Notas iniciais
Novamente aqui estou eu, mais atrasada do que o coelho da Alice. desculpas, mas digamos que a erá da escravidão voltou para o meu ser e não sei o que é ter vida social ou tempo. mas deixando as desculpas e explicações de lado. O capitulo ficou curto e leve. Foi apenas amor (sim eu adorei escreve-lo) e espero que vocês gostem...

Os olhos de Regina admiravam Emma e Henry brincado sobre a área da praia de Storybrooke. Tinham desistido de conhecer a cidade no momento que viram a praia deserta, a morena estava relutante nunca gostou de praia, mas a loira e seu filho eram fãs e então ela simplesmente sentou em um banco perto da praia e passou a observar sua melhor amiga e seu filho se divertirem, brincando de pega-pega ao sabe se lá o que.

Ela nunca fora de observar as circunstâncias de seu relacionamento com Emma, nunca fora de pensar no assunto, nunca quando se tratava da loira era o acordo mudo que fez havia feito com ela mesma, deixar os sentimentos confusos de lado e só tentar entender aquilo que era fácil de lidar. Porque pensar sobre o que elas tinham nunca fora exatamente fáceis de analisar.

Emma era a felicidade dela, sempre a fazia sorrir e esquecer os problemas que a cercavam. É ela para a loira, era exatamente a mesma coisa desde o dia que Emma aparecera em sua porta e conversaram exatamente sobre tudo que levaram aos pais dela a expulsarem, elas passaram a não julgar uma a outra. Apenas viverem e saberem que tudo que uma fazia era certo mesmo parecendo errado.

Regina sabia que beijar Emma fora um erro, porque não queria perder a essência da amizade que existia entre elas e por isto, ela nunca havia encarado todos aqueles sentimentos de frente. Mas agora pensando naqueles segundos, foi o suficiente para se sentir viva, e sentir que estava fazendo o certo deixando Emma longe de Ruby, a vadia que há muito tempo tinha ferrado com a sua loira.

Demorou um pouco para assimilar Ruby com a vadia que morava com ela, lembra-se vagamente da ex de Emma, nunca havia gostado dela e fora tão pouco tempo que era insignificante antes e agora não tanto, mas ainda assim ela sabia que a morena não tinha tanta importância para a sua loira agora.

– Vem mamãe, vem brincar com a gente. – Gritou Henry, fazendo Regina esquecer os pensamentos conflitantes e seu medo de praia, tirar os saltos e correr para se juntar a sua família.

....

POV Regina

Fazia tanto tempo que não sabia qual era a sensação de me deitar sobre a área e observar o pôr do sol, estar naquela posição com Henry e Emma, me fazia voltar no tempo e lembrar-me de uma época em que minha vida era descomplicada, um tempo o qual meus pais me amavam mais do que a careira e o orgulho.

Suspirei olhando para o lado e observando detalhadamente a loira que estava deitada ao meu lado direito, observando o céu calada e com um sorriso que me deixava boba e logo ao seu lado estava Henry, com a expressão maravilhada. Eles eram tão parecidos, não fisicamente, pois Henry não lembrava Emma e com isto supunha que ele tinha puxado o pai, mesmo que após conhecer Mary e notar um pouco dela nele, sabia que fisicamente ele deveria ser a cópia do pai. Mas mentalmente, ele era Emma em todos os sentidos: nos gostos, no modo de pensar e mesmo que não visivelmente, eles demonstravam o amor igualmente, nunca verbalmente, sempre em cada ato e aquilo que os diferenciava, não importava quem ou os erros que tivessem cometido nas suas vidas, se eles fossem capazes de sorrir para você, você estava perdoado. Não que eles esquecessem, longe disto, eles apenas permitiam um recomeço.

– Emms ,porque nunca viemos aqui antes? – Questionou o meu garoto olhando atentamente o sol se apagar no horizonte – É tudo tão bonito, único. – Disse ao se sentar na área.

– Você sabe, kid. – Emma comentou, se levantando e estendendo uma das mãos para mim. – O que acham de irmos para casa e você Regina cozinhar para gente? – Sorri com a sugestão, a loira era uma tragédia na cozinha e sempre que estava com fome aparecia em casa, sem se importar com o horário e quando não aparecia com uma pizza.

– Tudo bem, não precisam implorar. – Disse ao aceitar a mão da loira estendida para mim. — Só espero que sua mãe não se importe.

– Pelo que me lembre Mary Margaret, não sabe cozinhar. – Ela deu de ombros, sabia o quanto aquela mulher poderia ser turrona, mas mesmo que não assumisse ela sentia falta dos pais e talvez por este fato, tive que aceitar vir aqui. Dar o pontapé inicial para um acerto quem sabe, mesmo odiando os pais dela, ainda sim a queria bem e com aquele buraco que eles deixaram nela curado, e ela capaz de sentir-se bem novamente.

Notas finais
Próximo vou tentar mostrar um pouco de MM e suas desculpas para com Emma.. Sugestões, criticas, xingamentos. São bem vindos. Até minha próxima folga...