Notas iniciais
gente terminei o trailer, é o meu primeiro por tanto deem um credito. o link ta nas notas da historia. e como o prometido mais um capitulo quentinho pra vcs, e eu prometo que vou escrever o próximo o mais rápido o possível.

Pov Barnabas:

Durante e viagem, eu não tive como tirar os olhos dos olhos dela, eles eram escuros e eu simplesmente mergulhava naquela imensa escuridão tentando desvendar um pouco do seu ser, mas aquilo era perigoso, minha sede, eu quase perdi o controle, porque essa mulher foi aparecer na minha vida justo agora? Faz poucos meses que minha Josette morreu, eu sei que nunca mais vou amar alguém como amava Josette, será? Dessa vez ela morreu em paz, e minha alma se conforta em saber disso, nesse momento eu a observava enquanto ela olhava admirada para o castelo, ela é doce, mas tem um certo rancor quando fala, ela é singela, mas da pra ver que tem um temperamento difícil, e sangue quente...” sangue quente”, essas duas palavras ecoaram na minha mente, precisava manter a calma, não queria assusta-la. Pelo contrario.

–é enorme. Isso tudo é seu Senhor Collins? -ela me perguntou, parecia uma criança vendo um arco-íris pela primeira vez.

–sim. Vamos! Acompanhe-me.

–ham? Não, não. Eu tenho que voltar pra capital.

–miss Angelica, a senhorita não vai me fazer essa desfeita não é? Já está tarde. Posso lhe fazer um convite? Bom se quiser dormi no meu castelo hoje, por mim não teria problema. Eu sei que ainda não tem lugar pra ficar, tenho diversos quartos de hospedes sobrando e mais, vai poder se aquecer e tirar essas vestes lamentáveis.

–eu agradeço, mas eu realmente preciso voltar senhor Collins. – nós ouvimos alguns lobos uivarem.

– tem certeza? A senhorita precisa comer, aceite minha hospitalidade.

– bom, pensando bem, é melhor passar a noite por aqui mesmo. –ela olhava pros lados, um tanto assustada.

–estão preparando um jantar delicioso. A senhorita vai adorar. –nos entramos no castelo e a porta fechou-se sozinha, ou melhor dizendo, trancou-se.- pode ficar tranquila, aqui ninguém entra. Vou mostrar seu quarto. –sorri e a levei para as escadarias do castelo.

Pov Narradora:

Enquanto isso o imperioso Pérola Negra navegava imponente pelo oceano atlântico.

–Capitão?

–diga Gibbs! – Jack havia bebido diversas garrafas do seu inseparável rum, e já estava bêbado.

–vamos ter que mudar a rota.

–por quê?

–porque, o navio não tem suprimentos o bastante pra velejarmos até a Europa. Precisamos de mais armas, pólvora, comida, agua, e o pior de tudo é que o rum está acabando também. –Jack olhou aterrorizado pra o seu imediato.

–porque o rum sempre acaba? Não podemos ficar sem rum. EU NÃO POSSO FICAR SEM RUM! Qual o lugar mais próximo do rum senhor Gibbs?

–Tortuga, o navio da pra chegar bem em Tortuga, é o único lugar que da pra ir com o navio quase no zero.

Jack imaginava somente numa coisa...

–não posso jamais ficar sem meu rum., fui tirado dos meus pensamentos filósoficos, com a voz do Gibbs- o que houve?

–senhor então?

–TRACEM O CURSO PRA TORUGA JÁ, SUAS BARATAS TONTAS! EU POSSO ATÉ FICAR SEM AVENTURA, MAS NÃO FICO SEM MEU RUM.

Pov Angelica:

Acompanhada pelo senhor Collins, entrei no quarto de hospedes, era lindo, eu abri o armário, estava cheio de belos vestidos, eu particularmente odiava vestidos, eles incomodam e não permitem fazer os movimentos numa luta. Mas fazer o que, eu decidi usar um deles. Fui à janela e me assustei com o que vi, o castelo dele ficava a beira de um imenso abismo, senti um calafrio percorrer meu corpo, não devia ter aceitado o convite dele, eu nem o conheço, mas tenho que manter a calma, é apenas uma noite, eu respirei fundo e fui tomar um banho. E coloquei o vestido e fui a sala de jantar conforme senhor Collins me ensinou. A mesa imensa posta, e ele sério como sempre, e enigmático.

Angelica Off

–A senhorita está belíssima. –ele falou olhando-a da cabeça aos pés.- Sente-se aposto que está com fome.

–acertou. –ela sentou-se a mesa um pouco afastada dele.

–bem agora que já me conhece, poderia me falar o que fazia naquela ilha?

–fui deixada la. –ela abaixou a cabeça, odiava lembrar do Jack e sentir seu coração se apertar por está longe dele, ela se odiava por ainda ama-lo depois de tudo.

–quem faria tamanha crueldade, e burrice? Deixar uma mulher sozinha em uma ilha? Ainda mais uma mulher como vc.

–um pirata! –engoliu em seco.

–ah claro, tinha que ser. –disse ele debochado- Odeio piratas, mas existe um em exceção que eu particularmente odeio com todas as minhas forças, ele trouxe grandes prejuízos a mim e eu não gostei nada disso. Já ouviu falar de... Jack Sparrow?

–Capitão!... Capitão Jack Sparrow. –ela o corrigiu, não se surpreendeu ao ouvi -lo falar do Jack, afinal era um famoso pirata, mas decidiu se omitir quanto isso. –acho que sim. Mas prefiro não falar mais sobre isso.- ela levantou-se pronta pra deixar a mesa, perdeu o apetite, mas ele segurou seu braço.

–o que eu disse de errado? O que lhe entristece assim senhorita Teach? –ele a trouxe para mais perto de si, e mais uma vez fez questão de olha-la nos olhos, o cheiro de sangue fresco lhe invadia as narinas, mas Barnabas tinha muito alto controle quanto a seu instinto vampiresco, o que estava lhe fazendo perder mesmo a cabeça era os lábios carnudos daquela mulher bem na sua frente. Já ela não esperava aquele tipo de reação, ela o encarou por alguns instantes como na carruagem, mas depois se soltou dele.

–como ousa? Acha que só porque me trouxe pra esse fim de mundo pode ir criando asas comigo? Amanha mesmo vou embora dessa casa. -ela subiu para o quarto e trancou-se lá, a lembrança do pirata lhe invadiu a mente, mas dessa vez ela pensou também no que tinha ocorrido na sala de jantar, sim, ela pensava em Jack com um amor e um ódio que nem ela sabia explicar, e lembrava da sua recente aproximação com Barnabas, seus pensamentos se dividiram um pouco. Enquanto isso la em baixo, ele queria entender porque fez aquilo? Logo agora que estava começando a ganhar a confiança dela.

–ela não me deixou nem explicar. –ele falou para o seu criado de confiança que se chamava Lucas. –não queria que ela fosse embora.

– a moça parece está magoada com algo ou alguém, isso pode explicar esse tipo de comportamento. –falou o velho servo.

–mas a questão é... porque?

–isso é difícil saber.

–eu faço questão de descobrir. -Barnabas olhava para a escadaria que levava para o andar de quartos, ele sorriu de lado e foi deitar também.

Pov Narradora:

Depois da chegada a Tortuga, o capitão do Pérola Negra não tirava a garrafa de rum das mãos e nem da boca, ele já estava completamente bêbado, mais bêbado que o normal. Não falava coisa com coisa e era difícil manter o equilíbrio.

–é o...s..seguinte..eu! eu! Sou o grande Capitão Jack Sparrow, e pra. –bebeu mais um gole de rum- com eu dizendo.. e pra provar como.. o grande Capitão Jack Sparrow não se apega a nenhuma mulher... vou dorrrrmirr com uma aquiii hoje.

–Aêê Capitão! –gritaram os marujos.

– Eu...eu não pensoo mais naquela traidora, desal...desalmada e briguenta, porque eu ia querer uma mulher como aquela? Ham?

– Jack? Não acha que é melhor parar? –Gibbs perguntou ao seu capitão.

–me deixxxa senhor Gibbs! –ele no seu andar cambaleante aproximou-se de uma das mulheres que havia naquele bar, e simplesmente a beijou e a levou para um dos quartos, apesar de bêbado seu jeito de tratar uma mulher não mudava, ele sempre fazia elas caírem aos seus pés, e ele adorava isso. Ele a colocou contra a parede e foi beijando seu pescoço, desceu suas mãos para o espartilho e foi desfazendo os nós, foi até o ouvido da moça e sussurrou- eu estava com muitas saudades Angelica. –ao ouvir isso a moça o empurrou e lhe deu uma tapa na cara.

–eu me chamo Lúcia! Idiota. –ela saiu brava e ele sem entender nada apenas se deixou cair sobre a cama e ali adormeceu.

Notas finais
mereço comentários?? bjos amores