Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!

"O tempo para

A beleza em tudo o que ela é

Terei coragem

Não deixarei nada levar embora

O que está à minha frente

Cada suspiro

Cada momento nos trouxe aqui" - A Thousand Years — Christina Perri

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— Ah cara, eu tô tão nervoso— Dizia Naruto a cada minuto que se passava.

— Naruto, se você falar isso mais uma vez, faço um solo na sua cabeça— Disse Sasuke, numa calma somente aparente.

Todos estavam nervosos na verdade. O comitê de organização do festival ao qual eles tinham conseguido uma oportunidade para cantar havia solicitado a presença deles num estúdio. Queriam ouvi-los tocar antes de confirmarem a apresentação.

— A Ino tá atrasada— Disse Gaara com sua seriedade habitual. Estava escorado no batente da porta da recepção.

— Ela já deve estar chegando. Por que não liga pra ela? – Disse Sakura, que massageava os ombros de Sasuke, tentando tranquilizá-lo. Conhecia muito bem o namorado e sabia que ele estava nervoso, embora não demonstrasse.

Gaara afastou-se do pessoal e pegou o celular, discando o numero da namorada rapidamente. Ao levar o aparelho ao ouvido, o ruivo logo desfez o movimento. Ino acabara de entrar no lugar. Estava linda. Não que ela não fosse e que Gaara não admirasse sua beleza a todo o momento. Ela estava especialmente linda naquele dia. O ruivo continuou parado, observado cada passo da namorada até ele.

— Está linda— Disse o ruivo, já a enlaçando pela cintura e a beijando nos lábios suavemente.

— As meninas me produziram durante a semana. Disseram que como única mulher da banda eu tinha que está divina. Foi hilário— Disse Ino divertida.

— Será que poderiam namorar depois? Estão chamando a gente, pombinhos— Disse Neji pigarreando num falso tom de reprovação.

O grupo, inclusive as garotas, adentrou a sala onde cantariam. Não era um estúdio de gravação e sim um estúdio de apresentações, como um enorme teatro. À frente, havia uma mesa e detrás dela, cinco pessoas estavam sentadas aguardando os jovens.

— To me sentindo naqueles programas de calouros— Disse Naruto baixinho, provocando um risinho cúmplice entre os outros.

Após cada um se posicionar em seu instrumento musical e verificá-lo quanto à afinação e sonoridade, afirmaram positivamente para Ino. A loira segurou o microfone que estava apoiado no suporte e virou-se para os organizadores. Estava nervosa. Nunca havia cantado pra pessoas que estavam ali como avaliadores e não só ouvintes. Sentiu que as mãos tremiam levemente e estavam suadas. Olhou para Gaara e o semblante calmo do namorado a fez perder-se naquele olhar. O ruivo percebeu o nervosismo da namorada e aproximou-se dela.

— Calma... Estamos todos aqui – Sussurrou Gaara ao ouvido da loira.

Ino sorriu levemente para o namorado, que se afastou da loira, porém mantendo-se ao lado da mesma.

— A musica que vamos cantar chama-se Going To Hell. Espero que gostem— Disse Ino. Dito isto, olhou mais uma vez para Gaara e este entendeu que podia começar.

Calmamente o ruivo começou a tocar. Após a introdução, os garotos o acompanharam. Ino começara a mexer o corpo lentamente, no ritmo da música e Gaara, mesmo tocando, a observava. Ela realmente não tinha noção do quanto ficava sexy movendo o corpo daquela maneira. Ino conseguia ser graciosa e sexy e aquilo o desconcertava.

(Don't bless me, father, for I have sinned)

(Não me abençoe, padre, pois eu pequei)

Father did you miss me? I’ve been locked up a while

(Padre, você sentiu minha falta? Fiquei presa por um tempo)

I got caught for what I did, but took it all in style

(Fui pega pelo que eu fiz mas paguei por tudo com estilo)

Laid to rest all my confessions I gave way back when

(Deixando de lado minhas confissões, eu estou de volta)

But now I’m versed in so much worse

(Mas eu estou de em uma versão muito pior)

So I am back again

(Eu estou de volta)

And he said

(E ele disse)

For the lines that I take, I’m going to hell

(Pelas versos que tomei, estou indo para o inferno)

For the love that I make, I’m going to hell

(Pelo amor que eu faço, eu vou para o inferno)

Getting heavy with the devil, you can hear the wedding bells

(Pegando pesado com o diabo, você pode ouvir os sinos de casamento)

Father did you miss me? Don't ask me where I've been

(Padre você sentiu a minha falta? Não me pergunte onde estive)

You know, I know yes, I've been told I redefine sin

(Você sabe, eu sei, eu estou redefinindo pecado)

I don't know what’s driving me to put this in my head

(Eu não sei o que estou colocando na cabeça)

Maybe I wish I could die, maybe I am dead

(Talvez eu deseje estar morto, talvez eu esteja)

And he said

(E ele disse)

For the lives that I fake, I’m going to hell

(Pelas vidas que fingi, estou indo para inferno)

For the vows that I break, I’m going to hell

(Pelos votos que quebrei, estou indo para o inferno)

For the ways that I hurt, while I'm hiking out my skirt

(Pelo modo que eu machuco quando levanto a minha saia)

I am sittin' on a throne while they're buried in the dirt

(Eu estou sentada em um trono, enquanto eles são enterrados na lama)

For the man that I hate, I’m going to hell

(Pelo homem que eu odeio, estou indo pro inferno)

Getting heavy with the devil, you can hear the wedding bells

(Pegando pesado com o diabo, você pode ouvir os sinos de casamento)

Please forgive me father

(Por favor padre, me perdoe)

I didn't mean to bother you

(Eu não queria te incomodar)

The devil's in me father

(O demônio está em mim padre)

He's inside of everything I do

(Ele esta em tudo o que faço)

For the way I condescend and never lend a hand

(Pela a maneira que eu sou condescendente nunca estendo a mão)

My arrogance is making this head buried in the sand

(Minha arrogância esta fazendo a minha cabeça se enterrar na areia)

For the souls I forsake, I’m going to hell

(Pelas almas que eu abandonei, eu vou para o inferno)

Married to the devil, you can hear the wedding bells

(Casada com o demônio, você pode ouvir os sinos de casamento)



Terminaram de cantar e olharam apreensivos para os organizadores, que os analisavam ainda em silencio. Após conversarem entre si, os organizadores do festival levantaram-se e os aplaudiu de pé, provocando uma onda de excitação nos garotos e a certeza de que, dali pra frente, o destino da banda seria definitivo.



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Ino estava em seu quarto arrumando a mochila. Iria ficar o fim de semana na casa de Gaara a pedido do namorado. Ficar em casa estava a cada dia mais insuportável. Sua mãe agora estava fingindo importar-se com ela e com quem ela estava. Até aquele momento Ino não entendia o motivo de todo aquele teatro, mas sabia que com certeza era sim uma farsa. Não deu-se o trabalho de trocar de roupa ao voltar do estúdio, iria tomar banho na casa de Gaara mesmo. Ao sair do quarto, Ino desceu rapidamente as escadas, porém antes mesmo que pudesse chegar até a porta, sentiu seu braço ser segurado com força. Era Kabuto. Ino puxou o braço com força e soltou-se das mãos nojentos do padrasto. Kabuto a olhou de cima a baixo e deu um meio sorriso. Sai com certeza iria adorá-la vê-la tão bem vestida.

— Sua mãe não autorizou sua saída, Ino— Disse Kabuto como se fosse um pai cuidando da filha desobediente. Ino achou estranho. Ele sempre a olhava com certa malicia, mas dessa vez ela não viu isso.

— Ela perdeu qualquer direito sobre mim há dois anos. E você não me toque. – Disse Ino virando-se para sair. Novamente sentiu seu braço ser segurado.

Gaara permanecia do lado de fora da casa de Ino, aguardando-a no carro. A loira não o deixara acompanhá-la. Estava impaciente pela demora da namorada e resolveu ir até lá, mesmo sabendo que Ino o repreenderia por isso. Ao chega à porta, antes mesmo de tocar a campainha, a porta fora aberta com brusquidão e dela saiu uma Ino extremamente vermelha em fúria.

— SE ENCOSTAR EM MIM OUTRA VEZ EU TE MATO. E DESSA VEZ EU JURO QUE CONSIGO— Berrou Ino, esquecendo-se completamente que Gaara poderia ouvi-la do carro. Ficou pálida no mesmo instante ao tombar com o corpo do namorado parado do lado de fora da porta.

Gaara e Kabuto se encaravam. O olhar do ruivo era indecifrável. Ino disse que dessa vez conseguiria matá-lo. Aquele homem era o mesmo que havia tentado abusar dela? O que ele estaria fazendo ali? Por que Ino não contou essa parte? Mil perguntas rondavam a mente de Gaara em questão de segundos e o ruivo não proferira uma palavra sequer. Kabuto mantinha a expressão calma, como se Ino fosse louca. Realmente, quem o visse, imaginaria que ele fosse a melhor pessoa do mundo.

— Vamos Gaara— Disse Ino, quase num sussurro.

Gaara nada disse, apenas olhou para Ino e ela sabia que aquele olhar dizia implicitamente que ela estava encrencada. Os dois seguiram para o carro com Ino praticamente arrastando Gaara, que ainda olhava estranho para a porta já fechada da casa, já que Kabuto havia entrado e batido a porta sem a menor educação. Ino jogou a mochila no banco de trás do carro e sentou na frente com Gaara. O ruivo deu partida em silêncio. O trajeto até a casa de Gaara estava no mais irritante silencio e Ino já estava começando a ficar incomodada. Gaara nem a olhava.

— Minha mãe... Minha mãe não se separou dele. Após uns dias, quando saí do reformatório, ele apareceu lá. Ia por vezes, mas agora se instalou lá de vez — Ino limpou uma lagrima insistente que teimava em cair. Não queria chorar, mas não controlava. – Desculpa não ter contado essa parte. É humilhante demais. – Ino sorriu sem humor algum.

Sentia-se humilhada com tudo isso. Quase fora violentada, fora presa por dois anos num reformatório, quase enlouquecera, fora agredida fisicamente e não podia simplesmente fugir. Ino percebera que Gaara estava nervoso. O ruivo segurava o volante do carro com muita força, a ponto dos nós entre os dedos estarem mais brancos que o normal. Nunca o vira daquele jeito. O ruivo freara o carro bruscamente.

— Aquele dia... Quando chegou lá em casa naquele estado, foi ele não foi? Ele te fez algo?!— Afirmou mais do que perguntou. Gaara ainda não olhava para Ino.

— Foi... — Disse Ino encolhendo-se no banco do carro. Ele tinha ficado tão chateado assim por ela não ter contado?

Gaara simplesmente fez o retorno com o carro e pisou o pé no acelerador, voltando pelo caminho que havia acabado de passar. Parou o carro novamente na porta da casa de Ino e desceu do carro, batendo a porta com violência. Caminhou a passos pesados até a porta da casa de Ino e tocou a campainha. Ino saiu do carro atrás do ruivo e mal teve tempo de assimilar a cena.

Quando Kabuto abriu a porta, fora surpreendido por um forte soco, que o fez cair devido à força e a surpresa. Gaara virou-se para Ino e ela pode ver os olhos dele escuros de ódio.

— Ino, vá para o carro — Disse Gaara num comando sério. A loira não se mexeu, apenas olhava boquiaberto Kabuto no chão – Ino vá para o carro, AGORA — O ruivo aumentara um pouco o tom de voz na ultima palavra e Ino, como se estivesse alguém a guiando, afastou-se dos dois e entrou no carro.

Gaara aproximou-se de Kabuto, que se levantava desnorteado e sangrando pelo nariz. O ruivo o segurou pela camisa e lhe desferiu outro soco violento. Apesar da pouca idade, Gaara era alto e tinha um bom porte físico devido as lutas que praticava. Kabuto estava caído no chão novamente. O ruivo então se abaixou ao seu lado e aproximou bem o rosto do ouvido de Kabuto.

— Escuta, seu merda. Se eu souber que encostou novamente na Ino, eu sim vou acabar com a sua existência. E eu sim não vou falhar— Gaara disse as palavras e em seguida, cuspiu em cima de Kabuto, virando-se e seguindo para o carro.

Gaara entrou no carro e bateu a porta com força, dando partida no carro. Ino mantinha-se calada no banco. Os olhos ardiam e enchiam-se de água. Mas ela não chorara. Ele estava com raiva dela? Após alguns minutos dirigindo, Gaara novamente para o carro, no acostamento. O ruivo sentia-se mais calmo e vira-se para Ino. Ela não o olhava, estava com o rosto virado para a janela. Gaara aproximou-se mais dela e delicadamente virou o rosto da loira para que ela o olhasse. Ele viu que ela tinha os olhos vermelhos e cheios de água.

— Desculpa... Eu te assustei. Não queria assustá-la. Não sei explicar Ino, mas sinto um ódio imenso de tudo que possa feri-la. Eu disse que ia cuidar de você. Deveria ter me dito que esse homem estava lá, eu já teria tirado você daquele lugar— Gaara olhava para Ino com um carinho imenso. Ele surpreendera-se consigo. Ela despertava tudo de mais primitivo que havia nele.

— Não queria te envolver nisso, até porque também não namorávamos quando eu voltei pra casa— Disse Ino mais calma – Não me trate mais assim, por um momento pensei que estivesse com raiva de mim.

— Nunca terei raiva de você Ino, não diga bobagens— Disse Gaara de forma rude, porém Ino sabia que ele estava apenas sendo ele mesmo.

Aproximando-se ainda mais, Gaara a beijou ternamente, explorando calmamente cada pedacinho da boca de sua amada. Sim, Gaara a amava, embora relutasse para reconhecer que o que sentia, era realmente o tão maravilhoso amor.

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Gaara estava deitado na cama, com os braços atrás da cabeça e de olhos fechados. Tentava descansar um pouco enquanto Ino tomava banho. Pensava em como contaria a Temari e o que diria para explicar a presença permanente da loira Yamanaka naquela casa. Não importava as consequências. Gaara só sabia que não podia deixar sua pequena naquele lugar, totalmente desprotegida.

— Dormiu?— Perguntou Ino, para ver se ruivo realmente já havia dormido.

— Não, só descansando um pouco— Disse o ruivo, abrindo os olhos e arrependendo-se amargamente por ter feito isso. Ino estava parada na ponta da cama e seus trajes provocavam os piores pensamentos no ruivo – Vai dormir assim?

— Ué, o que é que tem? Foi a Tenten que me deu de presente. Por que? É muito estranha?— Disse Ino manhosa, subindo na cama felinamente.

Gaara levou as mãos ao rosto e suspirou. Já era difícil segurar-se com ela agindo naturalmente. Agora ela resolveu provoca-lo? Era um super teste de autocontrole. Sentiu algo sobre sua cintura e abriu os olhos. Ino estava sentada, com uma perna de cada lado, sobre a sua cintura, um pouco acima do seu membro. Gaara olhou-a clinicamente, observando cada detalhe. Para uma garota de apenas dezessete anos, Ino possuía curvas de mulher. Nada nela era excessivo. Os seios medianos, a cintura fina de garota, as coxas era grossas, ele admitia. Viu a loira curvar-se para frente, ficando com o rosto a poucos centímetros do seu. Gaara sentia o corpo muito quente. O ruivo então acariciou as coxas expostas da namorada, perdido naquele penetrante olhar que Ino lhe direcionava.

— Eu quero recomeçar, Gaara, em todos os sentidos possíveis— Disse a loira firmemente.

— Mas...— Gaara ia retrucar, mas Ino o calou com a ponta dos dedos.

— Eu te amo Gaara e não quero mais esperar – Dito isto, a loira o beijou.

Os lábios de Ino estavam quentes, como sempre. Ela havia dito que o amava e com isso, Gaara sentiu seu corpo aquecer-se ainda mais. Permitiu-se sorrir durante o beijo e o intensificou à medida que deslizava a mão suavemente da coxa para a cintura de Ino, levantando assim a fina camisola. A loira sentiu uma corrente elétrica percorrer o seu corpo. Não tinha insegurança alguma em seu coração naquele momento. Ela era dele e sabia que ele havia se entregado para ela de corpo e alma. Sentiu Gaara a levantar e a colocar deitada sobre a cama. O ruivo a beijou delicadamente no pescoço e no lóbulo da orelha, o que fez todos os pelos do corpo da loira se arrepiar. O ruivo sorriu de canto, gostava de ver as reações do corpo dela ao seu toque, porém sabia que ele mesmo não aguentaria muito tempo com aquelas provocações. O seu corpo também reagia vorazmente a qualquer investida de Ino.

Gaara então retirou a camisola de Ino lentamente, retirando a própria camisa em seguida. Beijou o colo de Ino e novamente seus lábios, mas desta vez não fechou os olhos. Ino também os manteve abertos. Olhavam-se com desejo, carinho... Amor. Um misto de sentimentos que Gaara só agora entendia. Ele então parou as caricias no corpo de Ino. A loira então acariciou a face do namorado, como sempre fazia e Gaara fechou os olhos, apreciando o carinho.

— Eu te amo, Ino— Disse o ruivo, abrindo os olhos novamente e a olhando profundamente enquanto proferia tais palavras. A loira sorriu de canto a canto, beijando-o com o mais profundo sentimento que podia transmitir.

Gaara então seguiu uma trilha de beijos do pescoço da loira até o colo novamente. O ruivo acariciou os seios desnudos da loira e demorou-se ali, acariciando-o com movimento circulares com o polegar enquanto sua boca deliciava-se com o outro. Ino não cabia em si. Gemia baixinho e mordia os lábios, gesto esse que aos olhos de Gaara, era ainda mais instigante. O ruivo então beijou-lhe a barriga, enquanto sua mão seguia até a intimidade da loira. Ele retirou a ultima peça de Ino calmamente. Voltou a beijar-lhe a barriga. Achava o corpo de Ino tão lindo. A pele limpinha e lisa, com algumas pintinhas espalhadas. O ruivo então começou a acariciar a intimidade de Ino lentamente, provocando sussurros desconexos por parte da loira.

Ela estava tão entregue que ele sentiu-se seguro em realmente admitir pra si que a amava. Não era um pessoa sem coração e insensível, mas não sabia o que era amar uma garota e depois do que houvera em sua vida, resolveu que era melhor não descobrir. Mas ela mudara tudo nele e ele a amava por mínimos detalhes. Gaara então se levantou e retirou a folgada calça que vestia, juntamente com a cueca. Acomodou-se entre as pernas de Ino e posicionou-se. Aos poucos e devagar, começou a penetrá-la. Em momento algum Gaara desviou seu olhar do rosto de Ino. Queria vê-la. Vê-la sendo sua por completo. A loira fez uma pequena careta e Gaara parou um pouco o movimento. Sabia que ela não se acostumaria assim tão rápido. Após alguns minutos, voltou a penetrá-la devagar, até estar dentro dela por completo, onde novamente parou o movimento. Ambos se olhavam em cumplicidade. Aos poucos sentiu que Ino estava pronta, pois a expressão de dor tornara-se prazer. Começou os movimentos lentamente, deleitando-se a cada gemido que a loira emitia.

Aumentou o ritmo e com isso, sentiu as unhas de Ino cravarem-se em seus ombros e esse ato só o fez ficar ainda mais frenético. Ambos gemiam e respiravam pesadamente. Beijaram-se com desejo e certa brutalidade, queriam ser um só naquele momento, até chegarem ao ápice juntos e Gaara derramar-se nela.

Ambos respiravam descompassadamente. Gaara deitou-se sobre Ino e apoiou a cabeça na barriga da loira, que prontamente acariciava os cabelos do seu amado. Sabia o quanto ele gostava do gesto. Com esses carinhos, ambos dormiram sem ao menos perceber.

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Gaara descia as escadas da sua casa agarrado a Ino. Iam tomar café e encontrar-se com os amigos. Temari, parada ao pé da escada, sorriu com a cena. Nunca pensara em ver seu irmão tão carinhoso e em uma cena tão intima. Gaara abraçava Ino pela cintura, enquanto desciam a escada.

— Gaara, para com isso, que vergonha— Dizia Ino baixinho, corando ao ver Temari.

— Ele gosta de abraços Ino. Vivia me abraçando quando era pequeno— Disse Temari rindo com a cara de constrangimento que o irmão havia feito. — O Kankuro está vindo pra cá Gaara. – o sorriso da irmã sumira ao tocar nesse assunto.

— O Kankuro vem pra cá e você ficou séria... Incomum. Por quê? – Disse o ruivo confuso, afinal, ambos amavam o irmão e era sempre motivo de alegria as visitas de Kankuro.

— Papai está vindo com ele— Disse Temari, já esperando a reação do irmão

Notas finais
Gente, no momento de amor entre o Gaara e a Ino, só pra constar, eles usaram camisinha ta, é que ia ficar tão feio colocar que " ele parou pra colocar a camisinha" no meio das declarações shjuaushaushaushuahsuahsa só to colocando aqui pra vocês saberem e não vir a duvida. Look Ino Estudio - http://www.polyvore.com/ino_estudio/set?id=106257616 Música - Going To Hell - The Pretty Reckless - https://www.youtube.com/watch?v=qVs2dZi8YGA Camisola seduzente da Ino - http://www.lugardasdicas.com.br/wp-content/uploads/2015/05/lindas-camisola-de-renda-preta.jpg