Eros
9 Chocolate
Notas iniciais
bem.. já aviso agora... EU VOU MESMO POSTAR ESSE CAPITULO FALTANDO 2 REVIEWS????!!! o_O
ein ein?!
eu vo néah... fazer o que!
MAIS, estejam avisados... >:|
POV Nako ~ NHAAAAAAAAA!
Oe meus gostosos ♥
como passaram a virada? beberam bastante??? (o_o)
hohooo'
Olha, eu postei o 8 domingo passado, então acho certo postar o 9 hj ^^
Bem, as reviews deram uma diminuida né '-' mais sei que vocês devem ter motivos pra isso ^.^
hehe
Ah, sim... surpresa nesse capitulo...
é..
é..
POV MELLO *-*
(grandes coisas)
mais é lekal... '-'
hm.. é isso...
até lá dibachu!
ENJOY ~ * ~ *
– Oi. – Entrei sem bater por aquela porta de madeira podre e corroída. Realmente, não me importo com essa situação, até porque não perco meu tempo dentro desta casa, então não há problemas caso ela desmoronar de tão acabada.
– Oi... Chegou de manhã de novo, pra variar. – Disse meu avô num tom autoritário. Quem ele pensa que é?
– Da um tempo Roger. Não sou criança pra levar sermão de você. –
– Mais mora debaixo do meu teto. – Teto?
– HAHAHAHAHAHAHA! – Gargalhei sarcasticamente. – Teto? Que teto? Esta falando dessa coisa cheia de arrombos aqui encima? Por favor, né... Dá pra ver a constelação inteira através desse seu ‘teto’. –
– Ai é que está. Você mesmo assim vive sob ele. –
– Não se preocupe. Logo eu sairei daqui e você poderá ter o prazer de levar as goteiras na testa sozinho. –
– Eu não me importo. Pode ir agora se quiser. Dizem que debaixo da ponte é bem aconchegante. –
– Ah! Cala a boca... – Não há um porque para discutir com esse velho, é só desperdício de tempo.
O deixei naquela sala sozinho, e fui até o pequeno quarto/cubículo em que eu habitava. Tinha uma cama que eu fazia questão de deixar sempre bagunçada, uma cômoda velha mais em bom estado, uma mesinha no centro do quarto sobre um tapete, e uma janela grande e baixa na parede direita da porta.
Separava a última gaveta da cômoda sempre exclusivamente para meus chocolates, meu motivo de vida, meu vicio, meu tudo! Posso até parecer exagerado ao falar desta forma, mais o cacau além de acalmar meu freqüente estresse, também me representa muito.
Alguns bebem ou fumam para esquecer dos problemas. Eu como chocolate... Porque né!
Abri com força a gaveta que eu os guardava. Peguei quatro barras do meu favorito. Joguei-os encima da cama, pulando nesta em seguida. Nem mesmo me dei ao trabalho de fechar a gaveta pra afastar as baratas e outros insetos que tendiam a dividir o vicio comigo. Danê-se.
Fiquei um tempo deitado com uma das pernas sobre o joelho e as mãos repousando abaixo da nuca. Somente olhando para o suposto teto. Peguei então uma barra de chocolate, abri, e passei a degustá-la com mordidas que arrancavam grandes pedaços.
Ah sim... Deixe-me apresentar. Meu nome é Mihael Keehl, mais conhecido como Mello já que meu nome não é lá o mais bonito. Ou comum. Alguns idiotas insistem em me chamar de loira ou coisas semelhantes a essa, o que me deixa infinitamente puto. Imbecis.
Moro atualmente com meu avô paterno, Roger. Um velho sem noção que se acha inteligente o suficiente para melhorar de vida, o que nunca mudou desde que meu pai morreu numa fabrica de chocolates e minha mãe fugiu pra se tornar uma vadia. Morei com eles até os 15 anos de idade, mais surgiram alguns problemas e viemos todos os três para a casa de Roger. Ano passado o retardado do meu pai conseguiu morrer ao cair dentro de uma máquina que triturava as embalagens defeituosas da fabrica. Por isso chocolate representa tanto pra mim. Cada barra me lembra da idiotice do meu pai, que me causa até certo humor...
Já minha mãe, ao descobrir que meu pai vivia somente para o trabalho, inútil trabalho, começou a freqüentar lugares estranhos com as pessoas estranhas que dizia ter amizade. No Halloween do ano passado, antes do meu pai morrer, ela fugiu com um professor de dança. E assim ficamos eu e meu avô, sozinhos aqui, vivendo somente da aposentadoria dele e dos bicos que eu faço nas horas vagas.
Roger sempre insistiu que eu concluísse a escola para ser alguém na vida. Mas... Pra ser alguém, você precisa passar por professores malandros e colegas perturbados pra no fim pegar um rolo de cartolina para justificar?
Não tem muito sentido.
– Seria melhor parar de estudar e dedicar meu tempo somente ao trabalho... – Ou seja, sobreviver do transporte de mercadorias furtadas ou contrabandeadas.
Mesmo a policia já ter quase me pegado, especificamente na semana passada, é comum, e sei bem como lidar com aqueles que vivem de suborno e tramóias. Confesso que ainda existem os homens da lei que cumprem com seu papel, mais nos dias de hoje, eles são somente alvos fáceis daqueles que já estão infectados pela sujeira toda. Submetidos apenas a entrar pra mesma imundice.
Mais vamos deixar a policia de lado.
Hoje... Hoje tive uma madrugada ‘agitada’. Não foi propriamente por causa da briga de mais cedo no bar, nem mesmo por aqueles caras enormes terem me ‘paquerado’, mais sim por causa do tal de Matt.
É... Ele parece ser daquele tipo mais estranho de garoto, afinal, ninguém sai por ai com óculos de natação na cabeça, até porque o fato de ser ruivo já chama bastante atenção... Também não se vê um ruivo todos os dias, muito menos um ruivo tão... Atraente como ele.
– Ah é... Ele não disse que éramos da mesma escola? – Perguntei a mim. É engraçado porque, eu nuca vi esse tal de Matt no colégio. Tsk, mais não importa, segunda-feira ele estará lá... E desta vez, visível aos meus olhos.
Havia devorado as quatro barras de chocolate com nozes, quase nem percebi já que estava ocupado demais pensando... Me levantei da cama, era 08hrs 33min. Pelo menos era o que aquele velho relógio na parede marcava.
Por incrível que pareça, não estou cansado ou com sono, apesar de ter virado a noite. O jeito é começar o dia então... Sai do quarto e segui pelo pequeno corredor até a segunda porta da esquerda, o banheiro. Entrei e supri minhas necessidades da manhã, aproveitei pra tomar uma ducha que serviria pra me ‘despertar’ completamente. Vesti uma blusa sem mangas preta com uma jaqueta vermelha por cima, uma calça preta justa de couro e um coturno vinho até o meio das canelas. Para onde eu iria desse jeito? Trabalho.
Passei pela sala onde Roger permanecia intacto lendo um jornal. Pois é, a insônia mais uma vez o impediu de dormir.
– Já vou. – Exclamei, avisando que iria cumprir com meus compromissos.
– Cuidado Mello... Essas coisas que você faz ainda irão... –
– Tá... Até mais. – Fiz pouco caso da sua ‘preocupação’, mais lá no fundo eu aceitava o suposto conselho e agia com mais cautela... Não se sabe o dia em que será pego certo?
Andei em passos pesados até a porta, abrindo-a num chute como de costume. O dia não estava ensolarado e nem nublado, mais aparentemente mais tarde faria calor, muito calor. Ventava meio forte, o que fazia aquela puta poeira da construção mais a frente voar em meus olhos. Malditos! Ao menos cubram essa merda de areia!
O dia já começou bem... Fui até o carro, ótimo, onde está a chave? Revirei os bolsos e só fui encontrá-la quando mirei o chão da garagem e a peguei debaixo da roda. Entrei no carro, dando a partida, varias vezes, pois o automóvel já não estava mais em tão bom estado como antes. Quando consegui fazer aquela porcaria funcionar, sai da garagem, quase batendo no poste a frente do portão de entrada. Já disse que não tenho carta de motorista? É... Estão avisados.
Acelerei a sumi ao virar a esquina. Certo... Preciso primeiramente do meu café da manhã, meu estimulo, minha fonte de energia... Meu chocolate. Abri o porta-luvas e de lá tirei uma barra de chocolate amargo, não era meu preferido, mais ainda sim era como ir ao céu e voltar.
Com uma mão no volante e a outra segurando a barra, continuei acelerando. Agora que já está parcialmente tudo resolvido, ei de entregar as ‘mercadorias’ que estão no porta-malas naquela maldita casa de sempre.
Como é que se chama aquele cara mesmo? É alguma coisa parecida com... Não, não... Murasaki! Isso... Ele encomendou no Coruja umas coisas que nem mesmo eu sei já que estão numa caixa lacrada.
Peguei um papel no meu bolso que indicava onde ele morava, não era longe, melhor pra mim que não gasto tanto combustível... O preço tem aumentado muito ultimamente sabe.
Não me dei ao trabalho de esperar que aparecesse na porta após eu ter tocado aquela maldita campainha... Larguei tudo na porta mesmo. Entrei no carro e parti pra próxima, que seria... Rua 8?
– Dois quarteirões de casa. – Poxa! Sorte a minha que hoje estão bem perto.
Esse pacote é de... Bebidas? Bem, é óbvio que essa marca é muito mais cara no comercio comum do que no ‘Comercio Coruja’... Então não me surpreende que comprem de lá. Demorou um pouco até encontrar a casa, já que é a rua mais comprida do bairro. O comprador está com o nome de... Como é que se lê corretamente essa merda? Jeevas? Acho que é. Provavelmente deve ser um velho cachaceiro.
Parei em frente a casa, desci do carro ainda mirando o imóvel. Peguei a caixa e fui de encontro à porta. Toquei a campainha e esperei. Ninguém apareceu. Toquei novamente, dessa vez dando uns murros na madeira.
– Ei! – Praticamente gritei. – Não tem ninguém não?!! – Ninguém...
Foda-se então... Larguei a caixa no chão mesmo e fui descendo os poucos degraus da entrada.
– Espere! – Uma voz feminina chamou-me. Até que enfim a porta havia sido aberta... – Você não vai pegar o dinheiro? –
– Que dinheiro? – Oras... Que eu saiba o Coruja sempre recebe os pagamentos antecipadamente, pois sabe que não tenho paciência pra esperar esses malditos atenderem a porta e pagarem.
– O pagamento caramba! – Ela é uma exceção?
A mulher que surgiu era bonita, alta, magra, pele alva e cabelos castanhos até o meio das costas. Vestia somente um blusão cinza que não dava pra identificar se vestia ou não um short ou algo por baixo... É uma pena que não gosto do ‘feminino’.
Sabendo como o Coruja é, com certeza essa mulher não teve trabalho em pedir que pagasse após a entrega. Ou talvez já se conheçam... Sei lá.
– Espere só um pouco, vou procurar o dinheiro... – Procurar? Ou seja... Sem garantia de receber.
Certo, ela me fez esperar uns cinco minutos contados certinho no relógio. Desgraçada.
– Aqui. – Surgiu novamente na porta. Esticou o braço alcançando-me as cédulas.
Não agradeci, pois não é do meu feitio e nem da minha necessidade já que não fez mais que sua obrigação pagando o produto que comprara. Somente virei às costas e novamente partiria para mais uma entrega.
– Você... – Chamou minha atenção. O que essa imbecil tem? Quer me tirar a pouca paciência que ainda me resta? – Qual o seu nome? –
– Mello. – Respondi friamente, sem animo nenhum pra corresponder aquele entusiasmo que ela emitia.
– Ótimo trabalho Mello... Apareça às vezes! – Fui cantado ou feito de otário? Ah!
Pela terceira vez partiria. E espero que não queira mais nada, pois da próxima vez posso voar no pescoço dela...
Entrei no carro e acelerei. Há cada gente estranha que a gente se depara nesse mundo não?
– Próxima entrega é... – Peguei o papel. – Droga... Do outro lado da cidade. – Entrega de DVD’s pornô infantil... Com certeza, não quero nem mesmo tocar a campainha.
Notas finais
gostaram? err... gostaram?!
*esperando uma resposta de voz*
eu não vou receber y.y
então mandem reviews ^^
MANDEM REVIEEEWS!
e...
POV NAKORURU ~ seus fantasmas.... sabiam que se vocês se manifestassem... a Nako ganharia mais que o dobro de reviews? ò_ó
poisé... então... M-A-N-I-F-E-S-T-E-M-S-E!
oka?
É isso u.u
POV NAKO ~ AAAH! esqeci de uma coisinha... a fic tem 4 recomendações... tudinho isso *-* OMG! que alegria *chora*
agradeço a
Mich-chan
L-chan
Gaby-chan
e Yumi-chan
que recomendaram ^^ e.. se puderem... recomendem pra Nako? hehe
Meus bebees! bem... é isso por hoje!
Um ótimo começo de 2012 pra vocês! muita paz, saúde, alegria, e tempero, e tudo que há de bom xD
Abraço forte a todos os leitores de Eros *-*
BEJÃAAAO ♥
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