Notas iniciais
Oieee
Td beem gente?
Primeiramente, como sempre, agradecendo os reviews. Adoro eles gente, sério mesmo. E o mais legal é ver cada um com uma ideia diferente, um ponto de vista diferente. Tem gente até qu conseguiu gostar da Val... bem , ela é muito menos insuportável do que a Michelle.
Bem segundo é que eu queria agradecer, e pedir pra vocês agradecerem a querida Nin, que me infernizou pra que eu postasse hoje. Sério, mesmo. Mas enfim assim é bom por que eu sei que a fic tá empolgante. Aliás, eu recomendo a fic dela, to sem o link aqui, mas vou colocar o nome daí é só procurar ali em cima, que voces acham o lugar pra colocar o nome da história. AHaha tá chame vcs de lezadas por tabela agora né asuhauhsa
O nome é : When It All Falls Apart
Muito boa fica dela.
E em terceiro lugar, eu queria que vocês colocassem uma coisa nos reviews, ou melhor duas.
1ª: O que vocês acham da Fer? (tipo carisma, acham que falta personalidade, acham que eu exagero muito sei lá, exponham uma visão crítica nisso)
2ª essa é mais legal: O que voes acham que vai acontecer no próximo capítulo?
A) Fer vai estabelecer um relacionamento. ( com quem vcs vão saber no fim do capítulo)
B) Fer vai voltar com Andrey.
C) Ou vai se por no lugar dela e não fazer canalhice.
D) Vai ser sincera com o Matt e expor seus sentimentos.
E) Vai se tocar da merda que fez e esquecer namoros por um tempo.
Ai gente... Não é promoção não( não vou colocar ninguém na história, a principio) eu só quero ver se já dá pra conhecer um pouquinho da Fer heheh
Bom acho que é isso.
Beijos

Em uma sexta feira depois da faculdade resolvi ir posar na casa do Andrey. Já fazia tempo que ele vinha convidando, mas eu sempre acabava indo pra casa.

- Por que você sempre recusa meus convites? – perguntou ele quando eu entrei no carro.

- É que sempre coincide com as manhãs que eu tenho aulas com o Syn. – falei pegando meu celular e passando uma mensagem pra Jhessyka avisando que eu ia dormir fora.

- Ah. – ele deu um suspiro. – eu não sei porque... Eu não vou com a cara desses caras...

- Por que eu vivo junto com eles, por que são meus amigos e são famosos? — perguntei rindo. Ele sorriu e deu partida no carro.

- Eu não sou tão ciumento assim. — disse enrugando as sobrancelhas. — Mas esses caras não me inspiram confiança.

Fomos até a casa dele conversando sobre os Avengers. Eu fiquei tentando convencê-lo de que não tinha com que se preocupar com eles, mas não tinha jeito. Além disso, ele tinha um ciúme filho da puta do Matt, eu não sei por que já que eu nunca tinha dito nada. Sério, as vezes eu achava que ele tinha o sexto sentido.

Andrey já morava sozinho a estas alturas, por isso podia me levar na casa dele.

Quando chegamos lá, ele abriu a porta, e já me puxou para dentro num beijo urgente. Ainda me beijando ele ascendeu a luz e foi me conduzindo para o quarto, me jogou na cama e foi tirando a camisa, enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Então ele se deitou por cima de mim, e recomeçou com os beijos, cada vez mais rápidos e atrevidos. Suas mãos percorriam todo o meu corpo, me fazendo arrepiar. Eu o beijava avidamente e acariciava sua nuca e seus cabelos, enquanto Andrey deslizava as mãos por baixo da minha blusa tentando tirá-la sem interromper o beijo. Claro que isso era impossível, mas tirei os braços, e só interrompemos para passar a blusa pela minha cabeça, e já voltamos num ritmo ainda mais desesperado.

Mantemos os beijos, por mais um tempo, então ele agarrou o fecho da minha calça, e algo me disse pra parar com aquilo. Eu não tinha certeza do que estava fazendo, e não sabia se queria perder minha virgindade ali, naquele momento.

Quando ele já a desabotoava, eu empurrei o peito dele, nos separando.

- Andrey... – falei ofegante. – Acho que não é o momento. Não to muito segura. – fiz uma cara de pesar.

— De novo? – ele falou incrédulo. – Sério que eu não entendo... – ele falou jogando-se na cama ao meu lado. – Quando você tinha só 14 anos, vivia dizendo que não via a hora de poder namorar sério só para poder fazer sexo. Agora, você já tem dezoito, ta namorando sério comigo, e para tudo pela terceira vez? – eu abri a boca pra responder, mas ele levantou a mão avisando que não tinha terminado ainda. – Com o argumento que não está segura.

- Andrey... – falei pausadamente. – Eu tinha 14 anos, não tinha a mínima noção do que eu estava falando...

- Ah você tinha sim. – ele falou enrugando as sobrancelhas. Eu sabia que qualquer homem ficava puto quando o forçava a parar, mas eu realmente não tinha certeza do que estava fazendo. – Sabe o que eu acho? Acho que você não quer perder a sua virgindade comigo. Acho que só está esperando uma oportunidade para dar praquele Shadows. – falou furioso.

- Puta que pariu! Quando é que você vai largar mão desse ciúme besta? Ele é casado!! – Gritei. Na verdade eu nunca tinha pensado no porque que chegava na hora H e eu não me sentia segura, pensando que ele não era o cara certo. Mas olhando por esse ângulo, acho que era exatamente por isso.

Nós discutimos feio. Andrey disse que sabia que eu morria de vontade de dar pra um daqueles caras idiotas, que não sabiam fazer porra nenhuma da vida. E eu disse que ele era um bosta que não se garantia, que tinha medo de perder a mulher pra outro por que sabia que não era homem o suficiente pra me satisfazer.

Depois de discutirmos mais de meia hora, eu falei pra ele me lavar pra casa, e a gente resolver isso de cabeça fria.

- Tchau. Boa noite. – Falei quando desci do carro.

- Tchau. – ele falou e deu partida.

Eu entrei em casa pé por pé para não acordar ninguém. Já passava da meia noite. Fui para o meu quarto e me joguei na cama.

Tentei dormir, mas eu rolava para um lado, rolava para o outro e nada de pegar no sono. Eu sabia que ia demorar pra conseguir dormir. Era sempre assim quando eu estava com raiva, só tinha uma coisa que me acalmaria.

Levantei acendi a luz e procurei a minha bolsa. Ela estava jogada dentro do guarda roupa desde a viagem com a Val.

Achei a carteira de cigarro e o isqueiro, coloquei em cima da escrivaninha, pra procurar o meu pijama. Estava calor, então coloquei uma micro camisola de cetim vermelha que mal cobria o bumbum, e fui pra sacada fumar. Tava de noite, então nem liguei de ir daquele jeito pra frente da casa. O problema é que eu não me dei conta e acendi a luz.

Na casa do Matt, as luzes ainda estavam acesas, fiquei imaginando o que eles deviam estar fazendo. Matt devia estar jogando Black Ops, e Val? Sei lá, talvez conversando com o supervisor dela. Mas logo meus pensamentos já voltaram para o que me trouxera ali àquela hora da noite.

Odiava quando me julgavam, odiava quando xingavam os meninos, odiava mais ainda, saber que tudo o que ele dissera era pura verdade. Mas mesmo assim, eu estava com raiva DELE.

Fiquei ali remoendo um tempão, mesmo depois que tinha terminado meu cigarro e acendido outro. Até que Matt passou pela janela, provavelmente indo pro quarto e me viu daquele jeito.

[Narrado por Matt]

Quando meus olhos começaram a pesar e eu já não conseguia mais me concentrar no jogo, resolvi ir dormir. Valary já estava dormindo fazia tempo, e eu estava louco pra deitar ao lado dela e dormir de conchinha.

A cortina estava aberta e eu vi que as luzes da sacada estavam acesas. Revirei os olhos, eu provavelmente ia acordar Val porque aquela maldita porta sempre rangia na hora de abrir e o interruptor era lá fora. Só que se eu não apagasse a luz, o brilho entrava pela cortina do meu quarto e eu não conseguiria dormir.

Quando cheguei na porta que percebi que não estavam acesas, na verdade era o brilho da luz na sacada da casa da Jhess, mais a luz de dentro da minha casa, que davam essa impressão. Estranho, nunca ninguém usava aquela sacada.

Olhei pra lá e fiquei meio confuso. Fernanda estava ali, fumando. Eu não sabia que a garota fumava. A principio não notei as roupas dela, mas depois que olhei de novo pra ter certeza...

- Caralho.. – deixei escapar um sussurro. – Tu é muito gostosa! – ela me viu na janela e deu um sorrisinho amarelo. A expressão dela não estava muito amistosa, talvez tivesse acontecido alguma coisa. Então me lembrei que a Val tinha me dito qualquer coisa sobre ela fumar quando tinha problemas.

Fiquei ali meio abobado olhando. Eu adorava mulheres de pele bem branca, e quando vestiam vermelho me faziam... Mil coisas passaram pela minha cabeça, mas então me dei conta que ela estava vendo a minha cara de idiota então fechei a cortina.

Entrei no meu quarto e deitei ao lado de Valary, ela já dormia, mas eu nunca deixava de dar um beijo de boa noite em sua testa. Ela não era tão gostosa quando a minha nova vizinha, mas adormeci feliz pensando que ela era minha, e me amava.

[Narrado por Fernanda]

Apesar de ter ficado um pouco envergonhada, fui dormir feliz sabendo que Matt tinha, digamos assim, babado no meu corpo.

Já deitada, eu fiquei tentando decifrar a expressão dele. Surpresa? Admiração? Tesão?Confusão?

Eu lembrava de ter visto a boca dele mexer tentando falar qualquer coisa, eu não sabia o que era, estava muito longe mas devia ser qualquer coisa como “o que você está fazendo aí essa hora?”, ou “você não está com frio?”. Juro que se ele me perguntasse se eu estava com frio, eu iria responder pra ele que sim e perguntar se ele não queria me esquentar. “Tá Fernanda, agora Matthew Sanders virou Jacob Black?” ri sozinha, ele odiava a série, e eu também.

Eu já estava quase dormindo quando meu celular vibrou em cima do bidê e eu dei um pulo.

“ Que porra é essa, tem alguém no seu quarto” – Jhess.

- “ Vá se foder Jhessy, 3 horas da manhã você quase me mata de susto pra avisar que eu estou no meu quarto?” – Fer

Não esperei nem 10 segundos e ela pareceu acendendo a luz na minha cara. Eu me escondi debaixo do cobertor me protegendo da luz repentina.

- Onde você tava? Não ia dormir fora? – perguntou ela.

- Não. – por que ela tinha que me lembrar do que tinha acontecido? Bufei e sentei na cama olhando pra ela com uma cara de morte. – Eu briguei com o Andrey, por causa do ciúme que ele tem do Matt e os outros. – falei.

- Ah. E...? – ela perguntou levantando as sobrancelhas e sentando na beirada da cama.

- Ah, é porque não quis dar pra ele. Ele acha que eu não quero, porque quero perder a virgindade com o Matt. – falei revirando os olhos, que já reviravam sozinhos de sono.

- E isso não é cem por cento mentira. – ela falou sorrindo e eu abracei meus joelhos rindo também.

- Tá, sei lá, não dá pra dizer isso pro seu namorado certo? E eu não vou concordar come ele. – Falei indo pra frente e pra trás com meu queixo apoiado nos joelhos. – Ele não é o mesmo cara que eu conheci, não era ciumento, ele não era mandão, e além disso ele tem que entender que eu mudei mais que ele, eu estava na fase da adolescência, num período de mudanças...

- Fer relaxa. Olha o lado bom disso... — ela falou pousando as mão no meu braço. – amanhã tem churrasco na casa do Matt, e você não precisa levar ele, e depois tem uma festa, e o Syn falou que faz questão que a gente vá. Ele disse que quer ver você sambar na pista. – ela falou sorrindo e revirando os olhos.

- Ah...Eu sambar? Eu tenho cara de quem sabe sambar? – falei rindo – Que ótimo, não estava nem um pouco afim de passar o dia na “fossa” amanhã. – falei deitando de novo. – Um churras na casa do Matt não é nada mau hein? Mas eu vou ter que levar o ser na festa... Afinal vai todo mundo de pares, eu não to afim de sobrar.

- Tem a Leana e o Arin...

- Eles vão se pegar, eu tenho certeza, e eu vou acabar sobrando, e não gosto de dançar com estranhos, acho muito chato. Sem contar que... a gente não terminou definitivamente. – falei puxando o cobertor pro meu ombro enquanto Jhessyka se dirigia à porta.

- Ok. Então boa noite. – ela sorriu e fechou a porta sem esperar resposta. Logo já adormeci.

Acordei depois das dez no outro dia. Levantei tomei meu banho e já fui pra casa do Matt ajudar Val e as meninas com o almoço. Syn já estava ocupado fazendo o fogo na churrasqueira e preparando a carne. Quando ele foi colocar o molho barbecue nos bifes eu soltei um berro:

- MAS NEM PENSAR! – tirei o molho da mão dele. Gates ficou me olhando pasmo e sem reação com uma cara confusa. – Vocês não disseram que adoram o churrasco brasileiro? – perguntei olhando pros outros que estavam reunidos ali. Eles ascentiram. – Então nada de barbecue.

Como eu já tinha certa liberdade na casa do Matt, comecei a abrir os armários a procura de sal. Achei um potinho de tampa verde, escondido no meio de um monte de temperos da Valary. Abri e pra minha surpresa era sal grosso.

- Eu não acredito que vocês tem isso aqui! – falei sorrindo maravilhada, e Val revirou os olhos.

- O Matt burro! Eu pedi um dia para ele ir ao mercado, e ele veio com isso. Até hoje não achei utilidade para sal em pedrinhas. Essa droga aí não dissolve na água de jeito nenhum. – falou cruzando os braços. Eu olhei pro Matt sorrindo. E ele retribuiu um pouco vermelho. Lembrei- me da noite anterior e não resisti. Corri para ele, e dei um beijo estalado em sua bochecha, a barba um pouco crescida fez cócegas no meu rosto, mas fiquei mais feliz por ter tido a coragem de fazer isso, do que quando ele me abraçou e me rodou.

- Matt. Você é o cara! – falei quando ele me colocou no chão. – Já te disse isso?

- Não precisa dizer, está escrito na sua testa! – Michelle disse trazendo uma travessa de salada picada pra colocar na mesa. Gente, essa garota era bipolar, tripolar, MULTIPOLAR, só podia. – Se a Val não estivesse aqui, com certeza aquele beijo não teria sido na bochecha. — Sério, eu queria ter uma espingarda pra colocar aquelas malditas pedrinhas de sal e mirar naquela cara de quem tem bosta em baixo nariz, que a Michelle tinha.

- Ah pode ter certeza que não! – falei fazendo jóinha pra ela.

- Então gente – falei pra todos, levantando o potinho verde. – É com isso que se faz um verdadeiro churrasco. – Eu não sei por que vocês comem sobremesa, se já colocam açúcar em tudo que cozinham.

- Por que aqui a gente tem condições de comer bem, não precisamos nos subnutrir como no seu país. – Michelle disse com ar arrogante.

- Pois é, mas o índice de pessoas que morrem de fome no Brasil é muito menor do que o índice de pessoas que morrem nos Estados Unidos por alguma doença relacionada ao sobrepeso. Ou será que as pessoas do seu país tão desenvolvido, os americanos, tão mais inteligentes que os brasileiros ainda não captaram a mensagem que comer mata tanto ou mais quanto não comer? – olha não era por nada, mas era difícil alguém que ganhasse um discurso verbal comigo. Eu não sei por que, mas sempre tinha uma resposta na ponta da língua.

- Michi, não é por nada mas você nunca vai conseguir ganhar verbalmente da CDF da Fer. – Syn falou e ela me lançou uma cara de mais ódio ainda.

- Tudo bem que de CDF eu não tenho porra nenhuma... Mas enfim, não quero causar problemas aqui... – falei levantando as mãos e saindo da varando, onde a mesa estava sendo posta. Cruzei com Gena no corredor que levava a cozinha, ela revirou os olhos e eu ri. Michelle era tão infantil. Deus como Syn podia suportá-la?

Ajudei as meninas na cozinha, ensinei-as a fazer maionese de batatas, e arroz com alho. No churrasco, foi basicamente eu quem fiz, o Syn e o Matt ficaram só cuidando pra não queimar. Enfim, todo mundo adorou.

Enquanto comíamos, o celular da Val tocou. Eu, Leana, Gena e Jhessy nos entreolhamos. Eu não tinha dito nada sobre a ligação nem para Jhessy, mas Valary estava bem estranha nos últimos dias, não saia muito com a gente, vivia em função do trabalho e parava muito pouco tempo em casa.

Gena deu uma piscadinha, esperou um pouco e levantou para ir ao banheiro, que era perto de onde Valary estava. Ela voltou e começou a comer com pressa. Gena esperou um pouco e sentou-se de novo com uma cara decepcionada.

- Não consegui pegar nada. Ela já estava desligando. – falou voltando a comer.

Era incrível como os garotos não notavam nada de estranho. Homem é que é bicho estranho.

- Val... Querida, você vai saír? – Matt perguntou.

- É, meu supervisor me chamou. – disse ela meio depressa.

- Seu supervisor? Aquele bonitão? – eu nunca ia acreditar que a Michelle ia entregar a própria irmã daquele jeito. Valary ficou vermelham, e os meninos(incluindo Matt), começaram a zoar da cara dela. Eu olhei significativamente pra Jhessy e levantamos as sobrancelhas, juntas. Eu TINHA que ver essa história de perto.

Depois que ela saiu, Johnny veio com uma caixa, e espalhou o conteúdo sobre a mesa. Tinha uma tabuleiro, vários peões e dados, um livro grosso e mais cinco pequenos.

- Dungeons & Dragons! – exclamei contente. – Sempre quis jogar isso. — Sério as vezes até eu mesma me sentia uma nerd do caramba. Sempre adorara joguinhos e coisas do gênero. Mas ali ninguém parecia se importar que RPGs são coisas para nerds, afinal, até as meninas jogavam, e Leana havia até escrito uma aventura.

- Sério Fer? – Matt falou sorrindo. – Então sente aqui do meu lado, e jogue com o personagem da Val, daí te explico como se joga. – ele falou já arrastando a cadeira.

Cara, eu nunca tinha visto pessoa mais sensível e leitora de mentes do que a Gena. Quando sentei com Matt, ele passou o braço pelos meus ombros e apontava pro tabuleiro explicando tudo. A loirinha me olhou com malicia, e depois piscou sorrindo. Eu nunca tinha dito nada à ela.

Matt ficou com o braço envolta de mim a partido toda. Juro que aquele cheiro de perfume, misturado com cheiro de fumaça tava me fazendo não prestar atenção em porra nenhuma de jogo. E Claro, sem contar que ele ficou “abraçado” em mim durante pelo menos 2 horas e meia.

- A Val vem pra festa? – Lacey perguntou enquanto recolhíamos as pecinhas e dávamos uma geral na casa do Matt, que sinceramente, eu não sei como conseguiam destruir uma casa em tão pouco tempo.

Arin fez uma expressão de deboche.

- Ela deve estar dando uma calibrada na cama do supervisor dela uma hora dessas. – falou ele rindo.

Todos rimos.

- Fala sério Matt. E você não fala nada? – Jhess perguntou.

Ele deu de ombros, — O que eu posso fazer? Segui-la? Eu sou do tipo, se eu tiver que ficar sabendo, eu vou ficar sabendo de alguma forma, não preciso correr atrás da desgraça.

- A claro, aceita ser o legítimo corno, que é o ultimo a saber. – Syn disse tomando um gole de vinho.

Quando todas as meninas já estavam indo pra casa se arrumar, eu liguei pro Andrey e conversei com ele. Ele disse que tinha agido de cabeça quente (literalmente falando da cabeça inferior), e pediu desculpas e tal. Bem, eu sabia que ia acontecer isso, foi por isso que eu tinha ligado.

Ele aceitou o convite pra ir “conhecer melhor os Avengers” e disse que me pegaria dali uma hora.

Eu e Jhessy nos despedimos temporariamente de Matt e Val(que já tinha chegado), e fomos pra casa.

Tomei um banho, coloquei um vestido curto vermelho tomara-que-caia, uma sandália alta preta com a sola de madeira (eram as melhores pra dançar), e acessórios de brilhante.

Quando Andrey chegou, ele desceu do carro e eu apresentei-o pro pessoal que se aglomerava na frente da casa do Shadows.

Não pude deixar de notar que Valary dava boas olhadas para ele, mas eu nem liguei, afinal e secava o homem dela também. Ou um DOS homens dela.

- Adorei seu vestido Fer. – Leana elogiou.

- Valeu, você tá um arraso também, vai pegar alguém?- perguntei olhando incisivamente pro Arin que conversava com Andrey.

- Não sei... Ele é lerdinho, mas sabe, até que eu pegaria. – ela falou rindo. – Minha sina com bateristas, só espero que não seja eu quem dou azar à eles.- murmurou mais pra si do que pra mim.

Não pude deixar de sentir pena da garota. Rev a tirara de uma vida medíocre de atriz pornô, e eu nem queria imaginar o quanto ela sentia sua falta.

Olhei pro lado, Andrey esncarava o Matt encolerizado.

- Ele é lindo não é? – provoquei agarrando- me no seu pescoço.

- Engraçadinha.- ele respondeu sério — Vamos? – falou indo pro carro.

Quando chegamos lá, Andrey ficou falando algo sobre carros com Emmet o namorado da faculade de Jhessy, e eu fui entrando junto com os outros.

- Brasil hein? – o segurança falou quando olhou minha identidade. – Bem que falam que são gostosas. – ele disse maliciosamente comendo minhas pernas com o olhar.

Como Andrey não estava perto Syn tomou partido.

- É bom você manter sua boca bem fechada, e ficar bem longe dela. Se não eu mesmo quebro o seu nariz. – Syn falou entre dentes com o rosto muito perto do segurança. Michelle que estava agarrada em seu braço, me lançou um olhar gélido, e eu sorri em resposta.

- Obrigada por ter um namorado gentil Michi. – Falei simpaticamente. Matt e Valary que escutaram, riram, e sem que ninguém notasse Syn mandou um beijo pra mim. Esse cara era um sarro.

- Eu já te falei que adoro os cortes qu dá na minha irmã? – Val perguntou ainda rindo.

- Eu não sei por que ela tem essa cisma comigo. – respondi.

Andrey chegou e me guiou pra dentro juntamente com os outros. Sentamos e bebemos em uma mesa pra nos acostumarmos com o ambiente, então os casais resolveram dançar, e só sobramos eu, Andrey, Leana e Arin. Arin e Leana iam se pegar com certeza.

- Vamos dançar Dey? – convidei-o levantando.

Dançamos durante um tempo, talvez meia hora, depois fomos sentar de novo, o casal nem estava mais na mesa, e nem em lugar algum. Ia rolar, ou estava rolando, sacanagem em algum Box de banheiro por ai.

Ficamos rindo dos pares que dançavam estranho, bebemos, enfim... Olhei pro Matt e Val, eles dançavam razoavelmente bem, dava pra ver que Matt diminuía o ritmo, pra ela poder acompanhá-lo, mas com aquela quantidade de testosterona eu duvidava que dançasse só aquilo.

- Vamos dançar mais? – perguntei, e ele deu um muxoxo.

- Sabe que eu não gosto de dançar quando ficam olhando pra minha namorada. –disse ele mexendo nos meus cabelos.

-Fala sério Andrey. – falei indignada. – Se você não quer que olhem pra sua namorada, não pode trazê-la em uma balada. Muito menos se ela for brasileira.

-Eu não gosto. O Shadows fica olhando pra você! – ele falou enrugando as sobrancelhas.

- Aff! Se você não quer dançar, EU vou dançar! – Falei levantando. Olhei ali na mesa não tinha ninguém pra eu convidar. – FODA-SE, eu arranjo alguém. – falei indo em direção ao bar.

- FERNANDA! – gritou Andrey. Mas eu já atravessava a pista e pedia uma tequila no bar.

Quando dei o primeiro gole, percebi que mais alguém chegara no bar.

- Qual é a do seu namorado? Deixar uma garota linda como você, com um corpo como o seu, que dança como você... – Aquela voz forte e rouca, um pouco vacilante por causa do álcool só podia ser de uma pessoa. Olhei pro lado, Matt me encarava com um sorriso no rosto, encostado no balcão. O símbolo do pecado.

- Qual é a da Valary deixar você? – perguntei em resposta.

- Ah – ele respondeu dando de ombros. – Ela já está bêbada, e cansada, mas eu ainda queria dançar...

Terminei minha tequila, bati o copo no balcão, levantei uma sobrancelha e encarei Matt.

- O que estamos esperando? Vamos dançar então? – perguntei sorrindo. Matt sorriu e pegou meu pulso me puxando para a pista.

[Narrado por Matt]

Eu não sei onde estava com a cabeça quando aceitei o convite daquela garota. Acho que era a bebida. Não, acho que era o sorriso dela. Ah! Sei lá, eu simplesmente não consigo negar nada para aquela brasileira.

Eu nem conseguia dançar direito, não conseguia desprender a atenção daquele corpo que rebolava loucamente na minha frente. Queria colocar as minhas mãos na cintura daquela criatura e acompanhar os seus movimentos. Mas eu já tinha visto a expressão que o namorado dela me encarava, ele decididamente não ia com a minha cara. Agora provavelmente tinha intenções criminosas pra cima de mim.

- Hey Matt que tal você dançar? – ela perguntou sorrindo.

- Por que você não para de sorrir? – perguntei. Se ela não parasse de sorrir daquele jeito, eu juro que ia acabar cometendo um adultério.

- Por que estou feliz! – ela abriu ainda mais o sorriso.

- Dançar te deixa feliz? – perguntei escorregando minhas mãos para sua cintura. Ela abaixou a cabeça, olhando para as minhas mãos. Seus cabelos castanhos caíram pra frente e roçaram nos meus braços, fazendo cócegas. Cara, como eu adorava aquela cor.

- O que você acha? – perguntou-me ela levantando a cabeça e jogando o cabelo pra trás.

- Por que você namora um cara que não gosta de dançar então? – perguntei sorrindo. Fernanda ficou séria e eu percebi que ela observava minhas covinhas com um olhar malicioso.

- Existem muitas coisas que me deixam feliz Matt! – ela sorriu e passou os braços pelo meu pescoço. Eu gostava do jeito que ela dizia meu nome, era diferente por causa do sotaque, mas era sexy. Ela tinha que vestir logo vermelho? Para me lembrar a noite passada?

Agradeci pelo fato de Valary estar bêbada, por que eu não queria parar aquilo.

A música mudou, e nós dois começamos a dançar num ritmo mais rápido. O perfume dela chegava até mim e eu me lembrei da tarde que ela pedira para eu fechar o seu colar. Aquele foi o dia que eu percebi quão bonita ela era. Sorri ao lembrar que a garota nem percebera que eu guardei um dos seus brincos.

Olhei para os seios dela, e percebi que o peito nu estava úmido de suor, e a respiração estava ofegante.

- Matt vou ao banheiro! – disse ela, me largando e andando apressadamente sobre aqueles saltos, que até hoje não entendo como as mulheres conseguem se equilibrar naquilo.

Respirei fundo e fui até o bar. Agradeci por ela ter parado na hora certa. Mais um pouco eu teria ficado em um estado deplorável.

[Narrado por Fernanda]

Bati a porta do banheiro e me apoiei na pia. Respirei fundo e me olhei no espelho. Estava vermelha. Meu Deus, Matt quase me matou, mais um pouco e eu teria agarrado aquele homem. Maildita Vacary! Dei um suspiro, tentando fazer meu coração desacelerar.

- Fer? – ouvi alguém me chamar de um dos boxes.

- Eu? – respondi. Jhessy abriu a portinha e saiu.

- Que houve menina? Você está vermelha pra caralho...

- Não, é pra caralho... é pra... – eu comecei a rir descontroladamente, eu estava histericamente feliz de ter dançado com meu Matt. – Ai deixa quieto, eu to cansada...

- Mas que porra acon... – foi interrompida por Gena que apareceu no banheiro com um sorriso enorme.

- Que isso guria, você não te idéia do estado que deixou o Matt!

- Você não te idéia do estado que ELE me deixou. – Falei fazendo um rabo de cavalo com as mãos, e um biquinho pro espelho. – Eu vou beber. – falei soltando meu cabelo a sacudindo a cabeça para rejeitá-lo.

- Isso... – disse Gena. – Faça isso que ele te agarra na mesma hora. – eu ri.

- Não viaja Gen — falei saindo do banheiro.

Cheguei no bar e pedi uma água. Quando virei a garrafinha, alguém segurou meu braço com força e eu derramei água pelo meu vestido.

- Mas que porr... – não consegui terminar, por que um Andrey totalmente histérico berrava no meu ouvido.

- VOCE ESTÁ LOUCA FERNANDA? – gritou.

- QUEM TÁ LOUCO É VOCE! Larga meu braço, tá me machucando – gritei puxando meu braço, mas ele segurou mais forte ainda, me arrastando para fora da balada.

Andrey me jogou no muro, e ficou me segurando. Achei que fosse me dar um soco.

- Pra que me trouxe aqui? – esbravejou. – pra ficar se esfregando com aquele cantorzinho de merda? –aquilo me ferveu o sangue. Falar mal do Matt era pior do que qualquer agressão que ele pudesse me fazer. Mais ainda porque estava falando do talento dele.

- Cale a boca! – gritei. – Quem diabos você pensa que é para falar mal dele? Só porque você tem que passar o dia inteiro em cima dos livros pra arranjar algum dinheiro, enquanto ele só precisa abrir a boca pro mundo inteiro babar por ele? Você morre de inveja, por que ele é muito melhor que você! Porque queria estar no lugar dele – gritei empurrando-o. – Eu convidei você pra dançar, mas o que acha pior? Que ele me olhe ou que tenha meu corpo todo em suas mãos? – me afastei indo em direção á porta da balada.

Eu sabia que tinha provocado o Andrey, e que se eu não saísse de perto dele corria o risco de apanhar, então fui andando para dentro da balada de novo, mas quando estava indo, fui interrompida por Syn e Johnny.

- Tá tudo bem Fer? – Syn perguntou olhando de mim pro Andrey.

- Tá tudo bem sim. – respondi seca, e continuei indo em direção a porta, mas então apareceram Jhessy e Gena.

- Jhess me dá a chave do seu carro? – falei antes que ela perguntasse o que estava havendo ali.

- Tá mas pra que?- perguntou confusa.

- Não importa. – respondi mal humorada. Pegando a chave que ela já me estendia. Jhessy sabia que a coisa tinha pegado fogo. Provavelmente vira a cara do Andrey enquanto eu dançava com Matt.

Entrei no carro enfurecidamente e Gates entrou correndo junto comigo no lado do carona.

-Saia daqui Brian! – falei enfurecida.

- Eu não. Quero ver no que vai dar isso. – disse ele sorrindo.

- Aff! – Revirei os olhos e acelerei o carro queimando os pneus.

- Melhor eu colocar o cinto. – disse Gates.

- Não. Você não vai colocar! – falei apertando o botão da trava do cinto. Ele riu e tirou minha mão dali.

- Fer peste atenção no transito, olha a velocidade que você está... Quer se matar?Quer ME matar? – ele perguntou ríspido.

- Cale a boca! Eu não convidei você para vir junto. – quase gritei. Mas minhas palavras surtiram efeito.

Fui dirigindo loucamente, sem rumo, só enxergava a pista e o velocímetro, que já marcava 190 Km/h. Quando parei, em uma avenida deserta, de frente para uma escuridão total, encostei a cabeça no volante e suspirei.

Gates colocou a mão no meu ombro.

- O que veio fazer aqui na praia? – perguntou ele baixinho e eu suspirei de novo.

- Ah não sei. Só vim dar um tempo... em um lugar onde ninguém vai me incomodar. – falei ainda com a cabeça encostada no volante.

- Vamos dar uma caminhada? – Syn convidou mexendo no meu cabelo e eu anuí.

Ele desceu no carro, deu a volta e abriu a porta pra mim. Apesar de ele ser super cachorro com a Michelle, eu nunca tinha imaginado que ele fosse um cara tão gentil. Era a terceira vez essa noite.

- Obrigado Syn. – tentei sorrir, mas a raiva ainda não tinha passado. – Aposto que a Michelle não vai gostar nadinha de saber disso.

- E ela precisa saber? Ela tá bêbada, e os caras não abrem a boca. – ele falou enquanto passava o braço pelos meus ombros e me conduzia para a areia da praia.

- Peraí! – falei me soltando dele e voltando para o carro, e ele me seguiu.

- O que vai fazer? – perguntou e eu sorri. Tirei meus sapatos e joguei no banco de trás. – Ah! – ele sorriu e fez o mesmo com os coturnos.

Voltamos para a praia.

- Eu não tinha visto a praia de Huntington Beach ainda. – comentei entrelaçando meus dedos com os dele que estavam no meu ombro. A praia era bonita, pelo que eu podia ver com a pouca iluminação que as luzes da avenida ofereciam. – É bonita. – falei baixinho. Caminhamos pela areia, e molhamos nossos pés em silêncio.

- Voce não vai me falar o que é que houve entre você e o Andrey? – perguntou uma hora.

- Mas você é curioso mesmo não é Brian? – falei. – Todos os casais brigam, mas o Andrey me irrita com aquele ciúme desgraçado que ele tem do Matt. – Gates tinha uma aura calma, e era divertido, eu percebi que a melhor coisa que eu fiz foi ter deixado ele vir comigo.

Sentamos de frente para o mar e ficamos observando o reflexo da lua na água, em silencio. Eu ainda estava com muita raiva, mas gostava da companhia no Syn.

- É claro que seu namorado ia sentir ciúme... – disse ele me observando. – Você é muito linda! Senti meu rosto corar, e baixei a cabeça sorrindo. Ele levantou meu queixo e um frio percorreu minha espinha. E já sabia o que vinha depois disso, e não teria forças para resistir. Então só fechei os olhos e senti os lábios quentes dele encostarem-se aos meus, enquanto ele me envolvia em seus braços.

O ritmo do beijo foi aumentando, ele explorava todos os cantos da minha boca com a sua língua, e eu retribuía com avidez, acariciando seus cabelos negros. Eu estava com muita raiva, e só o que eu queria era acalmá-la sentindo aquele deus me beijando a noite toda. Jhessy me mataria se soubesse, mas eu não conseguia resistir.

Nos separamos com um selinho, e eu dei uma mordiscada no lábio inferior dele.

- Syn você só pode estar louco. – sussurrei sorrindo.

- Eu achei que fosse te acalmar... – ele sorriu e ficou brincando com meu cabelo.

- É, acalmou, mas ninguém, em hipótese alguma, pode sabe disso. – Falei pensando em Jhessy e ele deu uma risadinha.

- Tudo bem! – disse ele passando o braço pelo meu ombro de novo, e eu deitei no ombro dele. Ficamos ali só curtindo a companhia um do outro sem falar nada, por um bom tempo.

- Syn por que você continua com a Michelle? – perguntei e ele riu.

- Sei lá. Acho que é por causa da Val, ia ficar um clima estranho, por que nós sempre vamos à casa dos pais dela, e sei lá ela não é tão chata quando está só comigo. – ele falou. – E você? Não vai me contar do seu lance com o Matt? – eu levei um susto e desencostei dele, encarando-o.

- Que lance? Eu só dancei com ele. – eu falei enrugando as sobrancelhas. – Sério Syn, eu acho a voz dele encantadora, e ele lindo, mas nada mais que isso... – falei olhando pra areia. Puta Mentira.

- Sei... – disse ele desconfiado.

- Quê? Vai fica igual ao Andrey agora? – perguntei rindo.

- A gente tá namorando? – ele perguntou com aquele sorrisinho travesso. De repente senti uma vontade louca de beijá-lo de novo.

- Não sei , estamos? – perguntei sorrindo e passando os meus braços pelo seu pescoço. Syn sorriu e segurou com as duas mãos o meu rosto, puxando-me ara mais um beijo.

Dessa vez foi mais quente. Enquanto me beijava, Syn foi me deitando na areia e foi subindo em cima de mim, acariciando minhas pernas, enquanto eu brincava com os fios de cabelo negro dele que se enroscavam nos meus dedos. Quando vi que ele estava subindo de mais, e a tirar o meu vestido, senti u arrepio. Eu sabia que não devia fazer aquilo, mas não queria parar. Passei a minha mão do pescoço para o peito dele e empurrei-o.

Ele tentou resistir colocando a língua mais fundo na minha boca, mas eu empurrei-o com mais força e nos separamos.

- Se você quiser estamos. – disse ele deitando ao meu lado na areia.

Ficamos olhando para o céu, então eu deitei em seu peito, enquanto ele fazia carinho no meu cabelo.

Notas finais
Aiii??? Mereço reviews né??
AHAHAHA Nin, se vc não postar o comentário mais quilométrico da sua vida nesse maldito capítulo eu juro que te enforco. Vc sabe que horas são? 01:34 da mannhã, e eu tenho que acordar as 6:00, então trate de fazer seviço decente aqui auhsuashuahs
Beijoos
Amo vcs minha leitoraas queridas.
Não esqueçam do que eu pedi lá em cima oook??