Notas iniciais
Yo minna!! To com muita pressa então aproveitem o capítulo!! Boa Leitura!!

NATSU POV’S

Dessa vez era verdade, eu a havia perdido. Eu sabia as consequências dessa magia, então não seria como da outra vez- que ela tinha sido simplesmente possuída – uma voz familiar me fez levantar a cabeça. Paralisei, não podia ser, era um sonho, não tinha como Igneel estar parado bem na minha frente. Depois de tanto tempo procurando-o, ele aparecia assim, do nada.

– Igneel!- gritei correndo ao seu encontro, chorando novamente.

– Natsu? O que faz aqui? – ele parecia surpreso- quem abriu o portal? Onde está Layla? – com a última pergunta eu ,me lembrei da Lucy. Eu precisava saber, precisava perguntar.

– Pai, estamos no meio de uma batalha contra Zeref. E a Layla morreu depois que abriu o portal para vocês passarem. Quem abriu dessa vez foi a Lucy e ela.. – ele me interrompeu, impaciente como sempre.

– Como essa tal de Lucy conseguiu abrir o portal? – perguntou desconfiado

– Ela é filha da Layla e...- ele me interrompeu novamente, estava começando a ficar irritado.

– Hmmm... interessante.

– Escute, eu só quero saber se ela ainda pode viver? – gritei exaltado.

– Desculpe, meu filho. – ele abaixou a cabeça e balançou negativamente.

Não! Por que ela tinha que fazer isso? Se me perguntassem se eu estava feliz por rever o meu pai, que eu passei a vida toda procurando, é claro que eu estava, mas a dor da perda era maior. Voltei para onde ela estava, e pressionei o meu corpo quente contra o dela que estava gelado, abraçando-a com força. Minha pele queimava, mais e mais a cada minuto, até que não aguentei mais estava muito quente.

Senti uma dor aguda nas costas, como se algo estivesse sendo retirado de mim. O momento passou rapidamente, olhei para trás e vi enormes asas vermelhas de dragão. Olhei para os meus braços e vi que estavam cobertos de escamas da mesma cor das asas. Senti como se o meu poder tivesse triplicado, juntamente com a minha força. Depositei o corpo dela novamente no chão e me virei para os outros.

– Vocês vão pagar! – falei com ódio.

Investi contra os demônios, perfurando-os com as garras afiadas e os incinerando com minhas chamas. A cada demônio que eu destruía, mais eu sentia raiva. Fui atingido por um soco forte no rosto, o que me fez recuar alguns metros. Olhei para o autor, era o meio-demônio que tinha possuído a Lucy.

– Você é o demônio que meu pai não consegui destruir, então eu vou terminar o trabalho para ele.

– Mas que pai? – zombou ele. Um rugido ensurdecedor preencheu o espaço. Os dragões estavam entrando na batalha.

– Que tal aquele? – falei apontando para onde Igneel estava destroçando alguns demônios .

– Ah! Agora me lembro daquele fracote. – ele riu – Não conseguiu me derrotar e figiu com o rabo entre as pernas. Ridículo!

– Você vai ver o que é ridículo, quando eu te fizer engolir o meu soco! – falei avançando para o ataque com uma velocidade acima do normal, mas ele era igualmente rápido. Desferi uma serie de socos e chutes, mas ele desviou de todos e acertou um golpe na minha barriga, seu braço havia se transformado em uma garra, mas graças as escamas de dragão, o golpe não surtiu muito efeito. Agarrei o seu braço e o lancei contra a parede com toda a minha força.

– Rugido do Dragão do Fogo! – disparei logo em seguida – Ponta da Flecha Sagrada da Fênix. – acertei-o abrindo um buraco na parede.

– Há há há há há... – ele ria – nem arranhou. – ele se levantou ileso – É só isso que você tem? Pois eu vou mostrar o verdadeiro poder de um demônio classe S. – falou e um fogo negro cobriu o seu corpo, transformando-o por completo. Ele aumentou três vezes de tamanho, longas asa negras saíram de seus ombros e seus olhos estavam de um dourado-fogo brilhante. Ele riu sarcástico – Com medo?

– Nem sonhando. Tô empolgado! – falei partindo para o ataque. Uma enorme pata bloqueou o meu caminho, era o meu pai.

– Deixa que eu cuido dele. – falou sem olhar para mim.

– Mas... – protestei.

– Eu tenho contas a acertar com ele. – rosnou – Seus amigos precisam de você. – assenti. – E , filho, — olhei novamente para ele- acredite sempre na esperança.- concordei e fui ajudar os meus amigos.

Alguns minutos de luta depois, ouvi um grito de fúria, seguido de uma explosão dourada que deixou faíscas por todos os lados. Fui verificar. Laxus e Mira estavam ajoelhados perto de alguém, cheguei mais perto e vi que era o Mestre.

– Velho! – gritei correndo na sua direção.

– Natsu....use... o... – ele não conseguiu terminar e desmaiou. Havia um buraco enorme na sua barriga e vários arranhões pelo corpo. Olhei para Laxus, seu olhar ia além do ódio, ele se levantou e andou em direção aos demônios, seu corpo estava completamente coberto de raios, ele ria alto toda vez que acertava um deles. Ele estava fora de controle. Mira correu até ele e o abraçou sem se importar com os choques que estava levando.

– Laxus pare! Ele ainda pode viver! – ela chorava – Você acha que ele ia querer que saíssemos matando tudo e todos por aí? Não! Ele ia quere que lutássemos em família e assim poderíamos vencer. – ele pareceu se acalmar, pegou a mão dela e limpou suas lágrimas sussurrando algo que não ouvi. Havia me distraído com a onda de poder negro que havia sentido, eu sabia quem era. Zeref. Segui o rastro de poder o mais rápido que pude e, lá estava ele. Encarei-o.

– Onde está a Mavis?

– Ela deve estar chegando a qualquer momento. Vejo que conseguiu o que queria, ver o seu pai novamente. – ignorei o seu comentário.

– Está na hora de terminar o que começamos.

– Tanto faz. O destino está marcado, não se pode fugir dele. – fiquei com raiva, de novo com essa conversa de destino, ele irá ver o que é destino. Investi para o ataque om uma serie de socos, mas ele desviou de todos. Ele se afastou e usou aquele poder negro novamente, mas dessa vez em uma escala menor e focando somente em mim, mas as escamas me protegeram. Ele continuava desviando de todos os meus ataques, até que eu me aproximei demais e ele colocou a mão sobre o meu peito, senti como se todo o meu poder houvesse desaparecido, me afastei um pouco para recuperar o folego. Uma voz suave preencheu o ambiente:

– Não desistam! Lutem pelos seus amigos, lutem pelos seus sonhos e pelo seu futuro! – era a Mavis, ela estava parada ao lado de um Gildarts muito serio. Olhei em volta, todos tinham parado de lutar. – Agora a verdadeira luz da Fairy Tail irá brilhar! – ela abriu os braços e Gildarts fez o mesmo, por trás deles surgiram vários pontos de luz prateada. Me aproximei mais para ver o que era e não acreditei. Fadas. Fadas de verdade. Ela formaram um largo circulo, reunindo poder que logo se expandiu em uma grande onda de energia. Senti o meu poder voltando e sendo duplicado assim que essa onda de energia me tocou. A batalha recomeçou. Me voltei para Zeref, Mavis veio para o meu lado.

– Ainda há tempo para voltar atrás. – Mavis falou mas ele não demonstrou nenhuma emoção. Ela pegou a minha mao e estendeu na direção dele. – Confie em mim e pense no porque de você estar lutando esta batalha. – fiz o que ela pediu e pensei em todos os meus amigos que lutavam e, principalmente, no meu amor pela Lucy. Fechei os olhos me concentrando e quando os abri, havia um enorme circulo de magia sob nossos pés. Nossa mãos estava ficando brilhantes e delas saiu uma espécie de raio de luz e fogo que atingiu Zeref em cheio. Fiquei surpreso, que poder era aquele? Ela soltou minha mão e correu para onde Zeref havia caído, quando ela se aproximou, ele levantou a cabeça .

– Que ironia, ser derrotado pelo próprio golpe que eu ajudei a criar.

– não foi essa magia que você ajudou a criar, você foi derrotado pelo poder do amor e da amizade. –falou ela fazendo com que eu finalmente entendesse. Esse golpe não era apenas magia comum, era o poder dos sentimentos de todos e como o coração de Zerf era negro, ele não sabia o isso significava.

– Amor, amizade... – sussurrou ele – quem diria.

– venha Zeref, vamos recomeçar, lhe darei aquilo que lhe foi negado durante anos. –Mavis falou estendendo a mão pela segunda vez, mas ela a pegou dessa vez. Notei que os olhos dele marejaram, ela fechou os olhos e se concentrou, e em um instante ele desapareceu. – Em breve eu irei vê-lo.

– Er.. não querendo incomodar, mas já incomodando, será que você poderia ajudar a Lucy?

– Vamos até ela, talvez eu possa fazer algo. – ela respondeu

Levei-a para onde a Lucy estava sentindo uma nova esperança nascer.

Notas finais
aki so conta o que eu acho que acontece, já que as fadas podem ser usadas tanto para o mal quanto para o bem.... duvidas, perguntem... desculpa aí ter demorado tanto, mas é vão começar minhas provas, então eu só vou poder postar daqui a uns dias... Triste.... Espero que tenham gostado!! Kissus ^^ Link da imagem: http://uploads.socialspirit.com.br/fanfics/capitulos/fanfiction-fairy-tail-entre-a-escuridao-ha-esperanca-1725577,150320141957.jpg