Notas iniciais
Gente! Me perdoem, me perdoem , me perdoem. Olha de verdade, de coração eu peço mil desculpas pra vocês. Desculpem essa demora é que eu to me embolando em relação as fics por que além dessa eu tenho que escrever pra outra história ainda se vocês se interessarem a outra fic é Enamorados é total captain Swan. Bem depois de toda essa demora eu consegui escrever o cap e aqui esta ele. Me desculpem os erros de português e tenham uma boa leitura.

Thor levantou seu martelo e um raio rasgou o céu assustando a todos. O deus bateu seu martelo no chão fazendo o asfalto de Storybrooke sair do lugar levando o robô ao chão enquanto recebia dois kilowatts de pura eletricidade.

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No hospital.

Enquanto Henry se divertia com seu videogame ele sente um tremor que faz o aparelho cair no chão. Ele sai da cama e caminha até o videogame e quando se levanta ele vê uma maca passando levando o corpo de alguém conhecido. Ele caminha até a porta e quando olha pro corredor ele vê sua mãe na maca.

—Mãe. –ele fala para num sussurro de desespero.

O garoto fica sem saber o que fazer e quando vê Whale ir em direção a mesma sala em que Regina tinha entrado ele chama pelo doutor que o atende.

—O que foi Henry?

—O que aconteceu com a minha mãe? Por que ela esta em uma maca?

—Henry agente conversa depois ok? Eu preciso ir atendê-la.

—Tudo bem, mas só me responde uma coisa. Ela ta bem?

—Eu ainda não sei.

O garoto se preocupa.

—Mas fique calmo não deve ser nada grave. Agora volte pra sua cama que depois agente conversa. –ele diz e sai.

O garoto obedece o doutor e volta pra cama.

Na rua principal.

Sif zoava o capitão.

—Quem é que ta perdendo ein?

—Ok. Eu estava errado. Mas ele apanhou. –disse o capitão.

—Cara o que foi isso?! –perguntou Emma impressionada.

—Um relâmpago Asgardiano. –disse Thor enquanto se aproximava dos outros.

—Estão todos bem? –perguntou David.

—Não esta faltando nenhuma parte do meu corpo. Então sim, eu estou bem. –disse Leroy.

—Obrigado pela ajuda Thor. –disse Emma.

—Não foi nada de mais. Afinal eu tinha já uma história antiga com esse robô.

—Verdade. –disse Volstagg

—Mas a propósito como ele veio parar aqui? –perguntou o deus.

—Isso é obra minha! –disse Zelena que até agora estava em silêncio a observar.

— E quem é você? –perguntou Thor.

—Eu sou Zelena, a bruxa má do oeste.

—Mais conhecida como “a causa dos nossos problemas”. –disse Gancho.

—Você é bem forte asgardiano. Seria um bom oponente se fica-se por aqui.

—Eu não seria, eu sou um bom oponente por que eu vou ficar. –diz Thor assustando seus amigos.

—Ótimo, alguém que esta na minha altura. Seremos bons inimigos.

—Com certeza.

—E quanto a vocês encantados de meia tigela isso foi só a entrada do meu banquete. Ainda nos veremos.

—Acho que já deu há sua hora Zelena. –disse David.

—Eu concordo. –ela disse e saiu com sua vassoura.

O deus do trovão se volta para os seus amigos.

—Thor como assim você vai ficar na cidade? – perguntou Fandral.

—É Thor que história é essa? –perguntou Sif.

—Conversamos depois.

—Eu concordo. Afinal temos assuntos mais importantes. A onde esta a Regina? –perguntou Emma.

—Regina esta no Hospital, durante a nossa viagem ela foi atingida nas costas por uma flecha.

—Como assim? –disse Robin- Deveria ter cuidado dela. –continuou o ladrão enfurecido.

—E eu cuidei. –rebateu Thor.

—Não parece. –disse Robin ficando frente a frente com o deus.

—Pode ter certeza que eu cuidei e fiz isso melhor que você ladrão. –disse Thor não recuando.

—Olha aqui não é lugar para brigas. -disse Snow aparecendo.

—Branca tem razão vamos parar com essa algazarra ok? De confusão já basta a Zelena. –disse Granny.

—Só porque eu queria ver no que isso ia dar. –disse Leroy arrancando risadas.

—Mas o outro fator importante. Essa viagem teve resultado? –perguntou Hogun.

—Se esta falando da pedra mística nós a encontramos.

— A onde está? –perguntou Volsstagg.

—Está com a Regina no hospital.

—Vamos pra lá então. Aproveitamos e vemos a nossa rainha. –disse Emma.

—Ótimos vamos logo então. –disse Branca.

Eles começaram a andar e o ladrão foi ficando pra trás.

—Robin você não vem? –perguntou Gancho

—Eu vou depois, levarei o Roland.

—Tudo bem então.

Enquanto andavam Thor olhou pra trás e recebeu um olhar nada amigável de Robin.

No hospital.

Henry estava preocupado em seu quarto já estava pensando em invadir a sala a onde estava sua mãe quando Whale apareceu.

—Pensei que não viria mais.

—Eu disse que passaria aqui não disse?

—Então o que aconteceu?

—A sua mãe foi atingida por uma flecha em quanto estava no país das maravilhas Henry.

—Como... Como ela esta? Por favor, me diga que ela esta bem.

— E ela esta Henry. Sua mãe passa muito bem e graças ao fato do Thor ter tirado a flecha das costas dela o ferimento não se tornou mais grave. Já pode respirar. –brincou o médico.

—Obrigado por me contar Whale. Será que eu posso vê-la?

—Você não deveria, ainda mais por que ela vai ficar irada quando você aparecer com braço engessado, mas você é filho dela tem o direito de ver sua mãe. Pode ir.

—Obrigado Whale.

O menino sai do quarto e caminha até o quarto a onde estava sua mãe.

—Mãe? –ele diz entrando.

—Henry! O que faz aqui?

—Eu vim te ver.

Ele caminha até a cama e abraça Regina que quando se desfaz do abraço olha para o braço do filho.

—Henry. O que aconteceu com o seu braço? –ela perguntou irritada.

—Foi um acidente...

—Acidente? Eu quero saber o que aconteceu. Pode começar.

O garoto então explicou toda história para sua mãe. Desde a Marian ser a Zelena até a parte em que parou no hospital.

—Que confusão! Minha irmã está de volta, ela quase matou o Roland, trouxe um robô gigante que te mandou pro hospital. No mínimo as rajadas de fogo que eu e o Thor vimos foi obra dela e daquele robô.

—Como assim rajadas de fogo? O Thor devia ta no meio. Por que eu perdi isso? –ele perguntou pra si mesmo recebendo um olhar enfurecido de sua mãe.

—Henry não quero você no meio desças brigas.

—Mas mãe...

—Henry é perigoso.

—Mas eu posso me defender.

—Sei... E como pretende fazer isso?

—Vou começar a usar espadas.

—Nem pensar e se o seu avô te ajudar com isso ele será um homem morto. Esta me ouvindo?

—Sim senhora. Mas vamos mudar de assunto agora é a sua vez de se defender mãe. Por que esta no hospital? O que aconteceu no país das maravilhas?

—Fui atingida por uma flecha nas costas. –ela fala de forma natural.

—E você fala isso nessa tranqüilidade?

—Já esta tudo bem Henry.

—Mas poderia não estar. Já pensou se isso infecciona ou se torna algo mais grave?

—Henry...

—Você deveria ter se cuidado melhor mãe, sabe Deus o que poderia ter acontecido no lugar dessa flecha.

—Henry...

—E o Thor? Ele deveria ter te protegido. Afinal ele é um herói.

—Henry! –ela chama a atenção do menino que finalmente para de falar- Ta tudo bem comigo e foi graças ao Thor que esse ferimento não se tornou nada pior.

—Sério?

—Uhum. Ele tirou a flecha das minhas costas, tentou ao máximo me fazer não sentir dor, foi tão carinhoso comigo, se preocupou...

—E você ficou toda caidinha por ele né?

—Henry, não estou caidinha por ninguém só falei o que ele fez. –ela disse sem graça.

—Ta bom... Mal posso esperar pra contar pros meus amigos que o meu mais novo padrasto é o Thor.

Ela acabou rindo.

—Mas sério mãe, vocês dois fariam um casal bonito.

—Olha pode ir tirando essas coisinhas da sua cabeça por que mesmo se isso viesse a acontecer eu e o Thor não ficaríamos juntos.

—Por quê?

—Primeiro, relacionamentos entra deuses e mortais são contra as regras de Asgard e o Thor vai voltar para a casa dele junto com os guerreiros e Lady Sif lembra?

—Lembro, mas isso não te impede de se relacionar com o Thor. Primeiro, regras nasceram para serem quebradas e segundo talvez um namoro o faça desistir de voltar pra casa.

—Ta bom.

—Só tem que acreditar mãe.

—Vem cá meu pequeno crédulo! –ela disse pedindo um abraço- Tira essa idéia da sua cabeça ok? -ela deposita um beijo em sua testa.

—Ok. –ele falou- Por enquanto- ele disse num sussurro.

Notas finais
Comentem por favorzinho!!!!!