Eterno
7 Capitulo 7: Apenas uma batida.
Notas iniciais
Quero dizer, eu não achei meu pendrive, mas eu estou conseguindo escrever de novo, de um jeito deferente.
Estou aceitando o sumiço dele como um aviso que eu posso escrever e, muito melhor do que estava antes!
Talvez eu demore mais do que o de costume pra postar, mas acho que vai valer apena.
Então isso é meu recomeço!
♦○♥○♦
Capitulo 7: Apenas uma batida.
Nada saia como eu planejei. Mas para a minha sorte e a de Adam também Jacob não havia saído dos olhares. A cada cinco minutos ou menos ele parava de fingir que estava lendo e lançava um olhar, digamos que maligno para Adam.
Pensei várias vezes em pedir mentalmente para ele parar com esse ciúme idiota, mas o que adiantaria? Só deixar ele mais nervoso por eu estar protegendo aquele pobre garoto iludido. Fiquei com um pouco de dó quando ele me chamou para sair e eu tive que explicar algo que era óbvio, mas ele não havia compreendido, eu estava comprometida.
Sua primeira reação foi meio envergonhada, mas logo após ele se fez destemido como quem nunca desiste e, isso me assustou, pois com certeza eu teria problemas!
P.V. Annabelle
Tomei coragem e bati na porta. Não havia na o que temer havia? Não, ele era apenas meu irmão, um pouco chateado, mas ainda com certeza alguém que ainda me amava!
Sendo verdade ou não era nisso que eu me apeguei quando bati na porta do quarto de Aleph. Ouvi ele sussurrando que eu podia entrar. Abri a porta e, ele se fez tão surpreso quando eu entrei.
Podemos conversar? eu disse desviando os meus olhos.
Claro! ele disse se sentado na cama e me dando espaço para me sentar também.
Queria me desculpar, eu sei que você sabe que o que eu fiz foi um acidente que as vezes eu não e controlo... ele me calou com um abraço terno. Eu havia falando tanto que nem percebera que ele havia se levantado.
Está tudo bem, não estou com raiva. Ele disse olhando nos meus olhos. Encostei-me no seu peito quente e frágil.
Você é sempre bom comigo. Suspirei ouvindo seu coração rapidamente descompassado como o meu. Ambos batiam no mesmo ritmo, no mesmo pulsar, isso sempre foi algo que me intrigou. Que tal nós dois sairmos para conhecer a nova cidade? eu disse me afastando um pouco.
Tudo bem! ele disse sorrindo. Vamos ver se o Nathan e Bianca não querem ir também. Ele disse igualmente feliz. Não sei por que, mas aquela ideia me chateou.
Eu vou me arrumar. Eu disse fingindo um bom sorriso, mas de verdade eu não estava feliz, queria que fôssemos só nós dois. Ele apenas assentiu e me beijou na testa. Caminhei pelo meu corredor vazio batendo os meus pés fortemente sem me importa se alguém ouviria ou se eu perfurasse o chão, não era forte a ponto de fazer isso. Fui até o quarto da minha prima Bianca que ficava praticamente na frente do meu. Não foi preciso bater muitas vezes para ela abrir.
Bia, você quer sair comigo e com o Nathan? eu perguntei. Ela bateu palmas como eu me lembrava de que a minha tia Alice fazia.
Nossa estava achando que não teríamos animação nenhuma nessa cidade! ela disse me puxando para dentro do seu quarto.
Vai ser legal agente sair um pouco e conhecer o local. Eu disse me jogando na poltrona do lado da janela.
E as pessoas. Quem sabe eu não encontro meu príncipe encantado. Ela piscou para mim e se virou para i seu closet.
Quem sabe ele não está mais perto do que você imagina. Eu sugestionei lembrando-me do jeito que meu irmão olhava para ela. Nunca perguntei, pois sempre soube que ele negaria.
Já estávamos e descendo a escada em direção do anda térreo. Eu vestia um vestido verde de pontas irregulares uma jaqueta com um cinto com algumas tachinhas. Meu sapato de salto era preto igualmente ao cinto e a jaqueta e a pequena bolsa.
Bia também estava com um vestido rosa pastel só que colado e com uma sandália prateada de salto. Somos ambas de estatura baixa, então salto sempre estava na nossa lista de composição de roupa perfeita.
Ao chegar na sala percebi que já estava escuro, talvez isso fosse um problema. Nunca entendo algumas reações da minha mãe. Mas pela a minha surpresa quem falou foi meu pai.
Aonde vocês vão? ele disse parando de ler. Todos que estavam na sala a minha mãe e o Adam olharam na nossa direção.
Nós vamos conhecer a cidade! completei: Com os meninos! Tudo bem para você? eu disse olhando para a Nessie.
Tudo bem, desde que vocês não cheguem tarde. Porque temos aula e a Esme não gosta que cheguemos tarde. Ela disse sorrindo disfarçadamente.
Tudo bem. Me direcionei até ela e beijei o topo da sua cabeça e fiz igualmente com Jacob. Amo vocês. Eu disse saindo porta afora com Bia no meu encalço.
Esperamos até os meninos descerem, quando eu achei que teria que busca-los, eles chegaram vestido praticamente à mesma coisa. Calça jeans preta, tênis esportivo, e camisa polo, a diferença era as cores. Aleph usava vermelha que realçava a sua pele mais bronzeada e Nathan uma na cor verde musgo que contrastava com a sua pele que era meio pálida.
Passamos pelo centro da cidade varias vezes procurando por um lugar legal e falando sobre coisas absurdamente inúteis.
Paramos na frente de uma boate em que na frente dela eu havia visto algumas pessoas que eu reconheci da escola, principalmente uma, que eu já tinha criado amizade: Melanie.
Desde fora já dava para perceber que era um lugar sofisticado, desde o nome em francês, La Denser aos guardas vestindo ternos Armani.
Oi. Eu disse me aproximando de Melanie e uma loira que eu acho que o nome dela era Cassie.
Anna, que bom te encontrar aqui. Ela disse me dando um abraço caloroso. Essa é a Cassie. Eu a comprimente.
Essa são Aleph, Nathan e Bianca. Eu disse sinalizando para casada um. Então eu não sabia que... fui interrompida por um garoto que se aproximava.
Seu cabelo era negro, sua pele era bem clara. Seus olhos tão esmeraldinos que cintilava com as luzes dos postes da ruía semiescura. Ele usava roupas comuns calça jeans, tênis e camiseta mas o seu modo de ser, colocava qualquer humano e alguns vampiros também em uma escala bem baixa de beleza.
Ele acenou para mim de um pouco distante e, eu retribuí com um sorrido tímido e um aceno também.
Vem Anny. Bia pegou a minha mão e me levou para dentro.
Fale com o autor