Essa Filha De Atena...
24 Eu te amo.
Notas iniciais
Leiam as notas finais. Sério.
Boa Leitura!
-Que ótimo Dylan! Senti tanto a sua falta...- Percy teve vontade de vomitar, e vomitar na cara daquele filho de Apolo.
-Te Amo, Annabeth!- Ele disse, sorrindo. Uma raiva descomunal passou pelo corpo do Deus, fazendo-o sentir uma coisa que até mesmo ele, sendo um Deus, não sabia o que era.
Fechou a porta do seu chalé com raiva e sentou-se na beirada da cama, passou a mão nos cabelos negros e decidiu tomar um banho para espairecer.
Retirou suas vestimentas e entrou na água gelada que batia em seu corpo quente de raiva. Pegou-se pensando na loira dos olhos cinzentos, daquela semana em que ela ficou em seu chalé, e que os dois estavam dentro daquela ducha.
Pegou-se pensando nos dois nus, deitados na cama daquele mesmo chalé. Quando menos esperou seu membro já estava ereto mais uma vez, tentou deixar a água da ducha mais gelada, coisa que não conseguiu.
-Virar um Deus te deixou bem melhor- Disse uma voz doce por trás do seu corpo, ele virou-se assustado e viu Carolina encostada no batente da porta de madeira do banheiro, com uma sombracelha arqueada.
Seu sorriso ficou de genuíno a malicioso ao ver o Deus com seu membro ereto. Virou a cabeça e mordeu o lábio inferior, pensamentos impuros para uma caçadora vieram em sua mente rapidamente.
-E aquela coisa de castidade? –Perguntou Percy desligando a ducha e enrolando uma toalha em sua cintura.
Ele abriu o box e saiu de lá, mas nem a toalha escondia seu membro. Ela sorriu de lado, pensando em milhares de coisas para falar, seu olhar percorreu uma gota da água que decorria no seu pescoço e descia até seu peitoral definido para o seu abdômen mas definido ainda, e então sumindo até chegar na toalha felpuda.
O Deus a ignorou e apenas passou para a porta do banheiro até o seu armário. Carolina riu e foi em direção ao Deus.
-Eu ainda sou casta – Ela disse, passando a mão pelo abdômen do Deus até o seu membro, Percy mordeu o lábio inferior, ainda era um homem, e ainda era um homem excitado.
Ela retirou sua toalha, olhando para as costas largas e bronzeadas do Deus. O virou encostando-o na parede.
-Fiquei sabendo algumas coisas sobre você nestes últimos 40 anos- Ela disse, masturbando-o lentamente. Percy engoliu em seco.
-Mesmo?- Ele perguntou rouco, a morena sorriu.
-Sobre festas, sexo, prostitutas e bebidas- Ela respondeu – Mesmo.
Percy sorriu malicioso, ele odiava a morena que o masturbava fervorosamente. Em alguns minutos, sua mão ficou melada e ela sorriu vitoriosa. Mas Percy sorriu mais.
-Você foi de grande ajuda- Ele disse- Pode ir embora agora.
O sorriso de Carolina sumiu. Ela queria agora a parte em que o Deus ficava confuso e falava que a odiava, e como pode usa-la de tal forma.
-Você...?
-Sabe... eu estava pensando na loira dos olhos cinzentos, a meio-sanguezinha- Ele disse se virando , escolhendo algumas roupas, Carolina engoliu em seco – Ela é bem excitante quando quer, mas fico feliz que você quis fazer o que ela não estava podendo fazer agora.
Percy se virou e sorriu, colocando uma cueca box, Carolina tinha o olhar matador.
-Mas sinto que você não veio no meu chalé para satisfazer minimamente minhas frustações sexuais com aquela loira –Ele disse, frio. Como ele era antes de conhecer Annabeth.
Carolina respirou ofegante de raiva. Sem imaginar, tinha substituído muito mal a meio-sanguezinha.
-Não – Ela disse, se recompondo e ficando fria novamente. Eles eram um casal de pessoas frias, afinal – Algumas coisas sobre a caçada, na verdade.
Percy arqueou a sombracelha, sem entender.
-E o que eu tenho a ver com a caçada? – Ele perguntou, revirando os olhos.
-Nada, mas temos que ter sua permissão para participar desta guerra.
-Vocês não irão participar desta guerra- Ele respondeu rápido, e frio.
-É o que Thalia disse, mas eu acho e sinto que você vai precisar da nossa ajuda- Carolina disse, Percy a encarou, cruzando os braços encima do peitoral – Nós dois já participamos de uma guerra antes, e nós dois sabemos que quanto mais pessoas para ajudar melhor, então deixe de ser orgulhoso e apenas dê a permissão para podermos voltar para cá.
-Por mim vocês não viriam para cá nunca- Percy disse, olhando com desprezo para a morena em sua frente, ela não ligava. O moreno suspirou – Mas você tem razão em um modo, e vocês seriam de grande ajuda.
Carolina sorriu, encostando-se a parede contrária da de que Percy estava.
-Você já me perdoou?- Ela perguntou, piscando os olhos.
Percy mais uma vez só pode revirar os olhos, frio.
-Eu nunca vou te perdoar, acostume-se a isso – Ele disse, colocando sua blusa do acampamento meio-sangue.
Ele trocou de roupa e esperava mesmo que Carolina fosse embora, mas ela continuava ali, na parede contrária, olhando para o Deus.
-Acho que entrar para a caçada foi o meu maior erro – Ela disse, Percy se virou sorridente, sem ligar para a o que a morena disse.
-Mesmo? Eu acho que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para nós- ele riu – Quer dizer, para mim. E acho que você já é uma mulher velha e não vale a pena ficar pensando nisto.
-Ai – Ela disse, Percy sorriu de lado
-Pode sumir agora- Ele disse colocando alguns documentos na mão, Carolina sorriu de lado e arregalou os olhos.
-Ah sim! É que acho melhor nós contatarmos para Quiron sobre nossa volta para o acampamento, você sabe, por causa do chalé 8 e...
-Tá, tá... que seja- Ele respondeu abrindo a porta, os dois saíram enquanto conversavam sobre a guerra por vir, e os Deuses que provavelmente estariam dentro e fora dela, chegaram na Casa Grande.
Conversaram com Quiron sobre a volta – que Perseu deixou bem claro que não queria- das caçadoras daqui a algumas semanas, por algum motivo estranho, Quiron ficou feliz com a noticia.
Percy supôs então que Quiron estava numa fase de tanta sabedoria que ele sabia o que iria acontecer antes de acontecer. Ele deixou o pensamento de lado e foi para sua sala, e quase esganou Carolina ao vê-la o seguindo.
-Porque você simplesmente não me deixa em paz? – Perguntou Percy ,sentando-se na sua mesa de madeira enorme e colocando seus documentos na mesa.
-É só que eu vou embora hoje...
-Graças aos Deuses!
-E eu queria meu beijo de despedida- Ela disse brincalhona, Percy estava a ponto de dar sua melhor das gargalhadas quando viu Annabeth encostada no batente.
-É Percy, ela quer o beijo de despedida dela – A loira disse, seu tom de voz demonstrando sua raiva.
Carolina sorriu de lado, indo em direção a Annabeth.
-Seu ciúmes é lindinho – Ela disse, passando a mão no rosto da loira, ela deu uma boa olhada no corpo da garota, o que quase a fez corar- É, talvez você seja mesmo o motivo por Percy estar tão excitado hoje.
Annabeth corou fortemente enquanto Percy revirava os olhos, com grande vontade de esganar Carolina.
-Bem, eu vou indo – Ela disse, sorridente – Até depois lindinha. E você também – Ela disse mandando um beijo para Percy.
Ele balançou a cabeça enquanto batia com sua caneta na mesa de madeira, Carolina só estava ali para fazer confusão.
Annabeth bufou, virando o corpo para ir embora, mas a mão do Deu s fechou a porta e a trancou antes mesmo dela perceber.
-Eu quero sair- Ela disse, com raiva.
-Não, você não quer – O mesmo respondeu.
Ela se virou com raiva para o Deus, mas ele apenas sorria de lado, divertido.
-Sim, eu quero sair- Ela disse – E se você não deixar eu arrombo.
Percy riu, riu genuinamente, o que fez Annabeth ficar com mais raiva. Ela a prensou contra a porta, seu sorriso largo.
-Você está morrendo de ciúmes- Ele disse em seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha logo em seguida.
Annabeth riu pelo nariz.
-Porque eu ficaria? Eu e você não temos nada demais não é mesmo?- Ela perguntou, mordendo o lábio inferior.
-É? – Ele perguntou, arqueando a sombracelha.
Annabeth não sabia o que pensar, ela não sabia se respondia ‘’É’’ e deixava bem claro que os dois não teriam nada demais, ou respondia que não e falava a verdade, que infelizmente ela estava amando o Deus mais idiota do Olimpo.
Percy olhava para ela com surpresa, Annabeth logo pensou se ele era bipolar, pelo fato de que agora ela não era apenas uma pergunta provocativa.
-Não. – Ela respondeu, afastando seu corpo do dele, ela se virou e andou por todo o cômodo, pensando em que falaria a seguir. Percy arqueou a sombracelha, sem entender o que se passava na cabeça da filha de Atena.
-Você quer conversar?- Perguntou Perseu, olhando para ela enquanto a mesma andava de um lado para o outro, nervosa.
-Não! Quer dizer, sim, mas...
-Se você quer falar alguma coisa, pode falar – Ele disse, agora inseguro. Ele viu a cena de Dylan e ela e talvez ela quisesse terminar a relação estranha que existe entre os dois.
Ela mordeu o lábio inferior, sem saber exatamente o que deveria falar agora, estava fora de opção falar algo do tipo: OLHA EU ODEIO VOCÊ COM A CAROLINA ENTÃO PARA DE FICAR COM ELA E FIQUE COMIGO, E EU TE AMO TÁ?ENTÃO ESQUEÇA AS REGRAS DO OLIMPO E FIQUE COMIGO.
Não, não estava em suas opções falar algo do tipo. Ela suspirou e se sentou na cadeira dele, e bateu os dedos nervosa na mesa de madeira, a mesma decidiu começar com o óbvio:
-Eu tenho ciúmes de você- Ela disse ,apenas. Perseu sorriu de lado e andou devagar até a mesa, apoiando-se no extremo oposto de onde Annabeth se sentava.
-Só isto?
-Não –Ela disse rápido, e então corou, Percy sorriu – Bem, eu também não acho que nós dois... eu não sei o que está acontecendo comigo ultimamente, eu estou muito confusa.
Percy engoliu em seco, estava mais nervoso do que queria estar.
-Sobre o Dylan? – Ele perguntou, os olhos ficando verdes escuros de raiva. Annabeth olhou para ele e riu.
-Não! Dylan? Não, não – Ela respondeu – Dylan é como um... irmão para mim agora
-Hein? – Perguntou Percy, sem entender exatamente o que ela estava querendo dizer.
Annabeth apenas riu mais. Ele estava mesmo com ciúmes dela e de Dylan, o que a fazia querer rir e chorar ao mesmo tempo, tudo estava indo de mal a pior. A relação que deveria ser temporária, e sem dor, estava ficando muito sentimental.
-O que eu quero dizer é que você disse que iria fazer meu verão inesquecível – Ela disse, Percy sorriu malicioso.
-E ainda quero fazer – Ele respondeu apenas, olhando para o rosto corado da filha de Atena.
-E você fica com a Carolina e...
-Shh- Ele disse – Carolina é a garota mais ridícula que eu já conheci na minha vida, eu não vou ficar com ela ,até porque ela ainda é uma caçadora.
-Mas...
-Sem mas, eu tenho certeza que o que está te deixando nervosa não é a Carolina- Ele respondeu.
Annabeth engoliu em seco , respirou fundo, contou até 3, fechou os olhos e os abriu novamente, olhando para Percy que parecia paciente.
-Eu não sei se isso que acontece entre nós pode continuar- Ela disse, Percy sentiu seu coração indo pela boca- Porque eu te amo muito e eu acho que quando você for embora eu vou ficar em mil pedaços.
Percy sorriu, sorriu genuinamente, mas mesmo assim ele tinha os pensamentos mais que preocupados. Sabe aquela coisa de relação sem envolver sentimento algum? Pois é. Não existe.
Ele andou lentamente para onde Annabeth estava.
-Você quer dizer que não quer mais me beijar? –Ele perguntou, olhando em seu rosto – Nem me abraçar, nem ficar comigo porque acha que tudo vai ficar ruim quando eu for embora?
Ela assentiu, olhando para o Deus sem entender aonde ele quer chegar. Ele pegou em sua mão.
-Mas se você fizer isto, você não sofrer quando as férias acabarem, você vai sofrer agora- Annabeth mordeu o lábio inferior.
Ele levantou ela, olhando em seus olhos.
-Mas antes de você não me beijar mais, e me ignorar pelo acampamento, eu tenho que dizer uma coisa... – O olhar dele foi para a boca vermelha de Annabeth, e se revezou entre sua boca e seus olhos cinza.
-E o que é? – Ela perguntou, sussurrando. Percy sorriu.
-Eu te amo, Annabeth – O coração da loira falhou uma ,duas batidas.
Ela balançou a cabeça, afastando algum pensamento. Percy colocou uma mão em sua nuca, e juntou seus lábios nos dele.
A mão de Annabeth foi para seus ombros, e depois pra sua cintura, fazendo com que seus corpos se encontrassem ainda mais. Os dois se separaram, ofegantes.
Ele pegou na mão da loira.
-Eu quero te levar para um lugar- Ele disse, sorrindo.
-Mas isto não é contra as regras?- Percy sorriu ainda mais.
-Eu já estou quebrando todas elas mesmo – Então ela fechou os olhos, sentiu todo seu corpo e cabeça se esvaindo, ela ficou nervosa, parecia que ela iria morrer. Mas a única coisa que aconteceu foi todo seu corpo voltar ao normal e quando ela abriu os olhos, ela estava na varanda de um sobrado de madeira, e na sua frente , havia apenas grama verde, e mais a frente da grama verde, várias arvores altas que pareciam pinheiros.
Pela vegetação ela logo percebeu que estava na Europa. Olhou para trás e abriu a porta do sobrado, dois chocolates quentes estavam na mão do Deus.
-Quando voltarmos para o acampamento, ninguém terá sentido nossa falta- Ele disse, dando-lhe um chocolate quente, ela queria saber onde ele queria chegar com aquilo ,mas boa coisa não era.
Notas finais
E ãhn, eu e minha hashtag de #JuhIndica estou indicando a fic Acampamento para Vadias ,da minha querida leitora LariJackson, é percabeth e é hot, então deem uma passadinhal lá. =)
Outra coisa, eu estou preparando uma fic novinha! Eu e uma amiga minha, e bem eu vou colocar o link aqui depois mas ela é bem legal e é uma fic em que nosso querido Perseu e nosso querido acampamento meio-sangue são atacados por: MORTAIS. É, por meros mortais. Ela vai se passar entre O último Olimpiano e o Herói Perdido e tem tudo para ser maravilhosa. Fiquem de olho aí. =)
Enfim, deixem seus reviews meus lindos.
Beijos e até o próximo! =D
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