Ensina-me a Amar

12 The Wick of The War


Notas iniciais
Oi, galera! É a Gabi, como vão?Enfim, nos desculpem pela demora.Mas aqui vai um capítulo novinho, escrito por mim e pela Bia.Queremos agradecer a todos os que recomendaram a história. MUITO OBRIGADA!!!Sem mais embromações...Perdão pelos erros de português e obrigado por comentar!

Don’t you ever say I just walked away
I will always want you
I can’t live a lie, running for my life
I will always want you

Wrecking Ball — Miley Cyrus

***

Damon saiu de dentro do elevador com um sorriso sacana no rosto. Ele saiu do prédio e ligou para Klaus, um dos poucos amigos que Damon ainda tinha:

– Alô? – Klaus atendeu sorrindo ao ver que era Damon.

– Oi Klaus, que tal irmos naquela balada que havíamos combinado?

– Tudo bem, afinal eu preciso mesmo conversar com você – Damon revirou os olhos, já sabendo qual era o assunto e disse:

– Tudo bem, estou te esperando em frente ao Starbucks da 7th Avenue. Tchau.

– Tudo bem, daqui uns dez minutos estarei aí, tchau.

Damon desligou o celular e caminhou rapidamente em direção à 7th Avenue e parou em frente ao Starbucks, estremecendo de frio ao sentir o vento bater contra seu corpo.

Depois de alguns minutos esperando, Damon viu surgir um Lamborghini preto, carro que ele já conhecia muito bem. O carro parou e Damon sorriu ao ver Klaus abrir a janela do carro, enquanto dizia:

– Entra, cara.

Damon obedeceu sem pensar duas vezes e abriu a porta do carro, entrando logo em seguida. Klaus sorriu para o amigo e deu partida no carro.

– E então Damon, quer começar a me explicar porque não me ligou avisando que havia sido baleado e que tinha voltado para os Estados Unidos?

O moreno respirou fundo e tentou pensar em uma resposta, mas nada lhe vinha à cabeça:

– Eu não sei... Mas isso não importa, estou bem agora.

Klaus encarou o melhor amigo e suspirou profundamente. O loiro ficou em silêncio por alguns instantes e depois disse, em um murmúrio:

– E onde você está morando? — Ele questionou sem olhar para Damon, que suspirou profundamente e respondeu:

– Em um apartamento em uma esquina na West 58th Street.

Klaus calou-se ao ouvir a resposta do amigo. Damon respirou fundo e não pode deixar de notar a mudança no comportamento de Klaus, virou seu rosto para a janela, observando os grandes prédios de Nova York.

Depois de alguns minutos, os dois finalmente chegaram a seu destino. A balada Greenhouse, uma das melhores de Nova York. Damon saiu do carro e esperou que Klaus fizesse o mesmo.

O loiro saiu correndo do carro e entregou ao segurança os ingressos da área VIP. Os dois entraram e Damon ficou surpreso ao ver a quantidade de pessoas na pista de dança enquanto uma música eletrônica tocava, animando as pessoas.

O ambiente era incrivelmente confortável, as luzes brilhavam pelas paredes, mudando de cor rapidamente. Havia alguns sofás em cantos do grande salão, para que as pessoas sentassem. E sobre um palco, era possível ver o DJ animando as pessoas. Em um canto, Damon viu uma menina engolindo um comprimido azul — provavelmente Ecstasy — e logo depois levantando e indo em direção a pista de dança.

Damon e Klaus caminharam em direção a ala VIP da balada e sentaram em uma isolada. Klaus e Damon pediram um whisky Jack Daniel´s e começaram a conversar:

– Então Damon, Alaric disse que você está morando com uma moça, como ela é?

– Uma chata, fica querendo controlar cada passo que eu dou e ainda fica bancando a humanista! – Damon disse com um tom de escárnio e repúdio na voz. Klaus riu do comentário do amigo e perguntou:

– Qual o nome dela?

– Elena. Sabe, se ela não fosse tão insuportável e chata eu poderia ficar com ela. Afinal de contas, ela é bonita – ele comentou dando de ombros. Mesmo no escuro pode ver o corpo do amigo tencionar.

– Damon, você não muda mesmo – Klaus disse rindo forçadamente. Damon sorriu também, mas manteve-se em silêncio e ignorou a atitude estranha do loiro. Ele levantou e disse:

– Eu vou dar uma volta, já volto.

– Nem pense em dançar, senão te puxo para fora da pista de dança! – O loiro avisou com um olhar duro. Damon assentiu revirando os olhos e caminhou pela pista, tentando encontrar uma garota com que pudesse ficar. Damon não se interessou por nenhuma daquelas meninas, que pareciam ser muito comuns para ele. O rapaz deu um passo para trás e sentiu um forte impacto contra seu corpo, ele se virou e assustou ao ver sua ex-namorada na sua frente.

– Hillary?

– Damon? Ah meu Deus! – Ela disse ficando boquiaberta. – Eu não acredito nisso! – Damon sorriu para Hillary e perguntou, ficando mais animado:

– Como você está? O que anda fazendo da vida? – Ela está linda. Ele pensou com um sorriso malicioso. Hillary era uma bela mulher. Com cabelos loiros e belos olhos verdes, Damon havia caído nos encantos da bela mulher, que agora possuía um sorriso sexy no rosto de traços leves e delicados.

– Ah, eu estou bem, estou trabalhando em um estúdio de fotografia e agora moro aqui – ela disse dando de ombros e sorrindo para Damon. Hillary aproximou-se mais e sussurrou no ouvido dele: – Porque não vamos para um lugar mais reservado? – Ela o puxou em direção a um dos sofás e sentou-se ao lado dele, ainda com um sorriso no belo rosto.

– E então Damon, o que anda fazendo da vida? Ainda está no exército? – A loira questionou brincando com o tecido de seu vestido preto. O rapaz deu de ombros e sorriu para ela, dizendo:

– Sim, voltei para Nova York por causa de um tiro em combate, mas estou me recuperando — ele disse dando de ombros. Ela sorriu para ele e disse:

– Eu senti sua falta Damon. Senti falta do seu cheiro, do seu jeito – ela parou um pouco – nosso amor sempre foi tão forte, quando fui embora senti-me destruída.

– Mas você foi embora porque quis...

– Eu fui embora, mas meu coração continuou aqui Damon – ela suspirou e encarou o rapaz timidamente – eu sempre irei te amar.

Damon olhou-a e respirou fundo, sem saber o que dizer. Ele não podia dizer que amava também, seria uma grande mentira da parte dele. Desde que Stefan morreu Damon desconhecia o que era amor, tudo o que dominava sua alma era o ódio. Ele olhou Hillary e disse:

– Porque voltou?

– Porque eu preciso te ter de volta, Damon – ela admitiu colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha – eu nunca deixei de te amar, e sei que posso te conquistar – o rapaz a encarou confuso e disse:

– Eu não posso te dar esperanças, Hillary... Não quero te magoar.

– Apenas me deixe tentar — ela pediu tentando não chorar – eu prometo que te farei feliz – ela garantiu sorrindo e lutando para não chorar. Damon suspirou profundamente e disse, sorrindo para a loira.

– Tudo bem.

A conversa dos dois foi interrompida por Klaus, que chamou Damon.

– Damon, eu vou pedir algo para comer, você vai querer alguma coisa? – Damon sorriu para o amigo, que sequer havia notado a presença de Hillary, e disse:

– Não, obrigado.

– Hillary, é você? – O loiro questionou desanimado. Ele nunca gostou dela, mas nunca havia dito isso para Damon, em uma tentativa de não arranjar problemas com o melhor amigo. Ela sorriu para ele e levantou:

– Bem, eu tenho que ir... Tchau — ela disse pegando a bolsa e sumindo em meio a multidão de adolescentes. Klaus sentou ao lado de Damon e questionou, um tanto quanto irritado:

– O que ela queria?

– Queria conversar... Ela disse que ainda me ama – Damon disse dando de ombros. Klaus revirou os olhos e disse, bufando:

– Bem, que seja! – Damon ainda pensava em tudo o que ela havia dito, tentando analisar a situação com racionalidade. Ele deveria mesmo dar uma chance a Hillary, era isso o que seu cérebro dizia. Mas algo dentro dele o fazia pensar se essa era realmente a decisão certa a ser tomada.

Já eram quase quatro da manhã e Elena continuava acordada. Caroline dormia, tranquilamente, ao lado de Elena no sofá. Já assistia ao quarto filme. Sexta era o dia dos filmes. Faziam isso desde sempre. Entupiam-se de doces e pipoca até não aguentar mais, mesmo que no dia seguinte fossem trabalhar.

A morena mantinha um largo sorriso em seu rosto e aguardava ansiosa a volta do major. Mal podia conter sua felicidade. Já tinha tudo planejado para encarar a “Fúria Salvatore”.

Roger – George Murphy – canta para Betsy – Shriley Temple – que a levará para a Broadway, em um dos musicais preferidos de Elena, Miss Broadway. A garota não conseguia se concentrar no filme. Só podia imaginar a reação de Damon ao chegar com alguma garota e encontrar a porta trancada. Um sorriso diabólico se abriu em seu rosto.

De repente murmúrios são ouvidos. Duas vozes. Damon e alguma vadia. Elena se ajeitou no sofá e encheu a boca com pipoca e voltou a prestar atenção no filme que está quase no fim. O sorriso ainda brinca em seus lábios.

A maçaneta gira. Nesse momento, Elena estava sentada de frente para a porta com o pote de pipocas no colo e assistia a maçaneta se mexer descontroladamente. É como um dos seus filmes favoritos. Então, a pessoa do lado de fora começou a bater na porta, esmurrando-a. E a morena deu graças a Deus por ser a única naquele andar. Os vizinhos do outro apartamento estavam viajando.

Caroline se remexeu no sofá e se levantou.

– Quem é o infeliz que está batendo em minha porta a essa hora da madrugada? – Ela murmurou, ainda sonolenta.

– Damon. – A loira sorriu e sentou-se ao lado da amiga com um sorriso quase tão grande quando o da morena. As batidas tornaram-se mais altas e agressivas.

– Quando pretende abrir? – Caroline enfia a mão no pote de pipocas enchendo a mão e sorrindo com entusiasmo.

– Não sei... Talvez eu o deixe dormir no corredor... – Elena ri. – Não... Vou abrir agora. – Levantou-se e andou lentamente até a porta. Destrancou, mas não tirou a corrente do pequeno trinco. – Quem é? – Ela tentou esconder o divertimento, mas teve dificuldade.

– Pare com as gracinhas e abra essa porta. – Damon rosna, o que apenas deixa a garota mais animada. Carol está ao seu lado rindo baixinho.

– Não sei quanto ao senhor, mas eu não estou com gracinha. – Ela ri disfarçadamente.

– Elena, poderia, por favor... Abrir a maldita porta? – Damon já perdia a paciência e Elena se divertia ainda mais.

– Até poderia... Mas não quero. – Ela sorri brilhantemente e fecha a porta a trancando. Damon volta a esmurrar a porta. A garota abre de novo. – Da parte de quem? – Ela pergunta. Caroline não consegue conter a gargalhada que lhe escapa.

– Se você não abrir por bem, eu abrirei por mal. – Damon estava vermelho de raiva. Elena poderia imaginar fumaça saindo de seu nariz e ele batendo o pé como um touro raivoso. A visão só a fez rir mais.

– Tudo bem, major. – Soltou a corrente e deu passagem para que o moreno entrasse.

Damon sentia-se a ponto de explodir. Ele olhava a morena a sua frente com uma raiva contida. Droga, qual era o problema daquela garota?

– Qual o seu problema? – Ele sibilou para Elena.

– Nenhum, mas não posso dizer o mesmo de você... Ugh, que cheiro de vadia. – Carol riu e só então notou a presença da loira que mantinha os lábios apertados para evitar que uma gargalhada escandalosa escapasse. Damon encarou Elena, respirou fundo e contou mentalmente até dez, até que a imagem de suas mãos no pescoço da morena se dissipasse.

– Me refiro a porta, Elena, a porta. – Ele respondeu com impaciência.

– Bom, major, assim como no exército, minha casa também tem regras. – Elena mantinha um sorriso zombeteiro. – E enquanto estiver morando aqui, você vai segui-las, capiche? – Ela perdeu o tom irônico e voltou a aquela autoridade que Damon estava começando a acreditar ser natural. Tudo aquilo o deixava cada vez mais nervoso, perdera uma boa noite com uma mulher qualquer e agora teria de ouvir sermões de uma garota turrona que, provavelmente, não fazia sexo há quase um ano.

– E a doutora, pensa que é quem para dizer-me o que fazer? – Damon respondeu emburrado, de forma que fizera Elena lembrar-se de seu irmão caçula.

– Locatária, principal contribuinte nas contas de água e luz e sou quem banca a comida que comerá. – Elena enumerou com os dedos, com um sorriso amplo, mas sem emoção. Carol reconheceu aquele sorriso de quando Elena costumava discutir e ganhar as discussões com os garotos do colégio.

Damon bufou irritado, encarou Elena por muitos segundos até que marchou para seu quarto. Caroline sorriu.

– Oh, e não pense que não senti o cheiro de bebida! Se quiser morrer misturando álcool e medicamentos, que seja fora da minha casa! – Elena gritou sobre seu ombro com um sorriso provocador em seu rosto. Ouviu algo com um rosnado antes da porta bater e ela explodir em uma gargalhada convencida.

– Elena 1, Damon 0 – Carol bateu palmas e riu. – Bom, limparemos essa bagunça amanhã, tenho que repor meu sono de beleza. Tenho um encontro com Tyler. – A loira sorriu.

– Tyler? Tyler Lockwood? – Elena perguntou incrédula. Sabia que Caroline morria de amores por ele desde o primeiro ano de faculdade. Carol apenas acenou com a cabeça. – Eu não acredito! – E então começaram a pular e gritar ao mesmo tempo, como duas adolescentes bobas.

– Calem a boca! – Damon gritou do quarto. As garotas gargalharam e abraçadas caminharam para seus quartos.

Elena tirou a grande camisa, antes usada por Kol e jogou-se em sua cama, apenas de lingerie, e com um grande sorriso estampado em seu rosto, dormiu rapidamente.

Na manhã seguinte, não teria de trabalhar, já que fora dispensada por uma semana para ficar de olho no Major Crianção Salvatore. Alaric especificou: Não o deixe sozinho, nem por um segundo. Bom, se ele soubesse que Damon saíra a noite, sozinho, e ainda tomara boas doses de whisky... Provavelmente, lhe tiraria todo o dinheiro. Não deveria tê-lo deixado sair sozinho. Bom, ao menos houve algo bom ao final da noite. Elena sorri.

Um barulho de panelas batendo e vidro se quebrando a tirou de seu estado de inércia. O que aquele maluco estaria fazendo em sua cozinha? A morena levantou-se e correu pelos corredores, esquecendo-se de sua falta de roupas, colocou apenas um robe de seda quase tansparente.

Ao chegar ao cômodo, deparou-se com uma cozinha suja, um montinho de vidro em um canto do balcão, ovos quebrados em cima da pia e no chão e pelo menos três tipos diferentes de frigideiras jogadas pela cozinha. Damon estava de costas, apenas com uma toalha presa a cintura.

– Mas que merda é essa?! – A garota gritou de modo esganiçado.

– Estou fazendo o café da manhã – Damon sorriu. Um sorriso torto que fizera Elena ter vontade de socá-lo por ser tão bonito e debochado. O moreno quase engasgou com o corpo exposto de Elena. A garota corou sob o olhar dele, mas não vacilou, mesmo tendo se dado conta de estar quase seminua.

– Não, você está desperdiçando minha comida. Caramba, Damon, para quê quebrar tantos ovos? Olha essa sujeira... Eu não vou limpar! – A garota andava de um lado a outro e, sem que percebesse, já recolhia e arrumava a bagunça que o moreno fizera. De repente ela para e ao ver o sorriso do homem a sua frente ela entende: – Você fez de propósito! – Ela o acusa segurando uma grande faca pontiaguda.

– Que raciocínio lento, doutora – Damon sorri. – Bom, estou incapacitado. – Ele diz com acidez, repetindo o lhe fora dito dentro do avião quando pousaram em NY – então terá de fazer a limpeza sozinha. A propósito, você tem um belo traseiro, e sua comissão de frente... – Ele assovia e ri e com um pano de prato no ombro se prepara para deixar a cozinha assoviando uma melodia desconhecida.

Sem pensar, Elena pega um dos ovos em cima da bancada e atira em direção a Damon que para ao sentir o impacto, o liquido gelado escorregou lentamente por seus cabelos e pescoço.

– Você não fez... – Ele sibilou de costas.

– Ah, eu fiz sim – Elena respondeu com petulância. Mesmo constrangida.

– Vai se arrepender – se aproximou, com uma lentidão exagerada, sem tirar os olhos de Elena, que sustentava seu olhar fulminante. Agarrou o pacote de farinha e ao aproximar-se, despejou-o sobre a cabeça de Elena.

A morena mantinha um olhar incrédulo, mas que não durou muito, já que logo partiu para cima de Damon pronta para chutar o seu belo traseiro. O moreno quase engasgou com o olhar psicótico de Elena.

A garota caminhou até ele com passos leves, como os de um lince e quando estava prestes a esganá-lo...

– O que aconteceu aqui? – Caroline apareceu na cozinha com seu pijama rosa, impedindo que Elena tentasse matar o seu “ganha pão”. Quase poderia crer que os dois estivessem fazendo coisas, isso é: se não conhecesse Elena e não soubesse que Damon definitivamente não faria o tipo de sua amiga.

– Salvo pelo gongo. Obrigado por aparecer, loirinha, cheguei a acreditar que seria morto – olhou de relance para Elena que mantinha as mãos levantadas juntando-as e fingindo torcer, numa silenciosa ameaça de morte. Teatralmente, ele respirou profundamente, como se estivesse aliviado.

– Isso ainda não acabou, major. Limpe essa bagunça – Elena respondeu com aquele tom polido que o irritava.

– Mas, eu...

– Agora! – Damon arregalou os olhos e com o susto pisou para trás, enfiando o pé nos cacos de vidro.

– Argh! – Ele gritou, chamando a atenção de Elena. Sangue já escorria do ferimento. Carol parecia mais branca ao ver o sangue escorrer.

– Carol, pegue o kit de primeiros socorros – Elena pediu com urgência.

– Lena... eu, eu não estou me sentido muito bem...

– Oh, esqueci do seu problema com sangue. Tudo bem, saia daqui. Damon sente-se em algum lugar, mas cuidado com meus tapetes, foram caros – Elena o avisa e corre até o banheiro de seu quarto e pega a bolsa cheia de utensílios necessários para socorrer uma vitima de atropelamento.

Ao tornar a cozinha, Damon está sentado no balcão e espera pacientemente, mas com uma carranca em seu rosto. Elena puxou uma cadeira e colocou a frente de Damon. Molhou uma toalha e retirou o excesso de sangue do local e com sua pinça cirúrgica e começou a retirar os cacos de vidro.

Para a alegria de Damon, foram cortes pequenos e superficiais, nada que precisasse de pontos. Elena retirou um frasco de uma solução ante bactericida e derramou sobre os ferimentos. Damon contraiu os músculos ao sentir o pé arder como se estivesse em chamas. Acrescentou uma pomada que ardia tanto quanto, e enfaixou o local.

– Prontinho – Elena sorriu. – O ardor deve passar em duas horas e meia – a garota riu, guardou tudo dentro da grande bolsa. Vadia! Rosnou mentalmente enquanto via a morena deixar o lugar rebolando. Você ganhou a batalha Gilbert, mas você não vai ganhar a guerra! Damon pensou com um sorriso maquiavélico no rosto.

Notas finais
E aí, gostaram?Agora começa o "quebra-pau".Comentem, recomendem...Beijos, até o próximo.