Notas iniciais
Capitulo suuuuuper curto, só para dar uma emoção a vocês. Postarei o outro amanhã, e esse outro já será o começo da guerra.

–Lincoln, estamos perto de mais do palácio do rei dos Kleins, temos que ser cuidadosos para não perceberem que estamos infiltrado aqui dentro. Falou Demon com uma capa vermelha chegando ao meu lado.

–Esta tudo bem, somos só uns a mais que não serão notados. Falei e continuei indo para a casa que eu estava abrigado. – Caso aconteça alguma coisa comigo os outros mataram todos aqui dentro e nós vamos vencer. Falei encorajado.

–E quantos serão necessários morrer para isso acontecer? Falou Demon enquanto segurava meu braço. Eu me larguei dele e falei:

–o Necessário. Então entrei no abrigo.

“Realmente estou preocupado com tudo isso, mas um líder nunca demonstra medo. Isso não é digno de ser líder. E assim pelo anoitecer o John irá matar o rei dos Kleins. Mas estou preocupado; se mas alguém ver isso, ele estará muito encrencado.”

–Lincoln, o John veio lhe fazer uma visita, esta te esperando no escritório. Falou a mulher que me deu abrigo aqui dentro.

–Obrigada, estou indo ao encontro dele. Falei indo ao escritório.

Abri a porta e avistei John sentado na cadeira ao lado da escrivaninha. Ele me olhou e sorriu.

–Fico feliz que nosso plano esta dando certo. Falou John. –Consegui me alistar para vigiar o lugar do rei dormir junto com outro soldado Klein. Ele vai ser um problema, mas eu dou um jeito.

–Ótimo, é bom confiar em você. Falei me sentando ao seu lado. – Já decidiu a maneira da morte? Perguntei ansioso para ver a queda do rei.

–Sim. Envenenado. Falou John – A noite, ou melhor dizendo... toda noite ele pede chá de Camomila para suas empregadas, elas entregam ao segurança que esta na porta do rei e ele o serve. Ele vai morrer antes mesmo de eu sair do quarto, mais ninguém irá perceber. Pela manhã a empregada vai ser acusada pela morte do rei. Não iremos fazer nada. Não podemos nos mostrar muito. John falou enquanto coçava seu queixo.

–Não acho nada certo deixar uma empregada assumir o credito da morte do rei. Falei e ri. Mas temos que deixa lá morrer.

–E a Luna? Como vai? Perguntou John com um interesse muito grande. Me levantei de minha cadeira e fui servir um café a ele. Ele recusou e eu tomei.

–Sabe John, já me perguntei se você gosta de Luna. Mas acho que não... Você não seria capaz de gostar de duas irmãs. Seria?

–Não Sr. Falou John em um certo nevorzismo.

–Como eu pensei. Pode se retirar. Você deve ter muito o que fazer. Falei e me sentei novamente.

John se levantou me comprimento e foi embora.

Olhei pela janela, e o céu se tornava escuro pela chegada da noite.

Notas finais
eae? Curiosidade, como esta?