Notas iniciais
Oiee!! Desculpe pela demora de posta mais um capitulo, é que ocorreu um bloquei de criatividade... é eu sei isso é horrivel. Mas em fim, o anjo me ajudou e eu consegui escrever mais um capitulo ~ebaaa!!~
Então espero que vocês gostem...
ahh antes que eu me esqueça essa capitulo vai para todas as pessoas que estão lendo a fic...
Bjos e boa leitura

Passei a semana todas assim, ia pra aula normalmente e depois a noite ia para os rachas. Às vezes Lucas ia comigo, mas ele nunca gostou da idéia de eu correr pelas ruas que nem uma maluca como dizia ele. Já estava ate conseguindo respeito pela galera que ia ver e ate mesmo os outros corredores, sempre ganhava.

Via Dionísio somente nas aulas, conversava às vezes com Nicolas e Camila achava que eu estava estranha, mas não me importei com o que ela estava falando. Estava mais tranqüila depois que comecei a corre, era um momento que eu me esquecia de tudo, me esquecia das investidas de Dionísio, da minha pequena apaixonite... ou se lá o que... que sentia por Nicolas e até as broncas que Lucas me dava dizendo que não gostava que eu corresse.

Depois daquela semana, vamos dizer que agitada, acordei na segunda-feira tomei banho, vesti minha roupa habitual calça jeans, uma blusa branca com tema meio que rock and roll e all star. Tomei café com Edgar que ainda me ajudou a termina as tarefa que eu tinha deixado de fazer, pois estava fazendo outra coisa mais divertida com o meu Camaro.

Entrei na sala e sentei na cadeira ao lado da janela, Edgar sentou ao meu lado e Camila que chegou logo depois sentou na minha frente. Nicolas que chegou assim que o sinal bateu sentou atrás de mim. Logo após alguns minutos de aula um papel dobrado foi jogado encima da minha cadeira, tinha sido Nicolas. No papel tinha escrito.

“Passei no seu quarto ontem para ir janta na casa da Roberta, mas você não estava. Então queria saber onde você foi ontem a noite?”

“Pra que você quer saber?”

“Eu disse pra Roberta que você estava dormindo, mas eu posso voltara trás e dizem que você tinha saído e ainda que faz uma semana que você só vai para o quarto depois das 4 h da manhã. Que tal, você escolhe.”

“Agora vai fazer chantagem é?”

“Você interpreta do jeito que quiser meu anjo”

“Pra que você quer sabe?”

“Por que eu quero, e você vai me dizer, pois não vai querer ficar encrencada meu anjo”

“Eu fui numa cidade aqui perto”

“E. O que você foi fazer lá”

“Ai é querer saber demais”

“Ahhh!! E como você foi pra lá anjo?”

“Eu tenho os meus meios meu bem”

“Hum, agora gostei que você me chamou de MEU BEM. Mas mesmo assim quero saber o que você foi fazer lá”

“Falando serio agora palhaço, é melhor você não saber o que eu ando fazendo. E é melhor você fica quietinho sobre isso”

“A Camila e o Edgar sabem?”

“Não”

“Você vai contar?”

“Não”

“Ta brava comigo?”

“Não”

“Mas parece, você ficou fria comigo”

“Não é você é que eu percebi que estou mentindo pros meus amigos, na verdade estou omitindo, mas pra mim é a mesma coisa”

Depois disso a aula acabou e os bilhetinhos também. O resto do dia eu fiquei sem falar com ele. Já na hora do almoço Camila veio falar comigo.

-Agora você ta amiginha do Nicolas?

-Por que você ta perguntando isso?- ele odiava quando não respondiam uma pergunta que ela faz

-Eu perguntei primeiro!

-Ah, sei lá a minha tia desde que eu cheguei aqui fica tentando fazer com que eu e Nicolas fiquemos amigos. Então por que você ta perguntando isso?

-Por nada, só queria saber mesmo. — então ela fez uma pequena pausa, ai começou a falar super rápido- Mas tipo tenha cuidado com ele viu, pra não acabar se apaixonando ai você se declara pra ele ai ele te dá um fora na frente de todo mundo e você vai ficar deprimida e chorando pelos cantos...

- Camila respire enquanto fala- disse Edgar que estava almoçando com agente e estava ouvindo tudo sem dizer uma só palavra... até agora...

-Relaxa Camila eu não vou me apaixonar por ele fique tranqüila- porque eu sou muito anta e estou começando a gostar dele- então vai logo que já vai dar o horário para a aula começar.

Fomos para a aula e o resto do dia foi àquela coisa monótona. Depois que todo mundo já tinha saído do prédio fui para a sala de musica e fiquei tocando violão mas depois eu reparei que no canto da sala tinha algo coberto por um lenço branco. Depois que eu o retirei vi que tinha um piano perto, estava um pouco empoeirado como se não tive sido usado a um bom tempo. Quando vi aquele piano me lembrei de quando era pequena e meu pai me colocava com colo q me ensinava a tocar no piano, eu não me lembrava de muita coisa, mas mesmo assim me sentei e comecei a tocar um pouco. Quando fui ver já tinha passado muito tempo e o céu já tinha ficado escuro.

Logo após sair do prédio fui para o meu quarto tomei um banho e vestir a primeira roupa que vi e então fui para o terraço sentei no balanço e fiquei lá um tempo ate que ouvi uma porta rangendo, corri para a passagem e fique lá olhando o cara do terraço aparecer. Ele sentou no banco e começou a tocar e cantar hey, soul sister. Quando ele começou a cantar percebi que já tinha ouvido aquela voz, mas não sei aonde.

Depois que o ouvi cantar fechei a passagem e fui fechar a janela, quando olhei para a floresta que começava perto dormitório, vi que Dionísio estava debaixo da mesma arvore concentrado lendo um livro. Eu sei que não deveria fazer isso, mas eu desci para encontrar com ele. Quando cheguei até ele me sentei ao seu lado. Dionísio não olhou para mim só continuou a ler o seu livro. Eu tinha muito a dizer, mas do nada eu perguntei.

-Por que você ta aqui?

-Achou outra forma para consolar as suas magoas e esquecer aquele imbecil que faz lagrimas surgirem em seus lindos olhos?- ele continuava a ler o livro sem olhar pra mim

-Sim

-Então pra você correr pelas ruas é uma válvula de escape?- ele continuava com uma expressão serena e sem olhar para mim

-É. E como você sabe?

-Te vi em um racha na cidade no sábado.

-Agora você vai fazer chantagem?

- Acho que agora não.

-eu não deveria ter vindo- disse me levantando, mas ele segurou minha mão então eu sentei novamente, pois sabia que ele não deixaria eu ir embora- O que você quer?- falei um pouco irritada, sabia que ele irai me chantagear.

-Eu quero você- dessa vez ele abaixou o tom de sua voz e aqueles olhos azuis da cor do céu estavam me encarando vi no seu olhar desejo, mas também receio. — Mas eu sei que nunca vou poder ter você por inteiro, uma parte de ti sempre vai ficar pensando com seria se fosse aquele que fez você derrama lagrimas outro dia- ele continuou com o tom de voz baixo mas no sei olhar vi passar brevemente raiva- É o Nicolas né, o garoto que sua tia é responsável?

Eu não o respondi, pois nem eu sabia se gostava realmente dele ou era só uma atração passageira. Estava ainda confusa e um pouco chateada pela decisão dos meus pais de me colocar aqui, então não tinha cabeça para pensar sobre o que eu realmente sentia por Nicolas. Então depois de uma pausa eu falei

-Tenho que ir o horário de ir para os quartos já passou e se minha tia souber vai querer sabe o que eu estava fazendo até tarde

-Você nunca ligou pra isso minha pequena Lucia. Relaxa que não irá acontece nada- ele falou isso enquanto jogava pra trás o meu cabelo que estava no ombro.

-Eu acho melhor você continua a ler o seu livro e eu vou para o meu quarto tentar dormi. — falei me levantando

Na mesma hora que eu me levantei ele também, parecia que ele não estava me escutando. Quando eu comecei a andar para entra no dormitório ele me puxou e me prendeu na arvore, pressionando o seu corpo contra o meu de forma que eu não consegui-se sair. Então ele abaixou a alça da minha blusa e então começou a fazer uma trilha de beijos começando pelo ombro. Enquanto uma mão esta na minha nuca a outra estava percorrendo toda extensão do meu corpo. Quando sua boca chegou perto da minha sua mão pousou a minha barriga, fazendo círculos com o polegar, então Dionísio me beijou meio que de forma desesperada, intensa, como se esperasse isso há séculos. Eu não estava, mas controlando mais os meus atos, minhas mãos começaram a desabotoar a camisa social que ele que ele estava vestido, eu não queria saber de mais nada era como se eu estive em êxtase, sempre que estava perto dele perdia a noção do que era certo, assim que a camisa dele caiu no chão ele se afastou um pouco, mas ainda com os lábios encostados nos meus falou:

-Eu sei que você deve esta querendo, mas acho que agora não é à hora nem lugar minha pequena- disse um pouco ofegante... na verdade nos dois estávamos...- E também quero deixar você com desejo de quero mais- falou com um sorriso de deboche e com a respiração mais controlada

Então ele voltou a se sentar debaixo da arvore e fez sinal para que eu sentasse ao seu lado. Estava ainda um pouco “perdida’’, me sentei a seu lado sem reclamar. Dionísio me abraçou de forma que minha cabeça ficasse apoiada em seu peitoral que ainda estava despido.

Depois de ficamos alguns minutos em silencio somente ouvindo o barulho dos grilos eu tinha que uma coisa.

-Por que eu?

-Por que você é única. Na primeira vez que te vi eu me encantei. Mas pra falar a verdade eu não sei direito, pois existe coisa que não da pra explica minha pequena.

Simplesmente fique pensando no que ele havia dito “existe coisa que não da pra explica”. Então novamente... só pra varia né... eu adormeci abraçada com o deus do vinho.

Notas finais
Gostaram?? sim? não?
ahh se você estiverem, sei lá, sem mada pra fazer e quiserem ler mais textos meus vão lá no meu perfil e cliquem em minhas historias... Se gostarem que bom, se não tanto faz..