Ensina-me a Amar
11 The New House
Notas iniciais
Mais uma vez a demora foi grande mas não tivemos tempo, de verdade, esse ano está bem corrido para nós duas.
Gente, vocês são os melhores leitores do mundo inteirinho!!! De verdade, a história já tem 15 recomendações *O*
Isso não seria possível sem o apoio de vocês, de verdade ( :
Bem, agora vem um anúncio importante, eu e a Gabi sabemos que vocês gostam de ter os reviews respondidos, e nem sempre temos tempo então quem quer MESMO que uma de nós duas responda coloque assim no começo do review:
#Responder.
Pode ser? Assim todo mundo fica feliz *>*
Bem, esperamos que gostem do capítulo!!!
Sing me to sleep
Sing me to sleep
I'm tired and i
I want to go to bed
Sing me to sleep
Sing me to sleep
And then leave me alone
***
Elena e Caroline sentaram-se em uma mesa completamente isolada e fizeram seus pedidos. A loira estava curiosa para ter mais informações sobre o soldado que estava prestes a ir morar com as duas.
– Então Lena, me diga como esse soldado é — ela pediu enquanto tomava um gole de vinho. — Ele tem cabelo loiro, castanho... É alto, baixo? — ela ia continuar mas Elena a interrompeu com a expressão indiferente:
– Ele á alto, tem cabelos pretos e olhos bem azuis.
Caroline a olhou com um sorriso de canto e disse animada:
– E não vejo a hora de conhecê-lo! Ele parece ser lindo!
– Ele pode ser lindo mas definitivamente é o homem mais irritante da face da Terra! — Elena disse revirando os olhos. Ela não sabia como aguentaria Damon durante tanto tempo, não teria toda essa paciência.
Caroline ignorou o comentário da melhor amiga e disse:
– Mas e quanto a senhorita, algum namorado à vista? — Elena encarou a loira com um olhar reprovador e sibilou irritada:
– Eu não preciso de namorado Carol, no momento eu preciso focar no meu trabalho — aquilo era mais do que óbvio para a morena. Ela nunca mais se relacionaria amorosamente com alguém, simplesmente não conseguiria fazer isso.
– Elena, já passaram dois anos desde que Kol faleceu. Sei que doeu em você perdê-lo e eu compreendo isso mas você está anulando sua felicidade.
– Minha felicidade pode ficar para depois, Carol — a morena disse dando de ombros e tomando seu suco em goles curtos. A loira sorriu de forma tristonha e disse:
– Esse é o seu defeito Elena, você anula sua felicidade, deixa-a para depois mas nunca pensou que simplesmente poderia não haver um "depois" para você. Você está aqui hoje amiga, mas não há garantias de que esteja aqui amanhã — Caroline disse deixando Elena pasma diante do que ela havia dito. A loira colocou o dinheiro encima da mesa e murmurou: — Estou esperando você lá fora
A morena respirou fundo e levantou-se encontrando a amiga do lado de fora do restaurante. As duas permaneceram em silêncio durante todo o caminho enquanto Elena pensava em tudo que Caroline havia dito.
Os pensamentos da morena foram interrompidos por Carol, que a chamava:
– Terra chamando Elena! — A loira disse passando a mão em frente aos olhos da amiga. — Ei, vamos, a sessão já vai começar. — Elena caminhou com ela em direção a sala do cinema e entregou seu ingresso a uma das várias funcionárias de prontidão.
As duas entraram e sentaram em seus respectivos lugares, esperando que o filme começasse. Elena sequer prestou atenção a história, sua cabeça estava presa à memórias, muitas memórias.
– Amor, cheguei! — Kol gritou da porta da sala. A morena sorriu e largou seu livro sobre a cama, indo em direção a ele e se jogando em seus braços. — Eu estava morrendo de saudades — o rapaz disse afundando seu nariz nos cabelos de Elena, sentindo o odor de pêssego que ele amava.
– Eu também amor, dessa vez a viagem foi longa — a morena disse fazendo um bico. Kol riu da expressão de sua noiva e sussurrou no ouvido da noiva:
– Você fica linda com esse bico no rosto.
Elena ficou corada diante do comentário e perguntou:
– E como foi a viagem? Gostou? — Ela sentou-se após ver que ele já ocupava seu típico lugar no sofá. Ele passou o braço em volta dela e disse:
– Sim, eu gostei muito, mas é dez vezes melhor estar aqui com você — ele disse dando um beijo no pescoço de Elena, fazendo-a perder o ar. — Senti sua falta.
– Eu também — a morena disse dando um selinho nele. — Mas e o avião? Como é andar de avião? — Elena questionou com um sorriso infantil no rosto. Ela nunca havia andando de avião antes e queria saber como era a sensação.
– É muito bom, mas dá um certo medo — admitiu ele dando de ombros — quando há turbulência parece que o avião está prestes a cair.
Elena estremeceu diante daquele comentário e deixou que seu noivo continuasse sua narração.
– Eu fiquei pensando em você enquanto o avião balançava — ele murmurou acariciando o rosto da morena — fiquei pensando em como amo esse seu sorriso e como adoro te ver feliz.
Elena foi arrancada de seus devaneios pelo som de um forte estrondo, inicialmente a morena se assustou, mas depois relaxou seu corpo ao perceber que o som vinha da tela do cinema.
Ela olhou para o lado e viu Carol prestando atenção ao filme e novamente analisou o que Kol havia lhe dito naquela tarde alguns dias antes de falecer: "Fiquei pensando em como amo esse sorriso e como adoro te ver feliz".
Ele queria me ver feliz. E, Elena sabia que para ser feliz era preciso seguir em frente e assim, esquecer tudo o que vivera com seu Kol. O único problema é que ela não sabia como poderia fazer isso, como poderia simplesmente esquecê-lo dessa forma.
O tempo passou lentamente enquanto a morena tentava prestar atenção no filme, mas cada segundo parecia demorar uma eternidade para passar. Elena mal prestava atenção no filme que passava diante de seus olhos, estava mais preocupada em saber o que faria.
Depois que o filme finalmente acabou, Caroline e Elena saíram do cinema em silêncio.
– Carol, eu estava pensando no que você me disse hoje na hora do almoço... — A morena disse mordendo o lábio inferior enquanto as duas entravam no carro da loira.
– E então?
– Bem... Eu ainda preciso de tempo, preciso pensar bem... Preciso saber que direção seguir — Elena disse olhando para o lado de fora de sua janela. Caroline sibilou decepcionada:
– Tudo bem — na verdade, para a loira não estava tudo bem. Ela estava farta de ver Elena daquela forma, comportando-se como uma morta-viva. Caroline decidiu agir por conta própria, em prol de sua melhor amiga.
Finalmente dentro de seu apartamento, Elena se jogou na sua cama sentindo-se completamente exausta e recostou sua cabeça no travesseiro, pensando no rumo que sua vida tomaria à partir daquele dia.
Amanhã ela entraria em contato com o general Alaric e aceitaria a proposta dele, afinal, que outra opção ela tinha? A menina suspirou e virou-se na cama tentando não pensar naquilo, mas simplesmente não podia evitar.
Por alguma razão, várias memórias relacionadas à Damon lhe dominaram a mente. Ela lembrou de quando o conheceu, de como ele a irritou com aquele discurso ridículo sobre superioridade. Ele era o homem mais irritante que ela já conheceu em toda sua vida, definitivamente!
Damon Salvatore. O major que perdera seu irmão e graças a isso tornou-se um homem amargurado e ressentido. O homem que possuía um ar superior e um sorriso jocoso sempre à sua disposição. Afinal, porque Elena estava pensando nele?
A garota levantou-se espantando os pensamentos relacionados a Damon e foi até a cozinha, onde encontrou Caroline comendo sorvete de chocolate e chorando:
– Por que está chorando? — Elena questionou preocupada com a amiga.
– Esse filme é tão triste! — A morena revirou os olhos diante daquilo e foi até a cozinha em busca de algo para comer. A morena se assustou ao perceber que logo teria que voltar para o hospital.
Elena pegou um pacote com pão de forma e passou um pouco de geleia, saboreando-o juntamente com um suco de uva. Depois de terminar de comer, a morena caminhou até seu quarto e pegou sua bolsa:
– Carol, tenho que sair agora, vou chegar tarde — a morena avisou para a amiga, que apenas disse:
– Tudo bem, tome cuidado na hora de voltar! Beijinhos.
– Beijos — Elena disse sorrindo e fechando a porta de seu apartamento.
Depois de meia hora no trânsito, a morena finalmente chegou ao hospital, entrando apressada para não se atrasar. Já estava quase na hora da medicação de Damon. Elena bateu na porta dele antes de entrar até ouvi-lo dizer:
– Pode entrar.
Elena entrou e fechou delicadamente a porta atrás de si. Damon estava deitado lendo "Orgulho e Preconceito".
– Com licença — a morena pediu colocando pegando o remédio de Damon e colocando um pouco de água em um copinho:
– Tome — ela disse entregando a ele o remédio e o copo com água.
– Obrigado — Elena ficou surpresa pelo fato de Damon tê-la agradecido. Aquilo não era do feitio dele.
– Como está se sentindo? — A morena questionou pegando o copinho da mão dele e o jogando no lixo.
– Estou bem, só estou sentindo um pouco de dor — ele disse se ajeitando na cama. Elena abriu um sorriso carinhoso para e disse:
– Bem, o remédio que lhe dei irá fará a dor passar. Quer alguma coisa? — ela questionou ainda sorrindo.
– Pode pegar minha carteira por favor?
Elena apenas caminhou em direção a bolsa do rapaz e pegou a carteira que estava dentro da mesma, entregando para ele logo em seguida.
– Obrigado — ele disse pela segunda vez naquele dia.
– Ah, quase esqueci de lhe avisar: À partir de hoje pode começar a caminhar pelo hospital, descer as escadas e tudo mais... Se ficar cansado é só vir para o quarto. — Damon assentiu e disse:
– Tudo bem.
– Boa noite — a morena disse abrindo a porta do quarto.
– Boa noite — ele respondeu encarando a própria carteira. Quando finalmente Elena deixou o quarto, o rapaz abriu sua carteira retirando dela a mesma foto Polaroid de seu irmão e a olhou com carinho no olhar.
Lembrou de que fora numa noite como aquela que levou Stefan ao parque em busca de algo para o mais novo. Doía para Damon lembrar de seu irmão e saber que jamais o veria, jamais poderia abraça-lo e dizer o quanto o amava. Ele colocou a foto dentro da carteira novamente. Damon fechou os olhos e em poucos minutos adormeceu.
O rapaz despertou com os raios de sol que invadiam seu quarto. Ele abriu seus olhos lentamente e assustou-se ao ver Alaric ali tão cedo.
– Bom dia Damon — o general principal disse com m sorriso de canto. Damon coçou os olhos e murmurou, ainda um pouco confuso:
– Bom dia. O que faz aqui tão cedo?
– Bem, eu vim lhe contar uma novidade.
– Que novidade?
– Eu consegui arranjar um lugar para você morar enquanto se recupera do tiro que levou — Alaric disse com um sorriso triunfante desenhando em seu rosto de traços suaves.
– Que lugar? — Perguntou Damon um pouco mais animado. Ele estava farto daquele hospital, farto de ter que ficar deitado ali por horas e mais horas.
– A casa da médica Elena Gilbert.
Damon franziu o cenho diante do que acabara de ouvir. Como assim ele iria morar com Elena Gilbert? Brincadeira de mal gosto Alaric! Damon pensou com um arquejo.
– Essa brincadeira não teve graça Alaric! — O moreno disse revirando os olhos e bufando logo em seguida.
– Não estou brincando Damon — o loiro disse semicerrando os olhos — você irá, de fato, morar com Elena. — Ao olhá-lo nos olhos, Damon percebeu que seu amigo falava mesmo sério e sentiu seu corpo retesar:
– Eu a odeio Alaric. Como espera que eu vá conviver bem com ela?!
– Eu acho que para que haja uma boa convivência entre vocês é necessário que os dois parem de ser duas crianças de dois anos de idade! — o loiro disse em alto e bom som, fazendo Damon se encolher. — Você não tem opção Damon, ou você supera esse seu ódio por ela ou vai morar debaixo da ponte, você decide.
O moreno encarou Alaric boquiaberto e sibilou, ainda surpreso pelo comentário do amigo:
– Tudo bem, eu vou morar com ela:
– Excelente. Agora tenho que ir, tchau.
– Tchau — Damon disse emburrado. Ele ainda não havia se conformado com o fato de que teria que morar com a senhorita Elena Perfeição Gilbert.
Ele assustou-se ao ver a porta abrindo e Elena adentrando em seu quarto, dessa vez trajando outras roupas. Ela usava um vestido preto acinturado e uma sapatilha da mesma cor.
– Bom dia — ela disse com aquele típico sorriso no rosto. Damon revirou os olhos e sibilou:
– Bom dia.
– Trouxe seus remédios — Elena murmurou simplista. A morena entregou a ele os remédios e rapidamente se retirou do quarto.
A morena desceu as escadas do hospital rapidamente e foi para o pronto-socorro atender os pacientes que passavam por ali. O tempo passou rapidamente enquanto ela atendia vários casos, desde os mais comuns até os mais graves.
Enquanto isso, Damon passava o dia lendo Orgulho e Preconceito, um de seus livros prediletos.
O rapaz assustou-se ao ouvir o som de uma enfermeira gritando no quarto ao lado do seu. Apesar de ele estar em um quarto reservado, as paredes eram finas o bastante para que ele ouvisse várias vozes no quarto ao lado.
Ele resolveu tentar assimilar o que as enfermeiras estavam dizendo:
– A respiração dele está muito ruim, tragam Bricanyl imediatamente! — Damon ouviu uma voz estranhamente familiar gritar. De repente, todos no quarto ficaram em silêncio e então ele pôde ouvir um rapaz implorar:
– Salvem o meu irmão, por favor! — De repente, o corpo do jovem major se retesou e ele sentiu sua pele pinicar. Ele levantou-se às pressas e foi em direção ao quarto ao lado, deparando-se com Elena pressionando o desfibrilador contra o corpo de um menino de cerca de quatro anos de idade.
– A respiração dele se estabilizou — Ela murmurou aliviada. Só então Damon parou para presta atenção no pequeno menino deitado na cama. Ele tinha cabelos castanhos e ondulados e seus olhos eram verdes e grandes, como duas esmeraldas.
– Oi garotão, você deu um susto na gente — Elena disse passando a mão pelos cabelos do pequeno, que agora respirava um pouco melhor.
Alguns minutos passaram e todos estavam em silêncio.
– Agora durma pequeno — a morena pediu dando um beijo carinhoso na testa do menino. — Quer que eu cante uma canção para que você durma? — Elena questionou com a voz baixa. O menino assentiu coçando os olhinhos.
Quando a morena começou a cantarolar, Damon reconheceu imediatamente a música que a garota cantava. Era a música dele, a canção de Stefan.
O rapaz deu um passo para trás lembrando de todas as vezes que cantarolou aquela mesma música para seu irmão quando o mesmo não conseguia dormir.
Sing me to sleep. Sing me to sleep. Aquele mesmo trecho da canção ficava tocando repetidamente na cabeça de Damon, fazendo com que cada músculo de seu corpo se enrijecesse. O rapaz saiu andando antes que a sua situação se tornasse pior. Ele deitou na cama passando a mão sobre seu ombro, sentindo-o doer mais do que o habitual. Damon fechou os olhos, ainda ouvindo a música ressoar em sua mente e depois de algum tempo, adormeceu.
Os dias passaram rápido e, em uma sexta-feira ensolarada Damon recebeu sua tão esperada alta médica. Elena o guiou em direção a um táxi e os dois seguiram em silêncio em direção à casa da moça.
– Mais alguém mora com você? — O major questionou de repente. Elena franziu o cenho e disse:
– Sim, Caroline, minha melhor amiga.
Damon manteve-se em silêncio o resto do caminho, deixando a morena incomodada com a situação. Depois de quinze minutos no trânsito, os dois finalmente chegaram a seu destino: A casa de Elena.
Damon ficou surpreso ao ver a decoração no interior do apartamento da médica. As paredes da sala possuíam um tom de rosa bem claro e tinham uma textura delicada, na parede norte havia um quadro de um pintor que o rapaz desconhecia e do lado direito da sala, estava uma mesa de vidro de tamanho médio com várias rosas dentro de um vaso transparente. No lado esquerdo da sala, havia uma banqueta que separava aquele ambiente da pequena cozinha.
– Bem, essa é minha casa — Elena disse dando de ombros. Damon assentiu e questionou-a:
– E sua amiga?
– Hm... Ela deve estar no quarto.
Elena caminhou em direção a um grande corredor cujo piso era de granito e bateu na porta de Caroline, que atendeu segundos depois:
– Que foi Lena?
– O cara que veio morar conosco está lá na sala — a morena sibilou cruzando os braços — perguntou de você... Quer ir lá conhecê-lo?
– Claro que quero! — A loira disse animadamente. Ela saiu do quarto e as duas caminharam em direção a sala. Elena podia notar a expectativa de sua amiga com relação ao major Damon. Major, ele sequer era digno desse título. Elena pensou com a cara emburrada.
– Carol, esse é o major Damon Salvatore — Elena murmurou apontando para ele, que tinha um sorriso de canto no rosto:
– Prazer.
Caroline ainda estava atônita com a beleza do rapaz e por isso murmurou desconcertada:
– Prazer...- Pronto, já se encantou pelos olhos azuis dele! Elena pensou revirando os olhos e bufando. Depois de todas as apresentações, a garota guiou Damon em direção a seu novo quarto.
– Bem, é aqui que você irá dormir à partir de agora... Tem uma televisão e o banheiro é ali. — Disse a morena apontando para uma porta dentro do quarto. O rapaz assentiu e disse:
– Bem, agora que já estou realocado e conheço tudo por aqui, vou sair — Damon disse colocando suas malas dentro do quarto e arrumando sua tipoia.
– Vai para onde? — Elena questionou confusa.
– Bem, considerando que já são nove horas da noite... Eu vou para uma balada.
– Como é que é? — A morena questionou arregalando os olhos. Sua voz saiu um pouco mais alta do que ela esperava. — Damon você acabou de receber alta, está com o braço imobilizado, não pode ir para uma balada!
– Tente me impedir — Damon disse com um sorriso provocativo. Damon queria ficar o mais longe possível de Elena pois ficar perto da jovem fazia com que ele lembrasse daquela canção e consequentemente, de seu irmão.
Elena avançou e ficou a poucos centímetros de Damon, os olhos dela expiravam uma fúria quase surreal, mas ela não se moveu, ficou ali, apenas o encarando. — Foi o que pensei — ele disse desviando dela e saindo do apartamento.
Elena respirou fundo até que um lampejo de ideia lhe atravessou a mente. Ele não tem a chave do apartamento! Ela pensou sorrindo. A morena foi até a porta e a trancou, enquanto Caroline observava a cena confusa.
Elena virou por sobre os calcanhares e disse para Carol com um sorriso triunfante no rosto:
– Se é guerra o que ele quer, é guerra o que ele vai ter.
Notas finais
Esperamos que tenham gostado e não esqueçam de comentar e dizer se vocês querem que respondamos aos reviews *-*
Para ficar fácil, imaginem que a Lena tem a voz da Emily Browning, cantora da música tema desse capítulo, okay?
Beijinhos meus amores, amamos vocês :3
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