Notas iniciais
Olá pessoal! Tudo bem? Desculpe a demora, mas agora estamos programando a postagem e talvez não demore tanto! Esse capítulo é bastante hum... Explosivo, de certa forma. Algumas verdades - como já é dito no próprio título do capítulo - serão descobertas... Esperamos que gostem ( :

Go to ...hold a side, butterfly, butterfly!
Go to ...hold a side, butterfly, butterfly!

Butterfly — Basnectar ft. Mimi Page

***

Elena caminhava de um lado a outro de seu quarto sem realmente ter consciência do ato. Carol estava sentada em sua cama e apenas observava a amiga andar inquieta enquanto murmurava palavras incompreensíveis.

A morena não conseguia entender o porque de, de repente, estar mais do que interessada no homem dos olhos azuis. Os olhos azuis mais lindos que já havia visto em toda a sua vida...Argh! O que estava pensando? Era Damon, o major prepotente e sem coração! Estava tão confusa. Sentia o mundo a sua volta rodopiar em um turbilhão de ideias desconexas e sem sentido.

Porque queria tanto que aquele beijo acontecesse? Porque fora dormir tão frustrada por Damon simplesmente ter agido como se nada tivesse acontecido?

—Ora, Elena, pare de andar está me deixando enjoada! — Carol a repreendeu irritada.

—Desculpe, não tinha a intenção. — A morena se desculpou distraidamente. — Eu só... Não consigo entender! — Elena jogou-se ao lado da amiga, suspirando.

—Eu consigo. —Carol faz uma pausa e nem em um milhão de anos Elena esperaria ouvir o que sairia de sua boca. — Você está apaixonada. — Elena engasgou-se quando estava prestes a suspirar. Podia sentir seus pulmões se fecharem. Isso costumava acontecer com frequência quando era mais nova e sofria de constantes ataques de pânico. — Elena? —Carol se virou para a amiga e notou que seu rosto estava pálido e ela ofegava em busca de ar. —Ah, meu Deus!

Elena podia sentir o pânico tomando conta de seu corpo e correndo diretamente para seus pulmões que se inflaram, fazendo-a hiperventilar. Ela não conseguia racionar, sentia o pânico tomando conta de todos os seus sentidos.

A loira se desesperou ao ver o rosto de Elena empalidecer. A morena levou as mãos ao peito tentando acalmar-se, sabia que aquilo era besteira e que estava tendo uma reação exagerada. Um ataque de pânico por algo assim? O último de que podia lembrar-se ocorreu quando tinha 12 anos e viu seu pai atropelar seu gato Flop.

— Socorro! — Caroline gritou, sem saber o que fazer. — Elena... — Carol estava prestes a pedir calma quando a porta do quarto da amiga fora aberta num rompante.

Damon tinha acabado de entrar no apartamento quando ouviu Carol pedir por socorro. Sua voz vinha do quarto de Elena e logo imaginou que algo acontecera com sua morena... Espera, dele?

— O que houve?—Damon perguntou aparentemente aflito. Seu olhar recaiu sobre Elena. Seu rosto estava sem a cor oliva que admirava e podia ver seu peito subir e descer rápida e superficialmente. Algo no peito do rapaz se apertou ao vê-la naquele estado.

— Eu não sei... — Caroline murmurou com a voz embargada.

—Ela costuma ter crises como essas?—Ele perguntou caminhando em direção a Elena. Sentou-se atrás da mesma e a puxou para seu peito, deixando seu corpo deitado com as costas arqueadas.

— Não, essa é a primeira. — Carol passou a andar de um lado a outro do quarto tentando lembrar-se de algo. — Mas... Uma vez ela me disse que costumava ter ataques de pânico.

— É isso, Elena? — A morena impossibilitada de falar apenas assentiu rapidamente. — Ok, então apenas relaxe, tudo bem? Tente respirar profundamente. — Damon colocou as mãos em cima das de Elena que permaneciam apertadas contra o peito. Vendo que suas palavras não surtiam efeito, decidiu tentar outra técnica. — Tente imitar a minha respiração. — O moreno passou a inspirar profundamente e expirar devagar. Elena o imitou, aos poucos voltando a respirar normalmente. — Isso. Viu, não foi tão difícil. — Ele sorriu para a morena ofegante a sua frente.

Nunca, em sã consciência, Elena vira um sorriso tão bonito.

De repente vozes angelicais soaram e uma luz amarelada brilhou em volta de Damon e Elena soube. Estava, definitivamente, apaixonada por ele.

Damon franziu o cenho diante do olhar admirado de Elena. Porque ela o encarava daquele modo? E porque ele estava correspondendo?

— Olha, eu sei que você está grata por Damon ter te ajudado... Aliás, muito obrigado. Mas parem de se olhar assim, estão me assustando. — Caroline cortou o silêncio que se instaurou. Subitamente, Elena voltou a si e sentiu seu rosto corar. Algo que não passou despercebido a Damon, que achou incrivelmente... Adorável.

—Eu... Er... Posso levantar? — Ele perguntou claramente constrangido, algo que Elena nunca vira.

—Sim... Hã, me desculpe. — Elena murmurou ainda ofegante e com a voz rouca. Lentamente, sentou-se na cama permitindo que Damon fizesse o mesmo.

—Então, eu vou é... Vou sair. — Damon quis estapear-se por estar tão constrangido. Deixou o quarto rapidamente apenas acenando com a cabeça para Caroline que apenas se manteve em silêncio, com um sorriso nos lábios.

Porque Damon se sentia assim? Ele, em toda a sua vida, nunca se sentiu constrangido com uma mulher. Sempre tivera uma postura confiante e decidida. Porque isso, justamente, agora?

—Ele gosta de você. — Carol constatou com um sorriso vitorioso nos lábios.

...

—Klaus, você está em casa?—Damon passava pela portaria do prédio enquanto falava com o amigo por telefone.

—Estou, o que houve? — Klaus imediatamente se preocupou com o tom de voz do amigo.

—Chego em dez minutos.—E desligou sem esperar resposta, em seguida entrando num táxi.

...

—Você gosta dela. —Klaus afirmou, sentado em seu sofá e observando o amigo quase arrancar os cabelos andando de um lado a outro de sua sala. Damon bufou como resposta para o que o amigo dissera.

—Não vejo meios de isso ser possível, Niklaus. —Klaus soltou um muxoxo de descontentamento.

—Não use meu nome inteiro. Parece minha mãe me dando sermão por ter batido no Elijah. E não vejo outro motivo para você ter ficado tão preocupado e estranhamente nervoso por ter tido uma “troca de olhares”— fez aspas com os dedos — com a Elena que, em minha opinião, é completamente admirável. O que justifica o fato de você estar apaixonado por ela. — Klaus deu de ombros com ar de superioridade. Damon apenas revirou os olhos.

—Klaus, é a Elena irritante. Aposto que fala isso somente por ela ter sido noiva do seu irmão. —Damon jogou-se na poltrona a frente do amigo.

—Não, eu falo isso como o cara que já teve uma queda por ela. — Os olhos do moreno se arregalaram. Nunca poderia imaginar Klaus tendo uma queda por Elena. Só de imaginá-los juntos sentia o corpo todo se arrepiar. Ficaram em silêncio apenas se encarando. —Ok—Klaus inclinou-se para frente entrelaçando os dedos e sorrindo diabolicamente — Vamos fazer um jogo. — Damon arqueou uma sobrancelha e esperou. —Me diga pelo menos uma única coisa que há na Elena que você goste. —Damon soltou um suspiro incomodado e sorriu ironicamente.

—Isso não é muito criativo, Klaus. Não vou fazer isso. Você já foi mais criativo. —Damon riu, um riso amarelo que Klaus conhecia bem e sabia que significava que ele queria fugir do assunto.

—E você mais corajoso. —Klaus arqueou as sobrancelhas o provocando. —Vamos lá, Damon. Tente! Se não encontrar nada eu desisto dessa história e nunca mais todo no assunto.

—Promete?—Damon pergunta. Klaus levanta a mão esquerda e com a direita faz uma cruz no peito em cima do coração.

—Promessa de escoteiro. —Damon quase ri da brincadeira do amigo. Quase.

—Ok. —Faz uma pausa e se põe a pensar. Klaus espera pacientemente. —Ela é uma excelente cozinheira. —O loiro assente e faz um sinal para que ele continue. —É boa em discussões, sempre tem um argumento... O que quase sempre é irritante. —Klaus tenta não rir, para que o amigo continue. —Tem uma boa mira. —Klaus o interrompe.

—Acredite eu sei. Mas até agora não ouvi nada do que gosta nela.

—Posso continuar?—Pergunta ao loiro com um tom rude.

—Certo, desculpe. —faz sinal de fechar a boca com um zíper.

—Eu gosto quando ela cantarola pela casa. Mesmo as músicas mais irritantes. A voz dela é como a de um anjo... —Klaus teve que se conter para não fazer um comentário provocativo. —Ela é sempre tão altruísta e alegre, isso de alguma forma me cativa. O sorriso dela parece ser capaz de iluminar qualquer coisa ou pessoa. E... Eu gosto de observá-la assistir aquelas séries nas quais eu não vejo a mínima graça, mas que ela acha incrivelmente engraçadas, porque a risada dela é como o chacoalhar de sinos de anjos... —Damon tem um sorriso bobo nos lábios e um ar sonhador.

—Sinto em lhe dizer, meu amigo, mas você está apaixonado. — Klaus diz com um sorriso vitorioso no rosto.

— Isso é coisa da sua cabeça, eu só acho a Elena uma mulher incrível, só isso! — Damon disse dando um ponto final àquela história. Klaus revirou os olhos mas manteve-se em silêncio, pois não estava disposto a iniciar uma discussão com Damon.

— Mas você veio aqui só para isso, Damon? — Klaus questionou inconformado.

— Sim — Damon assentiu sorrindo. O loiro revirou os olhos e perguntou, de repente mais interessado:

— E aquela amiga da Elena, a Caroline?

— O que tem ela? — O moreno questionou desconfiado.

— Ela tem namorado?

— Klaus, você está interessado nela! — Damon disse com um tom acusatório. O outro o encarou prestes a dizer algo, mas desistiu. — Você está interessado nela! — Ele disse, agora tento certeza absoluta.

— Estou sim, satisfeito?!

— Quer que eu o ajude com isso? — Damon questionou o encarando.

— Não, Damon... Eu mesmo cuidarei disso — Klaus disse sorrindo.

— Tudo bem... Boa sorte com a Barbie — o moreno disse rindo.— Eu tenho que ir agora, tchau. — Damon disse suspirando profundamente. Klaus assentiu e disse:

— Tchau.

Damon saiu da casa do amigo e caminhou até a avenida, conseguindo um táxi mais rápido mais rápido do que imaginava. O Sol já estava se pondo no horizonte e Damon encarava as árvores movendo-se rapidamente do lado de fora do carro.

Quando chegou em casa, se enfiou no quarto, decidido a não sair de lá tão cedo.

Elena estava deitada na cama, assistindo um filme qualquer, sua mente estava vagando em memórias de um passado distante. City estava deitado na cama, ao lado da dona, recebendo as carícias da mesma.

A morena assustou-se ao ouvir o som de alguém batendo na porta e disse, sem a menor animação:

— Entre.

Ester, que segurava nas mãos cookies de chocolate que acabara de fazer, adentrou no quarto, fechando a porta atrás de si. A senhora sentou de frente para a neta e questionou:

— O que houve, querida? — Elena suspirou pesadamente, sem sequer saber como começar a explicar a situação para sua avó.

— Vó, eu estou apaixonada por uma pessoa. — A morena disse tropeçando nas palavras. Ester sorriu e disse, colocando o prato com cookies sobre a cama e segurando a mão da neta com força.

— E essa pessoa é o Damon? -A morena quase engasgou ao constatar que sua avó já sabia quem ele era.

— Como a senhora sabe?

— Não é assim tão difícil, querida. — Ester disse revirando os olhos:— Assim que cheguei aqui percebi a maneira que você o olhava, com tanto carinho... Amor — a senhora disse enfatizando a última palavra.— Logo percebi que você estava apaixonada.

— Eu não sei o que fazer, vó! Quero dizer, ele jamais olharia para mim da mesma forma!

— E porque não?

— Porque ele me odeia. — A última palavra saiu com dificuldade, como se cortasse a garganta da morena. Ela respirou fundo e cruzou os braços, lutando para não chorar.

— Ele não te odeia... Ele te admira, Elena, eu vejo isso nos olhos dele.

A morena encarou a avó, sem ter certeza com relação ao que a mesma dizia.

— Não fique assim, Elena. Se é ele dele que você gosta, não desista tão fácil assim. Porque se você não agir, pode passar o resto de sua vida imaginando como teria sido. — A senhora disse beijando a testa da neta.— Coma um pouco desses cookies, irá fazer bem — Ester disse saindo do quarto.

Elena encolheu-se um pouco na cama, pegou um dos cookies e sentiu o sabor do chocolate adocicando seu paladar. Mas ela não tinha fome, pelo menos não agora. Levantou, foi até a cozinha, cobriu os cookies e guardou-os, voltando para seu quarto e deitando na cama.

As palavras de Ester ecoavam em sua mente, fazendo-a pensar em tudo que sua avó havia dito. A morena adormeceu pensando naquilo...

A morena despertou sentindo City respirar sobre seu ouvido. Ela abriu os olhos lentamente, deparando-se com o gatinho que a encarava com os olhos carinhosos:

— Bom dia, City — a morena disse sorrindo e fazendo carinho no gato. Ele miou e pulou da cama. Elena respirou fundo e levantou. Eram sete e meia, ela ainda teria tempo de ir à padaria e fazer um bom café da manhã.

Ela se arrumou, colocou um vestido branco de renda que delineava perfeitamente seu corpo curvilíneo. Passou uma maquiagem clara, um lápis de olho, arrumou os cabelos e colocou um brinco de pérola. Passou um perfume de rosas, colocou uma sapatilha bege com spikes e saiu do quarto sorridente.

Damon estava jogado no sofá, assistindo televisão. Mas ao ver Elena saindo do quarto, não pôde evitar. Ele a encarou, com certa admiração, percebendo o quão bela ela estava.

— Eu vou à padaria, já volto — ela disse sorrindo timidamente para ele, que apenas assentiu, ainda a encarando. A morena pegou as chaves, sua bolsa e saiu, ainda sentindo seu coração bater loucamente contra seu peito.

Ela caminhou pelas ruas lentamente, sentindo o Sol bater contra seu corpo. Depois de dez minutos, finalmente chegou à padaria, que estava lotada. A morena pegou sua comanda e entrou no local. Ela escolheu um bolo de laranja e alguns pãezinhos.

Quando virou-se para pegar uma broa, sentiu cada músculo de seu corpo retesar. Não podia acreditar no que estava vendo. A garota não conseguia respirar, sentia o ar tornar-se cada vez mais rarefeito. Sentiu sua garganta arder, enquanto suas pernas ficavam fracas.Elena precisou se segurar no balcão para não cair. Seu coração parecia não mais bater, e ela já não acreditava no que via... Aquele era Kol?

Se aproximou mais, sentindo um torpor a dominar, consumindo-a por dentro. Ele a encarou, seus olhos se arregalando. Foi quando ela teve certeza... Foi quando soube...

— Kol? — Sua voz trêmula questiono, enquanto cada parte de

— Elena — ao ouvir o som da voz dele a morena certeza de que não estava enlouquecendo. Ele realmente estava ali,vivo. Elena sentiu a bile subir por sua garganta ao compreender, de fato, o que aquilo significava. Tudo havia sido uma mentira! A morte, o amor... Tudo.

Como um vaso que se quebra em vários pedaços, Elena observava em um silêncio sôfrego todo o mundo a sua volta desabar.

— Como pôde me enganar assim? — Ela questionou sentindo as lágrimas verterem por sua pele. Kol ficou mais próximo, porém ela deu um passo para trás, sentindo o nojo a consumir.— Seu cretino! Foi tudo uma mentira, não foi? — Ela perguntou atraindo a atenção de todos o que estavam por perto.

— Elena, me deixe explicar! — Ele pediu desesperado. Ele a puxou para fora da padaria, sabendo que ali não poderiam escutá-los.

Elena não conseguia conter a dor que sentia, era como se tudo dentro dela se quebrasse em questão de segundos. A morena o encarou, esperando por uma resposta:— Eu não te amava mais — Kol disse suspirando profundamente.— Conheci outra mulher, mas sabia que você jamais me deixaria ir... No dia em que os aviões atingiram a torre, eu havia saído mais cedo, mas deixei meus documentos no escritório. Quando eu vi o que havia acontecido, encontrei a chance de ficar com a mulher que eu amava, e viver a vida que sempre quis.

— Como você pôde? Você me tinha! Eu era sua! — A morena disse gritando. Não compreendia como alguém era capaz de fazer o que ele havia feito com ela. Que tipo de ser humano ele era, afinal de contas? Forjar a própria morte dessa maneira, era simplesmente ridículo. — Diga algo, Kol! — Ela disse ao perceber que ele não falava.

— Ter você não bastava, Elena — Kol murmurou sem pensar— Você não era boa o bastante para mim. Eu queria mais, porém, você nunca seria capaz de me dar o que eu almejava.

Kol assustou-se ao sentir o peso da mão de Elena contra seu rosto. A morena nunca havia sentido tanta decepção em toda sua vida. Todas as lágrimas e a dor que ela sentiu quando achou que Kol havia morrido foram em vão... Foram por nada, por alguém que não a merecia, que sequer a amou de verdade.

— Eu abri mão de tudo por você, Kol... Eu deixei a casa dos meus pais para poder ficar com você. Eu confiei cegamente em você, acreditei no seu amor. Eu desisti de tudo por você...

— Eu nunca pedi nada para você, Elena — ele disse a encarando. Fazendo-a rir ironicamente.

— Você é um cretino — a morena constatou sentindo as lágrimas caírem por seu rosto, porém apenas as secou com raiva. Sentia-se tão estúpida, tão idiota! — Fique longe de mim, Kol! Não ouse me procurar, nunca mais — ela disse incisiva.

Ela virou-se, pegando suas coisas e caminhando para longe dele o mais rápido possível. Elena não sabia para onde ir, sentia-se completamente perdida. Mesmo naquela multidão de pessoas, sentia-se estranhamente sozinha.

Um vazio estranhamente familiar a dominou, tomando conta de todo seu ser. Já não seguia um caminho preciso, sequer sabia para onde estava indo, apenas seguia o fluxo.

As memórias dominavam sua mente, enquanto caminhava lentamente pelas ruas, já lotadas. Elena já não sabia mais o que pensar. Sua mente estava repleta de memórias difusas, que se misturavam em algo único, sem sentido. Todos os sentimentos juntavam-se em uma espiral de emoções da qual ela não podia mais sair.

Engoliu em seco, cruzando os braços com força, como se aquilo pudesse a proteger de algo. Ela continuou caminhando, sem saber exatamente para onde ir.

A morena estava completamente alheia ao mundo a sua volta. Havia se fechado dentro de si própria. E, em seu interior, uma luta sem vencedores era travada.

Elena assustou-se ao ouvir o som de duas vozes, e foi então que ela fora arrancada de seu mundo particular. Atordoada, a morena seguiu o som das vozes, até se deparar com dois homens lutando um contra o outro. Um dos homens trajava uma máscara de esqui preta, enquanto o outro usava roupas comuns.

E de repente, tudo o que ela ouviu foi o som do tiro...

Notas finais
E então? Eu acho que vocês não esperavam por isso, mas tudo bem i-i Esperamos que tenham gostado!!! Podem xingar à vontade, nós merecemos u_u Agora, vocês podem comentar, não esqueçam disso, porque é muito importante para nós u_u Beijinhos meus quindins!!! :3