Entre dois Mundos.
10 Me desculpe.
Notas iniciais
Ok. –ele disse- Por enquanto. –ele disse num sussurro.
Eles se desfizeram do abraço.
—E então... –começou Henry mais foi cortado por batidas na porta.
—Atrapalhamos? –perguntou Emma.
—Quase sempre. –disse Regina brincando. _Entrem.
Invadiram o quarto Branca, David, Emma, Killian, Sif, Hogun, Volstagg e Fandral.
—Como vai a nossa prefeita? –perguntou Emma.
—Um pouco dolorida, mas estou bem.
—Como foi lá no país das maravilhas? –perguntou Branca.
—Decepcionante... –ela disse mais pra si do que pros outros.
—Em que sentido? –perguntou Emma com as sobrancelhas arqueadas.
—Esquece. O importante foi que conseguimos pegar a pedra e logo, logo vocês poderão voltar pra suas casas.
—Isso é uma ótima noticia. –disse Fandral.
—Fale por você.
—Qual é o problema Volstagg? –perguntou Sif.
—Comida. Em Asgard não tem sorvete, capuchino, pães doces...
Todos gargalharam.
—Esta querendo deixar o nosso rei por comida? –perguntou Hogun. –Deixe Odin saber disso.
—Uma pergunta como esta a minha casa? –disse Regina.
—Muito bem. Tirando o fato de que o seu estoque de comida esta no fim. –falou Fandral.
—Volstagg! –ela disse um pouco alto.
—Saindo pela direita.
Todos riram.
—Esse cara é uma figura. –disse Killian.
—Mas Regina onde esta a pedra? –perguntou Sif.
—Ali em cima da mesinha.
Lady se aproxima da mesa e pega a pedra.
—Já podemos ir.
—Você só esta se esquecendo do Thor né? –falou Fandral.
—A é tem isso. –disse Sif.
—Como assim “tem isso”? –perguntou a prefeita.
—Thor deu a entender que ficaria aqui pra derrotar a Zelena. –disse Hogun.
—Hum. –falou Regina tentando disfarçar a alegria.
Alguém bate na porta.
—Pessoal eu vou ter que pedir para vocês darem licença. Não é permitido tanta gente dentro de um quarto e a paciente precisa descansar.
—Claro já estamos indo. –disse David. –Bem, melhoras Regina.
—Obrigado David.
Todos se despediriam e saíram do quarto deixando a rainha sozinha.
Em um dos quartos do Granny’s.
18h20min.
—Roland! –Robin entra chamando pelo filho.
—Oi papai. Você ficou sabendo o que aconteceu com a Tia Regina?
—Eu soube meu filho e estou muito triste por tudo isso. Mas eu pensei e vim te perguntar se você quer ir ao hospital ver a Regina?
—Que quero papai, eu quero.
—Ótimo. Vamos trocar de roupa e depois seguimos pro hospital.
—Ta bom.
Alguns minutos depois.
—Robin! – Ruby chama pelo ladrão que já estava de saída. -Vocês dois estão indo a onde?
—Vamos até o hospital ver a Regina.
—Ótimo pode levar isso pra ela? –diz a ruiva mostrando alguns doces da lanchonete.
—Posso sim Ruby. –ele diz pegando a sacola com os doces.
—Avisa pra ela que não deu pra mim ir até o hospital porque o Granny’s estava cheio hoje.
—Pode deixar.
—Obrigado Robin.
—Não te por onde.
Robin e Roland saem em direção ao hospital. Chegando — lá.
Regina estava em seu quarto lendo um livro que Emma havia trago quando vê a porta abrindo e um pequeno homem entrado em seu quarto chamando pelo seu nome.
—Tia Regina! Tia Regina! –chamava feliz o pequeno Roland.
—Oi meu amor. –ela disse deixando o livro de lado. –Cadê o meu abraço?
Ela se curvou um pouco para que ele consegui-se abraçá-la.
—Oi Regina. –disse Robin entrado no quarto.
—Oi Robin. –ela disse mais fria.
—Roland queria te ver, então o trouxe aqui.
—Aqui tia Regina eu comprei pra você, eu e o meu pai.
Ele disse mostrando um lindo ramalhete de rosas.
—Roland eu amei. Obrigado. Obrigado Robin.
Ele só acenou com a cabeça.
—Como você esta? –perguntou o ladrão.
—Já estive melhor.
—Robin eu quero te pedir desculpa em relação ao Roland. Eu não deveria tê-lo pedido pra vigiar a Marian, quer dizer a Zelena.
—Ele foi muito corajoso de fazer tal coisa. Ainda mais sabendo que ela estava com magia.
—Foi mesmo.
—Eu já ia me esquecendo. A Ruby me pediu pra te entregar isso — ele falou entregando a embalagem com doces. –Ela queria ter vindo mais a lanchonete estava muito cheia.
—Diga pra ela que eu agradeço.
—Isso são doces?
—Roland. –Robin chamou sua atenção.
—Pode deixar Robin. Sim, são doces. Você quer um?
—Sim. Tem de chocolate?
—Tem de chocolate. Aqui esta.
—Obrigado tia Regina.
—De nada meu amor.
—Roland poderia me deixar a sós com a Regina?
—Posso sim papai. Melhora logo ta tia Regina?
—Vou fazer o possível. Toma aqui — ela disse dando a caixa com doces — Pode levar pra você.
—Obrigado. –ele disse e saiu.
—Robin...
—Regina antes de qualquer coisa que venha me dizer eu quero primeiro te pedir desculpas. –ele disse se sentando de gente para a morena. — Eu não deveria ter feito o que eu fiz aquele dia na porta da sua casa. Eu fui um completo idiota, um imbecil. Eu jamais, nunca tive a intenção de te machucar. Você é muito importante pra mim Regina. é que teve aquela história do Thor ser seu namorado e eu acabei perdendo a cabeça.
—Robin aquele dia eu fiquei de verdade muito decepcionada com você. Eu nunca soube, eu nem fazia idéia desse seu lado agressivo. E isso me provou que eu não te conhecia de verdade. Eu conhecia o Robin amoroso, carinhosos que se importava com as pessoas, mas quando eu vi o Robin possesso, um Robin agressivo sinceramente eu não te reconheci.
—Eu imagino e de coração de verdade Regina eu te peço mil desculpas. Você deve estar pensando o pior de mim e eu te dou razão, não te julgo e nem te critico por isso. É que às vezes as coisas fogem do controle, perdemos a cabeça e fazemos coisas da qual não nos orgulhamos. Eu sei que você não vê em mim o mesmo Robin de antes, mas eu quero que você saiba que ele ainda vive em mim, que eu não mudei que eu ainda te amo e que eu te quero de volta.
—Robin... Mesmo que agente tenta-se não daria mais. Eu Não consigo apagar o que aconteceu...
—E ainda tem o Thor ele é seu namorado.
—Não o Thor não é meu namorado.
—O que? Mas ele...
—Ele disse aquilo pra ajudar, pra que você fosse embora logo.
—Então quer dizer que eu ainda tenho uma chance?
—Sim, você ainda tem uma chance só que na fila da amizade.
—Não é o que eu desejo, mas se você quer assim, assim vai ser.
—Amigos?
—Amigos.
Ele se levanta e se dirige a morena a abraçando num gesto de despedida.

—Boa noite Regina.
—Boa noite Robin.
No dia seguinte.
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