Entre Sangue e Feitiços
2 Capítulo 2 - Teenage Dream
Notas iniciais

POV — Damon Salvatore
Como eu disse Bonnie não estava bêbada, não bebeu o suficiente pra isso, mas o que ela tomou cooperou para deixá-la mais desinibida e eu estava maluco pra descobrir o que ela faria comigo entre quatro paredes. Quando chegamos na minha casa ela parecia meio tensa e eu sabia que qualquer passo que eu desse em falso faria ela ir embora, mas sem querer me gabar, tenho anos de experiência em aliviar tensões femininas, então...
Na sala estava tudo em ordem mas ela parecia estar concentrada observando o ambiente. Até parece que tinha algo mais interessante que eu ali. Usei minha super velocidade e em milésimos de segundos estava de frente pra ela, ela se assustou por que me aproximei de súbito, então eu lhe sorri amigavelmente e a beijei antes que ela pensasse em falar ou perguntar algo. Vamos combinar que é a Bonnie. Bonnie Bennett. Já era difícil acreditar que ela tinha aceitado estar comigo, então não a deixaria ir embora sem ao menos... vocês sabem!
Deixei minha língua explorar cada canto de sua boca enquanto segurava sua nuca com uma das mãos aprofundando mais nosso beijo, senti uma de suas mãos passear pelo meu braço e logo ela tentou tirar a jaqueta que eu vestia, me afastei alguns centímetros sem separar nossos lábios, Bonnie conseguiu tirar aquela peça de roupa minha e jogou-a em algum lugar que não me importei no momento. Apertei sua cintura com força e ouvi ela segurar um gemido leve, dei impulso pra que subisse em meu colo e assim ela fez, envolvendo suas pernas em meu quadril.
Partimos o beijo por causa do ar que se fez necessário e com Bonnie ainda em meu colo comecei subir as escadas até meu quarto. Senti os lábios quentes dela tocarem meu pescoço enquanto eu ainda estava no meio do caminho nas escadas, meu corpo vibrou, foi quase como um arrepio. Respirei fundo e continuei, apenas empurrei a porta do meu quarto com o calcanhar para que fechasse quando já estávamos lá dentro.
Elas desceu do meu colo e eu a beijei novamente, não estava lhe dando tempo pra nada, mal respirávamos. Senti seus dedos na barra da minha camisa, Bonnie a puxou pra cima tirando a vestimenta de meu corpo e jogou no chão quando eu grudei nossos lábios outra vez. Tentar tirar as roupas dela não foi uma tarefa fácil já que eu mesmo não parava de beijá-la nem por um segundo, mas em fim consegui que estivéssemos apenas de roupas intimas. Puxei-a contra meu corpo pressionando mais contra minha ereção que começava a se formar por debaixo da roupa que eu ainda vestia. A ouvi gemer quando nossas intimidades se encontraram e comecei a percorrer minha mão pela lateral de seu corpo, explorando desde suas coxas até a lateral de seus seios.
A conduzi até minha cama e deitei sobre ela, iniciei uma sessão de beijos por seu pescoço enquanto minha mão esquerda trabalhou em se livrar do sutiã que ela usava. Ouvia as batidas rápidas do seu coração, olhei seu rosto e ela tinha os olhos fechados enquanto eu acariciava seus seios agora descobertos. Bonnie mordia os lábios e parecia estar em uma guerra interna como se aquilo fosse a coisa mais errada do mundo. E talvez fosse... pra ela.
– Essa vai ser a melhor transa da sua vida. – minha voz saiu rouca em seu ouvido.
Encostei meus lábios novamente em seu pescoço e passei a língua naquela região, ela respirou fundo e arranhou os lençóis, desci beijando seus ombros, sua clavícula até chegar aos seus seios que me pareceram milimetricamente perfeitos. Eles estavam tesos me dando a certeza de que Bonnie estava devidamente excitada por mim. Eu não estava diferente, meu membro quase gritava por atenção. Pressionei minha ereção novamente em sua perna e fiz uma leve sucção em seu mamilo esquerdo enquanto minha mão ainda brincava com seu seio direito.
Ousei um pouco mais deslizando minha mão até sua calcinha enquanto ainda sugava seu seio, acariciei sua intimidade constatando o que eu já imaginava. Acariciei seu clitóris com o indicador, Bonnie gemeu sob meu corpo e abriu os olhos me encarando. Pude ver desejo e luxuria estampados em seu rosto. Ela segurou meu meus ombros e me empurrou na cama invertendo as posições, tomou o controle ficando por cima de mim e sentou justamente em cima de minha ereção.
– Vamos ver se você gosta de ser torturado. – falou movendo os quadris lentamente sobre meu membro, o que me fez gemer.
Distribuiu beijos em meu peitoral, senti a macies de seus lábios descerem até minha barriga e sua mão foi até meu membro acariciando ainda por cima da roupa, em seguida ela tirou minha calça e vi claramente seu sorriso de satisfação ao notar o volume na boxer que eu usava. Ela mordeu os lábios abaixando aquela peça de roupa até que ela estivesse fora do meu corpo e depois tomou meu pênis na mão fazendo movimentos lentos de vai e vem.
Apertei os lençóis da cama quando uma vibração de prazer tomou meu corpo em êxtase, ela acelerou um pouco mais os movimentos me fazendo ofegar a cada segundo, minha situação piorou quando senti seus lábios o tocarem. Não acreditei que ela estivesse fazendo aquilo, abri os olhos para constatar, mas tudo que consegui foi gemer quando senti uma forte sucção em meu pênis. Ela realmente estava fazendo aquilo e fazia muito bem, a sensação era inimaginável e as vibrações que percorriam meu corpo me faziam agradecer mentalmente por cada ato que ela fazia me proporcionando prazer.
Não me preocupei com o volume de meus gemidos e muito menos se alguém mais iria ouvi-los. Sentia que estava próximo de um orgasmo, meu corpo tremia, eu nunca cheguei ao ápice tão rápido em minha vida e Bonnie seria a grande campeã deste acontecimento histórico se não tivesse parado antes que acontecesse. Tenho certeza que meu olhar foi meio de decepção quando ela parou. Eu lhe perguntaria o motivo de ter parado mas sua boca logo estava de encontro a minha em um beijo feroz e avassalador, ela movimentava a língua dentro de minha boca em guerra com a minha, mas não faz o meu perfil ser controlado, muito menos na cama.
Segurei sua cintura e em um movimento rápido fiquei por cima. Não havia distância entre nossos corpos, a única coisa que nos separava era a calcinha que Bonnie usava e logo tratei de jogar em algum canto do quarto tendo a visão perfeita de seu corpo nu. Ela flexionou os joelhos e me posicionei melhor entre suas pernas enquanto ainda a beijava. Penetrei lentamente sua intimidade arrancando um gemido abafado de nós dois. Bonnie me puxou mais contra seu corpo e comecei a mover os quadris ritmadamente.
Procurei seus lábios para um beijo sedento de desejo, estava ficando virado com a sensação de prazer que ela estava me proporcionando, sentia meu corpo tremer como se fosse entrar em erupção a qualquer instante, acelerei os movimentos dentro de Bonnie e via seu pequeno corpo se contorcer debaixo do meu, nossos gemidos ecoavam meu quarto, a cama rangia como se estivesse velha e o cheiro de sexo começava tomar conta do ambiente.
Ela apertou as pernas envolta de minha cintura e arranhou minhas costas, fechei os olhos com a dor misturada a ótima sensação que não cessava. Minha respiração estava vacilante assim como a dela, sentia o suor escorrer por meu corpo e o calor do corpo de Bonnie se misturar ao calor do meu. Meu pênis pulsava dentro dela e sentia sua intimidade contrair denunciando que estava próxima ao ápice assim como eu.
Passei a penetrá-la mais rápido e beijei sua boca com força, ela gemeu alto e senti seu corpo aliviar sob o meu. Diferente dela, meu corpo ainda estava em agonia. Bonnie segurou meu rosto e me beijou calorosamente explorando cada centímetro da minha boca, nossas línguas se encontraram em batalhas excitantes e provocantes. Senti meu membro latejar quando cheguei ao tão esperado orgasmo daquela noite. Meu corpo relaxou e o deixei cair calmamente na cama ao lado de Bonnie.
A puxei pro meu colo repousando sua cabeça em meu peito enquanto ainda tentávamos controlar nossas respirações ofegantes. Ela fechou os olhos, puxei o lençol sobre nós dois e fiquei fitando o teto esperando o sono chegar.
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