Notas iniciais
Oi!!! "Quem é vivo sempre aparece." Já dizia o velho ditado e Olha eu aqui! Desculpa pessoal é que emendo carnaval, com volta as aulas e a minha criatividade em greve ai... Parou tudo. Mas felizmente as minha ideias estão voltando aos poucos e dá dando pra fazer alguma coisa. Bem, quero agradecer a Mills, Talita Noemir e a Anaysa! OBRIGADO pelos comentários suas flores!!!!! Não sabem como eu fico feliz em recebe-los. Só quero pedir desculpas pelos erros de ortografia e pela demora, desejar uma boa leitura e muitos bjos pra todos vcs!

Na casa dos Charmings.

Mary estava em casa com Neal quando Henry aparece.

—Oi Henry.

—Oi vó. –ele se senta no sofá emburrado.

—Henry? Está tudo bem?

—Uhum.

—Esse seu “Uhum” Não me convenceu muito. O que esta acontecendo?

—Minha mãe.

—Qual delas?

—A Emma. Ela acha que eu não consigo ser um guerreiro.

—Ela disse isso?

—Não com essas palavras, mas deu a entender. Vamos dizer assim.

—Henry tenho certeza de que ela não quis dizer isso. Talvez ela só se expressou de forma errada.

—Pode ser.

—Mas e você? Você quer ser um guerreiro?

O garoto nada respondeu.

—Henry? Você não quer isso não é?

—Não é que eu não queira até por que treinar com a Sif, o Fandral, o Volstagg e Hogun é divertido.

—Então o que é?

—Eu quero ser útil sabe? Poder fazer alguma coisa de verdade. Aqui em Storybrooke todos sabem lutar e até quem não sabe faz alguma coisa de especial e eu? O que eu faço? Fico lendo revistas, livros e ainda apanho de robôs gigantes.

—Henry... Não é assim. Você nos libertou de uma maldição...

—Quem fez isso foi a Emma.

—Mas você a incentivou, a fez acreditar que a maldição era real.

—Ok, pode até ser, mas isso já é passado e quem vive de passado é o professor de história.

—Henry não se deixe levar pelo que você vê. Cada um é cada um. Cada pessoa tem o seu dom a sua utilidade e se você acha que se tornar um guerreiro é a sua utilidade vá enfrente.

—Obrigado vó. Eu também não preciso ser um guerreiro completo até por que físico eu não tenho, mas pelo menos se eu aprender a usar uma espada e cavalgar já esta de bom tamanho.

—É, mas você deve tomar cuidado com esse braço engessando. Se você cair o gesso vai quebrar e você vai se machucar.

—Eu tô sabendo. Mas sou bem cuidadoso. Pode relaxar.

—E como esta a sua mãe?

—Vou descobrir isso agora. Estou indo por hospital quer que eu entregue algum recado?

—Só diga que eu mandei um beijo e que desejo melhoras.

—Ok. Tchau vó, tchau Neal.

—Tchau Henry.

No hospital.

Thor tinha voltado pro hospital e depois de fazer Regina comer a comida horrorosa que serviam eles ficaram conversando.

— Não acredito que você me fez comer aquela gororoba. Estou com um gosto ruim na boca até agora.

—É tão ruim assim?
—Você não sabe como. Não viu as minhas caretas?

—Vi sim e morri de rir de cada uma. –ele disse se recordando.

—Não achei a menor graça.

—Toma, come isso aqui. Vai tirar o gosto ruim da sua boca. –ele disse mostrando uma pequena barra de chocolate.

—Você me fez comer aquele troço enquanto tinha barras de chocolate?

—Mas ou menos isso.

—Seu deus de meia tigela. –ela disse atirando sua almofada.

—Não ofende.

—Desgraçado. –ela começa abater nele.

—Olha a boca.

Regina começou a agredir Thor com tapas, mas sem machucar. Ele tentava se defender só que era em vão.

—Regina para com isso.

—Eu vou te matar.

—Se você não parar por bem vai ser por mal.

—Você me fez comer aquela coisa que chamam de comida e ainda me ameaça? –ela disse enquanto batia no deus.

—Eu avisei.

Thor se levanta da beirada da cama, a onde estava sentado, e ainda sobe os tapas da morena se aproxima e segura seus braços.

—Me solta. –ela disse em tom brincalhão.

—Vai parar de me bater?

—Não.

—Então vamos continuar aqui.

Era tudo que os dois desejavam. Continuar ali daquele jeito ou de forma melhor. Seus rostos próximos fazendo com que a respiração descompassada dos dois pudesse ser ouvida assim como os batimentos de seus corações que aceleravam cada vez mais.

—Regina... –ele começou.

—Thor...

Ele estava prestes a dizer, a falar ou fazer uma ação desejada quando a porta se abre e sem avisar Henry entra no quarto do hospital assustando os dois e os deixando constrangidos mais uma vez.

—Atrapalho? –ele disse com um sorriso no rosto.

—Não. –Falou Thor.

—Jamais. –disse Regina.

—Qualquer coisa eu posso ir embora. -ele disse apontando pra porta.

—Não Henry pode ficar.

—É, o Thor já estava de saída.

—Verdade. Nesse caso, tchau Regina.

—Tchau Thor, agente se vê depois.

—Claro, até mais Henry.

—Até.

Thor sai e fecha a porta deixando mãe e filho no quarto.

—E então? Ainda vai negar que gosta dele?

—Henry!

—O que foi?

—Já falei pra parar com essa história.

—Falou, mas os fatos não deixam parar. Já é a segunda vez que eu pego vocês no maior clima, você sempre fala dele com muito carinho, até demais e provavelmente ele passou o dia todo aqui não é?

—Sim ele passou.

—Tô te falando. Vocês ainda vão ficar juntos.

—Henry eu acabei de sair de um relacionamento não estou no clima pra namoro.

—Afinal como estão às coisas entre você e o Robin?

—Estão bem, decidimos ser amigos.

—Já é um começo. E o Roland? Como ele vai ficar nessa história?

—Como sempre. Sendo aquela criança linda, fofa, que ama sorvete e que tem as covinhas mais bonitas do mundo.

Henry ri.

—E como é que você esta?

—Estou bem.

—E esse braço?

—To louco pra tirar esse gesso e poder segurar a espada que a Sif me mostrou.

—O que?

—Ah... Nada não.

—Henry? O que você esta me escondendo?

—Nada demais, não precisa se preocupar.

—Vou contar até três pra você começar.

—Não é nada.

—Um.

—É só bobagem.

—Dois.

—Para com isso.

—Tr...

—Sif e os guerreiros estão me ensinando a usar espadas e pretendem me transformar em um “guerreiro” –ele disse de uma vez.

Regina fica com cara de poucos amigos.

—Usando espadas Henry?

—Não é perigoso.

—Não é perigoso?! Você pode se cortar, machucar alguém ou até mesmo se matar.

—Menos mãe.

—Desde quando isso está acontecendo?

—Desde Hoje.

—Como assim? Você estava no hospital.

—Eu tive alta hoje.

—E não me disse. –ela falou triste.

—Desculpa mãe, eu até passei aqui mais cedo pra te ver e te avisar só que você estava dormindo.

—A Emma autorizou sua saída?

—Não, o Fandral veio me buscar e assinou o papel pra mim.

—Henry não pode fazer isso. Não pode sair daqui sem avisar a mim ou a Emma. Somos suas mães.

—Eu sei. Me desculpa? –ele perguntou juntando as mãos.

— Desculpo e que isso não se repita. Mas voltando às espadas...

—Por favor, mãe deixa eu continuar aprendendo a usar espadas, além disso eles vão me ensinar a andar de cavalo e ai eu vou poder ganhar da senhora...

—Como é que é? –ela disse erguendo uma das sobrancelhas.

—É isso ai; depois que eu aprender a cavalgar eu e você vamos apostar uma corrida. Se der tempo de eu aprender. –ele disse com bico.

—Pode parar com esse bico ok?

—Vai mãe por favor, pelo menos uma de vocês tem que acreditar em mim.

—Acreditar em você?

—Longa história.

—Eu só vou sair daqui amanhã então pode começar.

O garoto contou tudo pra sua mãe.

—Henry...

—Olha eu sei que não tenho porte físico pra tal coisa, mas não custa tentar.

—Filho tenho certeza que a Emma não falou por mal. Talvez ela só se expressou de forma errada.

—A minha vó disse a mesma coisa.

—Então... Assim como eu, a Emma só quer o seu bem.

—Eu sei, mas é que... Argh! Eu sou um inútil e pela primeira vez na vida eu to vendo a chance de me tornar alguém que pode ajudar em alguma coisa.

—Henry você não é um inútil e nunca mais diga isso. Agora olha aqui. Não se é útil só lutando. Ser inteligente, coisa que você é e muito, também ajuda e mais do que ter força, poderes ou espadas. Um exemplo é um dos personagens dos seus quadrinhos, o seu xará, aliás. Henry MCcoy. Ele pode até se transformar numa fera, mas a inteligência é o ponto alto dele.

—Mas eu posso ser inteligente e saber lutar. É ajuda em dobro.

—Se quiser claro que pode. Mas você entendeu o que eu quis dizer?

—Entendi. Eu não preciso ser forte, pra ser útil.

—É isso ai.

—Mas então... Eu posso continuar com o meu treinamento?

Ela não respondeu nada.

—Olha eu prometo me comportar, ser cuidadoso com o meu braço e não machucar ninguém.

—Tudo bem, pode continuar com o seu treinamento.

—Yes. Obrigado Mãe. –ela disse abraçando a morena.

—De nada meu amor, você pode ser o que quiser é só acreditar e a Emma também pensa assim.

—Posso te fazer uma pergunta?

—Claro.

—Por que você esta defendendo tanto a Emma?

—Não sei. Isso Não é normal.

—Mas não é mesmo. Mas acho que eu sei o que esta acontecendo.

—O que é?

—O amor agindo! O Thor ta te fazendo bem.

—Henry!

No apartamento do Robin.

—E ai? Como esta o seu sorvete?

—Muito bom papai. E o seu.

—Ta uma delicia.

—Eu quero mais!

—Ainda quer mais? Você já comeu dois potes de sorvete. Não acha que esta bom?

—Não.

Robin ri.

—Meu filho não pode comer tanto sorvete assim.

—Por quê?

—Por que faz mal.

—E isso é ruim?

—Muito ruim. Quando agente come sorvete demais ficar com muita dor na barriga. Você quer ter dores na barriga?

—Não quero mais sorvete papai.

—Acho que isso é um não. Vem vamos tomar um banho e trocar essa roupa suja.

Os dois se encaminham para o banheiro. Robin da banho em Roland, o veste e o deixa assistindo TV enquanto toma o seu banho. Depois de alguns minutos Robin sai do banheiro, se troca e chama o pequeno Roland pra ir até o acampamento.

O menino aceita de imediato e os dois saem rumo a floresta.

Na casa da prefeita.

Sif chega na mansão e encontra Fandral, Volstagg e Hogun na sala vendo TV.

—O que estão fazendo?

—Estamos vendo TV, está passando um tal de campeonato de futebol.

—Pelos raios de Odin é cada coisa.

—O que é isso na sua mão Sif?

—Um pote de sorvete que eu ganhei.

Assim que ouviu a palvra sorvete Volstagg se levantou foi até a cozinha, pegou uma colher e passou a mão no sorvete da morena asgardiana.

—Volstagg...

—Obrigado Sif não precisava.

A Lady bufa.

—Ganhou de quem Sif? –perguntou Hogun.

—Do Robin.

—Hum, será que temos mais um casal nessa cidade minha gente?

—Não inventa Fandral.

—Se isso aqui já esta assim nos dias normais imagina no dia de... Como é que os mortais chamam o dia do amor?

—Dia de São Valentim. –falou Volstagg de boca cheia.

—É isso mesmo. Imagina nesse dia.

—Parem de baboseiras e me expliquem o que o Spirit esta fazendo lá fora?

—Agente trouxe ele pra cá? –falou Volstagg já jogando o pote de sorvete no lixo.

—Por quê?

—Ele precisa de um lugar pra comer, dormir... –disse Fandral.

—E por que não levaram pro Haras?

—Esquecemos que tinha esse lugar. –falou Hogun.

—Vocês são muito desprovidos de inteligência.

—Não precisa ofender. –disse Fandral.

Sif sai andando rumo à porta.

—A onde vai? –perguntou Hogun.

—Vou dar uma volta no cavalo e depois levar ele pro Haras.

—Até.

A lady só bate a porta.

Sif pega o cavalo e sai rumo a floresta. Chegando lá...

—Droga não sei como saio daqui. Esse lugar é diferente de onde eu estava.

A lady olha em volta e não encontra nada.

—Precisando de ajuda? –perguntou Robin aparecendo com Roland nos braços.

—Robin. –a morena desse do cavalo.

—Oi Sif tudo bem?

—Estaria melhor se soubesse o caminho.

—Esse aqui é o Roland meu filho.

—O garotinho do sorvete?

—Esse mesmo.

—Olá Roland. –ela diz ajoelhada de frente pro menino.

—Oi. –ele diz envergonhado.

—Então é verdade que você gosta de sorvete ou o seu pai estava mentindo?

—É verdade.

—E você gosta muito, muito ou pouco?

—Muito, muito, muito. Eu comi dois potes de sorvete hoje.

—Você me lembra o Volstagg ele também adora sorvetes.

—Qual é o preferido dele?

—Qualquer um desde que seja comestível. E o seu?

—Eu gosto do de chocolate. E voce?

—Não sei, eu nunca comi sorvete.

—E o que eu te dei? –disse Robin.

—Não senti nem o cheiro. Assim que cheguei na casa da prefeita o Volstagg o pegou.

—Poxa que triste. –disse Roland fazendo os dois rirem.

—Sim é muito triste. –disse a Lady.

—Não posso deixar isso assim. Que tal se você fosse tomar um sorvete comigo e com o Roland um dia desses?

—Não sei Não.

—Vai Sici, vai ser divertido.

—É Sif Roland. –falou a morena

—Sici.

—Sif.

—Sici.

—Deixa assim mesmo.

—Você aceita o convite?

Roland olha pra ela com cara de cachorro pidão.

—Aceito, mas só se você me ajudar a chegar até o Haras.

—Então nesse caso, nos encontre em frente à sorveteria hoje a noite. –ele disse pegando as rédeas do cavalo.

—Ok. Quer subir em cima dele Roland?

—Eu tenho medo.

—Não precisa ter medo. Ele não vai fazer nada com você. O Spirit é um bom cavalo.

—Tem certeza?

—Absoluta.

O garoto estica as mãozinhas pra Sif. A lady o pega no colo e o coloca no cavalo.

—Viu?

—Ele é bonzinho.

—Então vamos?

—Vamos.

Robin, Sif e Roland seguem estrada rumo ao Haras. Os dois adultos se olham como bons amigos ou algo a mais.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim Bjos leitores nos vemos em breve!