Espiral
1 Prólogo
Notas iniciais
Prólogo
Estudiosos e Biólogos de todo o mundo diziam que a Terceira Guerra Mundial viria. Eles estavam certos. A única coisa que nunca imaginariam nem em seus devaneios mais ilusórios, era que ela não seria por água. Mas por sangue. O mundo se viu diante de uma real ameaça. Uma ameaça que sempre era contada como mito. Uma que ninguém acreditava.
Como poderia ser verdade que eles existem? Que todos eles existem?
O mundo foi tomado por uma força chamada os “Immortal”. Essa força se revelou para o mundo inteiro o controlando. Eles eram um grupo. Cinco vampiros que continham poderes extraordinários. Alecto Magnum, Lestat Kandor, Armand Conm, Antony e Aurora Êdor. Enquanto o mundo dormia, eles controlaram as armas e obrigaram todos a se unirem. Foi um dia fatídico que ninguém irá esquecer. 23 de dezembro de 2012.
O mundo se tornou um caos, por alguns anos os humanos tentaram lutar contra a ameaça que os vampiros traziam, mas nada adiantou. Afinal como mata-los? A maior parte das lendas era falsa, a maior parte. Os vampiros dividiram o mundo em cinco partes, e cada vampiro controlava a sua parte de forma monarca.
Eles se diziam reis e rainhas, o mundo podia evoluir, se a população entregasse um pequeno sacrifício. Milhares e milhares de humanos eram mortos apenas para que os vampiros se alimentassem. Mas ser vampiro não era algo tão ruim para os ricos ambiciosos.
Os homens e mulheres mais ricos do mundo compraram a tão sagrada imortalidade dos vampiros, se tornando assim um igual, apenas esperando pela ordem do seu vampiro mestre. Depois da explosão de vampiros, apareceu algo muito assustador, Lycans. Humanos que na lua cheia se transformavam em seres horrendos que se alimentavam apenas de uma coisa. Vampiros.
Os vampiros não podiam deixar seu domínio ser perdido por seres irracionais que agiam por extinto, por isso, criou um exercito de vampiros, que treinados dizimaram e extinguiram os lycans. Mas eles não eram seres irracionais como os vampiros pensaram, e antes de sua extinção evoluíram para uma nova classe.
Os transmorfos, a união de um Lycan com um ser humano resultava numa forma de vida diferente. Um ser humano em todos os aspectos, que quando muito irritado se tornava um enorme animal que poderia ser comparado com um lobo de dois metros de altura. Esses transmorfos encontrados foram domesticados e usados como soldados imperiais dos vampiros.
Todos procuram apenas uma forma de não morrer. Ninguém procura mais por liberdade, por que sabem que não vão encontrar. Apenas aceitam a verdade que não existe mais essa tal “liberdade”. Apenas historias que lemos em livros antigos que ficam a disposição nas bibliotecas.
Mas os vampiros também encontraram uma nova forma de evolução. Os mestiços, eles eram a união de um vampiro com uma humana que serviria de incubadora para o bebê sanguessuga que nasceria. Os Mestiços eram muito semelhantes aos vampiros apenas um detalhe não os igualava. Os mestiços podiam andar ao sol.
Como seres imortais e curiosos sobre toda a existência, os vampiros decidiram que de dez em dez anos, o reino faria uma festa chamada Cruore, onde o príncipe mestiço escolheria uma mortal, para lhe servir de parceira e uma mortal, para ser a precursora de outro mestiço. Os humanos tinham que ter em torno de dezesseis a vinte e três anos.
E onde eu entro em toda nessa história? Agora.
Meu nome é Suzanna Hale tenho dezesseis anos, sou a quarta filha de um casal de classe media baixa. Tenho três irmãos mais velhos. Moro na América do Sul, Brasil para ser mais exata. Governada por ninguém menos que Aurora Êdor. Cujo mestiço completa aniversario, fazendo então o glorioso Cruore.
Todas as pessoas na faixa de idade estipulada precisam se apresentar ao conselho, para serem avaliadas para o Cruore. Meus pais determinaram que eu não iria, e meus irmão concordaram de forma protetora. Mas eu sabia o que acontecia quando uma família tentava encobrir algum membro dela.
Notas finais
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