Epitáfio
Concordo com quem diz que só após você perder tudo o que tem, é que realmente encontra a liberdade. Se em algum momento houvesse outra opção com certeza eu a teria escolhido.
Acredite ou não, minha vida começa com minha morte. O que geralmente as pessoas não sabem é que às vezes, nós, já falecidos, voltamos. Não somos zumbis, nem queremos devorar cérebros humanos. Mas temos o que chamamos de uma sobrevida, o que no final quer dizer que há consequências. É uma vida quase comum, afinal somos quase humanos, pelo menos um dia fomos. O problema é esse quase.
Acredite ou não, minha vida começa com minha morte. O que geralmente as pessoas não sabem é que às vezes, nós, já falecidos, voltamos. Não somos zumbis, nem queremos devorar cérebros humanos. Mas temos o que chamamos de uma sobrevida, o que no final quer dizer que há consequências. É uma vida quase comum, afinal somos quase humanos, pelo menos um dia fomos. O problema é esse quase.
Ana Carol M
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1 Capítulo 1
477 palavras
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2 Capítulo 2
546 palavras
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3 Capítulo 3
567 palavras
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4 Capítulo 4
521 palavras
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5 Capítulo 5
574 palavras
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6 Capítulo 6
591 palavras
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7 Capítulo 7
596 palavras
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8 Capítulo 8
495 palavras
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9 Capítulo 9
491 palavras
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10 Capítulo 10
575 palavras
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11 Capítulo 11
622 palavras
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12 Capítulo 12
530 palavras
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13 Capítulo 13
446 palavras
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14 Capítulo 14
481 palavras
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15 Capítulo 15: Final
678 palavras
Sinopse
Concordo com quem diz que só após você perder tudo o que tem, é que realmente encontra a liberdade. Se em algum momento houvesse outra opção com certeza eu a teria escolhido.
Acredite ou não, minha vida começa com minha morte. O que geralmente as pessoas não sabem é que às vezes, nós, já falecidos, voltamos. Não somos zumbis, nem queremos devorar cérebros humanos. Mas temos o que chamamos de uma sobrevida, o que no final quer dizer que há consequências. É uma vida quase comum, afinal somos quase humanos, pelo menos um dia fomos. O problema é esse quase.
Acredite ou não, minha vida começa com minha morte. O que geralmente as pessoas não sabem é que às vezes, nós, já falecidos, voltamos. Não somos zumbis, nem queremos devorar cérebros humanos. Mas temos o que chamamos de uma sobrevida, o que no final quer dizer que há consequências. É uma vida quase comum, afinal somos quase humanos, pelo menos um dia fomos. O problema é esse quase.
Notas adicionais
Escrito por
Ana Carol M
Classificação Livre
Livro em andamento
Publicado em 26 de out. de 2013, 21:40
Atualizado em 7 de dez. de 2013, 12:15
8190 palavras
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Autor
Ana Carol M
Classificação Livre
Livro em andamento
Publicado em 26 de out. de 2013, 21:40
Atualizado em 7 de dez. de 2013, 12:15
8190 palavras