal. – ele dá um sorriso que me derreteu.

– Mais eu não quero ser amiga dela! — me esforcei o máximo pra recusar, porque com aquele sorriso eu não conseguiria dizer não.

– Não vai não? – fica sério.

– Não. – falo séria também.

– Então tá. – ele levanta e sai da minha casa.

Sigo-o revoltada, abro a porta e vejo Edu e Anjo se beijando, eu grito:

– EDU! POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? – começo a chorar.

– Porque eu nunca deixei de amar ela. – a envolve pela cintura e ambos olham para mim.

– Se manca queridinha, ele me ama, ele jamais iria amar uma pessoa como você! Ele sempre me amou! Ele sempre zoou os nerds! Ele prefere mulheres como eu! Muito mais bonita que você! – põe um braço no ombro de Eduardo que me olhava rindo, eu começo a chorar mais ainda, como ele poderia fazer isso comigo? – Olha Duduzinho, ela está chorando, ah, coitada da bebezinha. – ela diz com deboche e ambos começam a rir de mim...

Acordo em minha cama e percebo que tudo foi um sonho, porém o sentimento de traição permanecia em mim, minha mãe costumava dizer que todo sonho tem seu significado... Qual será o significado deste? Olho para o lado e vejo Edu sentado, em uma cadeira perto da minha cama, batendo os pés de nervosismo.

– Acordou amor? – ele meio que desperta dos pensamentos e senta, ao meu lado, na cama.

– Sim... Eu tive um sonho estranho... – falo relembrando o sonho para não esquecer.

– Como foi o sonho? – ele mexe no meu cabelo passando-me segurança.

– Sonhei que você tinha me trocado pela Angélica. – percebo que ele fica nervoso, ele se ajeita na cama e diz com a voz tremula:

– E co-como fo-foi isso?

– Bom... Você queria que eu fosse amiga dela e eu disse que não aí você saiu bravo e quando eu vi você estava beijando ela... – ele começa a suar frio — Você está bem? – digo preocupada, ele estava com a mão direita na cama e segura o lençol com força.

– S-sim... É-é... E-eu es-estou pre-preocupado com você... – “Ai que lindo.” Penso.

– Eu... – resolvi contar a ele sobre a gravidez. – Quer dizer... Isso é normal... – não sou boa em dar notícias sérias como essa...

– Normal? – fica sério.

– É...

– O que tem de normal em desmaiar do nada?

– É assim mesmo quando se fica grávida... – tá! Joguei a notícia na cara, mas já disse, sou péssima em dar notícias.

– Grá-grávida? – me olha com espanto, se estivesse tomando suco com certeza iria se engasgar.

– É... – eu sento na cama e me ajeito.

– E você me fala assim? Sem aqueles discursinhos? – ele tenta fazer uma graça, mas parece que a ficha acaba de cair... – Espera... E-eu s-sou o p-pai? – o nervosismo que ele tinha volta.

– N-não sei... Po-pode ser do Ca-Caio... – seguro na mão dele.

– Hum... E o que você vai fazer se for dele? – fica sério.

– Vou cuidar da criança... Por quê? – fico séria e confusa, o que ele quer dizer com isso?

– Sozinha? – ainda sério.

– É... Eu jamais iria pedir ao Caio para me ajudar a cuidar, muito menos pedir para ele assumir... Fora o fato dele está na cadeia... – a conversa toma um rumo inesperado...

– Então a criança vai ficar sem pai? – fala indignado.

– É... Acho que sim... – fico confusa, por que isso?

– E-eu assumo... – me propõe segurando em minha mão e olhando fixamente em meus olhos.

– Não posso dar essa responsabilidade a você... – eu realmente não quero dar esse pepino para ele segurar...

– Mais também pode ser meu... – continua olhando para mim.

– E se não for? – realmente, se não for dele, ele iria se responsabilizar sem ter culpa.

– Mais eu vou assumir, está decidido! – diz dando um sorriso que me derretia.

– Como eu digo não para uma carinha dessa? – aperto as bochechas dele e começo a rir. Ele tira minhas mãos do rosto dele e segura-as em cima da cama.

– Então eu vou ser pai? – ele passa a mão pelo meu rosto e sorri.

– Vai... – ainda estou me sentindo mal em dar essa responsabilidade a ele.

– Amor... – ele põe o meu cabelo atrás da orelha e continua. – Eu amo você, muito, você não tem noção do quanto... – ele parecia triste. – Saiba que eu quero estar ao seu lado e te ajudar em tudo o que você precisar. Nunca duvide de meu amor por você, mesmo que eu faça besteiras, tá? – ele segura levemente em meu queixo e diz isto olhando fixamente em meus olhos, seus olhos demonstram tristeza, mas... Por quê?

– Tá... Meu amor... Por que está dizendo estas coisas? – tento tirar minha duvida.

– Porque eu sou um idiota que só faz besteiras... – tenta dizer de um jeito divertido, sorrindo, tentando esconder sua tristeza, mas eu não caio nessa.

– Que besteiras que você faz? – pergunto ainda séria.

– Não sei... Já fiz tantas besteiras na vida... – fica com o olhar distante... O que ele tem?

Permaneço com a preocupação, mas prefiro guarda-la para mim, cedo ou tarde eu sei que vou acabar sabendo. Ele deita ao meu lado e eu deito em seu braço, com meu braço e perna em cima dele, em pouco tempo pegamos no sono.

Notas finais
Desculpe o capitulo anterior, postei correndo. hahahaha' "#Beijinho no #ombro pro #recalque passar longe." hahahahahahahaha' "como diz a pensadora Valesca Popozuda" hahahahahahahahahaha' --x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x--x-- Obrigada e bem vinda nova leitora: Bia Perroni