Notas iniciais
Olá babies, como estão? ♥ Quero agradecer a todo mundo que comentou no primeiro capítulo da fic. Obrigada pela maravilhosa recepção que vocês me deram. Sério. Vocês foram incrível. Obrigada principalmente a quem favoritou também. Vocês me motivaram ainda mais ♥ Vejo que muita gente adorou o Will. Vocês não deveriam amá-lo. Eu pretendia matá-lo HAUAHUAHUAH Brincadeirinha. Vocês vão odiar o Tobias nesse capítulo. Eu o odiei. Enfim, é isso. Não esqueçam de comentar, tá bom? E divulguem a fic para os amigos! Quanto mais gente comentando, mais rápido sairá o próximo. Até as notas finais! Twitter: @poxamalec ACOMPANHE TAMBÉM A OUTRA FIC: http://fanfiction.com.br/historia/513756/Sem_rumo/

TOBIAS EATON

– Você tá maluco, porra?! – Will rosna para mim.

Eu o ignoro.

– Já vai tarde, não acha? – Nita provoca a loira, arqueando uma sobrancelha.

Tris a ignora e sai de casa de cabeça baixa, carregando sua pequena mala. O que ela pensou que conseguiria vindo até aqui? Imaginou que a acolheríamos de braços abertos? Ela é uma fodida sem noção. O pensamento de que ela achou que eu a ajudaria me faz soltar uma risada.

– Você é um merda sem coração. Sabe disso, não sabe? – Will cruza os braços na altura do peito e me encara.

– Pare de pensar com seu pau. – eu solto e bebo um gole da minha cerveja.

Nita caminha até nós com um sorriso triunfante e afunda no sofá ao meu lado, envolvendo os braços na minha cintura e descansando a cabeça no meu peito. Os cabelos pretos caiem por cima do seu ombro e se espalham sobre nossos corpos.

Ela costuma fazer isso. Correr até mim quando precisa de proteção.

– Ela parece a mesma de sempre. Pálida e simples. – Nita suspira, enquanto beija minha bochecha.

Posso notar a insegurança na sua voz e eu não a culpo por isso. Nita é linda, com todas as suas curvas, sua pele branca e seu cabelo negro. O corpo dela tem me trazido problemas com todos os idiotas que chegam nela. Ela é adulta agora, mas quando eu a olho, a única coisa que consigo enxergar é a minha doce e menina insegura, que precisa de proteção. Entretanto, apesar de ser absurdamente bonita, Nita não se iguala a Tris. Ela tem uma beleza... Irreal.

Seu corpo é pequeno, mas as curvas deixam qualquer homem louco. Ela é pálida, mas não o suficiente para que isso a deixe feia. Seus seios são agradáveis e quase pareciam saltar pela regata que ela usava. Sua bunda ficava extremamente tentadora no jeans apertado e tive que concentrar todas as minhas forças para desviar o olhar. Preciso me lembrar de quem ela é e de como eu a odeio por isso.

Mas o pesadelo começou quando eu olhei o seu rosto. Seus olhos arregalados, numa mistura de medo e curiosidade, como se me implorasse por ajuda. A forma como suas mãos pequenas estavam entrelaçadas uma na outra a deixava ainda mais indefesa. O nariz modelando perfeitamente seu rosto. As sobrancelhas. Os cílios... Aqueles grandes cílios que eu não sabia se eram ou não verdadeiros.

Puta que pariu. Ela era um anjo. E eu reconheceria aquele rosto até mesmo no inferno.

– Você é tão cego quanto é mau. – Will bufa. – Você pode odiá-la, mas ela é de dar água na boca.

– Não comece. – eu aviso a ele. Nita poderia quebrar a qualquer momento.

– Se você não for atrás dela, eu vou. E vou colocar aquela bunda sexy na minha casa. Ela não é o que vocês dizem que ela é. Eu conversei com ela. Ela não tem pista. Ela tá sozinha no meio do nada, porra. O filho da puta do Andrew a mandou até aqui e fugiu antes que ela chegasse. – ele suspira. – Ninguém é tão boa mentirosa.

– Andrew nunca a teria mando até Tobias. Por que ele faria isso? – Nita reclama. – É óbvio que ela quer usar você. E ela tá mentindo, Will. Ela cheirou dinheiro. Deve ter visto alguma notícia em algum lugar. Você viu as roupas que ela usava?

Will solta uma risada seca.

– Claro que eu vi, Nita. Por que você acha que eu quero leva-la pra minha casa? Eu não dou a mínima pro que você pensa. A menina é doce, inocente e perdida, porra. E você é uma puta egoísta que só pensa no próprio rabo.

Meu sangue ferveu. Como ele poderia falar assim com ela? Certo. Nita fora mimada por mim durante toda sua infância e isso a afetou no crescimento. Ela se tornou egoísta e convencida, mas ela não é toda assim. Ela tem sua parte boa. Por que Will não entende isso?

É óbvio: ele só pensa em comer Beatrice.

– Cale a porra da sua boca, Will. – eu o advirto, tomando um gole da minha cerveja e respirando fundo.

– Você controla tudo isso aqui, Tobias. Sua mãe, sua irmã, seu dinheiro... Seu mundo. Mas eu não. Porra, eu vou atrás dela. Não vou deixar que ela enfrente isso sozinha. Vou leva-la pra minha casa e vou entrar em contato com Andrew. Até lá... Ela fica comigo. – ele diz e se vira, começando a caminhar em direção a saída.

Ele ia atrás dela. Eu não podia deixar que ele fosse. Ele era facilmente enganado e isso não era problema dele. Will tem um bom coração. Crescemos juntos e ele é a única pessoa em que eu confio. Não posso lhe dar um fardo como esse. Ele não merece. Toda essa merda é problema meu.

– Pare. Eu vou atrás dela. – digo, tirando os braços de Nita da minha cintura e me levantando do sofá.

– O quê? – Nita diz com uma voz horrorizada.

Will para e se vira para mim, me dando passagem para passar.

– Eu lido com ela depois. – eu aponto com a cabeça para Nita. – Só não deixe que ela saia. Ela vai tornar tudo isso mais difícil.

Ele assente e eu caminho em direção à porta. Não me viro para ver como Nita está. Eu conheço a pessoa que ela se tornou e sei que ela adora causar uma cena. E eu detesto audiência. Convivi com isso minha vida toda e cansei. Eu estava cansado dessa merda de vida.

E ainda tem ela para terminar de foder tudo de vez.

Ela estava subindo em uma velha picape branca, quando eu abri a porta e saí. Parei um momento, me perguntando se a lata velha era dela ou de alguém que a trouxe aqui. Will não havia mencionado isso. Pelo menos eu acho que ele não mencionou. Foda-se, eu não tenho prestado muita atenção no que ele disse quando ela estava lá na sala. Eu não conseguia me concentrar... Eu não conseguia parar de olhá-la.

Vejo Beatrice abrir a porta do motorista da picape e respirar fundo antes de entrar. Era quase dramática, ou teria sido, se ela ao menos soubesse que está sendo observada. Mas a maneira como seus ombros caíram em derrota, antes que ela subisse no banco, fez com que meu estômago se contorcesse. Eu sabia que ela não tinha ideia que tinha audiência.

Mas novamente talvez ela soubesse o que estava fazendo. Eu não sabia nada sobre ela. Eu só sabia que seu pai era a porra de um aproveitador. Minha mãe só arruma desses. E ele é frio. Ele é a porra de um homem frio e sem coração. Eu já vi isso nos olhos dele. Ele não se importa com nada. Ele pega o carinho e afeto que minha família o dá e ignora, como se fôssemos um pedaço de merda.

Ele estava usando minha mãe. E também estava usando Nita.

Tris era linda. Ela era fodidamente linda e não havia dúvidas sobre isso. Mas ela havia sido criada por Andrew e, embora eu não saiba nada sobre ela, eu o conheço muito bem. E ela pode ser uma mestra manipuladora. Usando sua beleza para conseguir o que quer sem se importar com quem machuca por onde passa.

Desço as escadas e caminho até a picape, com as mãos enfiadas no bolso da calça. Ela ainda está lá. Eu só quero que ela vá embora, antes que Will saia de lá e caia nas garras dela. Ela é uma aproveitadora. Assim como seu pai. E Will não consegue enxergar maldade nas pessoas. Esse é o seu maior defeito.

Quando paro em frente à janela do motorista, sinto como se tivesse levado um soco no estômago. Beatrice está agarrada ao volante, chorando descontroladamente. Minha fraqueza sempre foi um choro. Meu peito dói. E dói ainda mais quando sei que ela não percebeu minha presença e não está fazendo uma cena.

Por que ela não está fazendo uma cena?

Espero que ela consiga controlar o choro antes de falar. Quando abro a boca, vejo que não é necessário, pois seus olhos se colidiram com o meu e ela congelou. Seus olhos estão avermelhados e com certeza ela estava chorando lágrimas de verdade. Ninguém estava aqui para vê-la, então não haveria motivo para que tudo isso fizesse parte de um esquema elaborado.

Ela enxuga as lágrimas dos olhos e suspira, apertando o volante com força. Então, ela roda as chaves do carro e acelera.

Ela repete o movimento e dessa vez a única coisa que ouvimos é um clique. Não consigo acreditar que ela veio até aqui com a gasolina contada. Ou isso foi planejado, ou então o destino adora tirar uma com a minha cara.

– Problemas? – eu solto, arqueando as sobrancelhas e cruzando os braços.

Tris ignora o que eu digo e respira fundo, abrindo a porta da picape e saltando para fora dela. Ela vai até a frente e levanta a tampa do motor, dando uma olhada lá dentro. Será que ela faz ideia do que tá fazendo?

– Quantos anos você tem? – eu pergunto.

Ela respira fundo.

– Dezenove. – ela diz, com sua voz suave.

Eu sei quantos anos ela tem, eu só esperava estar enganado. Seu rosto é tão jovem e sua fala é tão mansa. O único rastro de dezenove anos é seu corpo, mas o mesmo ainda deixa dúvidas devido à sua altura.

– Sério? – eu tento me convencer de que ouvi errado.

Ela fecha os olhos e solta um suspiro longo. Sinto como se ela quisesse me socar e reprimo os lábios para não soltar uma gargalhada.

– Sério. – ela abre os olhos e me encara. À luz da lua, não consigo identificar a cor dos seus olhos. Eles são uma mistura de um verde puxado a castanho claro.

– Foi mal, é que você parece ser mais nova. – eu digo e decido olhar para o seu corpo. Talvez quando ela ver o cretino que eu sou, ela decida ir embora. Desço meu olhar para todas as suas curvas e a analiso, demorando um pouco mais nos seus peitos. – Eu retiro o que eu disse. Você tem todo o corpo de dezenove. É seu rosto que parece porcelana. Você nunca usa maquiagem?

Eu devo estar parecendo um porra de um moleque curioso, mas tô cagando e andando para isso. Eu só quero ter a certeza de que aqueles cílios são reais. De que ela não está usando nenhuma maquiagem para esconder alguma imperfeição que eu duvido que tenha.

Ela respira fundo mais uma vez e fecha a tampa da picape com uma batida forte. Seja lá o que eu disse, isso foi o suficiente para irritá-la. Eu tento esconder minha diversão quando a vejo bufar e explodir na minha frente.

– Minha gasolina acabou. Eu dirigi mais de 30 horas de Chicago até aqui. Só tenho 20 dólares na bolsa e meu pai fugiu, quando prometeu me ajudar. Acredite, ele seria a ÚLTIMA pessoa para quem eu pediria ajuda. E não, eu não uso maquiagem. Tenho problemas mais graves no momento do que ficar bonita. E agora, você vai chamar a polícia ou o reboque? Por que, se for pra escolher, eu prefiro a polícia. Ao menos lá eu vou ter comida e cama de graça.

Ela acabou de me sugerir a polícia?

Ela dirigiu de Chicago até aqui?! Sozinha?!

Merda. Mil vezes merda.

– Eu não gosto do seu pai. – começo. – E pela pronúncia do nome dele vejo que você também não. Ele é um aproveitador e está usando pessoas que eu amo. Não confio nele. Não confio em você. – eu aponto para ela. – Mas não sou um bastardo de merda. Não vou deixá-la sozinha. – suspiro e sei que me arrependerei disso, mas não posso voltar atrás. – Tenho um quarto vazio hoje. Ele é da nossa empregada, mas ela só vem aqui quando minha mãe está. É seu por essa noite. É pequeno, mas tem uma cama.

Vejo o alívio e a gratidão passar por seus olhos quando ela suspira e seus ombros relaxam. Eu mentiria se dissesse que esse pequeno gesto não mexeu comigo.

– Obrigada. Minha alternativa é essa picape, então eu posso lhe garantir que o que está me oferecendo é muito melhor. Obrigada. – ela novamente usa sua voz calma comigo.

Ela dormiria na picape? Porra.

– Onde está sua mala? – eu pergunto.

Ela dá a volta e vai até o porta-malas do carro, abrindo-o e estendendo a mão para puxá-la, mas antes que o faça, eu estendo meu braço por cima dela e puxo a pequena mala. Ela pareceu não se incomodar com o contado dos nossos corpos, o que é diferente, já que todas as outras mulheres fariam isso.

– Eu posso carregar pra você. Não sou tão babaca assim. – eu digo, quando ponho a mala no chão e me afasto um pouco para encará-la.

– Obrigada. – Tris diz.

– Graças a Deus você tomou juízo. Eu já estava vindo aqui pra ter a certeza de que você não havia expulsado a garota. – Will diz, a medida que se aproxima de nós dois.

– Ela vai dormir aqui até que eu consiga falar com o papai dela. – eu digo, franzindo o cenho ao perceber que Will observa Beatrice como se ela fosse um pedaço de carne.

– Sabe que eu posso leva-la pra minha casa até você decidir o que fazer. – ele diz.

– Ah, eu sei. – eu lhe dou um olhar ameaçador, o que só o faz sorrir ainda mais. – Leve ela até o quarto da dispensa. Eu tenho gente me esperando.

– Você tá falando sério? Vai deixá-la dormir naquele caralho de quarto? – Will não consegue conter a descrença na sua voz. Ele sempre viu bondade em mim.

Entretanto, ele não sabe o quanto eu a odeio.

– Não discuta comigo, Will. Eu sei o que tô fazendo. Agora pare de falar e faça o que eu acabei de pedir, porra. Por favor.

– Está tudo bem. – Tris interfere com sua doce voz. Eu tento ignorar o aperto no meu coração ao ouvi-la falando. – Ele está sendo gentil comigo. Vou ficar bem. Obrigada, Will.

Will, embora receoso, assente para Tris e ela o segue. Ele lhe conta algo que a faz soltar uma risada incrivelmente linda. Respiro fundo, pressiono minhas têmporas e volto para dentro da casa.

Quando Nita me pediu para dar uma festa, eu havia limitado o número de pessoas que deveriam vir. Como já fosse de esperar, ela mais uma vez ignorou minha regra. Eu sempre deixo isso passar, porque as festas parecem fazê-la feliz. E eu só quero que ela seja feliz. Porra, eu passei toda minha vida fazendo de tudo para que ela fosse feliz.

Quando volto para o sofá, Nita está de braços cruzados, com uma carranca no rosto. Suas sobrancelhas estão levantadas e ela me encara com descrença. Eu solto um suspiro, antes de pegar minha cerveja e tomar mais um gole.

– Não posso acreditar que você vai ajuda-la. Ela é uma mentirosa, Tobias. Acredite em mim. Will tá comprando essa merda pra você, não é? Eu sabia que deveria ter ido atrás de você. Ele é um idiota. Ele está fazendo isso para me atingir!

– Nit, amor, por favor, me dê a porra de um tempo. Estou com a cabeça prestes a explodir e tudo que eu quero é beber. – eu respiro fundo e a encaro. Será melhor lidar com ela agora. – Ela vai ficar aqui até que eu consiga falar com Andrew. Ela não tem gasolina, nem dinheiro pra ficar em algum hotel. Eu não posso deixa-la sozinha. Isso é problema meu.

– Isso não é problema seu, Tobias. Merda, isso é problema dela. Eu não me importo se ela não tem o que comer, o que vestir ou onde dormir. Eu só quero que ela vá embora. Você sabe o que ela é pra gente. Você sabe o que ela é pra mim. – ela faz bico.

– Não faça bico. Isso é problema meu sim. Já chega por hoje. Aproveite a droga da festa que você quis dar. Eu vou subir. Pra mim já deu. – me levanto e quando caminho, deixo a cerveja em cima da mesa do bar.

Ignoro os protestos de Nita atrás de mim e subo as escadas. Sei que se eu a continuar mimando e fazendo tudo que ela quiser, ela se tornará um monstro. E eu não quero criar um monstro. Nita é uma pessoa boa, mas seus atos possessivos e seu egoísmo estão a corroendo por dentro.

Quando estou chegando ao último degrau do primeiro andar, ouço uma voz grudenta atrás de mim.

– Finalmente te encontrei. – me viro para ver a garota de saia minúscula vermelha e um decote exagerado. Os cabelos castanhos estão presos em um rabo de cavalo. Eu a notei quando ela chegou porque seu traseiro estava prestes a pular da saia. Nenhuma bunda como essa passa despercebido.

– O que está fazendo aqui em cima? – pergunto, não escondendo a irritação na minha voz. Em todas as festas, sempre deixei claro para que todos ficassem lá em baixo. Não gosto que invadam meu espaço pessoal.

– Eu estava procurando por você. – ela se aproxima de mim. – Eu ouvi coisas à seu respeito, Quatro. Ouvi dizer que você consegue levar as mulheres ao céu. Eu quero experimentar isso. – ela sussurra ao pé do meu ouvido, mordiscando o lóbulo da minha orelha.

Eu estou entediado. Ainda mais quando percebo que ela usou meu nome artístico. Provavelmente é uma fã que entrou de penetra. Ou uma vadia amiga de Nita. Elas estão por todas as partes e já dormi com mais do que posso contar.

– Uma noite de sexo. Nada mais do que isso. Sabe disso, não sabe? – eu digo, enquanto a sinto segurar o volume das minhas calças. Detesto ter que lembra-las disso, afinal, elas sabem exatamente como sou. Sempre deixei isso muito claro. Não tenho interesse em ninguém. Apenas fodo.

– Vou lembra-lo que disse isso amanhã. – ela dá uma risadinha e começa a lamber meu pescoço. – Onde fica seu quarto?

Eu não costumo leva-las para meu quarto. Não quero estraga-lo com mulheres tão sujas. Ao invés disso, eu a conduzo para o quarto à minha esquerda, usado para o sexo.

– Apressadinho. – ela comenta e solta mais uma risadinha irritante.

Nós entramos dentro do quarto verde e eu fecho a porta. Eu me sento na cama, tirando a camisa, enquanto ela tira os saltos e suas roupas, ficando apenas de langerie. A garota solta o rabo de cavalo e deixa seus cabelos caírem sobre seus ombros. Seus peitos parecem que vão saltar a qualquer momento do sutiã e eu olho para eles lambendo os lábios. Sempre fui fascinado por peitos.

Ela me dá um sorriso malicioso, quando se agacha e me olha sedutoramente.

– Eu posso te levar à loucura com um simples boquete. Sei chupar como ninguém. – ela sorri, parecendo orgulhosa daquilo.

Eu fiquei interessado. Levanto minhas sobrancelhas e deixo minha mão em sua nuca, acariciando seu cabelo, como se fosse uma boa menina.

– Ah é? – pergunto com um sorriso. – Mostre-me, então.

Ela lambe os lábios antes de desabotoar minha calça e descê-la, junto com a cueca box. E então, naquela noite, vejo que sexo sem compromisso será uma bela forma de me distrair desses problemas.

Só espero que no amanhecer, eu não tenha que lidar com mais uma garota grudenta.

Notas finais
E então, babies? O que acharam? Comentem ♥♥♥ Bom, eu achei o Tobias um filho da puta miserável. E ele vai continuar sendo assim por um tempo HAUAHUAH. Sinto muito. Mas não se preocupem, por baixo de toda pose de machão e aquela camada de palavrões, sempre há um homem incrível. E eu terei o prazer de apresentá-lo a vocês! Espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar por favor. O próximo sairá a medida que os comentários subirem ♥ Beijos! Até logo! Twitter: @poxamalec ACOMPANHE A OUTRA FIC! http://fanfiction.com.br/historia/513756/Sem_rumo/ ATENÇÃO! PRECISO DE ALGUÉM QUE SAIBA FAZER CAPAS URGENTE!