Entre dois Mundos.

11 Um novo guerreiro.


Notas iniciais
Oi gente! Eu Não vou demorar muito com pedidos de desculpa nem nada eu só quero agradecer a Anaysa( a vidente Kkk), a Mills e a Talita Noemir. Obrigada pelos comentários garotas... Bjos a todos, desculpem os erros de português e boa leitura.

No dia seguinte.

Henry já estava acordado em seu quarto, já tinha ido ver sua mãe e agora estava a esperar por seus companheiros. A pressa era tanta que ele estava a andar de uma lado para o outro.

—Você vai fazer um buraco no chão. –disse Fandral aparecendo.

—Fandral! Pensei que não vinha mais.

—Que isso? Sou um guerreiro de palavra. Agora vamos logo Sif, Hogun e Volstagg estão nos esperando.

Os dois saem do quarto.

Na recepção.

—Henry aonde vai? –perguntou Whale.

—Eu ganhei alta hoje, já posso sair.

—Sim, mas precisa da autorização de um responsável. Sem isso não pode sair do hospital

Henry fica desapontado e o espadachim percebe.

—A onde esta a autorização?-perguntou Fandral.

—Aqui. Essa linha deve ser assinada pelo responsável.

Fandral pega a caneta que o médico carregava e assina o documento.

—Já está assinando. Vamos garoto.

Eles saem e deixam o doutor parado no corredor.

No quarto da morena.

Regina estava se vestindo, pois a enfermeira tinha acabado de refazer o curativo em suas costas. A morena estava tentando fechar o zíper que ficava na parte de trás de sua blusa, porém não estava conseguindo.

—Droga de zíper.

—Olha você vai quebrar se forçar desse jeito. -disse Thor fechando o zíper para a morena.

—Thor. –ela disse se virando.

—Oi. –ele disse sorrindo. _Como é que você esta?

—Bem apesar de estar em um hospital.

—Falando nisso o doutor Whale me avisou que você vai poder sair daqui amanhã.

—Uma boa noticia. Acredite ficar em um hospital é a pior coisa do mundo.

—Ah eu sei como é. –ele disse se recordando de quando foi a Terra pela primeira vez.

—Então... É verdade que você vai ficar em Storybrooke?

—Sim, eu e os outros vamos ficar aqui. Pretendemos ajudar vocês com a Zelena já que nos ajudaram quando nós caímos aqui.

—Que bom, ajuda é sempre bem vinda.

—Posso te fazer uma pergunta?

—Claro.

—Como é que estão às coisas entre você e o Robin?

—Por que da pergunta?
—É que ontem eu vim aqui junto com a Emma, Branca, David e os outros...

—Por que não entrou?
—Tinha muita gente, então eu esperei eles irem embora. Quando eu fui entrar eu vi o Robin chegando junto com aquele menino.

—O Roland.

—É esse mesmo. Ai eu acabei não entrando.

—O que foi uma pena.

—Eu concordo. Mas e então?

—Ele veio aqui pra conversar comigo. Nós conversamos e ele queria voltar –Thor fica com uma expressão de preocupação –mas, eu disse que seriamos só amigos. –ele fica aliviado.

—Mas ele não tentou nada com você não é?

—Não, só conversamos mesmo.

—Pro bem dele. –ele disse em um tom baixo.

— O que disse?

—Nada, esquece.

Os dois ficam no quarto conversando.

Em uma parte da floresta.

—Até que enfim vocês chegaram! –disse Sif.

—Oi pessoal.

—Oi Henry — eles responderam.

—Então vamos começar?

—Calma garoto temos que ir devagar ok? Por acaso você já empunhou uma espada? –perguntou Volstagg.

—Nunca.

—Vamos mudar isso agora. Toma. –disse Sif entregando uma espada para o garoto.

—É bem pesada. –ele disse tentando segura-lá com uma das mãos _ E diferente também. Nuca tinha visto igual.

—Ela é uma espada Asgardiana. Trouxemos conosco.

—Maneiro.

—Vamos segure ela direito. –disse Hogun.

—Não consigo. É pesada de mais para uma mão só.

—Me de ela. Pegue essa do seu reino quando tirar o gesso do seu braço treinamos com essa. –disse Sif.

—Ok.

—Fandral vai te ensinar uns passos básicos para manusear uma espada.

—Vem Henry, vamos começar. –disse o loiro.

O espadachim ensina as posições para uma batalha em dois, ensina a como manusear a espada, ensina golpes e algumas trapaças que sempre vão acontecer nas lutas. Henry que estava a acompanhar os paços de Fandral se saiu bem quando tentou sozinho agora tinha chegado a hora de praticar com alguém.

—Você foi muito bem Henry. –disse o espadachim.

— Obrigado Fandral. E que eu faço agora?

—Você vai lutar com a Sif. –disse Hogun.

—O que?

—Calma eu vou pegar leve. -ela disse se preparando.

— Eu to vendo! Olha eu to sem escudo, por favor, tenha piedade.

—Caminhand pra morte. -diz Volstagg que recebe um olhar assustado do garoto.

Os dois ficam nas posições e começam a chocar lâmina contra lâmina. Lady Sif ataca Henry e ele cai de primeira.

—Vamos se levante.

Ele se levanta e começa tudo de novo mais uma vez ele é derrubado.

—De novo. Levante-se.

Ele respira fundo e tenta mais uma vez. Outro tombo.

—Acho que ele não esta preparado para enfrentar a melhor guerreira de todos os reinos. –disse Volstagg.

—Eu concordo, mas um dia chego lá.

—É assim que se fala Henry. –disse Hogun.

No hospital.

Emma vem chegando com Gancho na recepção.

—Oi Whale.

—Olá Emma, Gancho.

—Oi Whale.

—O que desejam?

—Eu vim aqui buscar o Henry.

—Hum. O Henry já foi levado do hospital.

—Como assim? A Regina autorizou a saída dele?

—Não, um daqueles guerreiros o levou.

—Ah eu não acredito. Sabe qual deles levou o Henry?

—Era um loiro que estava com uma espada.

—Fandral. –disse Gancho.

—Eu vou matar aquele espadachim.

—Emma olha o Henry parecia bem á vontade, ele ficou até feliz quando o tal guerreiro assinou a autorização.

—Verdade?

Ele confirma com a cabeça.

—Love liga pra ele primeiro antes de sair matando todo mundo.

—Ta certo.

Numa parte devastada da floresta.

—A onde vocês arrumaram este cavalo?

Pergunta o garoto quando vê Lady Sif trazendo um cavalo que estava amarrado em uma árvore.

—Nós pegamos em uma fazenda daqui. –disse Hogun.

—Um lugar chamado Haras?

—Esse mesmo. –falou Volstagg

—Vocês roubaram um cavalo do Haras!

—Não roubamos pegamos emprestado. –disse Fandral.

—Mas pra que ele vai servir no meu treinamento?

—Você vai aprender a cavalgar. Um bom guerreiro deve ter um bom meio de locomoção.

—Irado! Quando eu era mais novo sempre quis cavalgar em um desses.

—Agora você vai realizar esse sonho. Toma segura as rédeas dele.

O garoto se aproxima e segura às rédeas do cavalo.

—E ai parceiro? Você já tem um nome?

O cavalo bufa.

—Acho que não. Temos que te batizar então. Que tal Spirit?

O cavalo da um relincho baixo.

—Acho que você gostou. -ele diz alisando o cavalo.

O celular do menino toca assustando Spirit. Lady Sif corre e segura às rédeas do animal para que ele não machuca-se Henry.

*Alô. –ele disse afobado.

*Henry?

*Oi mãe.

*Como assim “oi mãe”? Garoto a onde é que você está?

*Eu to aqui com...

*Com o Fandral eu sei. Como você sai do hospital e não me avisa?

*Olha...

*Henry eu quero que você me encontre no Granny’s agora!

*Mas mãe...

*Agora Henry.

Ela desliga o telefone.

—O que foi Henry? –perguntou Sif amansando o cavalo.

—Minha mãe me deu um esporro por que eu sai do hospital sem autorização dela e não avisei. Ela me mandou ir pro Granny’s agora. Acho que acabou pessoal.

—Esperai nós te botamos nisso. Vamos com você. Não é pessoal?-perguntou Fandral.

Todos concordaram.

—É sim, vamos todos pro Granny’s. — disse Hogun.

Na lanchonete...

Henry chega junto com seus companheiros e recebe um olhar nada amigável de sua mãe. Eles andam até a mesa e se sentam.

—Mãe?

—Garoto você merecia uns tapas sabia? Como é que você sai do hospital sem me avisar, sem a minha autorização?

—É que...

—Henry... Emma com licença mais isso é obra minha...

—Nossa. –disse Sif.

—Vocês também mereciam uns bofetões. Como levam o meu filho sem nem se quer pedir pra mim ou pra Regina? Afinal o que vocês queriam com o meu filho?

—Estávamos ensinando ele a usar as espadas. Ensinando ele a ser um guerreiro. –disse Volstagg.

—Um guerreiro? O Henry? –disse Emma desconfiada.

—É um guerreiro. Por que tem algum problema? Acha que eu não consigo? –perguntou o menino chateado.

—Henry não é isso...

—É isso sim. Pra vocês eu sempre vou ser um garoto que acredita em tudo, que lê contos de fada, que nunca vai ter porte ou força pra ser um guerreiro.

—Henry...

—Mas quer saber eu posso ser o que eu quiser. E eu vou mostrar que consigo me torna um bom guerreiro a ponto de derrotar a Sif.

Sif olha pro menino.

—É isso ai um dia eu vou te derrotar. E mãe eu não vou dormir em casa hoje eu vou ficar com a minha mãe. –ele diz e vai rumo a porta quando sai ele acaba trombando com Thor.

—O que aconteceu com ele? –ele pergunta pra si mesmo.

—Thor! –diz Si f ao ver o amigo.

—Oi Sif.

—A onde você estava? Você sumiu a manhã inteira.

—Eu estava no hospital com a Regina, já to voltando pra lá. Vim buscar algo pra comer. Comida de hospital é horrível.

—Thor depois precisamos conversar.

—Sobre o que?

—Primeiro sobre a sua decisão de querer ficar aqui, segundo a nossa volta pra casa e terceiro o seu coração.

—Não entendi a ultima.

—Ta bom me engana que eu gosto. Hoje de noite lá na casa da prefeita.

Ela diz e sai da lanchonete. Na saída ela acaba esbarrando em Robin fazendo com que ele derruba-se uma sacola com potes de sorvete.

—Me desculpa. –eles disseram sem se olhar

—Toma. –disse Sif entregando alguns dos potes pro loiro finalmente o olhando nos olhos.

—Obrigado...

—Sif. Não tem por onde...

—Robin.

—Pra que tanto pote de sorvete?

—Meu filho. Ele gosta muito disso aqui.

Eles se olham.

—Eu tenho que ir. –diz Sif.

—Aqui fica com um.

—Obrigado.

Ele dá espaço e ela sai da lanchonete.

Notas finais
Gente quem acha que Robin e Sif vão dar em alguma coisa? Comentem. E essa ideia de o Henry ser um guerreiro? Será que dá pé? E esse nome Spirit parece familiar? Bjos e até o próximo Cap.