Notas iniciais
oiii gente, demorei???? me desculpem. pois bem, minha net voltou. viva (é temporariamente) espero que gostem desse capítulo. ele será bastante revelador.

Os piratas começaram o bombardeio de surpresa. Já estavam próximos o suficiente.

– ESTAMOS SENDO ATACADOS, AOS POSTOS DE BATALHA SEUS INUTEIS. – gritou o tenente Richard. Nesse momento as garotas conseguiram abrir a porta da cela, quando elas chegaram ao convés foram atacadas. Uma foi para a parte de trás e a outra continuou no convés. Ambas as duas tinham uma habilidade invejável com espadas.

– é o pérola? – Angelica disse ao tirar a espada da barriga de um dos marujos. Ela achou apropriado trocar de roupa pois não seria fácil lutar usando uma camisola de cetim, assim que saiu da cela vestiu a roupa de algum marujo qualquer que encontrou.

– senhor Gibbs estou vendo Angelica. – disse Jack quando atirou em um dos marinheiros do navio oponente. Mal sabia ele que estava vendo não Angelica e sim a prima dela. Barnabas lutava usando uma espada, e seus dentes também. Ele, assim como Jack, viu a silhueta de uma mulher, esta sim era Angelica, ele arriscou-se numa corda passando de um navio para o outro, chegou a parte traseira do navio imperial.

– Barnabas? – disse Angelica olhando rapidamente para ele e continuou lutando.

– por aqui rápido. – ele disse pegando a mão dela, um dos homens do navio tentou impedi-los mas o vampiro o mordeu, Angelica engoliu em seco, ele segurou-a pela cintura, e desceu para a ponte de madeira onde o navio da corte estava atracado, ainda chovia, eles seguiram em direção a floresta, para longe daquela confusão. Jack também já estava no navio oposto, este já estava afundando e prestes a explodir, ele agarrou a moça e a levou para o pérola antes que acontece o pior. Eles ouviram as últimas palavras do tirano tenente.

– eu me vingarei Sparrow. – em seguida o navio inteiro encheu-se de chamas e afundou, imediatamente a tempestade cessou e as nuvens negras foram sumindo. Jack olhou para a moça e tomou o maior susto da sua vida.

– você não é a Angelica. – ele disse novamente empunhando a espada.

– parece mais não é. – Gibbs disse, completamente confuso.

– Ayla, é um prazer conhece-lo pessoalmente capitão Sparrow, sou prima da Angelica. – a garota disse estendendo a mão, e Jack guardou a espada, mas não esboçou qualquer simpatia.

– ela nunca mencionou qualquer parentesco. – disse o capitão ainda desconfiado.

– ela também me disse que o senhor não é dos mais confiáveis para se contar coisas pessoais, talvez seja por isso que ela não contou. – Ayla sorriu.

– eu sou confiável. Pois bem senhorita se é prima dela deve saber onde ela está.

– acho que sim, bom se bem me lembro vi ela sendo levada por um homem alto vestido de preto, antes do navio afundar, eles foram para aquele lado. – Ayla disse apontando para a ilha. – mas porque ainda quer alguma coisa com ela? Pelo o que ela me contou você a traiu, mais uma vez quando estavam em Tortuga.

– ouça bem moça, eu não a trai, estava procurando por ela, a prostituta que me beijou foi apenas uma distração e tentou me matar.

– mas Angelica não sabe disso, ela está achando que foi enganada mais uma vez.

– francamente a senhorita acha mesmo que eu iria até Transilvânia, buscar a Angelica para depois trai-la?! – Jack parecia irritado.

– então seus sentimentos são reais. – Ayla disse sorrindo.

–sempre foram reais, não tenha dúvidas disso. Agora, tracem o curso para alto mar – disse o capitão, que olhou tristonho para a floresta, depois baixou a cabeça cabisbaixo.

– o que? Você não atrás dela? – Ayla perguntou.

– ela já decidiu com quem ficar.

– ela não decidiu nada ainda, vá atrás dela, minha prima tem o direito de saber a verdade, e você capitão Sparrow que tem falar pra ela.

– do que adiantaria? – disse Jack

– bom isso eu não sei, o que eu sei é Angelica te ama, não posso prever o que acontecerá depois. Vamos atracar Capitão. – a moça disse incentivando-o.

– o que acha senhor Gibbs? – a opinião do seu velho amigo e imediato sempre era bem vinda para Jack.

– acho que devemos preparar os botes e descer até aquela ilha. – Gibbs disse sorriu e Ayla juntamente com ele olharam para Jack esperando sua resposta.

– muito bem, preparem os botes. – Jack disse confiante.

Na floresta distante do porto e do pequeno vilarejo que havia na ilha, agora já iluminada pela luz da lua Barnabas e Angelica caminhavam ainda de mãos dadas, mas sem dizerem uma palavra sequer um para outro.

– olha eu... – disseram ao mesmo tempo.

– você primeiro. – de novo falaram os dois de uma vez, eles riram um pouco e Angelica começou falando.

– bem, eu poderia ter me recusado a vir com você, eu devia ter me recusado, mas desde quando o vi a primeira vez naquele navio pesqueiro tem uma força que não me permite dizer não a você, por mais que eu resista é lute contra isso. – eles soltaram as mãos. – você é um vampiro, mas me ajudou por isso sei que não é cruel, mas eu sei também o quanto você odeia piratas então... – ele colocou o dedo indicador na boca dela e imediatamente ela parou de falar, ele a beijou novamente, dessa vez com mais intensidade, suas mãos deslizaram da nuca até a cintura da moça onde ele levantou a blusa dela até tira-la do corpo da espanhola, os habilidosos dedos do vampiro percorreram em linha reta até chegarem a junção dos seios dela, enquanto que nas costas com a outra mão, ele já tentava desabotoar o sutiã, mas Angelica o impediu.

– não irei morde-la. – ele disse.

– sei disso, eu confio em você Barnabas, mas eu sinto que não é real. Sinto muito. – Angelica falou se afastando um pouco.

– o que sente por Sparrow? – ele perguntou em voz baixa.

– eu o amo. Apesar de tudo não consigo tirar aquele maldito pirata da minha mente.

– e por mim?

– é complicado, eu... – ambos foram interrompidos por uma forte luz que veio do centro da floresta.

– JÁ CHEGA! – gritou uma voz familiar tanto por Barnabas quanto por Angelica. Ela vestiu de novo sua blusa. Então na frente deles apareceu em forma monstruosa, com os olhos em chamas.

– Lucas? – disse Barnabas perplexo.

– meus Deus?! – Angelica disse assustada.

– por que a surpresa senhor Collins? – o criado de Barnabas tinha um sorriso perverso nos lábios.

– não é possível você é um... – Barnabas disse.

–feiticeiro? Sim! –ele riu- eu tive o imenso trabalho de fazer com que aquele navio pesqueiro onde nós estávamos passasse por aquela ilhazinha esquecida por Deus, tive que fazer os mais diversos tipos de sacríficos para vocês dois se apaixonarem, um deles foi pagar uma mulher para matar o maldito pirata, e fazer a senhorita – ele aponta para Angelica- pensar que ele a traiu novamente, eu que fiz tudo isso.

– mas por que? – Angelica perguntou ainda não acreditando no que seus ouvidos acabaram de ouvir.

– por que o amor verdadeiro de duas criaturas sobrenaturais distintas é um poderoso poder, e eu desejava tomar esse poder.

– desgraçado, compeliu a nos dois a nos apaixonarmos? – Barnabas disse

– sim meu senhor, por que essa mulher, somente ela já nasceu com o sangue de feiticeira correndo nas veias, ela bebeu da fonte eterna da juventude, ela era a escolha perfeita. Não foi difícil tomar sua mente senhor Collins, o senhor não tinha mais ninguém, sua mulher morreu, só me deu trabalho porque deixou seu ódio por piratas atrapalhar, já ela, foi o amor pelo maldito pirata atrapalhou tudo, não pensei duas vezes antes de mandar aquela prostituta mata-lo, o plano ia bem até a parte em que a prostituta o beijou, só que ela falhou então eu tive que matá-la também, mas o que importa agora?! Como eu havia lhe dito senhorita Teach o eclipse da lua está próximo, logo eu terei poder o suficiente para tomar o poder de ambos os dois. E a melhor parte é que não precisarei do tal amor verdadeiro, mas sim de algo muito melhor, um sacrifício. – ele começou a rir feito um verdadeiro psicopata. Angelica empunhou a espada e partiu para cima do feiticeiro, este lhe deu uma bofetada com dorso da mão, ela caiu desacordada no chão da floresta e em seguida foi a vez de Barnabas, apenas com uma das mãos ele segurou o pescoço do vampiro e o levantou do chão, depois o atirou em direção a uma das arvores, com os dois desacordados Lucas os levou para o local de sacrifício até o momento do eclipse lunar.

Notas finais
meu deus não me matem por favor, vcs ainda não viram o fim, vamos com calma ainda temos mais 2 capítulos. kkkkk comentem, bjos