Entre Canários e Corujas
4 Koda
Aquela pequena alma, tão jovem quanto eu, clemente por ajuda e que tinha nos olhos o mesmo brilho curioso que habitava os meus, precisava de mim. Observava minha roupa, as penas presas ao cinto, minha funda de madeira. Seguimos por bons minutos em frente, talvez já fosse hora de volta, lá na Sombra-Doce eu poderia dar nosso meu de abelha-vermelha a ele, o mais doce de todos. Porém, ao chegar próximos ao riacho, vimos pegadas de ursos. Talvez fossem os parentes do meu novo companheiro, ou Koda, como diziam os antigos das Grandes Planícies e assim o chamei.
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