Entre Um Vampiro e Um Pirata
17 Capítulo 17
Notas iniciais
oii pessoas mais lindas e amadas do planeta. kkkkkkkk bom mais um capitulo, e eu tenho uma noticia, terminei de escrever a fic, e vai ter 20 capítulos ao todo. boa leitura.
Os navios imperiais estavam indo de fato para américa, mais precisamente para a Flórida, no percurso tiveram que atracar nas ilhas das Bahamas, onde lá prenderam outra mulher também sobre suspeita de pirataria, a colocaram na mesma cela onde estava Angelica.
– pelos os deuses eu não acredito, Ayla? – disse Angelica.– Angelica? – a moça falou virando-se, em seguida ambas as duas abraçaram-se. Ayla era uma prima de Angelica por parte de mãe, as duas ficavam no mesmo convento e depois que Angelica fugiu de lá não haviam mais se visto, eram parecidas, porémAyla não tinha o mesmo gênio que a filha do Barba Negra, Ayla era apenas cinco meses mais velha que Angelica.– meu Deus Ayla. Você não mudou nada.– Angelica o que diabos faz aqui? Achei que tinha ido embora com seu pai. – as duas sentaram no chão da cela onde estavam.– aconteceu tanta coisa depois que sai daquele convento. – a espanhola ficou pensativa por um momento. –prometo deixa-la a par de tudo, agora conte-me o que houve com você. – as duas conversaram sobre tudo que viveram em todos esses anos em que não se viram, as aventuras, descobertas, enfim não esqueceram de nenhum detalhe.– é uma pena nos reencontramos indo a caminho da morte. – Ayla comentou.– acho que podemos escapar, estão tramando contra Jack e Barnabas, não creio que o capitão Jack virá, estava com outra a última vez que o vi. Quanto ao vampiro, ele é imortal deve estar vivo, mas suponho que sem nenhum recuso depois do bombardeio em Tortuga.– Angelicavocê parece estar tão amargurada.– todos os homens em quem confiei até hoje me traíram de todas as formas Ayla. Como acha que devo ficar?! Primeiro meu próprio pai que me matou aquele dia na fonte, esse vampiro que mentiu pra mim, e pelo o qual eu estava até alimentando sentimentos por ele, e o maldito Sparrow que me usou de todas as formas e sempre, sempre me larga.– perdoaria Sparrow? – Ayla perguntou, ao fim da pergunta Angelica chorou.– eu o amo Ayla. E me odeio por isso, ele me esclareceu o porquê de não ter voltado para buscar-me na Espanha, eu acreditei nele, seu toque, o seu beijo, eu senti que eram reais, mas depois na ilha eu o vejo com outra. Foi então que eu estava decidida a ficar com Barnabas, porque me sinto ligada a ele de uma maneira tão estranha, eu não sei explicar como é, mas é como se algo sempre me levasse a ele, e eu não sei porque mas sinto que não é coincidência. Mas tudo desmoronou também.– perdoaria Barnabas? – Ayla perguntou abraçando a sua prima, ela era como uma irmã mais velha para Angelica.– eu não sei, eu poderia perdoar o fato de ele ter omitido que era um vampiro, mais não sua repulsa só porque sou uma pirata. – respondeu Angelica se recompondo, levantando e enxugando as lagrimas.– heyAngie, ouça vamos sair daqui sozinhas, nós vamos viver. – Ayla disse motivando sua prima. Angelica sorriu, as duas ouviram um dos marujos gritar do convés que estava vindo uma tempestade.– ouviu isso?! Está pensando o mesmo que eu? – Angelica disse com a cara de quem tinha algo em mente.– será a oportunidade perfeita para sairmos daqui. –Ayla completou — então qual o plano?Enquanto isso em alto mar, as discussões e desentendimentos no pérola, estavam ultrapassando todos os limites.– você a deixou sozinha e espera que eu compreenda? – perguntou Barnabas.– não preciso que compreenda, minha história com Angelica é muito mais complexa que isso.– a história de um completo patife que abandona a mulher que se diz amar, você chama isso de história, isso é patético. — O vampiro disse. – pelo menos não a julgo pelo o que ela é?! – Jack retrucou. Nesse momento Barnabas ficou quieto. – você deixou seu orgulho e seu ódio por piratas atrapalhar, meu orgulho foi meu erro também, e como eu, você só percebeu isso depois que a perdeu. – Jack bebeu um gole do rum que segurava na mão esquerda.– isso não nos levará a nada. – Barnabas falou pensativo.– tem toda razão, é por isso que prometerei a ela que nunca mais vou persegui-la, nem atormenta-la se ela escolher você, eu a deixarei livre. Eu a amo mais não posso ficar o resto de minha vida a importunando e nem implorando seu amor, dou minha palavra de honra. – disse o capitão.– eu farei o mesmo, mas vocês piratas não tem palavra de honra, não se pode confiar. – Barnabas debochou. – eu prometerei a ela e não a você sanguessuga. Aceita um gole de rum?– só tomo vinho, ou sangue. Mas obrigada. – o vampiro disse, e Jack riu.– não suporta bebidas mais fortes? Tem razão melhor não tomar, você com toda essas... é... – o capitão falou desafiante e fez cara de desgosto – todas essas frescuras dos nobres.– você nada sabe sobre mim, vamos me der a porcaria dessa garrafa. – vampiro acabou cedendo as provocações.– tem certeza? – Jack parecia estar se divertindo com as custas de suas provocações ao vampiro. Ele entregou a garrafa e Barnabas virou na boca, depois de alguns segundos o nobre lhe devolveu o rum.
– até que não está tão ruim. – Barnabas disse limpando um pouco da bebida que escorreu pelo queixo, Jack ficou sério, e depois bebeu o restante do rum.– ora, ora. – disse o capitão que olhou para o horizonte e viu que se aproximavam de uma tempestade. Era a mesma tempestade que se aproximava do conjunto de ilhas das Bahamas.– estamos perto. Onde está meu servo? – Barnabas foi procurar por Lucas.– capitão, iremos entrar na tempestade? – perguntou Gibbs ao seu capitão.– é claro que sim, até que enfim um pouco de aventura, isso estava muito monótono. – Jack riu, e Gibbs também por causa da astucia do pirata.– o senhor sabe quem está fazendo isso não sabe? – Gibbs disse misterioso. E Jack começou a gritar da ponta do pérola.– HEY CALYPSO, VOCÊ NÃO PERDE ESSE MALDITO HABITO, SERÁ QUE NÃOPODERIA AJUDAR UM VELHO AMIGO SUA DESGRAÇADA? – ele falou e em seguida riu, começou a chover forte, o mar ficou furioso, toda a tripulação observava seu capitão – OK EU RETIRO O “DESGRAÇADA”, MAS GOSTARÁ DE SABER QUE HECTOR NÃO DARÁ AS CARAS TÃO CEDO, UMA DE MINHAS FAÇANHAS. – a tempestade diminuiu, junto com os raios, e o mar ficou menos violento – VAMOS VOCÊ PODE FAZER MELHOR. – um grande raio caiu perto do pérola, como sinal de protesto, fazendo todos assustarem-se. Gibbs foi até Jack e falou com ele.– capitão, as ondas não estão mais tão violentas podemos ir em segurança, não é melhor agradecer?– tem razão senhor Gibbs. – Jack concordou com seu imediato e agradeceu a deusa do mar. — JÁ ESTÁ DE BOM TAMANHO, OBRIGADO. – eles seguiram viagem.– o que diabos foi isso? – o vampiro questionou o capitão.– ah isso? Não foi nada, era uma velha amiga. – Jack sorriu em seguida voltou ao timão.Na primeira ilha do arquipélago das Bahamas ao norte, a grande tempestade chegou violenta, os navios que estavam atracados no porto, balançavam constantemente, as moças pretendiam usar de sua beleza e sedução para saírem dali, mas o balanço das violentas ondas fez a chave que estava pendurada na parede do navio cair bem perto da cela.– por Calypso, que sorte! – Ayla disse. Angelica abaixou para pegar a chave ela alcançou mas sentiu uma forte dor de cabeça e teve uma espécie de visão, como se fosse uma alucinação, ela viu rapidamente o rosto do servo de Barnabas, sim uma visão do próprio senhor Lucas, ele falava as seguintes palavras: “o eclipse da lua está próximo” a visão sumiu juntamente com a dor e então ela ouviu a voz da sua prima.– Angelica o que houve? – Ayla disse preocupada, a espanhola, resolveu não comentar nada para não preocupar sua prima e concentrasse na fuga.– não foi nada Ayla, aqui tem um milhão de chaves, maldição vai demorar para acharmos a certa. – elas começaram a testar as chaves.O pérola estava próximo, qualquer embarcação que se aproximasse pelo o norte do conjunto de ilhas, iria atracar naquela ilha, foi assim com os navios imperiais e também com o pérola, isso era bom pelo menos não teriam que procurar muito. Depois de um certo tempo Lucas voltou a aparecer no convés do navio.– onde estava senhor Lucas? – perguntou Barnabas intrigado e com a voz alta por causa do barulho incessante da forte chuva que caia.– não importa senhor, estamos perto do nosso objetivo. – o velho homem disse misterioso.– ah isso vai ser interessante, onde está o Tuner quando se precisa dele. PREPARAR OS CANHOES! – gritou Jack.
Notas finais
hum e ai??? esperando ansiosamente por seus comentarios. ah e desde ja pedeindo desculpas por nao ter respondido a todos os comentarios é que minha internet é horrivel e na maioria das vzs eu nem consigo ler, agora to numa lan hause. pois eh como eu estou de ferias vim para o interior que é onde meus pais moram por isso nao tenho net. mas comentem que assim que der eu respondo.
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