Notas iniciais
oii lindos e lindas, mas uma vez desculpem a demora. espero que vcs gostem. :*

– Angelica por favor... – Barnabas disse, mas o pânico a estava a invadindo, a respiração da moça se tornou desordenada, foi como em seu sonho exatamente igual. Mas diferente de seu sonho ela não fugiu, pegou uma das espadas que havia ali e apontou para o vampiro, apesar da grande surpresa ela era uma mulher corajosa e já estava um pouco familiarizada com coisas sobrenaturais, como o fato de seu pai poder ressuscitar os mortos e transforma-los em servos zumbis, e também alguns rituais de feitiçaria. Mas um vampiro de fato a perturbou.

– não ouse chegar perto ou eu o mato. – disse ela tentando tornar a voz o mais confiante o possível.

– eu nunca a machucaria, não tenho culpa de ser assim. – apesar de não demonstrar, dava pra notar o pavor dela por dentre as pupilas que se contraíram.

– você é... um... um... – ela falava enquanto se afastava e caminhava em direção a borda do navio. Ele completou a frase.

– sim, eu sou um vampiro, mas escute eu tenho muito auto controle, por favor, Angelica. – ela olhou em volta e só via sangue, depois o voltou a encara-lo.

– não o conheço senhor. – ela chegou em uma das bordas.

– Angelica...

– SE AFASTA. Não chega perto, por favor me deixar ir, não me machuca.

– Angelica eu já disse que eu nunca... – ele tentou se reaproximar mais uma vez do bote no qual ela estava entrando.

– SAI! – com a espada ainda apontada, ela foi descendo aos poucos.

– que diabos, foi cedo demais. –disse Lucas em voz baixa. Por causa do incidente de Barnabas com os marujos os navios imperiais que com ele estavam foram avisados, voltaram-se todos contra ele, a comando do tenente Richard Watson começou um bombardeio ao navio onde Barnabas estava, este não havia nem como mesmo se defender pois apesar de ser um navio bem equipado não tinham mais pessoas para comandarem os canhões. Um dos tiros atingiu a corda que segurava o bote onde estava Angelica, o barco acabou virando e ela caiu no mar. As ondas do mar começaram a ficar mais violentas e os tiros dificultaram ainda mais as coisas, ela foi arrastada para um dos navios reais, estava tudo uma bagunça, até que depois de alguns minutoso navio começara a afundar.

– o que diabos foi aquilo senhor Gibbs? – perguntou Jack perplexo.

– não faço a mínima ideia, mas estão indo embora agora. – respondeu Gibbs, os marujos mais que depressa foram até a praia. Os navios da corte já estavam em longa distância quando chegaram.

– ANGELICA? – gritou o capitão.

– SENHORITA TEACH? – Gibbs dizia.

– ela foi levada. – Jack ouviu de novo as palavras que saiam da voz grave do vampiro que nesse momento encontravam-se frias, e vagas. Ao virar de frente ambos ficaram novamente cara a cara.

– sanguessuga. – falou Jack empunhando a espada.

–bucaneiro. – retrucou Collins. – bom, eu não posso toca-lo por causa do seu amuleto e você não pode me matar porque eu já sou um morto.

– eu não me importaria de tentar, — disse Jack que pegou uma pistola e atirou em Barnabas, mas este não sentiu absolutamente nada com aquilo. – você a machucou?

– jamais faria tal coisa.

– está tentando me convencer que consegue controlar sua sede sangue quando está perto dela? – disse o capitão irônico.

– certas coisas são difíceis de entender não é mesmo?! Eu posso controlar meus instintos assim como você, naquele dia na saída do mediterrâneo, quando nos enfrentamos, percebi que piratas podem ser altruístas, e são capazes se importarem com outro alem de si mesmos.

– não posso ser egoísta com ela. Eu a amo. – disse Jack.

– e eu não posso ser um risco pra ela, por isso me controlo. Porque eu também a amo. Mas pra acha-la, preciso da sua ajuda e você da minha.

– acho que eu me viro bem sozinho. –o pirata falou.

– não seja tolo, alem da pouca educação, é burro também? – Barnabas disse.

– não confio em você mostro.

– estamos quites, mas temos só um desejo, encontra-la. – depois de pensar um pouco Jack deu sua resposta.

– senhor Gibbs vamos zarpar. E prendam o vampiro.

Enquanto isso no navio da corte, Angelica estava despertando aos poucos, sua cabeça doía muito.

– acho que devo ter batido a cabeça em algum lugar. –ela olhou em volta que estava nunca cabine, era uma típica cabine dos navios reais.

– então quer dizer que você a moça que conquistou o vampiro e o pirata? – desse Richard o tenente ao entrar na cabine ele era um homem razoavelmente bonito e de alta estatura. — Olha vendo a senhorita agora pessoalmente eu entendo o porquê. – ele sorriu.

– por que estou aqui? – ela perguntou. – você não tinha motivo nenhum para me trazer a bordo. – ele continuava a sorrir sem dizer nenhuma palavra sequer. – vamos fale, por que eu estou aqui?

– uh, veja o quão insolente a senhorita é. E muito curiosa também, adjetivos que eu não simpatizo muito sabia?! – ele caminhava calmamente de um lado para o outro, quando de repente ele chegou bem perto dela olhando-a bem em seus olhos – cumpro ordens senhorita. Estava sobre a hipnose de um maldito monstro das trevas mas agora cai em mim. – ele se afastou – satisfeita?!

– por que está me contando tudo isso?

– hahahahahahahaha não foi a senhorita mesma que perguntou? Parece que está muito confusa. Diga-me você nunca havia notado nada de diferente nele, de fato ele resistiu aos seus instintos, sua fome por sangue pela senhorita, nunca havia visto isso antes. – ela refletiu um pouco, eles fizeram tudo aquilo por ela?! Ela não julgou mais o nível de periculosidade de Barnabas, Angelica olhou pra si mesma, afinal ela também era uma criatura sobrenatural, como filha de Edward Teach a espanhola herdou alguns dos poderes místicos de seu pai, e claro que o fato de ela ter ganho alguns anos a mais na fonte da juventude potencializou seus poderes, ela sabia como era, olhando as coisas com calma viu que ele não era tão diferente dela, mas porque omitiu a verdade dela? Porque a julgou tão friamente pelo fato de ela não ter dito era uma pirata quando o próprio escondia uma coisa ainda pior? Ela foi tirada de seus pensamentos quando o tenente voltou a falar. – ah e não podemos esquecer do maldito pirata, eu jamais pensei que veria um pirata arrisca-se para salvar a pele de outra pessoa, hahahahaha qual o seu poder querida? – ele abaixou e segurou o queixo dela. — apesar de ser uma doce e excitante visão vê-la com as mãozinhas amarradas, completamente indefesa e envolta desse delicado cetim eu vou ter coloca-la em uma prisão, você sabe, sou um homem da lei. – ele riu e depois largou o rosto dela, Angelica o olhava com nojo.

– é desprezível, verme. – ela disse.

– George? – ele chamou um dos marujos que veio em seguida.

– chamou senhor? – o homem de aparência cansada chega a cabine.

– chamei sim, é, leve a senhorita Teach para uma sela. – o servo fez como o ordenado – é a isca viva perfeita. – o tenente comentou.

No pérola...

– senhor não estava em nossos planos nos aliarmos a piratas. – disse Lucas nada satisfeito com aquela situação.

– nossos planos? O que quer dizer com isso? – perguntou Barnabas ao seu servo.

– nada senhor.

– tem algo que queira me dizer senhor Lucas? – o velho parou um pouco e em seguida olhou com um sorriso demoníaco para Barnabas.

– não ah nada a ser dito. – Jack apareceu ali.

– por algum motivo minha bússola não funciona. Vou confiar em você e deixa-lo livre para guiar-nos. Mas lembre-se que estou de olho.

– qualquer um sabe que mais uma coisa sobrenatural em um só lugar não funciona. – Barnabas falou enquanto caminhava para fora da sela.

– maldita tia Dalma que não me disse esse detalhe. – falou Jack irritado. – então, pra onde foram?

– aposto que para a américa. Mande virar a estibordo. – o vampiro dava as instruções. -Será umaviagem nada agradável.

– nisso eu tenho que concordar. – o capitão falou com cara de desgosto.

Notas finais
eu vi que tem novos leitores e fiquei mto feliz. por favor me ajude e comentem. bjos ate o proximo. ps: to com pressa.