Essa Filha De Atena...

25 E a guerra começa.


Notas iniciais
Oi!
Eu iria postar ontem só que um pedaço do capitulo não estava pronto e a falta de criatividade preencheu meu corpo, então aqui estou eu postando hoje.
Recomendo ler com a música The Twist do Chubby Checker, porque é um capitulo feliz! Ou pelo menos parte dele.
Enfim...
Boa Leitura!

POV Annabeth



O ar gélido do norte Europeu era tudo que eu não estava acostumada. Junto com a paz e calmaria do lugar mais afastado do resto da população que eu já vi na vida. Por mais que estivéssemos ali havia 3 dias, Percy me disse que quando voltássemos ao acampamento, parecia que teríamos sumido em poucas horas.

Mesmo assim , estar na Suécia era muito bom, mesmo sendo uma parte afastada e potencialmente inabitável. Percy me disse que este era o lugar em que ele gostava de pensar, ele poderia ficar ali o tempo que quisesse e logo depois voltar de onde ele teria chegado.

Senti minhas pernas bambearem ao toque gostoso e um corpo quente me abraçando por trás. Estremeci e ele riu no meu ouvido.

–Admita que adora meu corpo fervendo perto do seu –Ele disse, mordendo o lóbulo da minha orelha, me virei e o mostrei a língua . Ele riu e nós dois entramos no sobrado todo de madeira.

E quando eu digo todo de madeira eu digo TODO DE MADEIRA MESMO. Chão, parede, teto, batente, móvel , as únicas coisas que não era de madeira ,por exemplo, na sala, era o sofá aconchegante de tom pastel.

Nós dois nos sentamos como crianças no sofá, olhei para ele sorridente, que olhou para mim sem entender nada.

–Que foi? –Ele perguntou, me aconchegando nos seus braços.

–Quantas mulheres você trouxe para cá? – Eu perguntei, mordendo o lábio inferior.

–Várias – Ele respondeu. Dei um tapa em seu braço e ele começou a rir – O que foi? Você que perguntou!

Fiz um bico e me sentei novamente no sofá.

–Acabou com o clima – Eu respondi, ele riu ainda mais e me deitou no sofá, passando o seu corpo por cima do meu.

–Acho que você é a primeira – Ele respondeu, mordendo o bico em meus lábios. Sorri e depois me perguntei quando eu havia ficado tão filha de Afrodite.

Nós dois fomos para a cozinha tentar fazer algo para comermos, como eu disse antes, apenas tentamos.

Na TV passava um clipe velho do Chubby Checker, The Twist. Percy começou a dançar e eu só pude rir.

–Pega a manteiga – Ele disse, eu peguei e dei uma leve rebolada, ele riu e jogou um pedaço na frigideira.

Ele pegou minha mão e nós dançamos bem mal a música dos anos 50, ele me rodou e eu só pude rir ainda mais.

Depois ele pegou a massa e colocou na frigideira, o cheiro estava ótimo apesar de tudo. Ele estava mexendo a massa, sentei-me no balcão novamente.

–O que eu vou fazer? – Eu perguntei, ele olhou para mim e sorriu.

–Pode continuar a rebolar, estava bem legal – Sorri e balancei a cabeça – Pega o frango desfiado para mim.

Eu peguei e entreguei para ele, seu crepe de frango parecia ficar maravilhoso. Peguei o prato e ele pegou a frigideira.

–Agora o final – Ele disse.

–Você não vai conseguir fazer a massa rodar – Eu disse, ele semicerrou os olhos e jogou a massa para cima, eu achei que ele ia conseguir quando metade do crepe foi pro chão ,e a outra metade voltou para a frigideira. Ele olhou triste para o chão.

–Foi macumba sua – Ele disse apenas, eu sorri e rebolei – achei que era a hora conveniente já que a música estava no final – então ele tirou a cara de emburrado e apenas riu. Colocando metade do nosso crepe no prato de louça branco.

Sentamo-nos no balcão, e eu balancei minhas pernas que estavam no ar. Nós comemos e eu odeio admitir, mas ele cozinha muito, muito bem.

–Tem até dotes culinários, perfeito para casar –Eu disse, ele arqueou a sombracelha e eu quis me dar um tiro, estava tentando não fazer planos futuros com ele, já que eu sabia que nós dois não tínhamos como ter um futuro juntos.

Sorri e beijei seus lábios sujos de frango. Ele me suspendeu e me beijou mais profundamente.

Sua mão foi para a minha nuca, arrepiando os pelos que tinha ali. Entramos no corredor e logo depois no único quarto que tinha por ali –não que eu reclamasse.

Desenrolei minhas pernas da sua cintura e o joguei na cama, com a maior força que pude, ele só riu e se deitou ainda mais lá.

Peguei um lençol e passei minhas duas mãos pelos seus braços descobertos. O prendi na cabeceira, e ele olhou para mim, incrédulo.

–Eu sei que você pode se soltar a qualquer momento, mas... – Beijei seus lábios- Seja bonzinho e finja que não. Eu não vou te torturar... Eu acho.

Ele assentiu levemente enquanto eu retirava sua calça jeans meio caída em seus quadris. Logo depois eu tirei sua cueca, ainda olhando para o mesmo que apenas sorria malicioso.

A tirei lentamente e mordi o lábio inferior. Seu membro estava semi-ereto. Peguei a base dele com força e lambi sua glande.

Sorri enquanto o masturbava, seu membro agora ereto e imenso. Beijei a ponta do seu pênis e depois o chupei. Rodeei apenas a glande com a boca e depois o retirei.

Seus olhos escuros me fitavam deliciosamente, mordi o lábio inferior, não faria mal tortura-lo um pouco, já que ele me torturou muito nestes últimos 3 dias.

Levantei-me e passei minhas pernas uma a cada lado de sua cintura, fiquei de pé e tirei meu sutiã o mais lentamente que consegui.

Senti seus olhos seguirem minhas mãos e logo depois voltar para os meus seios desnudos, eu sabia que era só ele piscar que retirava aquele lençol de suas mãos, mas eu sabia que ele estava se divertindo tanto quanto eu e não iria fazer aquilo tão cedo.

Desabotoei meus jeans e os deixei cair do lado da cama, logo depois lentamente tirei minha calcinha, suas sombracelhas arquearam, esperando meu próximo passo. Sorri maliciosa e corri meus dedos pela minha intimidade, fechando meus olhos e me penetrando.

Senti seu corpo se mexer desconfortável embaixo de mim, levantei a cabeça e gemi alto, penetrando três dedos dentro de mim ,e logo depois apertando meu mamilo esquerdo com a outra mão. Abri meus olhos e vi seu corpo se mexendo desconfortável e seu pau mais rígido impossível.

Apertei meu seio com mais força e coloquei o quarto dedo em mim, levantei minha cabeça novamente e gemi mais alto quando senti que estava chegando ao orgasmo. O líquido escorreu pelos meus dedos e sentei encima de seu abdômen desnudo, cansada.

Senti duas mãos pegarem minha cintura com força e eu sorri, ele aguentou mais do que eu mesma imaginei.

Ele inverteu as posições e me olhou devasso.

–Porque você adora uma tortura? – Ele perguntou, mordendo meu pescoço. Meu corpo ainda estava mole e minha respiração ofegante, então eu nada disse. Seus dentes puxaram meus seios ainda sensíveis, gemi de dor e prazer.

Suas duas mãos apertaram minhas duas coxas com força, fazendo-as provavelmente ficarem roxas.

Ele me penetrou sem dó, senti uma pontada de dor quando ele simplesmente me estocou duro e com força, agarrei-me nos lençóis enquanto seu membro pulsante me preenchia por completo.

Peguei minhas duas mãos e as cravei em seus ombros , ele mordeu meu pescoço com mais força em resposta e eu gemi ainda mais alto. Ele estocava forte, ia rápido e voltava lentamente, arranhei suas costas quando senti minhas paredes o apertarem mais e mais. Ele estocou mais forte, enquanto sentia seu membro pulsar ainda mais dentro de mim. Rebolei meu quadril sentindo-o ainda mais quando senti uma sensação ápice de prazer.

–Per..ah – Ele riu no meu ouvido, enquanto eu me deliciava quando todo o meu corpo amoleceu, e meu líquido se escorreu, ele me estocou mais algumas vezes e senti seu líquido quente escorrer de mim , gemi ainda mais.

Ele se deitou ao meu lado, enquanto minha respiração estava ofegante e rápida, olhei para ele, sorrindo maliciosa.

–Que foi? – Percy perguntou, arqueando a sombracelha.

–Você aguenta mais uma? – Eu perguntei , ele gargalhou e passou seu corpo por cima de mim.

–Esqueceu que eu sou um Deus?

–Mas não do sexo – Eu disse, enquanto olhava para o seu membro rígido novamente. Percy riu.

–É verdade, eu sou bem melhor que ele.

Ri, trocando as posições.

* * *

Acordei com uma brisa suave em meu rosto. Abri um olho e vi Percy olhando a janela semi aberta, com uma caneca na mão, seus jeans largos caindo pelos seus quadris e suas costas largas a mostra. Que Deus Grego...literalmente.

Ele olhou para mim e eu fiquei ciente dos meus seios a mostra.

–Bom dia, Bela Adormecida – Ele disse ,rindo.

Eu me levantei, sem me importar com meu corpo desnudo, e duas marcas maravilhosas de mãos nas minhas coxas e cintura. Dei-lhe um selinho, e olhei para sua expressão, que agora estava séria e preocupada.

–Aconteceu alguma coisa?- Eu perguntei, olhando para ele.

Percy não me respondeu, continuou olhando para o chão com os olhos vazios, e expressão preocupada. Eu comecei a achar que ele estava ficando esquizofrênico quando ele pisca para mim.

–Precisamos ir embora – O mesmo disse –Agora.

O olhei sem entender, enquanto o mesmo me puxava pelo pulso pelo corredor.

–Mas porque ? –Eu perguntei , não entendo absolutamente nada.

–O acampamento está sendo atacado- ele disse, pegando o que parecia ser uma caneta – Não se lembra? Deixamos o acampamento tem 4 horas.

–4 dias.

–4 horas – Ele ressaltou, ele olhou para mim desnuda e piscou – Lembre-se, se alguém te perguntar, saiu por 4 horas.

Então eu fechei os olhos, e aquela sensação de carbonização e de que eu iria morrer me corroeu. Quando eu abri os olhos novamente, eu estava na varanda do acampamento meio-sangue. E o que parecia ser um exercito de monstros e Deuses menores estavam o invadindo.

Olhei para o outro lado e o exercito de meio-sangues estava correndo em direção ao exercito de monstros/Deuses menores.

Percy apareceu do nada na varanda e vi que ele estava com sua espada de bronze celestial numa mão e com a armadura no corpo.

O que me fez arregalar os olhos e olhar para meu próprio corpo, mas ao contrário do que eu imaginei, eu não estava desnuda, e sim com um short jeans, all star, blusa do acampamento e uma armadura no corpo.

–Os monstros são comigo, vou fazê-lo virar pó – Ele disse, descendo as escadas. Desci a escada com ele, e o mesmo se virou para mim.

–Lute com Dike, ela sempre odiou sua mãe por devidir com ela o fardo de Deusa da Justiça. Com certeza ela vai ficar meio balançada ao te ver. Já que você é tão parecida com a sua mãe.

Ele suspirou e eu semicerrei os olhos, eu era parecida com a minha mãe?

Deixei o pensamento de lado ao vê-lo virar pó, e então procurei Dike, A deusa da Justiça. E a guerra começava.



Notas finais
Entãão, eu disse que eles precisavam de um momento de paz não é? Porque agora é guerra! =(
Deixem seus reviews meus caros leitores ,estou mesmo querendo postar rápido, então ajudem-me.
Enfim, beijos e até o próximo! =D