Era uma vez

8 Capítulo 8 “Vai nos deixar?!”


Notas iniciais
VELHO!! Júlia e Higor tem memória. Só?!

No mundo real, percebeu-se precupação no rosto de cada um dos colegas ,familiares e professores. A polícia já buscava em tudo quanto é canto. Se ouve três “toc's” na porta da mãe de Higor, o caçula da turma.
Aflita, a mãe (que já pensava no pior) abriu chorando , e na porta , estava um
policial com um livro cor de vinho e sujo escrito “Para Henrique” em sua capa. O policial explica que a única e última pista do garoto e de toda a turma com quem andava era o tal livro. A mãe abriu o livro e via as imagens paradas. Sim. O livro para eles era um livro qualquer.
A mãe ficava cada vez mais nervosa , pegou o livro e foi se deitar. Leu algumas
páginas do livro, onde havia 'um Higor' por um acaso. Dona Souza procurava seu filho Higor no livro mesmo que esta ideia lhe parecesse mais infantil que ver porcos de desenho animado na TV. Procurou o nome do autor do livro, que se lia “Escrito por Teodoro Pereira”. Ao finalmente consguir repousar , o livro caiu no chão. E lá ficou. Até que uma das professoras o encontrou.
***
A rodinha na praça foi aumentando de forma que Júlia não mas visse o garoto que julgava ser algum colega ou algo assim. Ao andar um pouco mais todos já
começaram a perseguir a garota, principalmente por ser a Princesa que vomitou no professor, e secundariamente porque , sim , ela estava 'nua' na rua.
Mesmo com aquelas 'calças' que era grandes até para os dias atuais, era super
vulgar para a época. Sabe-se lá Deus que época eles estavam , mas com certeza absoluta não eram os dias atuais.
Higor finalmente lembrou que vida de mendigo não poderia levar, mas antes que ele perdesse a memória , foi novamente sem perder as esperanças a casa de Victor , Maria e Clara.
Foi recebido fervorosamente com abraços pelas garotas que o chamavam
fofamente de 'tio' , e posteriormente quase foi tocado de casa pelo “pai” das
meninas.
–Calma. Eu posso explicar. Antes que eu perca a memória , como você também ,tente se lembrar. De tudo. Da companhia, da amizade. Do livro.
Essas palavras bateram profundamente no coração de Victor, que mudou
completamente seu olhar fixo para Higor e começou a sorrir de forma que não
continha lágrimas. Abraçou o amigo e calmamente disse:
–Vamos achar o Juliano e cair fora daqui!
– Mas tem a Júlia também – Lembrou Higor
Excitados começaram a fazer planos de caça e fuga. Pegaram roupa suficiente
para dois dias e saíram pelas ruas de paralelepípedo à procura de Juliano.
–PAI!!! VAI NOS DEIXAR? — perguntava aflita Maria.
Quando virou para trás para responder alguma coisa, Victor sentiu algo prender
em sua perna. Era uma armadilha para ursos deixada alguns dias. Prendia
gravemente sua perna de forma que fazia sangue por todo lugar. Higor olhou
desesperado para seu amigo e quando exitou em ajudar, uma mulher fria loira e
muito bem vestida olhou para Higor dizendo:
–Que pena... Alguém vai precisar ficar com você mais uns dias não é Queridinhos...
Ao lado dela , de prisioneiro , se achava Juliano com uma guilhotina na frente do
castelo.
Suando de pavor Juliano olhou para uma silhueta que se via atrás dele e disse:
–Victor... olh...
–INSOLENTE!! — E saiu de dentro do castelo um garoto adolescente com um jeito de nerd , e ao olhar para a Rainha sorriu e disse

– Prazer crianças. Teodoro. E este – disse apontando para um jardim vazio – é meu filho. Henrique!

Notas finais
To confuso galera. Juliano está pronto para ser guilhotinado. Júlia está sendo perseguida. Victor foi pego numa armadilha para ursos. HIGOR MATA TODO MUNDO! ( Henrique é um jardim? :v )