Eros

10 Óh, Doce Vinho


Notas iniciais
Boa tarde meus cherosus ♥
Capitulo 10 xD
e... PASSAMOS DE 100 REVIEWS!
que amoooooor ~ é por isso que vocês são fodas u.u
mais... tipo... ainda tem muitos leitores fantasmas...
onegai...
manifestem-se!!!
KIIIIIIIISSSSSSSSUS ♥
aksoaksoak'
ESPERO QUE GOSTEM!

Acordei, já era 13hrs 45min. Pelo menos pude descansar um pouco, pois estava literalmente um caco. Dessa vez o Ik-maldito não havia dormido e nem despertado em meu rosto, o que me deu motivo pra achar que o dia seria ótimo... Também pelo fato de Lana não ter ligado o som no último volume propositalmente. O que deu neles hoje? É o dia de deixar o Matt em paz? Espero.

Levantei do sofá, atual cama. Mesmo que eu tenha descansado por aproximadamente umas 5 horas, definitivamente não fora suficiente, e por isso cambaleei ao ficar de pé na tentativa de encontrar o banheiro. Sim, encontrar. Aquela casa estava uma zona, e provavelmente a porta do banheiro estava camuflada naquele monte de roupas espalhadas.

É um desafio se esquivar de garrafas quebradas, pratos, restos de comida e fios desencapados de eletrodomésticos pelo chão. Como ela se vira quando está bêbada ein?

Consegui entrar no banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes... E por mais que eu precisasse de um banho, não estava nem um pouco animado pra tomá-lo. Parece que a preguiça da tia está começando a me contagiar.

– Mail? – Como ela consegue bater na porta quando está totalmente fora do alcance? – Tenho um presente pra você! – Porque será que me sinto amedrontado? – ...ANDA LOGO GAROTO, SAI DAÍ! -

– E-espere... — Eu estava no banheiro. Não da pra esperar pelo menos?

Depois de ela distribuir vários murros na porta, eu sai. Contrariado, pois seria ótimo fazê-la esperar mais um pouco. Estava sentada numa caixa, na sala. Estranho, eu não havia percebido aquilo ali.

– O que é isso? – Perguntei curioso.

– Isso? São coisas boas, muito boas. – Certo, a primeira coisa que me veio à mente foi: Comida... Comida de verdade!

Mas o lindo pensamento sumiu quando me lembrei de que o ‘bom’ da Lana é... Diferente.

– Que tipo de droga forte tem nessa caixa? – Ou talvez tenham animais raros lá dentro... Quem sabe.

– Não são drogas! – Sei. – É uma bebida cara! – Da na mesma. Bebidas também te deixam grogue.

– Tá... Faça bom proveito. – Dei de ombros. Não era do meu interesse que ela gastasse sua grana com hobbys estranhos como esse.

– Espere! – Impediu-me de sair dali segurando a gola da minha blusa, fazendo com que eu tossisse um pouco. – Quero que você beba comigo... – O QUE?!

Essa mulher só pode ter bebido antes de dizer estas coisas sobre beber.

– Ficou louca? De repente vai querer me embebedar?! –

– Não é isso seu retardado! Por um acaso você se perguntou por que ela é tão cara? – Com certeza porque algum idiota quis que fosse para dementes como você comprar achando que é bom!

– Não. – É mais fácil negar. Gasta menos saliva.

– Bem, custa caro por que não é comum. – Disso eu já estou sabendo... – É uma bebida alcoólica que não ‘faz mal’. Ela simplesmente te deixa ‘alegre’ e sem que seu cérebro seja tão ‘mastigado’ no dia seguinte – Que várias palavras duvidosas são essas?

Absurdo.

– Mesmo assim não estou interessado. –

– Mais pensa bem! Ela não fode o fígado! – Não da vontade de enchê-la de pauladas?

– NÃO! Obrigado. – Tentei parecer calmo, mais aquilo realmente estava passando dos limites. E logo não agüentaria conter o riso de indignação.

Continuou insistindo, insistindo, insistindo e insistindo mais um pouco. Acho que o fez por uma hora e meia. E em vez do riso, eu agora tentava conter o desejo de estrangulá-la.

Irritante!

Me seguia pela casa inteira com aquele litro do inferno. (E que provavelmente levava a gente pra lá). Não parava de dizer coisas como: ‘beba!’ ou ‘beba! Seu desgraçado!’, e aquilo estava me enchendo... MESMO.

– Me dê essa desgraça! – Não contive.

– Oh! – Arranquei a garrafa de sua mão, abrindo-a. Passei a sentir o cheiro daquilo, que era... Bom.

Bom? Só posso estar ficando fraco da cabeça mesmo.

Segundo passo. Aquilo tinha um gosto tão bom quanto o cheiro? Provando que se descobre.

Dei um gole naquilo. Não sei se o fiz por pura curiosidade ou simplesmente para fazer Lana parar de me importunar. Talvez os dois.

– Matt? – Chamou-me meio receosa, questionando minha reação. Aquilo era realmente bom! Desce quente pela garganta e deixa uma ótima sensação.

Com a garrafa em mãos fui até o sofá, me jogando de costas nele. Dei mais alguns goles, ainda degustando aquela bebida tão maravilhosa. Aos poucos senti minhas pernas se amolecendo e meu corpo ficando pesado. Isso não é bom.

ESSA PORRA NÃO TÁ CERTA!

Minha vista começou a ficar confusa e distorcida, e já sentia meu corpo inteiro ficando cada vez mais fraco, afinal, a garrafa agora já estava vazia...

– Matt? – Ela ainda me observava. Dava pra ver um pouco sua cara... Estava engraçada. Parecia meio, preocupada. Preocupada? Preocupada com o que meu?! Ta tudo bem. Tudo ótimo!!

– Eeei Lana... Quantas caixas você comprou? – Ah, vai saber se não tem mais não é?

– U-uma... – SÓ UMA?!

– Como assim SÓ uma? –

– Bem... Como eu disse... É caro e... – Já chega.

– Tem mais garrafas? –

– Sim, sete. – SETE?

– Você não iria beber todas sozinha não é? –

– N-não. – Bom saber...

– Vamos cerrar uma juntos ta bem? – Arqueou as sobrancelhas e assentiu com a cabeça.

Me deu as costas e andou até detrás do sofá. Mexeu em alguma coisa ali, provavelmente na tal caixa, e trouxe mais uma garrafa. Uma linda e seduzente garrafa.

– Pegue. – Esticou-a para mim, que a peguei com certa dificuldade e retirei a tampa.

Lentamente dei mais alguns goles. Goles BEM caprichados... E quando o litro já estava pra baixo da metade decidi dividir com a tia. Também deu alguns goles até esvaziar a garrafa. Como assim, não faz efeito nela?

– Ô! – Chamei.

– Que foi? – Disse mole... Num tom de preguiça.

– Não está tonta? –

– Sou mais forte que você. –

– Tsk... Que seja tia. Ó, vou sair agora ta bem? –

– SAIR?! – Porque a indignação? – Pra onde?! – Pra onde? Oras... Pra onde... É lógico que...

– Pra casa do Near. –

– Near? Quem é Near? – Não sabe?

– O amiguinho daquele seu amiginho estranho. – É... O amigo do Lawliet.

– Amigo do... Lawliet? – Pelo menos ela também o define como estranho.

– Esse mesmo. –

– O que vai fazer na casa deles? –

– O que eu vou fazer? ORAS! O MAIS ÓBVIO!! ... – Sim, o mais óbvio. – Chamar o cabrito de sonso. – É.

– Cabrito? Sonso? Mail... Você não está... –

– Tá, tá... Eu vou indo. – Me levantei do sofá. NOSSA! Ia ser meio complicado caminhar até lá, meu corpo ta pesado pra caramba.

– Então vá. – Parece que consegui disfarçar a moleza. – Não demore. – Sou ator pra caralho!

– Então... Até! – Sai pela porta. Não, não... Pela janela seu jumento!

Sem detalhes tão detalhistas ok?

Caminhava pela calçada. Vez ou outra eu me via no meio da rua... Ahaaa! Não tem problema, eu volto pra calçada.

Depois de mais ou menos 40 minutos pra chegar à casa do pivete, que era quatro esquinas dali, eu cheguei. CHEGUEI! E que caminho longo ein?!

Abri o portãozinho branco. Portãozinho bonitinho. Subi os degraus brancos e parei na frente da porta branca. Nossa... Parece até a clinica de reabilitação que eu ia visitar meu avô. Toquei a campainha repetidamente. Onde estão os habitantes desta nave?! Toquei novamente.

– Eeeei Near... — Ah, ninguém aparece.

Então eu apareço né?

Abri a porta, estava destrancada! Que noticia boa... Entrei por ela. Não! Pelo orifício das cartas!

Já disse. Sem detalhes!

– Oi... – Será que tem gente aqui? Digo ‘gente’ apesar de não saber se eles são ou não desta espécie.

Nada. Ninguém.

Subi pelas escadas, talvez o albinozinho estivesse em seu quarto brincado ou socando dados no ouvido. Só assim pra não me ouvir. Entrei no quarto e o visei completamente. Ou minha vista estava realmente PODRE ou ele não estava mesmo ali.

Mas espere um segundo.

Que som é esse?

PASSARINHO! QUE SOM É ESSE?!!! Tá bem, deixe o momento Castelo Rá-Tim-Bum pra lá...

Vinham alguns barulhos do cômodo mais a frente do quarto do Nate Rato. Fiquei pensando se não era o de um animal, pois o barulho era BEM alto. Talvez de... Madeira batendo?

Em passos cautelosos fui andando até lá. Certo, eu não precisava de um facão ou coisa parecida pra dar um cacete naquele suposto bicho.

EU TENHO MEUS SUPER PODERES!

E nada me detém quando a justiça tem de prevalecer!

Justiça? Justiça do que?

Me aproximei da porta, aproximei, aproximei mais, e coloquei o ouvido na madeira na tentativa de ouvir melhor que som era aquele.

Som suspeito.

Bem, realmente parecia ser de madeira batendo. Ou melhor, rangidos. Sim. Como se um móvel velho estivesse sendo enquadrado ou ‘comido’. No mal sentido.

Na moral! Tem um animal selvagem comendo um guarda-roupas aqui dentro?!

Eu diria... Quase.

Apertei meus olhos na fechadura. Naquele buraquinho mínimo. E pensei por um momento: ‘Que bebida forte era aquela! Pois faz parecer que tem dois caras coisando ali dentro...’. Até pisquei algumas vezes pra ver se eu não estava enganado. Mais...

QUE PORRA É AQUELA?!!!!

Meu coração falhou umas 8 batidas naquele momento. Não tinha bicho, nem guarda-roupa velho sendo estuprado. Era simplesmente Raito e Lawliet fazendo... Sexo?

Se eu fumasse ou cheirasse alguma coisa, poderiam até duvidar do que estou dizendo. Mais não... Foi só uma bebidazinha, então tenho um credito.

Fiquei observando aquilo, e... MEU DEUS! Acho que nem nos pornôs fazem coisas como essas! Isso é... Incrível!

Nossa... Eu só posso estar bêbado mesmo.

Me deixe detalhar um pouco mais a cena... Lawliet está, de quatro. OK. Raito esta atrás dele. OK. Lawliet esta gemendo como uma vadia. OK? Que NADA! Isso foi longe de mais!

Longe mesmo por que...

– Matt, que vergonha. – Sussurrei a mim mesmo, pois parece que meu amigo aqui em baixo gostou da situação presente. E enquanto eu analisava precisamente a MINHA situação, outra desgraça ainda maior aconteceu.

– Matt? – Near?

Tenho duas noticias. Uma boa e uma ruim. A boa é que foi a primeira vez que vi o coelho branco corado. E a ruim é...

FUDEU! (literalmente)


Notas finais
BEEEEEEEEM... a partir de hoje vo estar promovendo uma duas fics nas notas finais!
então... aqui vai as primeira ♥
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https://www.fanfiction.com.br/historia/180071/Mudanca_Radical
Da Mich-oneesan ♥
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https://www.fanfiction.com.br/historia/186102/Encontro
da Dal-oneesan!♥
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estão ai, duas ótimas fics! das minhas oneesans lindassas u.u
hoho'
próximo capitulo posto mais duas aqui x3
KISSUS GRANDES MEUS FOFOSOS ♥
mandem minhas reviews *-*