Notas iniciais
Espero que gostem da minha tentativa de ação. aheuhauehu, boa leitura.

–Que tipo de companhia? Perguntei.

–Kleins. Respondeu ele enquanto dava passos para trás.

“Dematrius” sussurrou Viena enquanto abria suas asas de Klein. As asas dos Kleins era diferente dos anjos, anjos tinha asas enormes e macias. As dos Kleins eram médias, e com as penas crespas

“Dematrius” sussurrei e então fiquei invisível pegando meu arco e flecha mirando para porta. A nossa bruxinha ficou a uns 3 metros da porta e Crisaor apontava seu tridente para porta.

“São 4 Kleins” Anunciou a bruxinha na cabeça de todos nós.

A gente se entreolhou e entrou o primeiro Klein olhando para Crisaor de forma bastante raivoso.

Eu estava a menos de 1 metro de distancia dele, me assustei por ele não me olhar. Então atirei a flecha em sua cabeça e ele caiu no chão, começou a sangrar sua cabeça e sair um liquido oleoso cinza.

Depois de alguns segundos entrou duas mulheres, as duas altas, com os cabelos curtos e ruivos. Pareciam ser gêmeas, mais não era. Uma voou na direção de Crisaor, então ele jogou seu tridente contra ela fazendo ela ficar presa na parede. O impacto do seu tridente era realmente alto. Ele chegou perto dela e cravou o tridente em seu rosto fazendo a morrer na mesma hora.

A outra Klein foi para perto da bruxa. Quando ela tentou chegar perto dela, ela deu de cara com uma barreira invisível. Então ela ficou batendo na barreira com esperança da barreira se quebrar. Eu mirei a flecha na cabeça dela e atirei. Ela caiu sobre a barreira. A bruxa saiu de perto e fez ela cair no chão.

“só falta um, mas não sinto a presença dele” anunciou a bruxa para nós. Então apareceu um Klein alto, magro, com os olhos raivosos , atrás da nossa bruxinha. Ele enfiou uma espada sobre sua barriga ela gritou, ele tirou a espada de dentro dela e caiu ajoelhada. Crisaor rapidamente jogou seu tridente contra ele, mas ele desviou. Então a Viena chegou perto dele sem ele a ver e quebrou seu pescoço. Ele caiu no chão. Eu corri para nossa bruxinha e falei em desespero:

–vamos ajudar ela. Ela não pode morrer.

–Eu lamento, não podemos fazer nada. Falou Viena.

Eu me ajoelhei do lado dela e ela ainda estava consciente.

–Canta alguma música para mim.. Ela falou com dificuldade.

– It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
And who would've thought... It figures. Cantei lentamente e ela sorriu. – Qual seu nome? Perguntei enquanto uma lágrima caia de meu olho.

–Meu nome é Lu... Então sua respiração parou. Seus olhos ainda abertos mas sem sinal de vida. Estendi dois dedos sobre seus olhos e os fechei.

“Dorme bem Lu...” Falei e dei um beijo em sua testa.

Me levantei e o Crisaor me olhou emocionado.

–Vamos. Temos que matar esses filhos da puta. Falei enquanto pegava minha faca-adaga e enfiava no crânio daquele maldito Klein que matou minha “Lu”.

–Vamos embora. Falou Viena saindo do bar, Crisaor a seguiu e logo depois fui atrás.

Os cavalos ainda estavam lá. Montei no meu e o Crisaor no outro. Viena abriu suas asas e voou sobre nós.

–Você sabe onde fica o seu rei certo? Vamos pra lá. Falou Crisaor a Viena.

–Você não tem capa da invisibilidade. Vai ser difícil se infiltrar lá dentro. Falou Viena ao Crisaor.

–A gente dá um jeito. Respondeu Crisaor.

–É como fosse uma cidade lá dentro, tem o povo, os guardas, muitos mais guardas vigiando o lado de fora. Eu estou marcada de morte lá dentro, se eu entrar eu morro. Mais ficarei invisível, e a Luna também, mais Crisaor, não acho uma boa ideia você ir.

–Já estou aqui, não tenho escolha de voltar pra trás.

Depois de cerca de 30min. Andando Viena sugeriu que nós parássemos e procurássemos alguma fonte, riacho, lago, qualquer coisa que tenha água. Ela disse que eu pelo menos tinha que aprender a fazer a água me respeitar. Cada vez que ela dizia que eu poderia controlar a água mais bobagens isso significava para mim. Mas Crisaor achou uma ótima ideia.

Crisaor acreditava nessa profecia que nunca ouviu falar até cerca de 40min, atrás.

Crisaor desceu do cavalo e entrou dentro da mata que estava ao lado da estrada de barro.

“Não vamos encontrar nada aqui.” Pensei indignada enquanto descia do meu cavalo.

Viena sobrevoou a área para ver se achava alguma coisa, depois de longo 2min. Ela voltou até mim.

– Vi um córrego ainda limpo, acho que já é um começo. Falou esperançosa.

Eu não disse nada só olhei e concordei. Ela nos levou até o córrego e era bem estreito.

–Não sei se é uma boa ideia. Falei me preocupando.

–Confia em mim. Falou ela sorrindo enquanto batia palminhas.

“Difícil confiar em uma Klein” pensei.

Sentei naquele barro, quase sem nenhum sinal de vegetal por ai.

–Eu já vi o Bruce comandando as águas. Uma vez ele me disse que será necessário ter paciência e concentração. Falou Viena enquanto se sentava ao meu lado.

–Onde você o viu? Perguntei estranhando.

–Na TV, em um desenho animado. Ela riu.

–Ótimo, minha professora de como controlar as águas aprendeu tudo que ela sabe em um desenho animado. Suspirei fundo e Crisaor riu.

–Quero que você feche os olhos e se concentre. Imagina que você esta controlando as águas, os sete mares.

“Não sabia que existia sete mares, e muito menos que existia um homem, que supostamente é meu pai, e ele controlava o mar, água e qualquer gota de chuva também.”

Fechei os olhos e respirei fundo apesar daquilo ser idiotice. Imaginei alguma parte daquele córrego sendo um pedaço de mim, e pensei que ele me obedeceria. Abri os olhos e tudo estava igual.

–Ainda acham que eu sou a “princesa” das águas? Perguntei cansada daquela babaquice.

–A água se agitou por um minuto até você abrir os olhos, já é um começo. Não pode ser mera coincidência. Falou Viena.

–Isso é tolice, vamos embora, estamos perdendo tempo. Falei me levantando e voltando ao meu cavalo.

“Falta de fé em si mesma.” Ouvi Viena sussurrar para Crisaor. Não falei nada.

“Achava que ela era corajosa, mais veja só; ela não passa de uma garota idiota do interior.” Continuou sussurrando achando que eu não estava ouvindo. E eu estava começando a me irritar.

“Acho que sua família adotiva ficaria desapontada com ela.” Sussurrou ela mais uma vez.

–Já chega. Falei me virando pra trás. – Você acha que é fácil ser eu? Uma garota que em alguns dias atrás descobriu que era filha de uma vagabunda, seu pai é um idiota que morreu pela mão da minha mãe. Então fui chegando na direção dela. – E meu irmão esta na Austrália com uma porra de anjo das trevas, dizendo cuidar dele. Não tenho noticia dele a muito tempo. Então para de me pressionar. Falei empurrando ela para trás. Ela caiu no chão e começou a rir.

–Psicologia inversa. Ótima tática. Falou ela apontando para trás de mim. Virei-me para trás e tinha duas imensas colunas de água sobre mim, brotando do chão. Eu me assustei e a água se desfez e eu levei um belo banho.

“O que aconteceu aqui?” perguntei a mim mesma. “isso nunca aconteceu antes nos meus momentos de raiva.”

–Desculpe não queria te ajudar a acreditar dessa forma, mas foi melhor. Falou Viena se levantando.

–Vamos embora daqui. Falei enquanto já ia me montar do meu cavalo.

Bati as rédeas e ele foi correndo.

Depois de, mas um tempo para eu refletir sobre tudo me senti com vontade de vomitar pela pressão que Viena colocou em mim, isso pode ter me ajudado a acreditar que eu consigo controlar um pouco de água que tem embaixo de mim, mais não foi a melhor forma para mim acreditar.

–Desça do cavalo, já estamos perto de, mas. Falou Viena. – Dematrius. Então ela abaixou suas asas e ficou invisível aos olhos de Crisaor.

Desci do cavalo e deixei ele na estrada. Prometi que voltaria em breve, Crisaor fez o mesmo.

Peguei na mão de Crisaor e sussurrei “Dematrius.”

–Pode me ver? Perguntei a ele.

–Não! Ele exclamou.

–Só me promete que tomara cuidado. Falei a ele.

Ele sorriu e falou:

–Eu prometo.

Notas finais
Eae? O que acharam? Comentem por favor gente, e o próximo capitulo será narrado pelo Lincoln.