Entre Anjos
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Resolvi postar mais um capítulo hoje. Boa leitura. ;)
POV. Henrique
Minha família vem sendo perseguida a anos, ainda mais por sermos quem somos. Os que seguem nossa família, nossos inimigos, querem ganhar essa guerra, que vem havendo dos dois lados a anos. Querem ocupar lugar e espaço... No que chamamos de reino celestial.Depois que me despedi da bela Andy, fui para o departamento do FBI. verifiquei com Park se ele descobriu algo. Eu estava em seu escritório. Seu cabelo ralo, sobre a cabeça, cor castanho escuro, olhos castanhos, e seu corpo gordo se virou para mim. Ele estava de frente para seu computador.–Infelizmente foram poucas coisas, Henri... Lee foi investigar. Deverá voltar com mais informações.Sentei do outro lado da mesa, de frente a ele.–E o que conseguiu?Ele abriu uma gaveta de sua mesa, retirando uma pasta e me entregando. Eu abri, vendo uma foto de um homem, com um monte de tatuagens, e um monte de documentos na pasta.–É Mociel. Trabalha para eles. Como vocês o chamam?Ele pegou uma rosquinha, que estava, em sua mesa.–Sim. Obrigado Park. -Me levantei indo em direção a porta. Antes de eu me virei.- essas coisas gordurosas que você come, pode te fazer mal.Ele somente levantou sua rosquinha para mim, com um, sorriso.Enquanto eu descia até o estacionamento, para pegar meu carro, eu dava uma olhada na pasta do tal Mociel. E que nome estranho. Ele poderia ter escolhido um nome melhor. Nas pasta continham diversas informações. A princípio não eram importantes para ajudar em algo. Em sua ficha, continha, roubo, assassinato, e outras coisas a mais. Além de ter sido expulso como policial. Sua foto, ele é moreno claro, cabeça raspada, cheio tatuagens. Olhos castanhos. Um bigode, feio pra caramba.Chegando em meu carro, verifiquei o endereço de Mociel. Chegando lá, vi não ser grande coisa, por fora a pintura está descascando. Posso dizer ser um hotel de segunda, se me entendem. Sufoco um riso em minha garganta.***Subindo para o andar de cima, percebo infiltração por todo o lado com o a de umidade. Eu sei que estou criticando um pouco de mais... Porém, não pretendo ser bom com meus inimigos. Uma voz em minha cabeça diz... Vamos lá, mais um para interrogatório. Devo dizer que interrogar, não é exatamente o que vou fazer. Ele querendo ou não, estou vindo buscar informações.Parei em frente à porta. O número 4, o dele. Não foi difícil entrar, entrei facilmente. O lugar não tinha muitas coisas. Agi rapidamente para antes que ele entrasse em sua casa. Deixei tudo escuro, as luzes da casa apagadas. Por precaução. Coloquei uma cadeira atrás do sofá, onde eu tinha visão de frente do hotel, e da porta.Assim que ele entrou, fechou a porta acendeu a luz. Virou-se e olhou para mim pouco assustado quando me viu.–Quem é você? O que faz aqui? -Ele se irrita. Mas sua cara de tapado continua.–Não! Quem é você? -Perguntei calmamente, ainda sentado. Ele tira uma arma se trás dele, e aponta para mim. É sério que ele está tentando me intimidar, com isso? Comigo?–vim por repostas.–Você não vai conseguir nada de mim. -Ele chega um pouco mais perto de mim, com sua arma ainda em minha direção. –Para quem você trabalha? -Pergunto como se não tivesse escutado o que ele falou.–levante daí é vai embora.–Eu não tenho pressa. Mas pelo jeito, você vai optar pelo jeito mais difícil. Tirei minha arma de minha jaqueta, coloquei no chão. Levantei e fui na direção dele. Parei bem na frente de Mociel. Para mim não havia pressa, então eu estava fazendo tudo com calma. Se eu pudesse, não estaria aqui, mas não tenho outra opção.–Você, o que é? Um tipo de maluco? Agilmente, o mais rápido que pude, tirei a arma dele. Pois eu percebi que ele, levando o dedo no gatilho iria atirar. Devo confessar que, depois daquela situação toda, fiquei cansado. O bom nisso tudo, foi que eu até consegui algumas informações, as mais importantes ele não sabia. No entanto ele morreu pela sua própria arma.A participação dele, foi roubar pertences de minha família, valiosos por sinal. E ir em busca da arpa, e não é uma arpa qualquer.A noite eu estava, pelas redondezas da faculdade, perto da cafeteria onde devolvi o colar para Andy. Me lembrando dela, um anjo, seu jeito encantador. Perto dali, virei em uma rua pouco movimentada. Avistei um carro parando no sinaleiro, pois tinha ficado vermelho, no mesmo tempo da outra rua veio um carro a toda velocidade, batendo de frente com o que estava parado. O fez capotar. O outro carro fugiu. Fui até o carro para ver quem era. Uma mulher, suas mãos freneticamente tentavam se soltar do cinto de segurança. Percebi que a gasolina do carro se espalhava pelo chão, isso não é bom sinal. Então me apressei em ajudar a moça a sair dali. Ela parecia prestes a desmaiar. Pela pressa eu não tinha prestado atenção em quem era, só estava pensando em tirar ela dali.–Está tudo bem. -Falei para a moça, no momento em que arranquei o cinto dela. -Vou tira-lá daí.Falei para a mulher. Ela olhou para mim com seus olhos já se fechando. Não pode ser. Mas é...
–Andy!
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